Digestivo nº 480 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
35114 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Digestivo Cultural
O que é?
Quem faz?

Audiência e Anúncios
Quem acessa?
Como anunciar?

Colaboração e Divulgação
Como publicar?
Como divulgar?

Newsletter | Disparo
* Histórico & Feeds
TT, FB e Instagram
Últimas Notas
>>> Daily Rituals - How Artists Work, by Mason Currey
>>> Fernando Pessoa, o Livro das Citações, por José Paulo Cavalcanti Filho
>>> A Loja de Tudo - Jeff Bezos e a Era da Amazon, de Brad Stone
>>> Reflexões ou Sentenças e Máximas Morais, de La Rochefoucauld
>>> O Capital no Século XXI, de Thomas Piketty, o livro do ano
>>> Trágico e Cômico, o livro, de Diogo Salles
>>> Blue Jasmine, de Woody Allen, com Cate Blanchett
>>> The Devil Put Dinosaurs Here, do Alice in Chains
Temas
Mais Recentes
>>> Hércules reduzido a lenda
>>> O assassinato de Herzog na arte
>>> A vida do livreiro A.J. Fikry, de Gabrielle Zevin
>>> Quando as rodas param
>>> Quando morre uma paixão
>>> O Ouro do Brasil
>>> O pródigo e o consumo
>>> O fim do blog Impedimento
>>> Escritor: jovem, bonito, simpático...
>>> Adolescentes e a publicação prematura
Colunistas
Mais Recentes
>>> O Digestivo nas Copas
>>> Idade
>>> Origens
>>> Protestos
>>> Millôr Fernandes
>>> Daniel Piza (1970-2011)
Últimos Posts
>>> Levy Fidelix sobre o LGBT
>>> Palestra: Marco Antônio Villa
>>> Para derrotar o PT
>>> O candidato do 'PSDB' é outro
>>> Não tem em quem votar
>>> Queria entender o voto no PT
>>> Sobre as ciclofaixas
>>> Maria Callas:La divina
>>> Mozart com Martin Fröst
>>> The Cure Hello Goodbye
Mais Recentes
>>> Lembranças de Ariano Suassuna
>>> Harold Ramis (1944-2014)
>>> Sergio Britto & eu
>>> Para o Daniel Piza. De uma leitora
>>> Joey e Johnny Ramone
>>> A Cultura do Consenso
>>> De Kooning em retrospectiva
>>> Delírios da baixa gastronomia
Mais Recentes
>>> Jaime Pinsky
>>> Luis Salvatore
>>> Catarse
>>> Chico Pinheiro
>>> Sheila Leirner
>>> Guilherme Fiuza
Mais Recentes
>>> Digestivo Books
>>> Caixa Postal
>>> Nova Seção Livros
>>> Digestivo no Instagram
>>> 2 Milhões de Pageviews
>>> 40 mil seguidores no Twitter
Mais Recentes
>>> Aposentadoria é Para os Fracos
>>> Quando as rodas param
>>> O Túmulo de Alexandre
>>> Tectônicas por Georgia Kyriakakis
>>> O Crash de 2008
>>> Invisível
>>> Aprendendo a ficar invisível
>>> Escritor: jovem, bonito, simpático...
>>> Repercussões
>>> Santo Antonio de Lisboa
LIVROS
Mais Recentes
>>> Aconteceu Em Veneza
>>> 365 historias da Biblia
>>> 100 Anos de Moda Masculina
>>> Escrevendo a Nova História
>>> O Pagador de Promessas
>>> Mil Vezes Mais Justo
>>> A Cidade Vista - Mercadorias e Cultura Urbana
>>> Asylum
>>> Angry Birds Star Wars II The Pork Side
>>> Angry Birds Star Wars II Brave Birds
>>> Palmeiras, 100 Anos de Academia
>>> 1808 - Edição Revista e Ampliada
>>> As Aventuras do Capitão Pirata da Barba Verde
>>> Avantesmas: 13 Histórias Clássicas de Fantasmas
>>> Assim É Como Termina
>>> Assassinato no Expresso do Oriente
>>> Aniquilação - Volume 1
>>> Amo Você, Papai!
>>> Almanaque Ciência em Show Master Pop
>>> Alimentos para o bem-estar
>>> Aliens Vs. Cientistas Loucos no Fundo do Oceano
>>> Alegria, Culpa, Raiva, Amor
>>> Eduardo Campos - Um Perfil (1965-2014)
>>> O Alienista
>>> Ai, Meus Deuses!
>>> Agente da Polícia Federal - Gabaritado e Aprovado
>>> Adeus, Aposentadoria
>>> O adeus à Europa
>>> 52 Lições de Fotografia Digital
>>> 4 Semanas de Prazer
>>> 4 Ps da Oab 2 Fase - Prática Trabalhista
>>> 4 Ps da Oab 2 Fase - Prática Constitucional
>>> A 25ª Hora
>>> (As) 51 Personalidades (Mais) Marcantes do Brasil
>>> Curso de Direito do Trabalho
>>> Invisível
>>> Infinity Drake - Os filhos da Scarlatti
>>> Hotéis
>>> Um Homem Morto a Pontapés
>>> A História da Culinária em 100 Receitas
>>> Hello Kitty - Minha familia e amigos
>>> Hello Kitty - Quebra-cabeças
>>> O Forte De Nove Torres
>>> A festa da insignificância
>>> Fala, memória
>>> Eu Sou Saint German
>>> Um divã no campo de batalha
>>> A Mente Suja de Robert Crumb
>>> Diários de Adão e Eva
>>> Tudo que eu Pensei mas não Falei na Noite Passada
DIGESTIVOS

Quarta-feira, 29/6/2011
Digestivo nº 480
Julio Daio Borges

+ de 4300 Acessos




Internet >>> The Shallows, by Nicholas Carr
The Shallows poderia ser livremente traduzido por: "Os Rasos" ou "Os Superficiais". E seu subtítulo é quase um vaticínio: "What the Internet is doing to our brains". Juntando as peças, ficaria assim: "Os Superficiais ou O Que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros". É o novo livro de Nicholas Carr ― ex-colaborador do New York Times, da Wired e da Atlantic ―, e tem um título efetivamente poderoso. Carr é um pensador da tecnologia ― se é que podemos chamá-lo assim ―, e, de repente, ficou preocupado com sua falta de concentração, sua crescente incapacidade de penetrar num livro, sua "cultura geral" ameaçada pelo famoso "mar de informação". Carr viveu num mundo antes da internet, antes da "computação pessoal", e, atualmente, não sabe se a civilização ocidental corre o risco de se perder em meio aos brumosos artefatos tecnológicos. A partir desse insight escreveu The Shallows, para entender o que está acontecendo e, mais do que isso, alertar sobre uma possível hecatombe civilizacional. Carr, resumidamente, teme que a "mente letrada" ― que gerou a Renascença, a Reforma, o Iluminismo e até o Modernismo ― esteja se desvanecendo no meio da fumaça de bits e bytes. Carr, por exemplo, não acha que computadores sejam apenas "ferramentas". Pesquisando alterações no cérebro adulto ― ou o que se chama, em inglês, de neuroplasticity ―, chegou à conclusão de que a mudança trazida pelos computadores, e pela internet, não é só aparente: é profunda, permanente e, quiçá, irreversível. Carr se assusta que, hoje, mesmo as nossas experiências do mundo real sejam mediadas por computadores. Sua preocupação pode ser consolidada numa frase: "A humanidade, que estamos sacrificando, pode ser mais valiosa do que toda a tecnologia que estamos implementando". Segundo Tyler Cowen, economista citado no livro, "estamos favorecendo o mais curto, o mais doce e o mais amargo". E, segundo Carr, novamente, "como toda ideia fica em aberto" (não conseguimos finalizar nada), "estamos abandonado o rigor do pensamento e [consequentemente] abdicando do [nosso] aperfeiçoamento". Em sua modesta opinião, estamos forjando algo como uma "mente pós-literária", que resultará em "pensadores" para quem a "tela" será, intelectualmente, mais importante do que a "página". Carr critica, enfim, nossa sociedade "maquinal", obcecada pela eficiência ― cuja bíblica, justamente, é o taylorismo, fruto da revolução industrial, para quem: "o cálculo é superior ao julgamento humano"; "o julgamento humano, portanto, não é confiável"; "a subjetividade é um obstáculo ao pensamento"; e "o que não pode ser medido, não tem valor ou sequer existe". Finalmente, para Carr, estamos perto de confirmar Heidegger, que temia uma era onde o "cálculo" seria a única forma "aceita" de "pensamento"... [5 Comentário(s)]
>>> The Shallows
 



Cinema >>> Abraços Partidos, de Pedro Almodóvar
Se Quentin Tarantino dá um passo maior que a perna como realizador, Pedro Almodóvar continua em sua trilha de obras-primas. Abraços Partidos, como A Má Educação, é um "filme dentro do filme". E Abraços Partidos, como Volver, é um acerto de contas com o passado, até então relegado ao esquecimento. Se Pedro Almodóvar inicialmente colecionava mulheres feias, como Rossy de Palma, depois apostava em mulheres loucas, como Victoria Abril, agora reconfirma sua musa ― também musa de Woody Allen ―, Penélope Cruz. Ao contrário da voluptuosidade da atriz em Volver, Almodóvar realça sua fragilidade, sua submissão, sua rebeldia e sua fatalidade. Personagem num acidente, que igualmente cega seu amante, Almodóvar talvez quisesse evocar, mais uma vez (sem querer), o nosso Nélson Rodrigues ― para quem "é impossível amar e ser feliz ao mesmo tempo"... Garota de programa que deseja pagar o tratamento de seu pai convalescente num hospital, Lena se submete aos caprichos de Martel, um cliente milionário ― que, além de custear tudo, acaba casando-se com ela. Dona de casa enfastiada anos depois, procura se realizar como atriz e conhece o diretor de cinema Mateo Blanco, por quem se apaixona. Martel, o marido, financia o longa de ambos, mas, desconfiado da traição, encomenda um making-of a seu filho, enquanto contrata uma "leitora labial" para reconstituir todos os diálogos da produção... Confrontada pelo traído, Lena foge com Mateo, para um idílio em Lanzarote, que termina em tragédia, num acidente automobilístico... O espectador médio de Pedro Almodóvar se espantou com o final dramático, que não tem válvula de escape. Não percebeu, talvez, que o realizador espanhol vem se fazendo cada vez mais grave, cada vez menos engraçado, e cada vez mais mestre de sua arte. Desde Carne Trêmula, na verdade, que Almodóvar vem, progressivamente, apostando na tragédia sem, necessariamente, redenção. Quem foi ao cinema para rir de um travesti desbocado, de uma velha senil ou de tiradas engraçadas proferidas em tom sóbrio, se decepcionou. Abraços Partidos só consegue ser divertido nos "extras" que, justamente, foram deixados "de fora" (para não contaminar a atmosfera do longa). A caracterização de Penelope Cruz como Audrey Hepburn, no "filme dentro do filme", a evocação do clima noir (ou neo-noir), ainda que as cores sejam "de Almodóvar", e a reconstituição de Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (novamente "o filme dentro do filme") são um prazer à parte. Como Tarantino, Almodóvar tem uma vastíssima cultura cinematográfica, mas, melhor que o diretor de Jackie Brown, sabe dialogar com a tradição da sétima arte, ora rendendo-lhe homenagens, ora plasmando estéticas, ora humilhando o que restou do cinema "adulto" contemporâneo. Almodóvar sabe que cabe a ele, e só a ele, levar a história do cinema europeu adiante. E cabe a nós, cinéfilos, apoiar sua empreitada. [1 Comentário(s)]
>>> Los Abrazos Rotos
 



Imprensa >>> O Crítico, em Exercício Findo, de Décio de Almeida Prado
O que é a crítica? Ninguém mais sabe. Quem é o crítico? "Aquele chato que vai geralmente contra a maré, solapando toda a divulgação, prejudicando todo o marketing". Nem sempre foi assim... E, para nos lembrar, do que é a crítica, está Décio de Almeida Prado, um dos nossos maiores críticos de teatro, em Exercício Findo, a coletânea de sua produção última, de 1964 a 1968, pela editora Perspectiva. Décio começa definindo o crítico como "alguém que pensa depressa", "às vezes nos poucos minutos que medeiam o fim do espetáculo e o início da impressão do jornal" (hoje, a atualização do site na internet). E ― para quem acha o trabalho fácil ― o crítico "tem de adivinhar qual semente germinará", "sob a pressão de modismos passageiros", "ondas de entusiasmo e de descrédito". Afinal [a crítica], muitas vezes, se torna "o único testemunho prestado na ocasião", "de forma imediata, sem retoques". A crítica, portanto, é "tudo aquilo que nos comove e nos exalta", para depois "começar a se desvanecer e a se desfigurar na memória"... Já para aqueles que acham que "quem não sabe, ensina (ou faz crítica)", Décio devolve: "Ao julgar um prato mal temperado, não estamos dando a entender que faríamos melhor se fôssemos para a cozinha". Lembrando ainda que "somos todos críticos, irremediavelmente críticos, incansavelmente críticos". Pois, qualquer produção cultural "nunca nos deixa indiferentes", sempre "suscita em nós uma certa reação" ― que "manifestamos", " em palavras", "na expressão do corpo" ou até "na fisionomia", num simples "ar de euforia ou de aborrecimento"... Em sentido estrito, "o crítico é simplesmente 'o outro'", o "não-eu" ― "de cujo escrutínio e julgamento nunca conseguiremos escapar". Mas, para falar a verdade mesmo, só o "crítico-por-dever-de-ofício". O verdadeiro crítico quase sempre "infringe os mais elementares preceitos da boa convivência e da boa educação". E como avaliar um crítico? "Pela competência no assunto", "por sua informação estética e histórica", também "por sua perspicácia e seu discernimento". Até porque "o crítico tem permissão para falar em nome do público", "dependendo", justamente, "do grau de representatividade que lhe é atribuído", "de sua repercussão sobre o corpo de leitores". E há, claro, muitos tipos de crítico: "do retardatário ao vanguardista", "do impulsivo ao moderado", "do reverente ao iconoclasta" e "do benevolente ao implacável". Décio de Almeida Prado considerava uma das maiores dificuldades do ofício de crítico "extrair um relato coerente", "dotado de um relativo enredo", contendo, "no sentido aristotélico", "princípio, meio e fim". Décio, sabiamente, achava que o crítico não estava acima de ninguém, mas que a verdadeira crítica exigia "tanto quanto qualquer trabalho criador". [1 Comentário(s)]
>>> Exercício Findo
 



Cinema >>> Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino
Depois de Kill Bill, a obra-prima de Quentin Tarantino, o mundo esperava por outro filme grandioso. Inglourious Basterds, ou Bastardos Inglórios, portanto, talvez seja uma decepção nesse sentido. O tema, da Segunda Guerra, é certamente grandioso. Mas o tratamento dado é, no mínimo, naïf, de quem não conhece História. Talvez ler só histórias em quadrinhos, se especializar em filmes B e cultuar a violência acima tudo não seja exatamente a receita para se adquirir uma formação sólida. Todos respeitamos Tarantino como realizador, e a produção de Inglourious Basterds é quase virtuosística nos detalhes ― mas não foi suficiente para reconstituir personalidades complexas como as de Adolf Hitler e Joseph Goebbels. O personagem Hans Landa, por exemplo, interpretado por Christoph Waltz ― poliglota, destilando alemão, francês e italiano (sem nenhum sotaque) ― talvez pareça mais sofisticado que duas das mentes mais diabólicas do século passado... No longa de Tarantino, o Ministro da Propaganda está mais interessado em sua intérprete, e em agradar o Führer (essa parte talvez seja verdade), do que em maquinar qual o próximo passo no esforço de guerra (a verdadeira verdade). Já o Führer oscila entre infantil e abobalhado, quando, na vida real, estava mais perto de um megalomaníaco que levou a Europa, a Alemanha (e a si próprio) a um destino trágico. Ou seja, dois dos homens que quase acabaram com a civilização ocidental não poderiam ser representados como simples vilões de filmes de super-herói da Marvel. Tarantino, nesse ponto, errou a mão. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos que salvou a Europa ― ou o que restava dela ― não poderiam ser representados por um grosseirão, sem modos, como Aldo Raine, o personagem de Brad Pitt. A licença poética de construir um final "onde os judeus vencem a guerra" é até respeitável, mas os verdadeiros nazistas não se deixariam envolver dessa forma, e nem os Estados Unidos da América confiariam a um cowboy "monoglota" a missão de libertar a Europa. Podemos conceder que a representação da França ocupada esteja um pouco mais fiel à realidade, fazendo sentir a opressão nazista até num cinema ou numa confeitaria. Também a tensão do diálogo inicial, típica de Tarantino, desde Cães de Aluguel, onde o pai de família entrega os judeus em seu sótão... Reconstituição histórica, contudo, exige mais do que a leitura de almanaques, a reprodução de estereótipos e a imaginação desenfreada de quem não viveu o período nem respeitou os sobreviventes. Não foi à toda que Le Monde acusou Tarantino de "se perder" ao "ficcionar" a Segunda Guerra. Assim como a imprensa israelense sentiu falta de "profundidade" nas questões morais. Ainda o crítico Daniel Mendelsohn acusou Tarantino de converter "judeus" em... "nazistas". Enfim, o diretor de Pulp Fiction é mestre em retroceder até a década de 70, mas sua autonomia parece que não chega a meados do século XX... [7 Comentário(s)]
>>> Inglourious Basterds
 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

>>> Rehumanos
>>> Nahari
>>> Leila Pinheiro e Roberto Menescal participam do Sem Censura na TV Brasil
>>> Caminhos da Reportagem analisa a popularização da fotografia e a influência das rede sociais
>>> Naloyas
>>> LOLA-MTZ-01
* clique para encaminhar

Civilização Brasileira
Busca Sebos
Cortez Editora
Nova Fronteira
Bertrand Brasil
WMF Martins Fontes
Editora Perspectiva
Arquipélago Editorial
Companhia das Letras
Primavera Editorial
Editora Conteúdo
Editora Record
Globo Livros
Intrínseca
Best Seller
Hedra
José Olympio
LIVROS


ANIQUILAÇÃO - VOLUME 1
Por R$ 33,95
+ frete grátis



FANTASMA
Por R$ 38,95
+ frete grátis



GABO - MEMÓRIAS DE UMA VIDA MÁGICA
De R$ 44,90
Por R$ 39,90
Economize R$ 5,00
+ frete grátis



ACONTECEU EM VENEZA
Por R$ 38,95
+ frete grátis



DIREITO TRIBUTÁRIO
Por R$ 54,95
+ frete grátis



VIRE O JOGO!
De R$ 46,00
Por R$ 28,06
Economize R$ 17,94



POR QUE O MUNDO EXISTE?
Por R$ 28,95
+ frete grátis



LEMBRANÇAS DE 1848
Por R$ 28,49
+ frete grátis



GLAMOUR
Por R$ 84,95
+ frete grátis



RECEITAS SABOROSAS - PEIXES E FRUTOS DO MAR
Por R$ 68,95
+ frete grátis



busca | avançada
35114 visitas/dia
1,2 milhão/mês