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DIGESTIVOS

Quarta-feira, 29/6/2011
Digestivo nº 480
Julio Daio Borges

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Internet >>> The Shallows, by Nicholas Carr
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [5 Comentário(s)]
>>> The Shallows
 



Cinema >>> Abraços Partidos, de Pedro Almodóvar
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [1 Comentário(s)]
>>> Los Abrazos Rotos
 



Imprensa >>> O Crítico, em Exercício Findo, de Décio de Almeida Prado
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [1 Comentário(s)]
>>> Exercício Findo
 



Cinema >>> Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [7 Comentário(s)]
>>> Inglourious Basterds
 

 
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