EUA, Ano Zero | Daniela Sandler | Digestivo Cultural

busca | avançada
61534 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Rodolpho Parigi participa de live da FAAP
>>> Para fugir de ex-companheiro brasileira dá volta ao mundo com pouco dinheiro
>>> Zé Guilherme encerra série EntreMeios com participação da cantora Vania Abreu
>>> Bricksave oferece vistos em troca de investimentos em Portugal
>>> Projeto ‘Benzedeiras, tradição milenar de cura pela fé’ é lançado em multiplataformas
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Cabelo, cabeleira
>>> A redoma de vidro de Sylvia Plath
>>> Mas se não é um coração vivo essa linha
>>> Zuza Homem de Mello (1933-2020)
>>> Eddie Van Halen (1955-2020)
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - II
>>> Vandalizar e destituir uma imagem de estátua
>>> Partilha do Enigma: poesia de Rodrigo Garcia Lopes
>>> Meu malvado favorito
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
Colunistas
Últimos Posts
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
>>> Como elas publicavam?
>>> Van Halen no Rock 'n' Roll Hall of Fame
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
Últimos Posts
>>> Normal!
>>> Os bons companheiros, 30 anos
>>> Briga de foice no escuro
>>> Alma nua
>>> Perplexo!
>>> Orgulho da minha terra
>>> Assim ainda caminha a humanidade
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Ser intelectual dói
>>> Simone de Beauvoir: da velhice e da morte
>>> Alice in Chains, Rainier Fog (2018)
>>> Distribua você também em 2008
>>> A proposta libertária
>>> Sátiro e ninfa, óleo s/ tela em 7 fotos e 4 movies
>>> Capitu, a melhor do ano
>>> As fronteiras da ficção científica
>>> Cebrián sobre o fim
Mais Recentes
>>> Revista Mente e Cérebro – AnoXVI – Nº 197 – As 5 Idades do Cérebro de Vários Autores pela Duetto (2009)
>>> Poder, Política e Partido de A. Gramsci pela Brasiliense (1992)
>>> Gramsci : Cem anos de um pensamento vivo - coleção P&T de J. Luiz Marques e Luiz Pilla Vares (Orgs.) pela Palmarica (1991)
>>> Memórias da Resistência de Jorge Carvalho do Nascimento pela Criação (2019)
>>> Supercapitalismo Como o capitalismo tem transformado os negócios, a democracia e o cotidiano de Robert B. Reich pela Campus (2008)
>>> Marx Engels - História -Coleção Grandes Cientistas Sociais 36 de Florestan Fernandes (Org.) pela Ática (1983)
>>> Começo de Conversa – Orientação Sexual de Osny Telles Marcondes Machado pela Saraiva (1996)
>>> Ciclos de Formação Proposta Político-Pedagógica da Escola Cidadã - Cadernos Pedagógicos 9 de Vários Autores pela SmedPoA (1999)
>>> Ciclos de Formação Proposta Político-Pedagógica da Escola Cidadã - Cadernos Pedagógicos 9 de Vários Autores pela SmedPoA (1996)
>>> A dieta dos 17 dias Um método simples para perder barriga de Mike Moreno pela Sextante (2011)
>>> O Especialista em Educação na Perspectiva da Escola Cidadã - Cadernos Pedagógicos 10 de Vários Autores pela SmedPoA (1996)
>>> Dez Leis Para Ser Feliz - Ferramentas par se apaixonar pela vida de Augusto Cury pela Sextante (2008)
>>> Projeto Revista de Educação – Nº 1 - Ano 1 de Vário Autores pela Projeto (1999)
>>> O Carvalho de Jorge Carvalho do Nascimento pela Criação (2020)
>>> Dicionário do Pensamento Marxista de Tom Bottomore - Editor pela Jorge Zahar (2001)
>>> Um tango para 5 Rainhas de Jony Wolff pela Edição do autor (2018)
>>> O Carvalho de Jorge Carvalho do Nascimento pela Criação (2020)
>>> Os Clássicos da Política vol. 1- Mquiavel-Hobbes-Montesquieu- Rousseau de Francisco C. Welfort (Org.) pela Ática (2006)
>>> Nacionalismos - O estado nacional e o nacionalismo no século XX de Montserrat Guibernau pela Jorge Zahar (1997)
>>> Bibliografia Estudos Sobre Violência Sexual Contra a Mulher:1984-2003 de Kátia Soares Braga - Elise Nacimento (Orgs.) pela Letras Livres - UNB (2004)
>>> O reino de James T. harman pela Restauração (2013)
>>> A importancia da cobertura de Lance Lambert pela Classicos (2013)
>>> O Reino Entre Nós de Não Informado pela O Lutador
>>> Como Realizar a Aprendizagem de Robert M. Gagné pela Mec (1974)
>>> Yoga para a Saúde do Ciclo Menstrual de Linda Sparrowe/ Patrícia Walden pela Pensamento (2004)
>>> Pequenos Segredos da Arte de Escrever de Luiz A. P. Victoria pela Ouro (1972)
>>> Deus Cristo e Caridade Reformador Revista de Espiritismo Cristão de Federação Espírita pela Federação Espírita (1988)
>>> Deus Cristo e Caridade Reformador Revista de Espiritismo Cristão de Federação Espírita pela Federação Espírita (1989)
>>> Paca, Tatú...Contos Infantis de Malba Tahan pela Cruzada da Boa Imprensa (1939)
>>> A Marquesa de Reval de May Logan pela Anchieta (1944)
>>> Camilo Compreendido Tomo 1 e 2 de Gondim da Fonseca pela Martins (1953)
>>> Técnicas de Yoga de Dr.M.L.Gharote pela Phorte (2007)
>>> A Essência da Alma de Sônia Tozzi (psicografia) pela Lúmen (2006)
>>> Minutos de Oração de Legrand (coord) pela Soler (2007)
>>> A Norma Jurídica de Tercio Sampaio Ferraz Jr. E Outros pela Freitas Bastos (1980)
>>> Le Bateau Ivre Análise e Interpretação de Augusto Meyer pela São José (1955)
>>> Franz Kafka Os Filhos Rossmann Bendemann e Samsa de Ruth Cerqueira de Oliveira Röhl pela Universidade de São Paulo (1976)
>>> Fios de Ariadne - Ensaios de interpretação marxista de Centro de Estudos Marxistas pela Universidade de Passo Fundo (1999)
>>> Três Momentos Poéticos de Nelly Novaes Coelho pela Conselho Estadual de Cultura
>>> A Luz Perdida de Murillo Araujo pela Pongetti (1952)
>>> História e Consciência Social de Leôncio Basbaum pela Globo (1985)
>>> Dostoievsky de David Magarshack pela Aster
>>> Asanas de Swami Kuvalayananda pela Phorte (2009)
>>> A Ciência do Yoga de J.K.Taimni pela Teosófica (2006)
>>> Osso no seu Osso indo além da imitação de cristo de F. j. Huegel pela Restauração (2019)
>>> 100 Kixti (estórias) Tukano de Eduardo Lagório (Coord) pela Fundação Nacional do índio (1983)
>>> O corpo de Cristo uma realidade de Watchman nee pela Clássicos (2006)
>>> Vamos Praticar Yoga? Yoga para Crianças, Pais e Professores de Maria Ester Azevedo Massola pela Phorte (2008)
>>> Revisa-nos novamente de Frank viola pela Restauração (2017)
>>> Os Jardins da Psicologia Comunitária de Israel Rocha Brandão / Zulmira Áurea (orgs.) pela Ufc (1999)
COLUNAS >>> Especial Terror nos EUA

Quarta-feira, 19/9/2001
EUA, Ano Zero
Daniela Sandler

+ de 4900 Acessos

Quando termino esta coluna, é segunda à noite. Há uma semana, nesta mesma hora, nenhum de nós sonhava com atentados de massa em Manhattan. Muita gente, nesses últimos sete dias, repetiu o bordão: "O mundo nunca mais será o mesmo". Pensando na minha noite de segunda-feira passada - na última noite daquela parte de nossas vidas - eu tento distinguir: algo de fundamental mudou? Se mudou, o que foi? Ou será que tivemos apenas a impressão de mudança?

Yara Mitsuishi

Por certo, vários fatos cotidianos mudaram. A programação de tevê, por exemplo. Na semana passada, quase todos os canais abertos dedicaram todo o seu horário nobre (das 18:00 às 24:00) e boa parte do resto do dia à cobertura dos ataques terroristas. A tevê parou: era ligar o aparelho e ser submetido ao ataque por todos os ângulos possíveis (e não apenas os das câmeras).

De quantas maneiras diferentes se pode cobrir o ataque terrorista? Quando as notícias perderam velocidade, as tevês não tardaram a colocar especialistas no ar, depoimentos pessoais, ou programas conduzidos por apresentadores irados vociferando contra os suspeitos do terror.

No início, também me rendi ao vício. Nada de ficar longe de notícias; e, quando estas cessavam, a tevê não parava de derramar estímulos sensoriais e nervosos para excitar ou comover os ânimos. Será que o público gosta? Deve ter gostado, para alimentar a decisão que todas as redes públicas tomaram de adiar a estréia das novas temporadas de seus programas principais (comédias, seriados etc.) por uma semana.

Na ideologia reinante, a repetição monotemática das tevês serviu para reforçar o caráter de "divisor de águas" do ataque, para dar ainda mais grandiosidade ao evento e para intensificar o sentimento solene em relação ao futuro do país. Nós, espectadores, não fomos simplesmente bombardeados pela cobertura hipertrofiada do atentado: fomos também cortados do resto do mundo. Quem confia em tevê aberta para ter notícias internacionais ficou sabendo apenas que tal ou tal país manifestou apoio aos Estados Unidos ou que, na Palestina, alguém comemorou o ato terrorista.

Não que eu não tenha sido afetada pela tragédia, muito pelo contrário. Mas chegou uma hora em que a obsessão pelo tema começou a incomodar, oscilando entre o masoquismo voyeurístico (testemunhos pessoais feitos para arrancar lágrimas) e uma insistência mórbida nas cenas de horror (avião batendo, prédio explodindo, gente correndo), ecoada pelas tomadas ao vivo do esforço de limpeza dos escombros, devidamente explicadas pelo repórter: "Mas que desolação... que destruição".

Para completar o clima apocalíptico, os noticiários polvilharam análises econômicas, todas pessimistas: em suma, diz-se que os Estados Unidos, que já estavam mesmo à beira de uma recessão, agora não escapam. Não que não seja uma análise razoável - o modo, porém, de enquadrá-la e transmiti-la faz parte de uma espécie de lavagem cerebral por repetição. Sem diminuir a importância do ocorrido, o fato é que a vida continua, e, tanto aqui nos Estados Unidos como no resto do mundo, não necessariamente gira em torno da tragédia.

Capitalizar com a tragédia, neste caso, foi mais do que uma questão de pontos no Ibope. Muito já foi dito, em relação a este episódio, sobre a parcialidade da cobertura de tevê norte-americana e como isso agrava preconceitos e ignorância. Não vou chover no molhado. Infelizmente, o problema não é só esse.

A representação do atentado na mídia - que ao mesmo tempo reflete e forma a opinião pública - foi feita de forma extremamente autocentrada e grandiosa (eufemismos para os palavrões "egocentrismo" e "megalomania"). Agora, Bush prepara alianças dentro e fora do país. Não simplesmente para encontrar e punir os culpados pelo atentado; não apenas para atacar os estados que os abrigam. A guerra é para nada menos que "acabar com todos os estados que apóiam o terrorismo". A frase estava lá, estampada entre aspas na manchete do jornal. Nem ao menos a sutileza de dizer, por exemplo, "lutar". O termo usado foi "acabar". Extinguir, exterminar, destruir - o que isso significa? Abstratamente, derrubar regimes opressores como o Taleban pode não parecer ruim. Concretamente, "bombardear o Afeganistão até que volte à Idade da Pedra", como vem sendo dito, é muito diferente.

Agora, a segunda parte da frase: "todos os estados". Todos. De perseguição a Osama bin Laden a guerra ao Afeganistão a guerra a meio mundo num piscar de olhos. Quantos são os países que podem se encaixar, ao sabor da necessidade política, nessa definição? Quais são? E por que os Estados Unidos se vêem no direito de "acabar" com todos eles?

É esta sensação de guerra mundial, de evento da maior importância para o qual todos os sacrifícios são válidos (inclusive, como já declarado, a morte de combatentes norte-americanos), e, sobretudo, de isenção ética, como se a grandeza dos fatos desculpasse suas implicações morais e humanísticas, enfim, é tudo isso que a cobertura televisiva condensou e produziu por aqui.

Diante do clima de exceção histórica alimentado pela cobertura intensiva e exagerada, é de esperar que boa parte dos espectadores esqueça seus pudores humanistas e aceite a eventualidade de uma guerra sem sérias fricções políticas.

Se considerarmos o quanto a tevê permeia a vida, as fontes de informação e a formação intelectual dos norte-americanos, a conta resultante é evidente: a tevê e suas versões on-line estão preparando cuidadosamente o terreno para que a escalada do governo Bush rumo à guerra seja a mais suave possível.

A CNN.com já ostenta a chamada "New War" (Nova Guerra) como título geral de todas as reportagens relacionadas ao atentado. Nada mais natural que isso para suceder a chamada anterior, "Os EUA sob ataque". Se os pacificistas daqui ainda sustentam alguma esperança de que Bush evite a guerra, creio que esta é uma batalha perdida.

Como muitos por aqui notaram, por muito menos os Estados Unidos entraram em guerra contra outros países. Se isso lhes serve de fácil justificativa para uma nova empreitada, gostaria que ao mesmo tempo servisse como aviso histórico. Mas ninguém por aqui quer se lembrar do vexame do Vietnã ou da Coréia - e não falo apenas do vexame militar, mas principalmente do vexame humano, moral.

Essas duas guerras vagam enevoadas na memória coletiva como ocasiões de injustiça extrema e unilateral contra os Estados Unidos. Exatamente no mesmo compasso dos bordões marciais de agora. Sob os aplausos do público.

Eu, de minha parte, não poderia ter ficado mais feliz ao ver que os velhíssimos episódios de Friends que a ABC reprisa todo dia estavam de volta quando liguei a tevê ontem na hora do jantar.

A arte imita a vida... por acaso

Não foi só a tevê que teve de mudar seu calendário. Hollywood também mudou de planos depois da tragédia. Um executivo, em entrevista, afirmou que "ninguém quer dar a impressão de que a indústria de cinema estaria fazendo lucro em cima do atentado". O curioso é que, desta vez, a impressão seria devida a infelizes coincidências. O novo filme de Schwarzenegger, que estava para estrear neste mês, contava a história de um homem "comum" que perdia a mulher e o filho num atentado terrorista nos Estados Unidos e, movido por dor e vingança, se embrenhava na caça ao cobiçado e poderoso terrorista. A estréia foi suspensa indefinidamente, os cartazes do filme devidamente retirados, os trailers recolhidos (cheguei a ver um deles, há duas semanas). Outro filme-problema é uma comédia sobre - adivinhem - um seqüestro de avião. Estrearia também em setembro; agora, só no ano que vem.

Gripe do atentado

Na semana passada - notavelmente, depois da terça-feira -, mais uma gripe se espalhou por aqui. Essas epidemias são comuns quando o tempo muda, como foi o caso na última semana, em que esfriou de repente. Se fosse no Brasil, a gripe já teria algum nome alusivo ao acidente com uma explicação engraçadinha. Eu, de fato, estava queimando em febre, minha cabeça explodindo de dor de cabeça, e acabei desabada sobre a cama. Também espero que o vírus não seja um agente de terrorismo biológico!

Mas aqui nunca vi ninguém colocar apelido em gripe. Há mais ou menos um mês, um amigo meu, brasileiro, estava tentando explicar nosso hábito a um casal norte-americano. Um pouco perplexos, tentavam entender o costume e a graça da brincadeira. Acho que o fato de não saberem quem é a Tiazinha não ajudou muito...


Daniela Sandler
Riverside, 19/9/2001


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Alma indígena minha de Elisa Andrade Buzzo
02. Meu Sagarana de Renato Alessandro dos Santos
03. Reflexões sobre o ato de fotografar de Celso A. Uequed Pitol
04. A poesia afiada de Thais Guimarães de Jardel Dias Cavalcanti
05. A noite iluminada da literatura de Pedro Maciel de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Daniela Sandler
Mais Acessadas de Daniela Sandler em 2001
01. O primeiro Show do Milhão a gente nunca esquece - 8/8/2001
02. Quiche e Thanksgiving - 21/11/2001
03. A língua da comida - 29/5/2001
04. Mas isso é arte??? - 29/8/2001
05. Notícias do fim-do-mundo - 24/10/2001


Mais Especial Terror nos EUA
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ONZE MINUTOS
PAULO COELHO
ROCCO
(2003)
R$ 7,50



PAI, VOCÊ É MUITO MAIS DO QUE UM AMIGO!
IAN BRUCE
UNIVERSO DOS LIVROS
(2011)
R$ 12,00



POESIAS E SENTENÇAS DE D. FRANCISCO DE PORTUGAL , 1º CONDE DE ...
VALÉRIA TOCCO
COMISSÃO NACIONAL
(1999)
R$ 37,20



EDUCAÇÃO MUSICAL PARA 1ª A 4ª SÉRIE - NEREIDE SCHILARO SANTA ROSA (EDUCAÇÃO MUSICAL)
NEREIDE SCHILARO SANTA ROSA
ÁTICA
(1990)
R$ 40,00



MEU DIA-A-DIA
MARISA RAJA GABAGLIA
JOSÉ OLYMPIO
(1976)
R$ 7,48



GEOGRAFIA - ONTEM E HOJE ( 8 ANO )
EUSTÁQUIO DE SENE E JOÃO CARLOS MOREIRA
SCIPIONE
(2009)
R$ 85,00



QUEM ME DERA
ANA MARIA MACHADO
ÁTICA
(2010)
R$ 32,50



CATÁLOGO DAS ÁRVORES NATIVAS DE MINAS GERAIS
ARY T. OLIVEIRA FILHO
UFLA
(2006)
R$ 48,90



A FLOR E O ESTANDARTE
IBIAPABA MARTINS (AUTOGRAFADO)
ED. DO ESCRITOR
(1975)
R$ 7,00



COMPRAMOS UM ZOOLÓGICO
BENJAMIN MEE
OBJETIVA
(2011)
R$ 5,00





busca | avançada
61534 visitas/dia
2,1 milhões/mês