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>>> 100 Dicas Infalíveis para Emagrecer e Se Manter Em Forma de Fred A. Stutman pela Sextante (2010)
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Quinta-feira, 3/2/2011
Comentários
Dudu Oliveira


O ataque ao reconhecimento
Julio, há uma certa confusão nesta relação entre prêmio literário e literatura, mas best-seller deve ser interpretado como referencial de sucesso comercial. O nosso ambiente cultural é muito semelhante ao que se encontra no mundo todo, analfabetos funcionais buscando resgatar a autoestima através do consumo de livros recomendados. As maiores vendagens estão alavancadas por estratégias de marketing e o público em geral busca sentir-se incluído nas modas e rodas culturais, sem considerar todas as variáveis decorrentes da relação livro e leitor, e aí as análises ficam relativamente viciadas. Literatura faz parte da alta cultura; dependendo do gênero literário, o acesso pode ser considerado restrito, mas vender livro também é uma atividade econômica, cujo exito é dimensionado pela relação custo-benefício. Há muito a dizer sobre o tema, o que há de menos pertinente é o ataque a iniciativas de reconhecimento pelo "mercado" e seus agentes, este posicionamento sectário me parece mais dor de corno.

[Sobre "A desmoralização dos prêmios literários no Brasil"]

por Dudu Oliveira
http://twitter.com/prosar
3/2/2011 às
11h29 187.126.243.146
 
Os caminhos das reflexões
Há uma confusa mistura de racional com comportamental nesta reflexão, sobretudo quando tenta apartar valores e convicções cobrando um posicionamento que espera do público em geral um mínimo de atenção para com a cena política. Existe um ciclo de contato, domínio e uso pleno para toda novidade tecnológica, e tal ordenação é mensurável em qualquer recorte em que seja possível atestar a fluência do público com tais elementos. Cabe conjecturar quais caminhos levaram a estas reflexões.

[Sobre "Obama ou Olama?"]

por Dudu Oliveira
30/12/2010 às
14h17 187.126.221.23
 
Um texto infeliz
Fabio, achei que o Saul Bellow te atrapalhou, dava para emplacar mais um montão de asneiras e depois voltar com a desculpa esfarrapada que "nada nestas linhas é tão sério", afinal, o DC é humorístico e cultural... A qualidade do texto é sofrível, parecia os projetos da professoras primárias que ele detonara, o tema de uma originalidade inquestionável, porém nada me pareceu mais pertinente que os elementos e as conclusões que ele utilizou para caracterizar seus personagens: comunistas, nordestinos, peruas, velhos e as garotas bonitas e vulgares; sei não... Não posso deixar de registrar a completa desconexão com a cena polí­tica, utilizando-se de estereótipos da guerra fria de quando a América Latina era a latrina oficial do Tio Sam. O que possa haver da proveitoso nesta prosa rala e juvenil talvez seja a animosidade que provoque, mas nem neste aspecto percebo o humor ácido que costuma permear este gênero. Enfim, uma oportunidade infeliz oferecida a alguém que desconhece o que seja texto em forma e conteúdo e que teve oitenta por cento do lixo redigido resgatado por vinte por cento do Saul Bellow. Fabio, caso você algum dia escreva algum texto que se pretenda sério, e que contenha ao menos dois parágrafos escritos de forma adulta e consequente, por favor, submeta-o ao bom senso para que não tenhamos que falar mal das universidades responsáveis (?) pela sua formação.

[Sobre "os universiotários"]

por Dudu Oliveira
http://twitter.com/prosar
1/11/2010 às
12h04 187.126.206.79
 
Preconceituoso e coerente
A campanha está no nível do eleitorado, este vídeo é prova disto, a opção do autor se justifica na impossibilidade de resolver a questão que ele propõe, não pelas virtudes da candidatura que apóia. Importa a ele quem seja Dilma, mas não apresenta as razões para votar em Serra, é o preconceito de sempre com as fitas coloridas de uma edição caseira, tem o valor da liberdade de expressão, privada e individual, mas passa ao largo do que seja informação, pois falta critério. Ainda que Lula tenha alterado a lógica do preconceito no país, ao se eleger sem atender ao estereótipo, há muito ainda para evoluirmos nesta matéria, pois nosso amigo, democrata tenta mediante o que se chama contra propaganda desqualificar uma candidatura enquanto num processo limpo e democrático ele deveria estar promovendo o seu candidato... Não basta se dizer civilizado é necessário viver a civilidade, a honestidade e a democracia. Preconceituoso e coerente no nível desta campanha.

[Sobre "Você sabe quem é a Dilma?"]

por Dudu Oliveira.
http://twitter.com/prosar
29/10/2010 às
12h16 187.126.213.238
 
O filho eterno é obra de ca...
O filho eterno é obra de carpintaria há o ritmo da prosa que se desdobra sem maltratar o leitor, há a distancia confessional que mostra o protagonista sem reservas escapando da catarse maniqueista, mas aos meus olhos, o que predomina é a maturidade do autor em traduzir expectativas em experiencia crível dotando sua personagem da humanidade construida pelos eventos aleatórios. Aos que exigem a catarse de ultimo capitulo, nada melhor que perceber que a vida continua após o romance. A minha melhor leitura no genero romance no ano que passou.

[Sobre "O filho eterno e seus prêmios literários"]

por Dudu Oliveira.
http://prosar
29/10/2010 às
11h48 187.126.213.238
 
Escrever para quem?
Estas estatísticas de livros per capita são puro engodo. Sem diferenciar os diversos nichos que geram publicações, obras paradidáticas acabam sendo registradas como obra literária. Literatura tem alguma relação com livro, mas seu limite é o propósito. Outra questão interessante é se o autor deve escrever motivado pelo mercado leitor ou deve buscar conformar a sua obra? Escrever em cima das demandas criadas por um projeto editorial é uma coisa, conformar uma peça literária baseando-se no apetite leitor fica parecendo clichê de um certo escritor que dá expediente na Academia Brasileira de Letras...

[Sobre "Por que é preciso despistar a literatura"]

por Dudu Oliveira
http://prosar
6/9/2010 à
01h16 187.126.199.32
 
Outras minorias
É risível e primária a confusão de arte com historiografia, são inúmeros os eventos narrados pela cinematografia com excessos e omissões para atender o interesse do narrador. Um romance histórico, um filme, uma peça correspondem a uma abordagem qualquer sobre um determinado tema ou evento. Talvez você não se recorde de "Primavera para Hitler" e a força como esta representação satírica realinhou olhares de uma outra geração sobre os eventos da guerra. Percebo lateralmente a atitude presente na maior parte da população judia em defender a primazia pelas atrocidades do Terceiro Reich, mas pouco se fala das outras minorias massacradas... Não é discurso antissemita, estou mais para o desengajamento da cinematografia, desobrigada de registrar a crônica nem sempre imparcial das mazelas ocidentais. Ocorrem outras distorções gritantes na descrição das personagens e atos no Oriente Médio, mas a indústria do cinema e a crítica chapa branca tem o conhecimento das regras do jogo.

[Sobre "Bastardos Inglórios e O Caso Sonderberg"]

por Carlos E F Oliveira
31/5/2010 às
12h28 187.126.60.168
 
Palavrões e circunstâncias
Nelson Rodrigues dizia que palavrão era obsceno na cabeça de quem entendia, talvez tivesse razão... Fico pensando na educação que recebi e na orientação que passo para meus filhos, algumas ironias são mais cruéis que certas ofensas... E valendo-se do contexto, o palavrão tem inúmeras circunstâncias, serve para agredir, para distender e, sobretudo, para comunicar estados de espírito, que com a leitura adequada um palavrão revela inveja, hipocrisia, soberba e falta de civilidade também. Pensando o palavrão como elemento de comunicação ele cabe tanto na prosa quanto na poesia, basta que esteja dentro do contexto apresentado. Lúcio, leia "A cópula" do Bandeira e um tantinho de Bocage...

[Sobre "Palavrão também é gente"]

por carlos E.F. Oliveira
10/3/2010 às
23h29 187.13.244.177
 
Quero ser John Malkovich
Charlie Kaufman, provavelmente o roteirista mais criativo da indústria americana do cinema, levou para o grande público uma fábula sobre consciência de uma maneira sutil e leve, possibilitando inúmeras interpretações e dando acesso a uma temática raramente tratada pela indústria do cinema. Entretenimento e arte dentro de uma justa medida. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Carlos Oliveira
15/9/2009 às
15h10 201.29.146.115
 
Crítica ou marketing?
Camilo, é difícil ler um texto que expresse com clareza a finalidade da crítica. A situação piora à medida que o objeto observado se encontre envolvido na subjetividade do gosto pessoal, não encontre referência acadêmica por ser notadamente um produto de vanguarda, derive de experimentações estéticas e licenças artísticas e, principalmente, na forma que o novo propõe síntese. A crítica contemporânea celebrou o fetiche produto transformando o artista em artífice, agregando ao resultado do seu trabalho um valor contemporâneo capitalista que não estabelece um valor real artístico. O consumo em massa despersonifica e todos ficam ávidos para dar um verniz de originalidade na continuidade do óbvio. Li outro dia que determinada banda tinha "atitude", é certo que tal declaração tem muito da espontaneidade que se ajusta a uma determinada faixa de público, não favoreceu em nada na compreensão do conteúdo do objeto observado. Marketing é um dos vícios destas práticas e nada tem de arte.

[Sobre "Pra que serve um crítico musical"]

por Carlos E F Oliveira
2/3/2009 às
10h25 201.19.19.161
 
Equação delicada
Ana, legal a proximidade que experimentamos lendo textos como estes. Assim nossas particularidades nos reguardam dos estereótipos, é por estas medidas que nos enxergamos. Celebro a diversidade e onde ela está mais presente é em nossa própria construção. O que somos hoje acaba hoje, provavelmente influenciará o futuro próximo, mas aí já estaremos mudados. Conviver é coabitar com vícios e virtudes, e estamos todos ávidos para acertar, talvez por isso erramos tanto, e só podemos fazê-lo com nossas vivências. Os estereótipos nos congelaram numa generalidade, desejamos nos encontrar e esta via de encontro passa pelo outro, pela atenção e o cuidado com o outro. A liturgia de amar o outro compulsoriamente nos modifica. Neste momento acreditar nunca foi tão importante, e a sensação de realização de encontro compensa todas as rupturas de crescer.

[Sobre "Eu + Você = ?"]

por Carlos E F Oliveira
27/2/2009 às
22h20 201.29.128.10
 
Texto claro e objetivo
Marcela, adorei o seu texto: objetivo e disciplinado, claro e conciso, sem o pedantismo das cátedras e sem o ego dos que se pretendem filósofos, sociólogos etc.

[Sobre "Genialidades múltiplas"]

por Carlos E F Oliveira
16/2/2009 às
14h22 201.19.11.123
 
Texto presunçoso e preguiçoso
Rafael, não existe nem jamais existirá outro Machado, Nelson Rodrigues (?) ou quem quer que seja. Seu texto não é genial, sequer ousado, um amontoado desconexo de preconceitos e figuras juvenis desenvolvidas por um senso mal-formado. Por favor, dê uma lida no texto do Jardel e seja mais prudente ao postar "textos" desta qualidade. Espero mais em qualidade e menos em presunção e preguiça.

[Sobre "Gênios e loucos"]

por Carlos E F Oliveira
11/2/2009 às
18h05 200.222.42.129
 
Ensaio não é uma obra-prima
A cegueira metafórica é enxergar demais e, por buscar o oculto, não enxergar o óbvio. A despeito da dificuldade de transpor uma narrativa textual para uma linguagem cinematográfica, Meirelles realizou um bom filme. Não é uma obra-prima, como o livro, mas nos atinge com as inquietações que o filme propõe. Isa, é necessário um tanto mais de cultura para perceber que é possível não gostar de todos os livros de Saramago, mas para não gostar dele é preciso proximidade e convivência íntima. Não faça como muitos que atribuem aos autores as frustrações diante de determinada obra. O "Ensaio sobre a cegueira" é a proposta de um escritor ateu confesso diante do excesso de luz que nos rouba a visão, o excesso de informação que se traduz em ignorância e sobretudo uma longevidade como nunca fora possível. A humanidade está tomada por uma vida miserável, falo das guerras, fomes e o egoísmo das grandes nações e culturas. Esta tudo ali no filme e no livro, qualquer cego vê.

[Sobre "Ensaio sobre a Cegueira, por Fernando Meirelles"]

por Carlos E F Oliveira
11/2/2009 às
17h02 200.222.42.129
 
A culpa é do leitor
Diante de textos como este confirmo minha teoria que texto se justifica pelo leitor. Confesso não compreender a resistência de alguns a interferência/licença de alguns leitores quando comentam textos postados. Vejo com naturalidade a participação, qualificada ou não, dos leitores na relação com o texto lido. Se a mídia utilizada permite uma relação próxima, tanto melhor; se a proximidade incomoda, crie filtros ou obstrua os canais de interação que aproximam os leitores dos produtores de texto. Quanto à qualidade dos comentários postados, isto é processo; se o texto apresenta qualidade e coerência, além de propor um desafio ao leitor, acredito que receba comentários qualificados de leitores idem. Minha visão atual é de muitos textos fracos em forma e conteúdo, carentes de coesão e incoerências buscando disciplinar leitores enquanto mascaram uma certa pobreza no trato com a linguagem. Senhores escritores, não discutam vossos textos: a culpa é do leitor, aqui tratado por comentador.

[Sobre "Declínio e Queda do Império dos Comentários"]

por Carlos E F Oliveira
11/2/2009 às
16h34 200.222.42.129
 
Julio Daio Borges
Editor
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