Digestivo nº 480 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
27870 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Nova saga de fantasia urbana usa plataforma de financiamento coletivo
>>> O cantor Raphael Ota lança o álbum 'Paralelo' nas plataformas digitais
>>> Obra traz mais de 150 receitas veganas práticas e rápidas de preparar
>>> 'Entardecer na Casa do Sol' encerra 2ª edição do AntroHH
>>> Urban Arts sedia exposição fotográfica gratuita
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Notas confessionais de um angustiado (VI)
>>> Os Doze Trabalhos de Mónika. 2. O Catolotolo
>>> A pós-modernidade de Michel Maffesoli
>>> Um parque de diversões na cabeça
>>> O que te move?
>>> O dia que nada prometia
>>> Super-heróis ou vilões?
>>> Seis meses em 1945
>>> Senhor Amadeu
>>> Correio
Colunistas
Últimos Posts
>>> Stayin' Alive 2017
>>> Mehmari e os 75 anos de Gil
>>> Cornell e o Alice Mudgarden
>>> Leve um Livro e Sarau Leve
>>> Pulga na praça
>>> No Metrópolis, da TV Cultura
>>> Fórum de revisores de textos
>>> Temporada 3 Leve um Livro
>>> Suplemento Literário 50 anos
>>> Ajudando um amigo
Últimos Posts
>>> Feitio
>>> O cenário político é a nossa vergonha
>>> A matemática da corrida
>>> Dança dos imãs ou a metafísica do gesto
>>> Um trago com os amigos
>>> Caderneta
>>> Alfarrábios
>>> A mulher de Lot
>>> Sem palavras
>>> Objetos de desejo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Correio
>>> Arte é entropia
>>> Caderno de caligrafia
>>> Entrevista com Ryoki Inoue
>>> Helena Seger
>>> O Oeste Selvagem
>>> Viver para contar - parte 1
>>> Parangolé: anti-obra de Hélio Oiticica
>>> Os melhores do cinema brasileiro em 2003
>>> A Garota do Livro: uma resenha
Mais Recentes
>>> Como Dsenvolver a Memória
>>> O Tartufo ou o Impostor
>>> O Jesus Muçulmano - Provérbios e Histórias da Literatura Islâmica
>>> Eles não usam black-tie (novo)
>>> Neruda para Jovens - Antologia poética (novo)
>>> Sou Down e sou Feliz
>>> Judaísmo: Vusão do Universo
>>> Cantos D'alma - poemas
>>> A Senhorita Simpson
>>> O Pagador de Promessas
>>> Ésquilo Eurípedes - Prometeu / Alceste Vol.2
>>> De Verdade
>>> História e Prática do Habeas Corpus Vol. 1 e 2
>>> Bioenergética- Liberar Energia Vital
>>> Comentários ao Código de Processo Civil - Vol.V
>>> Universos Abstratos em Possível Expansão Ilimitável
>>> Ego e Arquétipo
>>> Leituras Obrigatórias UFRGS 2017
>>> Vasos de Glória- Romanos
>>> Um Chapéu para Viagem
>>> Terapia Comunitária passo a passo
>>> Romanos 6-11
>>> Guerra e Paz
>>> Cinquenta Anos Depois
>>> PS Beijei
>>> David Copperfield vol. 2 - colégio Objetivo
>>> Histórias de Amor adolescente - Pintando uma Saudade
>>> Fundamentos teóric0os e metodológicos da educação
>>> Croma - Caminho da vida
>>> The Making of the Nation (em inglês)
>>> O Bóia Fria: Acumulação e Miséria - Maria Conceição D`incao e Mello (História/Geopolítica/Economia)
>>> A Nova MUlher e a Moral Sexual - Alexandra Kollontai (Feminismo/História)
>>> A Formação das Nações Latino-Americanas - Maria Ligia Prado (História/Geopolítica/América Latina)
>>> A Mulher na História do Brasil - Mary del Priore (História/Feminismo)
>>> Evolução das Espécies: O pensamento científico, religioso e filosófico - Samuel Murgel Branco (História/Religião/Filosofia
>>> Uruguai: Um campo de Concentração? - A. Veiga Filho (História/Geopolítica/América Latina)
>>> Alemão urgente para Brasileiros
>>> Abbé Pierre
>>> Oseias- Profetas Menores Volume 1
>>> As Caras e as Máscaras - Eduardo Galeano (História da América Latina)
>>> Os seis signos da luz: a rebelião das trevas
>>> Feminismos, identidades, comparativismos: vertentes nas literaturas de língua inglesa Vol. VIII
>>> Feminismos, identidades, comparativismos - vertentes nas literaturas de língua inglesa Vol.VI-
>>> Feminismos, identidades, comparativismos: vertentes nas literaturas de língua inglesa Vol.VII
>>> Vida Pregressa
>>> Dia a Dia com a Família Freud - Depoimentos da Governanta Paula Fichtl
>>> A Eliminação do Tempo Psicológico
>>> A Guerra da Lagosta
>>> Restart - Coração na mão
>>> Isto é Gestalt
DIGESTIVOS

Quarta-feira, 29/6/2011
Digestivo nº 480
Julio Daio Borges

+ de 4600 Acessos




Internet >>> The Shallows, by Nicholas Carr
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [5 Comentário(s)]
>>> The Shallows
 



Cinema >>> Abraços Partidos, de Pedro Almodóvar
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [1 Comentário(s)]
>>> Los Abrazos Rotos
 



Imprensa >>> O Crítico, em Exercício Findo, de Décio de Almeida Prado
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [1 Comentário(s)]
>>> Exercício Findo
 



Cinema >>> Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino
Enquanto a MPB se digladia por causa da numeração (ou não) dos CDs, o choro pede passagem e exige que – no mínimo – todas as rotativas sejam paradas. Estamos falando dos primeiros frutos do programa Petrobrás de Música. Além do Centro Petrobrás de Referência da Música Brasileira, inaugurado em fins de maio, no Rio de Janeiro, disponibilizando 12 mil fonogramas a melômanos e ao público em geral, já estão igualmente disponíveis: o livro do pesquisador Humberto Franceschi “A Casa Edison e seu tempo” (contando a história da primeira gravadora do País), a caixa de 15 CDs “Memórias Musicais” (com as primeiras gravações realizadas em solo brasileiro) e a coleção “Princípios do Choro” (reunindo 215 obras inéditas, saídas das partituras direto para os compact discs). Essa arca perdida da música brasileira é também resultado do esforço, do empenho e do apoio da Sarapuí Produções Artísticas (leia-se Biscoito Fino), do Instituto Moreira Salles e da Acari Records. A qualidade do material e o impacto que ele ainda vai causar na musicologia, na crítica e na classe musical é coisa que não se consegue estimar ou mensurar. Qualquer avaliação, neste momento, é precipitada (quem se meter a palpitar sobre o assunto, estará cometendo algum tipo de arbitrariedade ou leviandade). O mergulho na arca, ou seja: a audição atenta de mais de 30 discos, a leitura estudada do livro de Franceschi, a análise da documentação (em 5 fartos CD-ROMs), requer meses ou mesmo anos de convívio. Por enquanto, podemos apenas nos embasbacar com a vivacidade, a riqueza e o nível dessa produção que, um dia, – acreditem se quiserem – foi música popular. Fred Figner, o imigrante tcheco, fundador da Casa Edison, entrou nesse negócio para ganhar dinheiro. Ganhou e legou à posteridade, nada mais nada menos que: Pixinguinha (e seus Oito Batutas), Luís Americano, Ratinho, Patápio Silva, o Grupo Terror dos Facões, João Pernambuco, Ernesto Nazareth, Pedro Galdino e tantos outros. Para quem não se impressiona com ancestrais gravações, há ainda as regravações (os tais “Princípios do Choro”), igualmente impressionantes, de Maurício Carrilho, Luciana Rabello e grande elenco, que resgataram a música escrita por: Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Antônio da Silva Callado Jr., Viriato Figueira da Silva, Luiz Borges de Araújo, Porfírio de Sá, Mário Álvares da Conceição, Pedro Galdino, Ernesto Nazareth e muitos outros. Polcas, lundus, valsas e tangos. Oxalá o princípio do século seja – mais uma vez e definitivamente – do choro. [7 Comentário(s)]
>>> Inglourious Basterds
 

 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O DOSSIE ODESSA
FREDERICK FORSYTH
ABRIL
(1982)
R$ 6,50



REVISTA REPERTÓRIO (TEATRO & DANÇA) Nº 1
ARMINDO BIÃO (ED.)
UFBA
(1998)
R$ 45,00



MUERTE ENTRE MUÑECOS NIVEL INTERMEDIO 1
JULIO RUIZ MELERO
EDINUMEN
(2002)
R$ 20,00



NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL Nº 34
VÁRIOS
ABRIL
(2003)
R$ 8,00



OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES
STIEG LARSSON
COMPANHIA DAS LETRAS
(2008)
R$ 15,00



FOLIAS DO NORTE DO PARANÁ (INCLUI DVD)
LIA MARCHI
OLARIA
(2012)
R$ 23,90



SERVIDÃO HUMANA
W. SOMERSET MAUGHAM
ABRIL
(1971)
R$ 5,00



SOBREVIVENTE DO TITANIC 
VIOLET JESSOP
BRASIL TROPICAL
(1998)
R$ 17,00



A POESIA DOS BICHOS
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE / MANOEL DE BARROS
BERTRAND BRASIL
(2002)
R$ 3,00



QUANDO A VIDA ESCOLHE
ZÍBIA GASPARETTO
EVD
R$ 9,00





busca | avançada
27870 visitas/dia
1,1 milhão/mês