Gênios e loucos | Rafael Rodrigues | Digestivo Cultural

busca | avançada
63818 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Diálogos na Web FAAP: Na pauta, festivais de cinema e crítica cinematográfica
>>> Pauta: E-books de Suspense Grátis na Pandemia!
>>> Hugo França integra a mostra norte-americana “At The Noyes House”
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Meu malvado favorito
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
Colunistas
Últimos Posts
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
>>> É Julio mesmo, sem acento
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> Caí na besteira de ler Nietzsche
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Santa Xuxa contra a hipocrisia atual
>>> Há vida inteligente fora da internet?
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Nos porões da ditadura
Mais Recentes
>>> Um bebê em casa - um guia prático com informações, dicas e curiosidades, da gravidez ao primeiro aninho. de Chis Flores pela Panda Books (2011)
>>> O Pensamento Político De Érico Veríssimo de Daniel Fresnot pela Graal (1977)
>>> Sobre a Literatura de Marcel Proust pela Pontes (1989)
>>> Poemas Sacros de Menotti Del Picchia pela Martins (1992)
>>> O Grotesco Na Criação De Machado De Assis de Maria Eurides Pitombeira de Freitas pela Presença (1981)
>>> Machado De Assis Para Principiantes de Org. Marcos Bagno pela Ática (1998)
>>> A Barca Dos Amantes de Antônio Barreto pela (1989)
>>> O Tao da Respiração Natural de Dennis Lewis pela Pensamento (1997)
>>> O Aprendiz Da Madrugada de Luiz Carlos Lisboa pela Gente (1994)
>>> Vencendo nos Vales da Vida de Ray Conceição pela Holy Bible (1995)
>>> Eça, Discípulo De Machado de Alberto Machado Da Rosa pela Editora Fundo De Cultura (1963)
>>> Perdão A Cura para Todos os Males de Gerald G. Jampolsky pela Cultrix (2006)
>>> Em Quincas Borba De Machado De Assis de Ivan C. Monteiro E Outro pela Livraria Acadêmica (1966)
>>> A Liberação Da Mente Através Do Tantra Yoga de Ananda Marga pela Ananda Marga Publicaçãoes (2002)
>>> O Oráculo Interior de Dick Sutphen pela Nova Era (1994)
>>> Manual Do Terapeuta Profissional De Segundo Grau de David G. Jarrell pela Pensamento (1995)
>>> O Discurso Da Libertação na Sinagoga De Nazaré de org. Leonardo Boff entre outros pela Vozes (1974)
>>> O Pensar Sacramental REB 35 de org. Leonardo Boff entre outros pela Vozes (1975)
>>> Meditações Diárias Para Casais de Dennis e Barbara Rainey pela United Press (1998)
>>> Machado De Assis de org. por Luís Martins pela Iris
>>> Massagem Para Energizar Os Chakras de Marianne Uhl pela Nova Era (2001)
>>> O Mundo Social Do Quincas Borba de Flávio Loureiro Chaves pela Movimento (1974)
>>> Pensamento Diário de Elsa kouber (entre outros) pela Rádio Transmundial (2019)
>>> O Que É Esta Religião? de Ibps do Brasil (org) pela Ibps do Brasil
>>> Meditando a Vida de Padma Samten pela Peirópolis (2001)
>>> O Poder Da Paciência de M. J. Rayan pela Sextante (2006)
>>> Liberdade? Nem Pensar! de Aquino e Bello pela Record (2001)
>>> Desafio Educacional Japonês de Merry Whitte pela Brasiliense (1988)
>>> As Flores Do Mal Nos Jardins De Itabira de Gilda Salem Szklo pela Agir (1995)
>>> A Era Do Inconcebível de Joshua Cooper Ramo pela Companhia Das Lestras (2010)
>>> A Voz e a Série de Flora Süssekind pela Sette Letras (1998)
>>> Cure Seu Corpo de Louise L. Hay pela Best Seller (2004)
>>> História Viva De Um Ideal de Hélio Brandão pela Do autor (1996)
>>> Cure Seu Corpo de Louise L. Hay pela Dag Gráfica
>>> Índice Analítico Do Vocabulário De Os Lusíadas J-Z de Org. por A. G. Cunha pela Instituto Nacional Do Livro (1966)
>>> Sempre Zen Aprender Ensinar E Ser de Monja Coen pela Publifolha (2006)
>>> I Ching O Livro das Mutações de Não Informado pela Hemus (1984)
>>> Via Zen Reflexões Sobre O Instante e O Caminho de Monja Coen pela Publifolha (2004)
>>> Praticando o Poder Do Agora de Eckhart Tolle pela Sextante (2005)
>>> La Théologie De La Foi Chez Bultmann de J. Florkowski pela Du Cerf (1971)
>>> Quatre Vingt Neuf de Georges Lefebvre pela Sociales (1964)
>>> Haikai de Paulo Franchetti (e outros) pela Unicamp (1991)
>>> As Razões Da Inconfidência de Antônio Torres pela Itatiaia (1956)
>>> Estratégias e Máscaras de um Fingidor, Crônicas de Machado De Assis de Dilson F. Cruz Jr pela Nankin editorial (2002)
>>> Anjo Caído de Daniel Silva pela Arqueiro (2013)
>>> A Paz Interior de Joseph Murphy pela Nova Era (2000)
>>> A Pedra e o Rio ( uma interpretação da poesia de João Cabral de Melo Neto) de Lauro Escorel pela Livraria Duas Cidades LTDA. (1973)
>>> Como Utilizar O Seu Poder De Cura de Joseph Murphy pela Nova Era (1997)
>>> Os sete Crimes De Édipo de Pedro Américo Corrêa Netto pela Agir (1987)
>>> Transportes Pelo Olhar de Machado de Assis de Ana Luiza Andrade pela Grifos (1999)
COLUNAS >>> Especial Gênio

Terça-feira, 10/2/2009
Gênios e loucos
Rafael Rodrigues

+ de 7700 Acessos
+ 7 Comentário(s)

Era muito mais fácil, há uns 150 ou 200 anos, conhecer e conviver com um gênio. Naquela época era possível, inclusive, ser um gênio. Talvez porque as desgraças da vida não estavam tão longe das pessoas como estão hoje ― todos digam "amém", agora, por favor (longe das pessoas que podem ser gênios, claro; das outras, não, infelizmente). Afinal, quem mais tem um parente tuberculoso? Aliás, quem é que tem tuberculose, hoje? Tudo bem que o nosso governo tem se esforçado ao máximo para manter a possibilidade de termos doenças ridículas e que poderiam ser banidas para sempre da nossa sociedade, como tuberculose, febre amarela e dengue, mas é raro alguém ter tuberculose, hoje. Talvez ela tenha acabado, literalmente, com os gênios, e é possível que tenha dado origem a alguns também. Muitos morreram devido a ela e talvez, quem sabe, justamente por causa dela, muitos gênios tenham surgido. Era batata: o jovem poeta, de repente, sabia que iria morrer em breve. Dali até o dia de sua morte sua mente iria trabalhar de maneira incessante e seus poemas sairiam cada vez melhores.

Mas, claro, graças a Deus nos livramos da tuberculose. E é óbvio que ela não está diretamente ligada aos gênios. O parágrafo acima é só uma associação bem exagerada entre a terrível doença e a genialidade. Agora, se alguém me levar a sério, começar a fazer um estudo sobre o assunto e descobrir que essa pseudoteoria realmente tem fundamento, vou querer minha parte no negócio. Uma descoberta dessas com certeza viraria livro e, muito possivelmente, me chamariam de gênio. Ora, não seria mesmo uma teoria genial?

Outra associação que podemos fazer é entre a loucura e a genialidade. Alguém tem alguma dúvida de que Nietzsche foi um gênio? (Aliás, continua sendo, porque gênios são imortais...) Mas Nit ― o apelido vale apenas para os íntimos ― morreu num sanatório e sua derradeira obra, Ecce Homo, apesar de genial e bastante engraçada ― ah, a sisudez dos que não conseguem ver humor na filosofia! ― é um festival de fanfarronices e delírios do genial filósofo alemão. Outro gênio que hoje é associado à loucura é Napoleão Bonaparte. Um dos maiores personagens da História, é bom esclarecer que Napoleão não chegou a ficar louco ― ao menos não há registro histórico disso. O que consta é que sua derrota em Waterloo fez com que muitas pessoas ficassem loucas e saíssem pelas ruas dizendo ser Napoleão. Por isso as centenas de piadas de manicômio utilizando sua persona.

Além de poder ser provocada por uma enfermidade e poder desencadear outra, a genialidade pode ser, em si, uma patologia. Ou seja: a genialidade pode ser uma doença que se manifesta através de comportamentos paranóicos, obsessivos e esquizofrênicos. Quem assistiu a Uma mente brilhante tem uma boa ideia de como a genialidade pode ser prejudicial a uma pessoa. O filme conta a história de John Forbes Nash, matemático que em 1994 foi agraciado com o Prêmio Nobel de Economia. No filme, vemos um homem à beira de um colapso nervoso, como se a qualquer momento sua mente fosse entrar em curto-circuito. É como se o cérebro não suportasse a quantidade de conhecimento que ele tem; ou como se sua capacidade de processamento de informações fosse tão grande e acontecesse de maneira tão veloz, que as atividades cerebrais lhe causassem um dano irreparável. Então, ser um gênio pode ser ― e a História provou que muitas vezes é ― um fardo, quase uma maldição. Não são poucos os casos de "gênios atormentados" ou "incompreendidos", vocês sabem.

E aqui poderíamos entrar numa discussão interminável: o indivíduo tornou-se um gênio por ser um atormentado ou passou a ser um atormentado depois de descobrir-se ― e, claro, descobrirem-lhe ― gênio? Mas tentar responder a essa pergunta é como tentar responder àquela outra bem famosa: "quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?". Não entremos neste beco sem saída, portanto. Melhor partirmos para um outro, mas com várias saídas: o que é um gênio, afinal?

Existem várias definições, e eis a minha: gênio é todo aquele que os outros "colegas de trabalho" posteriores a ele querem imitar ou almejam sê-lo. É todo aquele detentor de uma obra fundamental para a humanidade ou, no mínimo, para determinada área do conhecimento ou da atividade humana. Por exemplo: Dostoiévski. Não fosse ele, Nit não existiria. Toda a paranóia de Nit vem de Crime e castigo. A teoria do super-homem é quase um plágio de uma passagem do romance de Dosto. Arrisco até dizer que, sem Dostoiévski, não haveria Nietzsche. Porque ele não apenas teorizou o super-homem, que é o próprio Raskólnikov: o filósofo alemão viveu como um super-homem.

(Bom, essa teoria é minha, não precisa ninguém concordar com ela.)

Encontrar ou conhecer um gênio, hoje, é mais difícil que ganhar na Mega-Sena. Tudo bem que Pelé ainda está vivo e Bill Gates também, mas a genialidade deles não pode ser comparada com a de Da Vinci, por exemplo. Ou com a de Newton. Talvez o grau de genialidade dos gênios esteja mesmo diminuindo. É pouco provável ― para não dizer impossível ― que surja um novo Einstein, por exemplo, ou um novo Machado, ou um novo Nelson Rodrigues. Mas não se deve almejar menos que chegar ao patamar de um gênio. Como diz J.M. Coetzee em Diário de um ano ruim: "o padrão ao qual todo romancista sério deve aspirar, mesmo sem a menor chance de chegar lá" é "o padrão do mestre Tolstói de um lado e do mestre Dostoiévski do outro". Substitua "romancista" por sua profissão e "Tolstói" e "Dostoiévski" pelos mestres dela e tenha isso como um mantra. Você não se tornará um gênio ― nem chegará perto disso ―, mas certamente vai lhe colocar na estrada rumo ao sucesso.

Nota do Editor
Leia também "Artistas não são pirados" e "Não me venham com escritores (gênios, então...)".


Rafael Rodrigues
Feira de Santana, 10/2/2009


Quem leu este, também leu esse(s):
01. 7 de Setembro de Luís Fernando Amâncio
02. E se Amélia fosse feminista? de Ana Elisa Ribeiro
03. 10 maneiras de tentar abolir o debate de Julio Daio Borges
04. Nem cobra, nem aranha: peçonhenta é a burocracia de Adriana Baggio
05. Caipiras sobre Rodas de Daniel Bushatsky


Mais Rafael Rodrigues
Mais Acessadas de Rafael Rodrigues em 2009
01. Meus melhores livros de 2008 - 6/1/2009
02. Sociedade dos Poetas Mortos - 10/11/2009
03. Indignação, de Philip Roth - 27/10/2009
04. No line on the horizon, do U2 - 24/2/2009
05. A resistência, de Ernesto Sabato - 15/9/2009


Mais Especial Gênio
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
10/2/2009
14h01min
Caro Rafael, meu nome é Andrea Mathias Losacco, sou enfermeira e trabalho na Divisão de Tuberculose do Estado de São Paulo e gostaria de lhe informar que, só no Estado de São Paulo, são notificados anualmente cerca de 21 mil casos novos de tuberculose, e que o Brasil apresenta cerca de 100 mil casos novos por ano, números que mostram que a tuberculose está bem longe de ter sido erradicada.
[Leia outros Comentários de Andrea Mathias Losac]
10/2/2009
20h04min
Rafael, o matemático John Forbes Nash sofria de esquizofrenia. Doença que pode acometer qualquer pessoa, jovem ou velha, preto ou brano, pobre ou rico e genial ou não.
[Leia outros Comentários de El torero]
11/2/2009
00h40min
Olá, Rafael. Acho que a necessidade de encontrar um gênio em tempos difíceis, como o nosso, é tão grande, que acabamos por criar um estereótipo baseando-nos em pessoas que foram "destaque" em épocas passadas. Muitos escritores eram (?) chegados à boemia e a noitadas com profissionais do sexo - para ser politicamente correta - e, por isso, estariam mais próximos de contrair doenças como tuberculose e sífilis. Quem sabe daqui a 150 ou 200 anos a gente não consegue reconhecer gênios do século XXI?
[Leia outros Comentários de Amábile Grillo]
11/2/2009
18h05min
Rafael, não existe nem jamais existirá outro Machado, Nelson Rodrigues (?) ou quem quer que seja. Seu texto não é genial, sequer ousado, um amontoado desconexo de preconceitos e figuras juvenis desenvolvidas por um senso mal-formado. Por favor, dê uma lida no texto do Jardel e seja mais prudente ao postar "textos" desta qualidade. Espero mais em qualidade e menos em presunção e preguiça.
[Leia outros Comentários de Carlos E F Oliveira]
12/2/2009
08h10min
Para quem não entendeu o texto do Rafael ou "esqueceu" de ler a linha: "O parágrafo acima é só uma associação bem exagerada entre a terrível doença e a genialidade". Uma pena, Rafael, que nem todo mundo saiba interpretar um texto com fina ironia como seu...
[Leia outros Comentários de Amábile Grillo]
18/2/2009
07h34min
Eu penso que os gênios nunca existiram... De fato houve muitos intelectuais que se destacaram em diferentes épocas e lugares. Mas a genialidade também é um mito moderno, um mito criado pelos "pares". O lance da tuberculose, por exemplo (risos). No Brasil foi embuste! Castro Alves e Álvares de Azevedo (os geniozinhos do nosso Ultraromantismo) não morreram disso, ainda que um catatal de textos afirme que sim.
[Leia outros Comentários de sandra mara ]
19/2/2009
14h50min
A genialidade decorreria de um excesso de neurônios em certas áreas dos cérebros de alguns indivíduos? Provavelmente! Estimulados por circunstâncias ou ocasiões propícias, os tais neurônios, em determinados indivíduos, providencialmente desencadeariam resultados inesperados, surpreendentes, incompreensíveis, em tudo desproporcionais à normalidade de cada época... Talvez, por isso, da genialidade decorram obras individuais, únicas, motivos de admiração, respeito, discussão e crítica, no seu tempo. Aliás, elas extrapolam seu espaço e seu tempo, imortalizando-se pelo seu ineditismo... Imitar um gênio é compreensível. Formar escola a partir se sua obra, também. Difícil, mesmo, é conviver com um deles, pois sua carga de informações e percepções está longe de ser compreensível para a maioria de nós...
[Leia outros Comentários de Beth Castro]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PERDIDA NO PARAISO
BHETYS OLIVEIRA
ARWEN
(2015)
R$ 35,00



MICHAELIS PEQUENO DICIONÁRIO ESPANHOL PORTUGUÊS/PORTUGUÊS ESPANHOL
RENA SIGNER / HELENA B. C. PEREIRA
MELHORAMENTOS
(2004)
R$ 14,99



PAIS E FILHOS
LEWIS YABLONSKY
MELHORAMENTOS
(1982)
R$ 5,00



O BARRIL
MIRNA PINSKY
SCIPIONE
(1992)
R$ 12,00



COMO TIRAR SUA EMPRESA DAS CINZAS PROJETO FÊNIX
RUBENS P. DE CARVALHO
MALTESE
(1990)
R$ 12,00



CONVITE À FELICIDADE - VOL 2
MASAHARU TANIGUCHI
SEICHO-NO-IE
(1977)
R$ 10,00



THE WOODLANDERS
THOMAS HARDY
PENGUIN BOOKS
(1994)
R$ 12,00



CONDOMÍNIOS - ORIENTAÇÃO & PRÁTICA
GABRIEL KARPAT
HEMUS
(1995)
R$ 10,00



O FUTURO DO CONGRESSO BRASILEIRO
ALZIRA ALVES DE ABREU, JOSÉ L DE MATTOS (ORGS
FGV
(1995)
R$ 25,82



BOLEROS DE PAPEL
DIEDRA ROIZ
EDIÇÃO DE AUTOR
(2011)
R$ 36,00
+ frete grátis





busca | avançada
63818 visitas/dia
2,2 milhões/mês