6 pedras preciosas do rock | Diogo Salles | Digestivo Cultural

busca | avançada
34764 visitas/dia
922 mil/mês
Mais Recentes
>>> Dragão7 realiza última edição do Circuito de Teatro em Português
>>> Teatro para bebês, A Florestinha da Pati, integra o Circuito de Teatro em Português
>>> Buscapé cria "Vila" para celebrar Black Friday
>>> Vila 567 promove Quintaneja para comemorar feriado prolongado
>>> Musical gratuito "Brincando com a Broadway" chega ao Teatro UMC
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Do canto ao silêncio das sereias
>>> Vespeiro silencioso: "Mayombe", de Pepetela
>>> A barata na cozinha
>>> Uma Receita de Bolo de Mel
>>> O Voto de Meu Pai
>>> Inferno em digestão
>>> Hilda Hilst delirante, de Ana Lucia Vasconcelos
>>> As pedras de Estevão Azevedo
>>> O artífice do sertão
>>> De volta à antiga roda rosa
Colunistas
Últimos Posts
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Regina Dalcastagné em BH
>>> Leitores e cibercultura
>>> Sarau Libertário em BH
Últimos Posts
>>> No tinir dos metais
>>> De(correntes)
>>> Prata matutina
>>> Brazil - An Existing Alien Country on Planet Earth
>>> Casa de couro IV
>>> 232 Celcius, ou Fahrenheit 451
>>> Mãe
>>> Auto contraste
>>> Os intelectuais e a gastronomia
>>> Cabeças Cortadas
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Farewell, Pedrinho!
>>> Baratas
>>> Dar de comer ao ódio
>>> Suspeito que estejam sempre conspirando para me fazer feliz
>>> Escrever para não morrer
>>> O Voto de Meu Pai
>>> Uma Receita de Bolo de Mel
>>> Eu também sou concretista
>>> Geraldo Vandré, 70 anos
>>> Apresentação
Mais Recentes
>>> O outro lado da colina de Liddell hart pela Biblioteca do exercito
>>> O colecionador de John fowles pela Circulo do livro
>>> Colapso de Arthur hailey pela Circulo do livro
>>> Educar sem culpa de Tania zagury pela Circulo do livro
>>> Landschaftsarrchitekten:standorte und perspektiven de Adolf schmitt pela Christians-reim verlag
>>> Para-quedas & beijos de Erica jong pela Circulo do livro
>>> O desafio mundial de Jean-jacques servan-schreiber pela Nova fronteira
>>> A revoluçao dos covardes de David nasser pela Cruzeiro
>>> Do coração de um pastor de Kenneth w Hagin pela Graca editorial (2009)
>>> Oráculo da Grande Mãe - Acomp. 1 Livro e 60 cartas de Claudiney Prieto pela Alfabeto
>>> Tarô das Bruxas - Acompanha 78 cartas de Ellen Dugan pela Isis
>>> Mamãe e o Sentido da Vida de Irvin D. Yalom pela Agir (2010)
>>> Décima Profecia, A de James Redfield pela Fontanar (2009)
>>> Curso Completo de Tarô - Acomp. 1 livro e 78 cartas de Nei Naiff pela Alfabeto
>>> Árabe do Futuro, O de Riad Sattouf pela Intrínseca (2015)
>>> Schraiber - " O reino dos simples" de Vários autores pela Não definido
>>> Selecta homeopathica - Cura e recuperação de Vários autores pela Luz menescal (2002)
>>> Selecta homeopathica - Experimentação patogenética de Vários autores pela Luz menescal (2001)
>>> Cadernos de matéria médica - Vol. 10 Nº 1 de Vários autores pela American journal (2002)
>>> Peter Pan de James Barrie pela Ediouro (2004)
>>> Coors taste of the west de Vários autores pela Better Homes and Gardens (1981)
>>> Party book de Dorothy Marsh e Carol Brock pela Harper & Brothers (1958)
>>> The pocket book of home canning de Elizabeth Beveridge pela Pocket books (1943)
>>> Paisagens Humanas de Antonio Versiani pela Civilização brasileira (1960)
>>> Great Tales of the far west de Alex Austin pela Pyramid books (1956)
>>> The Movie Buff´s book de Ted Sennett pela A pyramid publication (1975)
>>> Hospital de Arthur Hailey pela Nova Fronteira (1959)
>>> Monsenhor Quixote de Graham Greene pela Record (1982)
>>> Salambô de Flaubert pela Max Limonad (1985)
>>> O vale do terror de Arthur Conan Doyle pela Ediouro
>>> A casa morta de Henry Bordeaux pela Figueirinhas (1929)
>>> Ih, esqueceram madame Freud... de Françoise Xenakis pela Rocco (1988)
>>> Platero e eu de Juan Ramón Jiménez pela Rio Gráfica (1987)
>>> The countess de Hans Habe pela A signet book (1964)
>>> Loves of the orient de Giovanni Camisso pela Belmont Book (1954)
>>> Skipping Christmas de John Grisham pela A dell book (2004)
>>> Terra Virgem El Erial de Constâncio C. Vigil pela Melhoramentos
>>> Woodstock - Tomo I de Walter Scott pela H. Garnier
>>> L´Homme qui assassina de Claude Farrère pela Ernest Flammarion
>>> Camille de Alexandre Dumas pela Bantam Books (1949)
>>> Lamentai os honestos de Ed Lacy pela Ibis (1968)
>>> Conspiração nas trevas de Hartley Howard pela Livros do Brasil (1966)
>>> Próxima Viagem - Nº 62, Ano 6 de Vários autores pela Peixes (2004)
>>> Próxima Viagem - Nº 4, Ano 2 de Vários autores pela Peixes (2000)
>>> Próxima Viagem - Nº 3, Ano 1 de Vários autores pela Peixes (2000)
>>> Próxima Viagem - Nº 6, Ano 2 de Vários autores pela Peixes (2000)
>>> Próxima Viagem - Nº 7, Ano 2 de Vários autores pela Peixes (2000)
>>> Próxima Viagem - Nº 10, Ano 2 de Vários autores pela Peixes (2000)
>>> Próxima Viagem - Nº 12, Ano 2 de Vários autores pela Peixes (2000)
>>> Próxima Viagem - Nº 37, Ano 3 de Vários autores pela Peixes (2002)
COLUNAS >>> Especial Discoteca Básica

Quinta-feira, 16/6/2011
6 pedras preciosas do rock
Diogo Salles

+ de 7200 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Ao longo da vida somos apresentados a todo tipo de música e é a partir dessas audições que selecionamos o repertório que irá compor a nossa discoteca básica. A grande maioria do que escutamos cai no esquecimento, mas as poucas que ficam, ficam para sempre. É difícil definir qual o momento exato em que percebemos que gostamos daquela determinada banda ou artista, a ponto de mudar nossa percepção sobre música. Pois é exatamente o que vou tentar fazer aqui. Através de lembranças escondidas, empoeiradas, quase esquecidas em minha memória (de tão longínquas), tentarei captar a essência dessas audições. Audições que ocorreram entre 1987 e 1993 (dos meus 11 aos 17 anos), cada uma dentro de seu contexto. Foram elas que me tornariam um geek musical e formariam as ramificações daquilo que eu chamo de conceito musical, coisa que soa incompreensível aos falsos ecléticos, que só se apegam a preconceitos.

Trabalhei aqui apenas com o formato álbum, sem levar em conta coletâneas ou registros ao vivo, pois acredito que é pelos álbuns que se analisa o artista. Como já escrevi aqui, tudo começou com Thriller, do Michael Jackson. Agora começo a contar a partir do momento em que fui lançado ao rock, listando seis álbuns fundamentais por ordem de chegada aos meus ouvidos. Álbuns que se tornaram o meu batismo no rock e que me remetem àquele espaço de tempo tão especial em que me dispus a ouvi-los.


The Joshua tree - U2 (1987)

Naquele 1987, aos 11 anos, minha introdução de fato ao rock. Eu precisava me soltar das amarras do pop, mas tinha de fazê-lo gradualmente. Num momento tão crucial, em que eu andava ouvindo muito A-ha e Duran Duran, o pop-rock do U2 chegou na hora certa. Foi quando surrupiei de um primo meu uma fita K7 do U2 (soa estranho, mas o K7 era uma mídia muito comum na época). Aquele som cheio de guitarras melódicas e refrões marcantes era totalmente novo e instigante. Meu DNA roqueiro começava a se manifestar de maneira mais declarada ― herança da minha mãe, fã dos Beatles na adolescência. Guardadas as proporções (e evitando comparações) podemos dizer que o U2 foi o Beatles dos anos 1980 e The Joshua tree era o seu álbum branco. Ao mergulhar na América profunda, o discurso político da banda fazia o contraponto a toda a febre yuppie da época. Enquanto todo mundo era alienado e multi-colorido, o U2 respondia com o preto e branco e as canções de protesto. Ironicamente, os papéis se inverteram nos anos 1990: enquanto todo mundo queria ser politizado, o U2 caiu de corpo e alma no showbizz. Apesar de todos os exageros de Bono como ativista, esse álbum marcou a minha geração e, ouvindo hoje, tenho uma percepção diferente a respeito. Sempre gostei de arranjos sofisticados, mas The Joshua tree me fez lembrar o quanto a simplicidade é necessária em alguns momentos.



Moving pictures - Rush (1981)

Não há maneiras de explicar como uma pessoa se torna um fã de Rush. É amor à primeira audição. Sobre esse álbum (e essa banda), não tenho muito a acrescentar, pois acredito que eu já tenha dito tudo no Especial Rush. O saldo final ficou assim: 2 podcasts (um no pré-show, outro no pós-show), a discografia inteira comentada em 6 posts no blog (com um post dedicado só ao Moving pictures), uma crítica sobre o documentário Beyond the lighted stage (Caderno 2), uma matéria (com a caricatura do trio) no dia do show (Variedades/JT) e o review do show (Portal Estadão). Muita coisa? Para mim, foi um bom começo.



Van Halen - Van Halen (1978)

Eu já tinha passado de raspão pelo Van Halen quando ouvi o solo de "Beat it", do Michael Jackson. Também já tinha flertado com o hard rock quando viciei em Appetite for Destruction, do Guns n' Roses. E até já tinha ouvido alguns discos do próprio Van Halen com Sammy Hagar nos vocais. Mas foi com este primeiro rebento da banda (certamente o debute mais bombástico da história do gênero) que a coisa ficava séria a ponto de atingir níveis patológicos. E não apenas por ouvir "Atomic punk" no último volume para infernizar a vizinhança (isso era apenas a minha adolescência exigindo mais e maiores decibéis). Estou falando do que este disco representou para o rock como um todo. Na época em que foi lançado, todos os headbanguers despertaram de suas agonias e puderam finalmente perceber o quanto o punk do Sex Pistols era estúpido. Eddie Van Halen antecipou para 1978 tudo aquilo que seria feito no hard rock e no heavy metal da década seguinte. Todas as referências estavam ali: no two-hands de "Eruption", na levada de "Runnin' with the devil", no riff de "Ain't talkin' bout love", no suingue de "I'm the one", no peso bluesy de "Ice cream man", na ira de "On fire". Nos discos subsequentes, o Van Halen amadureceu seu som, produziu jóias raras como Fair Warning (1981) e encontrou o sucesso comercial em 1984 e 5150 (1986), mas era exatamente esse som cru, vulcânico e devastador de Van Halen I (como ficou popularmente conhecido) que o fez tão especial.



Physical graffiti - Led Zeppelin (1975)

Depois que descobri Hendrix, mergulhei de cabeça na discografia do Led Zeppelin e encontrei em Led Zeppelin IV a pedra fundamental do classic rock. Mas nenhum de seus discos me impressionou tanto como este Physical graffiti. O Led (ou Zepp), para os íntimos, sempre buscou diferentes sonoridades para que os discos oferecessem uma variada gama de sons. Aqui eles atingiriam a perfeita combinação do folk e do blues aliando a potentes riffs de guitarra e muita psicodelia. A gravação do disco começaria da maneira mais convencional possível: reunir a banda para gravar, mixar e lançar. Acontece que o projeto se tornou ambicioso no meio do caminho. A duração das músicas excederia o tempo total de um disco. Aí surgiu a ideia de incluir faixas que não foram aproveitadas nos discos anteriores e torná-lo um álbum duplo. O resultado se tornaria uma das maiores viagens sonoras que a banda jamais poderia sonhar. A funkeada "Trampled underfoot", as bluseiras "Boogie with Stu" e "Black country woman", os riffs de "Custard pie" e "The wanton song" e a beleza plácida de "Ten years gone" dão o tom do disco, mas ainda não mostrariam todas as suas facetas. Nas longas e viajandonas "Kashmir", "In the light" e "In my time of dying" é que a banda mostrava a sua maturidade musical e criativa, e justificava todo o mito criado em torno de seu nome. Isso tudo fez de Physical graffiti uma obra singular na discografia do Zepp e também um dos maiores estandartes do rock setentista.



90125 - Yes (1983)

Devo reconhecer que o Yes não era uma banda fácil de cativar um garoto de 16 anos logo na primeira audição. Foi aí que encontrei 90125, o meu portal de entrada para o "YesWorld". Em 1980, a banda tinha acabado, e coube ao guitarrista sulafricano Trevor Rabin a ingrata incumbência de ressuscitá-la. Conseguiu mais do que isso. Rabin trouxe uma nova abordagem ― mais rock e menos erudita ―, para que o Yes explorasse novos territórios. Nesse disco, a fronteira que os prendia ao rótulo de "progressivo" foi rompida, e eles foram içados direto ao mainstream do rock. Quem poderia imaginar uma banda progressiva vendendo 6 milhões de discos, tendo um hit no topo das paradas radiofônicas e lotando arenas pelo mundo (inclusive no Brasil), com fãs enlouquecidas gritando por eles? Talvez por isso que os fãs mais xiitas torçam o nariz para essa fase do grupo, que consideram "pop". É claro: qualquer coisa que eles fizessem soaria pop, se comparássemos com Close to the Edge (1972) ou Relayer (1975). Mas o Yes da década de 80 era uma banda excepcional e 90125 conseguiu um grande feito. Absolutamente todas as faixas são de altíssimo nível, impecavelmente produzidas por Trevor Horn, que entendia como ninguém da sonoridade oitentista. O empolgante riff de "Owner of a lonely heart" puxava uma sequência avassaladora de hits como "Hold on", "Changes", "It can happen" e "Leave it" e mostravam um Yes renovado. Sem perder o virtuosismo (característica essencial da banda), o novo Yes conseguiu soar mais palatável ao público em geral. Com 90125, a base de fãs da banda diversificou-se de tal forma que não incluía apenas os bicho-grilos barbudos, mas também adolescentes roqueiros e mulheres que queriam dançar uma melodia mais amigável.



Burn - Deep Purple (1974)

Fato: quem é fã de Led Zeppelin, é fã de Deep Purple. Àquelas alturas, o clássico Machine Head, ícone maior do rock paleolítico, já tinha feito a minha cabeça. Estava difícil imaginar que o Purple tivesse algum disco melhor que aquele. Tinha. Tudo mudou quando ouvi Burn pela primeira vez. Além de Coverdale (um novato na época), os vocais tinham o reforço do lendário Glenn Hughes, que eu já conhecia através de um disco obscuro (e subestimado) que ele lançou com o Black Sabbath. O duelo de vozes entre Coverdale e Hughes, juntamente com uma aproximação mais clara do blues, colocavam a banda num outro patamar e provava que eles podiam suprir sem turbulências as ausências de Ian Gillan e Roger Glover. Já Richie Blackmore, conhecido por criar grandes riffs na história do rock, se encontrava em seu auge criativo. Inspirado em "Fascinating rhythm", de Gershwin, ele teria na faixa-título o maior de todos os seus riffs. Em "Might Just Take Your Life" e "Lay down, stay down", o tecladista Jon Lord se mostrava inspirado, e o baterista Ian Paice estava mais selvagem do que nunca. Lamentavelmente, essa formação não duraria muito, pois no disco seguinte (Stormbringer) a banda seguiria um direcionamento mais soul-funk (influência de Hughes), o que gerou descontentamento em Blackmore e levaria a banda à dissolução pouco depois. Felizmente, esse momento tão sublime da banda entraria para a posteridade através do famoso vídeo California Jam, um show de musicalidade, peso, improvisação e psicodelia ― e que mostrava toda a insanidade de Blackmore.

Nota do Editor
Leia também "Conceitos musicais: blues, fusion, jazz, soul, R&B".


Diogo Salles
São Paulo, 16/6/2011


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Corot em exposição de Jardel Dias Cavalcanti
02. Dilúvio, de Gerald Thomas de Jardel Dias Cavalcanti
03. Fake news, passado e futuro de Luís Fernando Amâncio
04. Luz sob ossos e sucata: a poesia de Tarso de Melo de Jardel Dias Cavalcanti
05. Viena expõe obra radical de Egon Schiele de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Diogo Salles
Mais Acessadas de Diogo Salles
01. Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas - 20/9/2007
02. Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman - 9/2/2010
03. Conceitos musicais: blues, fusion, jazz, soul, R&B - 22/7/2011
04. Solidariedade é ação social - 2/12/2008
05. Millôr Fernandes, o gênio do caos - 17/2/2009


Mais Especial Discoteca Básica
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
13/6/2011
16h24min
Muito bacana, Diogo! Apesar de essa estar longe de ser a minha lista, seus argumentos são interessantes, e bem explicados! Abração!
[Leia outros Comentários de Francisco Del Rio]
29/8/2011
21h25min
Uau, uma lista bem interessante e original. Foram selecionadas seis pedras realmente surpreendentes, fora do comum nas listas costumeiras, parabéns.
[Leia outros Comentários de Lima Júnior]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




SEMENTES DA MEMÓRIA - OS REBELDES DE 68 - FOTOS
JOSÉ ROBERTO DA SILVA
THESAURUS
R$ 11,00



SOBREVIVÊNCIAS: NO INÍCIO DA DOCÊNCIA
EMÍLIA FREITAS DE LIMA - ORGANIZAÇÃO
LIBER LIVRO
(2006)
R$ 19,71



UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO
GEOFFREY BLAINEY
FUNDAMENTO
(2012)
R$ 10,00



GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DA AMÉRICA LATINA
LEANDRO NARLOCH E DUDA TEIXEIRA
LEYA
(2011)
R$ 14,90



BIBLIOGRAFIA SOBRE A JUVENTUDE -1ª ED.
RUTH CARDOSO E HELENA SAMPAIO
EDUSP
(1995)
R$ 17,90



THE SIX SIGMA WAY: HOW GE, MOTOROLA AND OTHER TOP COMPANIES ARE HONING THEIR PERFORMANCE
PETER S. PANDE, ROBERT P. NEUMAN, ROLAND R. CAVANAGH
MCGRAW-HILL
(2000)
R$ 30,00



VIDA LITERÁRIA
MÁRIO DE ANDRADE
HUCITEC
(1993)
R$ 50,00



A LIBERTAÇÃO DA TEOLOGIA
BISPO MACEDO
UNIVERSAL
(1993)
R$ 12,51



MULHER IMORTAL - ( BIOGRAFIA ROMANCEADA DE JESSIE BENTON FREMONT )
IRVING STONE
EDART
(1962)
R$ 6,90



ECLIPSE
STEPHENIE MEYER
INTRÍNSECA
(2009)
R$ 19,71





busca | avançada
34764 visitas/dia
922 mil/mês