Entrevista: o músico-compositor Livio Tragtenberg | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

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Terça-feira, 27/10/2020
Entrevista: o músico-compositor Livio Tragtenberg
Jardel Dias Cavalcanti

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Livio Tragtenberg organizou uma orquestra de sanfoneiros cegos para acompanhar ao vivo a exibição de um filme pernambucano mudo de 1925. Na 29ª. Bienal de São Paulo fez uma performance dentro de uma jaula com instrumentos, que denominou O Gabinete do Dr. Estranho, criando composições musicais a partir de materiais enviados pelo público. Eis duas das ações (ou performances) do músico e compositor que entrevistamos para o Digestivocultural. Colaboraram para a entrevista o Saxofonista e professor do Departamento de Música da UEL-PR Fabio Furlanete e a cantora Lucila Tragtenberg.

Ele é saxofonista, compositor, escreve música para teatro, cinema, dança, dança-teatro e instalações sonoras. Seu catálogo inclui várias obras instrumentais, sinfônicas, eletroacústicas e também ópera. Em 1987 ganhou o Prêmio Vitae para composição da ópera Inferno de Wall Street. Em 1990 ganhou uma bolsa da Fundação Guggenheim para composição da ópera Tatuturema.

Gravou vários discos, entre eles, Temperamental, disco feito em parceria com Décio Pignatari. Recebeu por três vezes o prêmio de trilha sonora no Festival de Cinema Brasileiro de Brasília. Tem realizado apresentações no Brasil e no exterior.

É autor dos livros Artigos Musicais e Música de Cena, publicado pela Perspectiva, Contraponto, publicado pela EDUSP, organizou o livro O Ofício do Compositor Hoje (org.) Ed. Perspectiva e seu novo livro, O Que se Ouviu e o Que Não se Ouviu na Semana de 22.

Desde 1995 colabora com o coreógrafo Johann Kresnik em produções de teatro-dança na Alemanha. Criou a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo, a Nervous City Orchestra em Miami, USA e a Berlin Strassenmusiker Orchester, em 2008 no Hebbel Theater, Berlin, Alemanha. Criou a BLIND SOUND ORCHESTRA com músicos cegos tocando filmes mudos. Criou a SOUND BRIDGES EXPERIENCE com músicos refugiados do Oriente Médio em Frankfurt no Mousonturm, Alemanha.

Foi professor de composição musical no Departamento de Música da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), na ULM e PUC-SP. Ele compôs a trilha sonora para mais de 30 longas metragens de diretores como Roberto Moreira, Júlio Bressane, Djalma Limongi, Joel Pizzini, Lucia Murat, entre outros. Recentemente para o filme Hoje, de Tata Amaral, e também Um Céu de Estrelas e Através da Janela. Entre 2016 e 2018 colaborou com Rogério Skylab na trilogia de álbuns Skylab & Tragtenberg.

ENTREVISTA:

JARDEL: Segundo Pierre Boulez, A Sagração da Primavera, de Stravinski, é uma obra que, ao longo da história da música, pode gabar-se de não ter esgotado, passados tantos anos, seu potencial de novidade. Poderíamos ir mais longe, dizendo que ali se encontra a sugestão para a música do nosso presente, irreverente, agressiva, desconcertante, ruidosa, com seus estrondos, sons exíguos e estranhos, ora canhestros, ora guturais, sua explosões sonoras exasperantes, variedade de timbres, ritmos alucinantes – como uma metrópole ruidosa como São Paulo ou Nova York. Como você vê a relação entre essa música revolucionária e o que a música contemporânea, como a sua, produz?

LIVIO TRAGTENBERG: A Sagração foi um marco do modernismo do século 20. Na minha visão, ela continua viva e uma fonte de informação tão influente como a música da Ars Nova, do Renascimento, pré-Bachiana. A música antiga (chamada assim) e a música contemporânea têm muito em comum. Existe um arco não linear que precisa ser observado. Indeterminação, improvisação, informalidade são algumas dessas características comuns. Quanto à música que faço ela é um pastiche de tudo isso - Stravinski ao fundo,... talvez.... - mas ela busca outras formas de inserção na sociedade e de relação entre o seu fazer e a sua escuta.

JARDEL: A primeira vez que levei meu filho ao cinema, então ainda bem criança, para ver um filme de suspense, ele me disse: “É a música que está me deixando com medo”. Você sempre trabalhou com a relação música e cinema, me fale um pouco da importância da música no cinema.

LIVIO TRAGTENBERG: A relação entre música e imagem no cinema foi mudando ao longo do tempo. Da metereologia, ou seja, do reforço que a imagem já comunicava até a independência total em relação a ela. Como compositor de música de cinema, acho interessante explorar não apenas as novas tecnologias de difusão, como o surround e eteceteras... mas a construção de narrativas sonoras que enriqueçam e ampliem as narrativas visuais e sonoras.



JARDEL: Como você vê o descompasso entre a música erudita contemporânea e o público, que praticamente a rejeita? Indigência cultural? A música experimental está condenada a ter um público póstumo?

LIVIO TRAGTENBERG: Sua pergunta traz um emaranhado de termos que a gente deve tomar cuidado, para não escorregar na banana. Uma coisa é fato histórico. Outra é a gente se debruçar sobre a atualidade tentando olhar com olhos os mais limpos possíveis. O descompasso a que você se refere na verdade é um movimento da história na cultura ocidental que tem a ver com economia, política e comportamento. A orquestra sinfônica é um realejo sofisticado da estética do século 19. Foi levada ao extremo no século 20. Mas achar que devemos condenar a experiência sonora a música e as salas de concerto, é justamente transformá-la em letra morta, de classe, e porque não?, de elite. Existe uma massificação inexorável e ela atinge as artes desde Gutenberg. Em geral, a música experimental virou um sotaque redundante, de gueto, acadêmica e o que você quiser enfiar mais aí. Existe muita moral em boa parte dos teóricos do experimental, e que se autodenominam como tal. Me recuso a chorar como uma viúva de Viena ... rs (referência aos saudosos da Grande Arte da Música Contemporânea ou da Arte Experimental), prefiro manter-me alerta ao que se passa a minha volta e tentar propor novas visões e possibilidades.

JARDEL: Você acredita que em função das novas tecnologias uma nova arte esteja para nascer? Como você pensa a relação entre arte e tecnologia?

LIVIO TRAGTENBERG: Cito Walter Franco, grande mestre: "O melhor instrumento é o pensamento".

FABIO FURLANETE: Parece acontecer, a partir do início do século XX, uma espécie de dissolução do papel do compositor como figura central no cenário da invenção musical. O aumento do poder do produtor, o compartilhamento das decisões com o intérprete, a emergência do improvisador, e até mesmo um crescimento constante do entendimento sobre a contribuição do ouvinte sobre o sentido da experiência. Como você acha que devem se configurar, em um futuro próximo, os espaços e os papéis para o artista que inventa com sons?

LIVIO TRAGTENBERG: Não existe mudança senão de poética. Vivemos num tempo em que estão descobrindo a roda com uma "nova tecnologia". Não há nada de novo sob o sol, como diz o Velho Testamento. Cabe a cada um qualificar o seu conversor. Ou seja, sua capacidade de articular e coordenar os dados. Décio Pignatari nos começo dos anos de 1990 me disse: Não há mais o novo, existe a capacidade de COORDENACAO que irá diferenciar as criações.



JARDEL: Embora mergulhado no mundo musical, qual os autores da literatura te tocaram mais profundamente e ativaram sua imaginação?

LIVIO TRAGTENBERG: A literatura sempre foi o meu campo de estudo e prazer, música é técnica. É na literatura que me formei, Bouvard e Pecuchet de Flaubert, Kafka, Stendhal, Sousândrade, Augusto e Haroldo de Campos, Cortázar, John Cage, Heine, Ezra Pound, entre outros.

JARDEL: Você teve uma experiência como professor de música (composição) na universidade. A universidade é capaz de formar um artista?

LIVIO TRAGTENBERG: Ela pode transmitir conhecimentos técnicos, e no barzinho um bate papo com um bom professor pode ser valioso.



JARDEL: Você fez um trabalho com Décio Pignatari. E o trio de poetas concretos (Augusto, Haroldo, Décio), até que ponto te interessam?

LIVIO TRAGTENBERG: Tive o privilégio de muito cedo entrar em contato com o trabalho desses grandes criadores. Foram essenciais, me deram a régua e o compasso.

LUCILA TRAGTENBERG: Você compôs duas óperas: Tatuturema com bolsa da Fundação Guggenheim e O Inferno de Wall Street com bolsa da Fundação Vitae. Como é a estrutura delas? E a instrumentação?

LIVIO TRAGTENBERG: O Inferno tem orquestra completa, eletrônica e vozes. Usa muito teatro musical com movimentação dos músicos e divisão da orquestra em grupos menores, imontável. Tatuturema que se chama U-TUPIA é um ringue de box, com 4 contrabaixos nos corners e abaixo do ringue estão 2 percussionistas como se fossem os treinadores. Uma cantora se debate com os arcos dos contrabaixos que a açoitam.

JARDEL: Poderia nos falar um pouco sobre seu novo livro, O Que se Ouviu e o Que Não se Ouviu na Semana de 22, que trata da música no modernismo brasileiro?

LIVIO TRAGTENBERG: Em termos da música, a Semana confirmou o que já se ouvia, ou seja, o Villa Lobos dos anos de 1920 e antes, ou seja, o melhor dele. No mais, um festival de música francesa, com um pouco de Debussy e uma peça curta de Satie tocada sob protesto pela Guiomar Novaes. No mais, a Semana acabou dando força ao nacionalismo proposto por Mario de Andrade, que juntou um bando de discípulos, que nunca pularam o muro. Mario consolidou a província com fachada de metrópole modernista das artes. Somos uma grande metrópole provinciana.

Para ir além:





Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 27/10/2020


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