Digestivo nº 57 | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
32426 visitas/dia
955 mil/mês
Mais Recentes
>>> MANU LAFER APRESENTA SHOW NOBODY BUT YOU - TRIBUTO A KIKA SAMPAIO
>>> Sesc Belenzinho recebe a banda E a Terra Nunca me Pareceu Tão Distante
>>> Sesc Belenzinho recebe a atriz e cantora Zezé Motta
>>> Psicólogo lança livro de preparação para concurseiros usando a Terapia Cognitiva-Comportamental
>>> O Sertão na Canção: Guimarães Rosa
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Era uma casa nada engraçada
>>> K 466
>>> 2 leituras despretensiosas de 2 livros possíveis
>>> Minimundos, exposição de Ronald Polito
>>> Famílias terríveis - um texto talvez indigesto
>>> O Carnaval que passava embaixo da minha janela
>>> A menos-valia na poesia de André Luiz Pinto
>>> Lançamentos de literatura fantástica (1)
>>> Cidadão Samba: Sílvio Pereira da Silva
>>> No palco da vida, o feitiço do escritor
Colunistas
Últimos Posts
>>> Weezer & Tears for Fears
>>> Gryphus Editora
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
Últimos Posts
>>> Kleber Mendonça volta a Cannes com 'Bacurau'
>>> Nem só de ilusão vive o Cinema
>>> As Expectativas de um Recrutador e um Desempregado
>>> A Independência Angolana além de Pepetela
>>> Porque dizer adeus?
>>> Direções da véspera IV
>>> Direções da véspera IV
>>> A pílula da felicidade
>>> Dispendioso
>>> O mês do Cinemão
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O físico que era médico
>>> O historiador das idéias
>>> Maria Antonieta, a última rainha da França
>>> Gentili sobre o 7 a 1
>>> Convivendo com a Gazeta e o Fim de Semana
>>> Uma pirueta, duas piruetas, bravo, bravo!
>>> O petista relutante
>>> Discurso de Isaac B. Singer
>>> O Carnaval que passava embaixo da minha janela
>>> A Vida e o Veneno de Wilson Simonal, por Ricardo Alexandre
Mais Recentes
>>> Inelegibilidades no Direito Brasileiro de Joel J. Cândido pela Edipro (2003)
>>> Recursos em matéria eleitoral de Tito Costa pela Revista dos Tribunais (2004)
>>> Direito Eleitoral & Questões Controvertidas de Antônio Carlos Martins Soares pela Lumen Juris (2008)
>>> Langage et pouvoir symbolique de Pierre Bourdieu pela Editions Fayard (2001)
>>> Les Règles de l'art de Pierre Bourdieu pela Editions du Seuil (1998)
>>> Princípios Estruturantes das Agências Reguladoras e os Mecanismos de Controle de Alexandra da Silva Amaral pela Lumen Juris (2008)
>>> Homo Academicus de Pierre Bourdieu pela Les Editions de Minuit (2005)
>>> A criança e a mídia: imagem, educação, participação de Cecilia Von Feilitzen; Ulla Carlsson pela Cortez (2002)
>>> Circulação internacional e formação intelectual das elites brasileiras de Ana Maria Almeida; Letícia Canêdo, Afrânio Garcia; Agueda Bittencourt pela Unicamp (2019)
>>> Crimes eleitorais de Suzana de Camargo Gomes pela Revista dos Tribunais (2008)
>>> Delegação e Avocação Administrativas de Regis Fernandes de Oliveira pela Revista dos Tribunais (2005)
>>> Probidade administrativa. Comentários à Lei 8.429/92 e legislação complementar de Marcelo Figueiredo pela Malheiros (2004)
>>> Inquérito Policial & Competências e Nulidades de Atos de Polícia Judiciária de Anderson Souza Daura pela Juruá (2008)
>>> Agora e Para Sempre Lara Jean de Jenny Han pela Intrínseca (2017)
>>> Michael Kohlhaas de Heinrich Von Kleist pela Grua (2014)
>>> Perícias judiciais de engenharia. Doutrina. Prática. Jurisprudência de Francisco Maia Neto pela Del Rey (1999)
>>> A Lição do Mestre de Henry James pela Grua (2014)
>>> Chega de Plástico de Varios Autores pela Sextante (2019)
>>> Os Doze Mandamentos de Sidney Sheldon pela Record (2011)
>>> O Outro de Bernhard Schlink pela Record (2009)
>>> Até Eu Te Encontrar de Graciela Mayrink pela Novas Páginas (2013)
>>> Abaixo de Zero de Bret Easton Ellis pela Rocco (1987)
>>> Suítes imperiais de Bret Easton Ellis pela Rocco (2011)
>>> Porto Seguro de Nicholas Sparks pela Novo Conceito (2013)
>>> Ação de Impugnação de Mandato Eletivo de José Rubens Costa pela Del Rey (2004)
>>> O Milagre de Nicholas Sparks pela Agir (2010)
>>> Zona de Perigo de Shirley Palmer pela Best Seller (2003)
>>> Da anulação ex officio do ato administrativo de João Antunes dos Santos Neto pela Fórum (2004)
>>> O Misterioso Caso de Styles de Agatha Christie pela Abril Cultural (1983)
>>> Conexões de Varios Autores pela Abril (2016)
>>> A Quarta Vítima de Théo Iemma pela Scortecci (2005)
>>> Crianças da Noite de Juliano Sasseron pela Novo Século (2011)
>>> Macunaíma de Mário de Andrade pela Ciranda Cultural (2016)
>>> Noite na Taverna de Álvares de Azevedo pela Avenida (2005)
>>> Financiamento de campanhas eleitorais de Denise Goulart Schlickmann pela Juruá (2007)
>>> Terra de Sombras de Alyson Noel pela Intrínseca (2013)
>>> Os Degraus do Pentágono de Norman Mailer pela Expressão e Cultura (1968)
>>> Infinito de Alyson Noel pela Intrínseca (2013)
>>> Serena de Ian McEwan pela Cia das Letras (2012)
>>> Comentáros à Lei de Responsabilidade Fiscal de Ives Gandra da Silva Martins & Carlos Valder do Nascimento & Organizadores pela Saraiva (2009)
>>> Estrela da Noite de Alyson Noel pela Intrínseca (2013)
>>> Reflexo de Antonio José pela Grafica da Bahia (1979)
>>> O Sol da Liberdade de Giselda L. Nicolelis pela Atual (1988)
>>> Procedimento Administrativo nos Tribunais de Contas e Câmaras Municipais de Rodrigo Valgas dos Santos pela Del Rey (2006)
>>> Vito Grandam de Ziraldo pela Melhoramentos (2005)
>>> Lei Eleitoral Comentada (lei 9. 504, de 30 de Setembro de 1997) de Renato Ventura Ribeiro pela Quartier Latin (2006)
>>> Manual de Direito Civil - Vol 3 Contratos e Declarações Unilaterais de Roberto Senise Lisboa pela Revista dos Tribunais (2005)
>>> Processo Civil. Técnicas e Procedimentos de Misael Montenegro Filho pela Atlas (2006)
>>> Código Civil Comentado IX Artigos 818 a 886. Direito das Obrigações de Carlos Fernando Mathias pela Atlas (2004)
>>> Direito Civil. Parte Geral de Guilherme Calmon Nogueira da Gama pela Atlas (2006)
DIGESTIVOS

Quarta-feira, 21/11/2001
Digestivo nº 57
Julio Daio Borges

+ de 2500 Acessos
+ 5 Comentário(s)




Televisão >>> Arte é intriga
Casa dos Artistas. Só se fala nisso. O nome não diz muita coisa. E nem o programa. O fato é que Silvio Santos está, mais uma vez, se afirmando como o único gênio da televisão brasileira. A idéia é simples: juntar “artistas” mais ou menos conhecidos, que apelem ao público a cada episódio, como numa novela. O dono do SBT percebeu como o povo acompanha, cada dia mais sôfrego, os seus ídolos: seja nos semanários de fofocas e “celebridades”; seja na “teledramaturgia” das seis, sete ou oito; seja nas atrações que vivem de perseguir e espremer “personalidades” atrás de intimidades ou segredos. A Globo, desde a sua conversão ao popularesco, com o advento de Marluce Dias, vem perdendo terreno. E a tendência é que perca cada vez mais. Quando abandonou o “padrão”, estabelecido por Boni, desceu ao patamar de ratinhos, gugus e hebes. É como se Roberto Marinho tivesse montando uma barraquinha e se prestasse a competir com o único camelô vocacional: Senor Abravanel. Dele, não tem como ganhar. Lamenta-se sempre, contudo. Não pela tevê, que é uma causa perdida, um aparelho que serve apenas para medir o Q.I. de quem assiste, eternamente abaixo da média. O que há de lamentável é que existam pessoas, milhões delas no Brasil, com uma vida tão culturalmente miserável que prefiram acompanhar os movimentos de “artistas” sem nenhuma importância a qualquer outra atividade mental ou intelectual. Esse é o verdadeiro retrato da educação no País. E não quantos vão à escola, quantos terminam o segundo grau, quantos saem da universidade. Basta observar: são milhares, dezenas de milhares, centenas de milhares de cidadãos “diplomados”, com terceiro grau “completo”, às vezes “pós-graduados”, se debruçando sobre as cretinices do cantor de rock, as criancices da modelo, as idiotices da apresentadora de TV. E ninguém mais se envergonha. Pelo contrário: ostenta a pecha de ter “visto”, “acompanhado”, “sentido” todo esse repertório de coisas descartáveis. É o que se chama de consumidor. (Serve para “consumir”, não serve?) E ai de quem não remexer nesse lixo que é a programação das emissoras de sinal aberto. Há uma fábula ilustrativa a esse respeito. Conta de um sujeito que, numa aldeia, era o único que enxergava, pois possuía olhos. Posteriormente, teve-os arrancados – justamente por todos os outros habitantes, que eram cegos. Eis o século XXI. A burrice nunca foi tão consagrada, e a inteligência, tão combatida. [Comente esta Nota]
>>> Casa dos Artistas
 



Música >>> Two lost souls living in a fish bowl
Seria cômico se não fosse trágico: chegamos ao ponto em que o disco mais interessante da temporada é uma coletânea de velhos sucessos do Pink Floyd. Exatamente: aquela banda que teve figuras míticas como Syd Barrett, Roger Waters e, hoje, David Gilmour. Muita gente discute se o que está aí, fazendo shows pelo mundo, lucrando com efeitos pirotécnicos e composições de mais de vinte anos, ainda é o Pink Floyd. Se a resposta for dada, acabaram-se os fãs-clubes. Na verdade, parece que os velhinhos estão pouco se lixando. O CD duplo, Echoes, vai desde a primeira música do primeiro álbum (Astronomy Domine, de 1967) até High Hopes, título sintomático para um dos espasmos do último álbum (The Division Bell, de 1994). Toda a crítica, porém, é vã, porque – independentemente de quaisquer considerações musicais – todo mundo vai comprar. Another Brick In The Wall, Hey You, Wish You Were Here, Time, One of These Days, Confortably Numb, Shine On You Crazy Diamond, Money e Learning to Fly continuam como alguns dos melhores momentos da nossa existência pop. Tanto que o quarteto se aproveitou dessa aura lisérgico-messiânica para se perpetuar como vanguarda sonora (como muitos ídolos brasileiros dos anos 60 e 70, aliás). A capa e o encarte seguem aquele estilo “viajante”, que já fez a cabeça de tantos (!), com janelas dentro de janelas, paisagens dentro de paisagens, fotos dentro de fotos. Um quebra-cabeça para crianças de 15 a 20 anos. Estamos falando de idade mental. As surpresas (em termos de canções) ficam por conta daqueles hits remasterizados que não foram citados nos últimos dez ou mais anos, com The Delicate Sound of Thunder (1988) e Pulse (1995). São eles: See Emily Play, Echoes (a própria), Sheep, The Fletcher Memorial Home e Bike. Evidenciam que o quarteto nem sempre foi tão palatável quanto mostram os videoclipes. É ouvir e sonhar com a próxima turnê. (Será que eles vêm desta vez?) [Comente esta Nota]
>>> Pink Floyd
 



Literatura >>> Quando é o suicídio?
Nelson Motta esteve no Esquina da Palavra, do Itaú Cultural, contando as muitas histórias do seu Noites Tropicais. O livro terminou classificado como “impressionista”, na época em que foi lançado, pois o autor não se privou de expor seus sentimentos em relação aos protagonistas da MPB desde 1950. Também pudera: Nelson Motta atravessou a bossa nova, a jovem guarda, o tropicalismo, a disco, o BRock – e todo o resto até aqui – sempre como ator principal, nunca como coadjuvante. É uma das poucas personalidades brasileiras que pode se gabar de ter estado, ao mesmo tempo, no palco e na platéia, ao longo de décadas. Muito se comentou também dos seus envolvimentos amorosos com mulheres célebres. É a vocação para alcoviteira, que grassa na nossa imprensa. Mas todo esse barulho só porque ele teve nos braços Elis Regina, Marisa Monte e Marília Pêra (para ficar em apenas três exemplos)? O que impressiona, de fato, ao longo das páginas, é o otimismo e a disposição desse musicista em encarar o “novo”, com o mesmo entusiasmo de sempre. Seu testemunho, ainda que nas entrelinhas, é o de que 1964 e 1968 esterilizaram toda a efervescência cultural do País a partir de Juscelino Kubitschek. Os sons, as melodias, e as harmonias mais sofisticados a que conseguimos chegar, em quatro séculos, foram empastelados pelos movimentos artísticos de massa, que explodiram, aliás, no mundo inteiro, como o rock, os gurus e as telenovelas. Quando, em 1985, o Brasil retomou a “democracia”, encontrou essa terra arrasada, que abriu espaço para os oportunistas de caras, bocas e bundas. Nelson Motta confessa, ao vivo e a cores, que não tem esperança para o futuro. Passou os últimos oito anos na Nova York da era Clinton, a de maior prosperidade desde a independência dos Estados Unidos. Crê que os tempos atuais não são de ascensão, e sim de queda. Pensa hoje nas filhas e nos netos. E nós, vamos ficando sem lendas. [Comente esta Nota]
>>> Noites Tropicais
 



Gastronomia >>> O Conselheiro também come (e bebe)
É preciso certa disposição para chegar até A Tal da Pizza. Dada a sua localização afastada, no caminho para Embú, na Granja Viana, poucos guias gastronômicos incluem o restaurante em suas listagens. A rua “Meandro”, em que a pizzaria está instalada, não consta em nenhum mapa da cidade (talvez num que abranja a Grande São Paulo). O telefone raramente atende durante o dia, e à noite vive ocupado. (Detalhe: eles só recebem quem tiver reservado.) Tanto esconde-esconde acaba criando, para A Tal da Pizza, uma aura penumbrosa, esquiva, típica de sociedade secreta. Essa impressão se confirma ao se atravessar ruas escuras de terra e chegar num estacionamento meio apagado em que o único indicativo mais forte é a existência de um “valet park”. Os donos não colocaram placa na porta, embora o estacionamento esteja tomado por carros importados, e a entrada (numa baixada) indique a fogueira e o aconchego característicos de uma taverna da Idade Média. E deve haver mesmo algum componente de bruxaria porque a pizza (a tal) – apesar de feita a olhos vistos – tem uma consistência e um sabor inigualáveis (mesmo para os exigentes conhecedores desta capital). O cardápio é econômico, uns quantos tipos são reproduzidos em tamanho natural para que o consumidor tenha a mais perfeita idéia do que vai degustar. E o mito de que “cada um tem de se servir” é verdadeiro: copos estão à disposição e geladeiras abertas para que o público pegue o que quiser e, depois, marque na medida de sua honestidade. Também não importa, eles ganham mesmo é no preço da “redonda”. (Atenção: não é barato. É cobrado obviamente o prazer de se sentir dentro da máfia.) As paredes indicam que A Tal da Pizza já recebeu a reportagem de revistas e jornais especializados, sendo a preferida de Thereza Collor. Dizem que é “in” ir lá. (Era só o que faltava.) Não dá para freqüentar toda a semana, mas tende a se tornar um marco gustativo na metrópole. Megalópole. (Para fechar: a variante “doce” de banana-quase-cristalizada com canela.) [Comente esta Nota]
>>> A Tal da Pizza - Rua Meandro, 430 - Tel.: 4612-0198
 



Cinema >>> O Jovem e o Mar
Uma caixa azul escura: a metade de cima é tomada por uma “revoada” de golfinhos; a metade de baixo é preenchida pela luz da lua. Estamos falando do DVD de Imensidão Azul, em versão estendida, com quase três horas de proezas de Jacques Mayhol. O filme fascinou toda uma geração de adolescentes em 1988 que, nos anos seguintes, dedicou-se à prática ou, ao menos, à experiência do mergulho. Conta a saga (não-verossímil) do menino francês que, com um fôlego sobre-humano, apegou-se às profundezas e aos seres aquáticos, afastando-se do convívio dos entes humanos para, posteriormente, conquistar o recorde de submersão: 400 pés sem cilindro, sem respirar. Ivo Pitanguy disse, uma vez em entrevista, que se sentia voltando ao útero sempre que passeava pelo fundo do mar. De fato, ainda que claustrofóbica para algumas pessoas, a convivência debaixo d’água é extremamente natural, mesmo para animais terrestres como o homem. A integração com a natureza é total, e facilita a aceitação de que somos apenas mais uma espécie (ou raça) dentro de um universo muito maior e mais importante do que “nós”. É mais ou menos esse sentimento que o longa de Luc Besson tenta passar. Há também espaço para a competição e o companheirismo, destacando Jean Reno, que se consagraria como ator a partir de então. Sem contar o romantismo superficial de Rosanna Arquette, que não evoluiu nada desde essa época, mas que seguiu sua trilha de loira burra. Em resumo: mais uma diversão leve, com belezas incomparáveis da Sicília e da Grécia, e uma mensagem edificante de amor ao mar. [Comente esta Nota]
>>> Le Grand bleu
 
>>> DIGA O SEU NOME E A CIDADE DE ONDE ESTÁ FALANDO
Olavo Bilac, do Rio de Janeiro: “Imortal é o escritor que não tem onde cair morto.”
 
Julio Daio Borges
Editor

* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
16/11/2001
11h36min
Daio, querido, é quase meio dia de uma sexta pós feriado ... um daqueles dias de "trabalho" em que vc quer ler o Digestivo Cultural e nada mais ... Mas esse artigo sobre a Tal da Pizza ... Deus ... que vontade!! Vamos combinar de ir la ... estou com saudades suas e da Carol! Prometo que fico responsável pela reserva e vcs cuidam do caminho, ok? Me liguem!! Beijos, Lu (Landi)
[Leia outros Comentários de Luciana Landi]
21/11/2001
12h45min
É, Julio, É muito desanimador. Pior é que isto não acontece só aqui no Brasil, né? Parece ser um fenômeno mundial. Os consumidores parecem querer cada vez mais este "junk food" cultural que, embora seja bem rápido de engolir, deixa sérias sequelas no aparelho digestivo...Fazer o quê? Resistir, meu amigo, resistir...Abraços, Ana.
[Leia outros Comentários de Ana Veras]
21/11/2001
17h41min
Eu sou um dos que assiste o programa, e confesso que assisto realmente sem fazer juizo se ele é "bom" OU "ruim". Assisto por puro sadismo, por prazer sadico. Suponho que vc errou o alvo quando relacionou a nossa situação do terceiro-mundista com o sucesso do programa. Esse tipos de programas são os de maior sucesso no educado primeiro-mundo, batem todos os recordes de audiência. Talvez não seria o caso de enveredar pela psicologia em vez da sociologia? Gostaria de saber sua opnião.
[Leia outros Comentários de Francis Alves]
29/11/2001
10h55min
Caro Júlio Na Casa dos "autistas" só está faltando Marta Suplicy e seu namorado francês. E o câmara, Eduardo Suplicy. Abraços, Félix P.S. Você sabe qual é a obra-prima de Marta Suplicy? Resp.: Kama Supla
[Leia outros Comentários de Félix Maier]
30/11/2001
13h39min
Sabe o que eu acho? É tudo uma coisa só. A necessidade da droga, seja química, seja televisiva, seja musical, é uma conseqüência da falta de oportunidades, de perspectivas para o futuro, de inversão de valores. E não falo só dos jovens, mas de todos. Hoje, as pessoas trabalham no que lhes dá mais dinheiro, e não no que lhes dá mais prazer. Isso é terrível, frustrante, enfadonho. Tira a graça do dia a dia e faz com que se busque, cada vez mais, a emoção nos acontecimentos "externos", já que nada nos proporciona mais o prazer necessário para acordar todos os dias e achar a vida um barato por si só. É pena. Sonia Pereira.
[Leia outros Comentários de Sonia Pereira]

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PENSANDO O BRASIL
PAULO NOGUEIRA BATISTA
FUNDAÇÃO ALEXANDRE GUSMÃO
(2009)
R$ 10,00



O MOVIMENTO ASSOCIATIVO DE PAIS E A CONSTRUÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA
FERNANDO MELO LIMA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 412,00



CADERNOS DE CIÊNCIAS PENAIS - REFLEXÕES SOBRE AS TEORIAS DO TIPO
ALEXIS COUTO DE BRITO, HUMBERTO B. FABRETTI UND GIANPAOLO P. SMANIO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 272,00



PEQUENO PRÍNCIPE - LIVRO DE ADESIVOS
ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY
ONLINE
(2014)
R$ 11,90



ATUAÇÃO MULTIDISCIPLINAR E FISIOTERAPÊUTICA EM MULHERES CLIMATÉRICAS
RAQUEL PRISCILA UND DANIELE SERVA SPRESSÃO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



OBRAS POÉTICAS COMPLETAS - RAMON DE CAMPOAMOR
RAMON DE CAMPOAMOR
AGUILLAR
(1951)
R$ 35,00



QUERO COLO!
STELA BARBIERI; FERNANDO VILELA
SM
(2016)
R$ 10,00



FAMÍLIA DO DOENTE COM CÂNCER
JULIANA STOPPA MENEZES RODRIGUES
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 349,00



O HOMEM-PLURAL.
MARIO GRACIOTTI
NOVA EPOCA
R$ 12,00



MENDEL: O PAI DA BIOLOGIA GENÉTICA
REVISTA DE CULTURA VOZES Nº 7 SETEMBRO
VOZES (PETRÓPOLIS RJ)
(1984)
R$ 32,82





busca | avançada
32426 visitas/dia
955 mil/mês