Dê-me liberdade e dê-me morte | Eduardo Mineo | Digestivo Cultural

busca | avançada
30040 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Zé Guilherme lança novo videoclipe com faixa do álbum ALUMIA
>>> Almundo traz até 40% de desconto em seu primeiro Outlet 2019
>>> Ex-Titã Paulo Miklos apresenta seu terceiro álbum no Sesc Belenzinho
>>> Companhia de Teatro Heliópolis coloca em cena as duas faces da justiça em nova montagem
>>> Cunha realiza 2ª edição do Verão na Montanha - Cunha Fest, festival de jazz e blues
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> As palmeiras da Politécnica
>>> Como eu escrevo
>>> Goeldi, o Brasil sombrio
>>> Do canto ao silêncio das sereias
>>> Vespeiro silencioso: "Mayombe", de Pepetela
>>> A barata na cozinha
>>> Uma Receita de Bolo de Mel
>>> O Voto de Meu Pai
>>> Inferno em digestão
>>> Hilda Hilst delirante, de Ana Lucia Vasconcelos
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Regina Dalcastagné em BH
Últimos Posts
>>> Assim eu quero a vida
>>> Um sujeito chamado Benício
>>> A imaginação educada, de Northrop Frye
>>> Direções da véspera (Introdução)
>>> O tempo nos ensina - frase
>>> O Cinema onde os fracos não tem vez
>>> Senhor do Corpo e da alma - poema
>>> Fotogenia
>>> É Natal
>>> Canções de amor
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Da Poesia Na Música de Vivaldi
>>> mare
>>> O filme do Lula e os dois lados da arquibancada
>>> Do desprezo e da admiração
>>> WikiLeaks em documentário
>>> Carta aberta a quem leu Uma Carta Aberta ao Brasil
>>> Todos querem ser cool
>>> Açougueiro mesmo é o diretor
>>> O pior cego é o que vê tevê
>>> De Middangeard à Terra Média
Mais Recentes
>>> O queijo e os vermes de Carlo Ginzburg pela Companhia das Letras (Companhia de Bolso) (2006)
>>> Era dos Extremos: O breve século XX (1914-1991) de Eric Hobsbawn pela Companhia das Letras (2009)
>>> O Sol e a Sombra de Laura de Mello e Souza pela Companhia das Letras (2006)
>>> Perdidamente de Júlio Emílio Braz pela Ftd (2000)
>>> As Armadilhas do Consumo - Acabe com o endividamento de Márcia Tolotti pela Campus / Elsevier (2007)
>>> O noivado de Bilac- com a correspondência inédita do poeta à sua noiva D.Amélia de Oliveira (raridade) de Elmo Elton pela Organiozação Simões (1954)
>>> Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação - 3ª ed. de William Cereja e Thereza Cochar pela Atual (2019)
>>> O Xangô de Baker Street de Jô Soares pela Companhia das Letras (1997)
>>> TCP/IP a bíblia de Rob Scrimger pela Campus (2002)
>>> Universidade h4ck3r de Henrique Ulbrich e James pela Digerati Books (2011)
>>> Hackers expostos de Joel Scambray pela Makron (2001)
>>> Manual completo do hacker de Gorkin Starlin pela Book Express (2001)
>>> Por que os gerentes falham de John J. Mc Carthy pela Makron (1994)
>>> Inteligência emocional de Daniel Goleman pela Objetiva (2001)
>>> Economia de Paul Wonnacott pela Makron (1994)
>>> Integração: qualidade e recursos humanos para os anos 2000 de Philip B. Crosby pela Makron (1993)
>>> Empresas sem chefes de Charles C. Manz pela Makron (1996)
>>> O complexo de perfeição de Colette Dowling pela Record (1993)
>>> Primeira filosofia - Tópicos de filosofia geral de Armando Mora de Oliveira pela Brasiliense (1992)
>>> Princípios de administraçao científica de Frederick W. Taylor pela Atlas (1995)
>>> Veronika decide morrer de Paulo Coelho pela Objetiva (1998)
>>> Hardware curso completo de Gabriel Torres pela Axcel Books (2001)
>>> Petrobrás - Administrador júnior - nível superior de José Almir Fontella Dornelles pela Vestcon (2011)
>>> Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle de Philip Kotler pela Atlas (1996)
>>> Marketing verde de Jacquelyn A. Ottman pela Makron (1994)
>>> Síndrome da Passividade: o processo de reengenharia em recursos humanos de Dirceu Moreira pela Makron (1994)
>>> Inveja nas organizações de Patrícia Amélia Tomei pela Makron (1994)
>>> As novas regras de John P. Kotter pela Makron (1997)
>>> Administração industrial e geral de Henri Fayol pela Atlas (1989)
>>> Problemas? Oba! Arevoluçãopara vocêvencer no mundo dos negócios de Roberto Shinyashiki pela Gente (2011)
>>> Como conquistar um ótimo emprego: e dar um salto importante em sua carreira profissional de Thomas A.Case pela Makron (1997)
>>> Iniciando os conceitos da qualidade total de Equipe Grifo pela Pioneira (1994)
>>> Redação empresarial - escrevendocom sucesso na era da globalização de Miriam Gold pela Makron (1999)
>>> Empregabilidade: de executivo a consultor bem-sucedido de Thomas A. Case pela Makron (1997)
>>> Pesquisa Operacional de Ermes Medeiros da Silva pela Atlas (1998)
>>> Contabilidade Introdutória + Livro de exercícios de Equipe de Professores da FEA/USP pela Atlas (1993)
>>> Princípios de Administração Financeira + Manual de Software de Lawrence J. Gitman pela Harbra (1997)
>>> Primeira filosofia - Aspectos da história da filosofia de Armando Mora de Oliveira pela Brasiliense (1992)
>>> Reinvente-se: você pode fazer melhor ainda de Claudio V. Nasajon pela Campus (2001)
>>> História da Política Exterior do Brasil de Amado Luiz Cervo Clodoaldo pela UnB (2002)
>>> Iniciação ao direito do trabalho de Amauri Mascaro Nascimento pela LTr (1998)
>>> Constituição da República Federativa do Brasil de Juarez de Oliveira pela Saraiva (1995)
>>> Formação Econômica do Brasil de Celso Furtado pela Cia Ed Naciona (1979)
>>> Código de proteção e defesa do consumidor de Juarez de Oliveira pela Saraiva (1994)
>>> Biotecnologia em discussão de Wilhelm Hofmeister pela Fundação Konrad Adenauer (2000)
>>> O alquimista de Paulo Coelho pela Rocco (1988)
>>> O Brasil e Suas Riquezas de Waldemiro Potsch pela Não Infirmado
>>> Amor de perdição de Camilo Castelo Branco pela Klick (2000)
>>> A revolução dos campeões de Roberto Shinyashiki pela Gente (1995)
>>> Viva com esperança de Mark Finley / Peter Landness pela Afiliada (2015)
COLUNAS

Segunda-feira, 20/10/2008
Dê-me liberdade e dê-me morte
Eduardo Mineo

+ de 7400 Acessos

Ouvi uma vez alguém reclamando dos ateus ― o que eu também faço porque, afinal, é tão divertido de se fazer ―, mas não me pareceu coisa que se faça debochar da instabilidade de um ateu que se vê diante da morte e vai procurar um padre da mesma forma como não é coisa que se faça debochar de um crente que se vê diante da morte e vai procurar um médico. Todos somos idiotas diante da morte.

E, continuando neste assunto, li um dos melhores textos sobre o tema, de P.J. O'Rourke, e achei que todo mundo tinha que lê-lo também. Portanto resolvi traduzi-lo e publicá-lo nesta coluna, mas sem a pretensão de fazê-lo com a qualidade de um tradutor profissional, porque, a) eu não sou um profissional, b) não pretendo ser, mas com algum esforço talvez você consiga até imaginar que está diante de um.

Tradução do texto "Give Me Liberty and Give Me Death" de P.J. O'Rourke.

* * *

Quando um humorista recebe um prognóstico terrível, não resta alternativa senão fazer Deus rir.

Eu olhei na cara da morte. Tudo bem, não olhei. Só vi de relance na multidão. Eu fui diagnosticado com câncer, de um tipo bem tratável. Fui informado que teria 95 por cento de chance de sobrevivência. Pensando nisto ― como um jornalista beberrão, fumante e viciado em gorduras saturadas que sou ― minha chance de sobrevivência aumentou com o câncer.

Eu ainda amaldiçoei Deus, como todos nós fazemos quando recebemos más notícias e sentimos dor. Porém, nem o mais descrente entre nós grita "Maldita mecânica quântica!", "Maldita química orgânica!", "Maldito caos e coincidência!".

Eu acredito em Deus. Deus criou o mundo. Obviamente a dor tinha de ser incluída no plano de Deus. De outra forma, jamais aprenderíamos que nossas ações têm conseqüências. Nossos ancestrais das cavernas, percebendo que o fogo queimava, não dormiriam sobre as chamas, ou, caso contrário, os ursos das cavernas jantariam nossos ancestrais assados e nós não receberíamos más notícias nem sentiríamos dor, porque nem estaríamos aqui.

Mas Deus, Senhor, em Sua maneira de nos ensinar sobre as conseqüências naturais da vida, não seria a morte um pouco, hum, extrema, pedagogicamente falando? Eu sei que a lição que estamos estudando é difícil, mas morrer é mais lição de casa do que eu esperava. Também, isto estraga meus planos de férias. Podemos conversar depois da aula? Talvez se eu fizer alguma coisa para um crédito extra...

Ver as coisas pelo ponto de vista de Deus é difícil para um mortal. Ainda mais para um mortal que acabou de receber um memorando com agendamento de morte do departamento de patologia.

Ver as coisas pelo ponto de vista de Deus é o propósito da religião convencional, na minha opinião. E eu sou um religioso convencional. Mas eu sinto a necessidade de ponderar sobre algumas coisas antes de descarregar minhas ansiedades sobre o padre Hoolihan. Ele tem uma paróquia bem movimentada e ele já não é tão jovem como era antes. Na verdade, o padre não me parece bem de forma alguma. Talvez, se eu organizasse minhas idéias, ele poderia descarregar suas ansiedades em mim. Eu não posso lhe dar uma extrema unção, mas posso lhe dar uísque.

Por que a morte não pode ― já que todos vamos morrer ― sempre ser gloriosa, como na Ilíada? Claro que a morte continua a ser assim, às vezes, com heróis em Falluja e Kandahar. Mas, nos dias de hoje, freqüentemente a morte vem babando no assento do banheiro de um asilo, ou sangrando debaixo das ferragens de um carro esportivo guiado por um adolescente, ou com falta de ar numa suíte de um hotel de luxo cheio de frascos vazios de remédios e uma figura pública menor cuja data de validade de sua fama expirou.

Eu tenho, de todas as coisas não-gloriosas, uma hemorróida maligna. Que bracelete colorido alguém usa por isto? E onde usá-lo? E qual o sentido, aliás? Talvez este sentido possa ser bordado em torno da fronha do meu constrangedor travesseiro de sentar.

Além disso, eu sou um lógico, sensível e pragmático republicano e meu diagnóstico veio apenas algumas semanas depois do diagnóstico de Teddy Kennedy. Que ele tivesse câncer no cérebro e eu tivesse câncer no rabo... Bem, eu rezo um terço por ele e espero que ele ria de mim. Afinal de contas, o que eu deveria fazer? Pedir a Deus por um câncer mais digno? Pâncreas? Fígado? Pulmão?

O que me leva até a natureza das minhas orações. Elas são, como a maioria das orações, descaradamente egoístas. Mas rezar por si mesmo tem implicações atormentadoras. Há o aviso de Santa Teresa sobre orações respondidas, ou, para nossos amigos ateus, a história da "Garra do macaco".

E eu não posso ser a única pessoa que se sente como um imbecil dizendo "Por favor, me cure, Deus. Estou desprotegido. Eu tenho três filhos pequenos. E eu tenho três cachorros, dos quais dois sentirão minha falta. E minha mulher vai chorar e lamentar e ficar inconsolável e terá de arranjar um emprego. Obs.: nossa hipoteca é de alto risco".

Deus sabe destas coisas. Ele é Deus. Ele sabe de tudo. O que estou dizendo pra ele, na verdade? "Puxa, o Senhor é um bom Deus. Bom ― o Senhor é o dono disso. Mais: o Senhor é infinitamente sábio, infinitamente misericordioso, mas... Olha, todo mundo comete erros. Um pequeno câncer na parte de trás não é um grande erro. Nada que vai aparecer na sua ficha pessoal. Não vamos pensar nisso como um erro. Vamos pensar nisso como uma oportunidade de aprendizado. Ninguém é tão bom que não possa melhorar, então..."

É um universo, inteiro, criado por Deus e tudo de uma peça só. Existe uma teoria sobre como o movimento das asas de uma borboleta pode de alguma forma eventualmente causar um ciclone na baía de Bengal ou algo do tipo. E se a minha flatulência numa sessão de radioterapia eventualmente causar... Digo, suponha que São Pedro tenha o número do meu fax e me mandasse: "P.J., nós fizemos as contas. Nós podemos te dar 100 por cento de chance de sobrevivência em vez de 95, mas daqui a 20 anos um vulcão entrará em erupção no Haiti e matará 700.000 pessoas". O que eu respondo de volta? "Caro São Pedro, graças a Deus. É realmente uma pena pro Haiti. Eu prometo doar $1000 para a Cruz Vermelha Internacional em 2028."

Eu rezarei por bravura em vez disto e, talvez, para aliviar os gases.

Sem dúvida a morte é um destes caminhos misteriosos por onde Deus faz seus trabalhos famosos. Exceto que a morte não é misteriosa. Nós realmente queremos que todos fiquem por aqui para sempre? Estou pensando em minha própria família, especificamente num certo padrasto que tive quando criança. Sayonará, seu fdp. Por outro lado, Napoleão foi inquestionavelmente um grande homem em seu tempo, pelo menos é o que pensam os franceses. Mas queremos mesmo que até Napoleão exista perpetuamente? Queremos Napoleão sempre escapando de ilhas exiladas, juntando tropas fanáticas de soldados fiéis, invadindo a Rússia e queimando Moscou? Bem, no momento, considerando Putin e tal, talvez até quiséssemos. Mas século após século, isso vai se tornar velho. E que tal Genghis Khan vindo de outra direção o tempo todo e Alexandre, o Grande, guerreando com a Pérsia que está desenvolvendo armas nucleares e legiões romanas desestabilizando a já precária relação israelo-palestina. As coisas seriam uma bagunça.

Então há a questão da nossa dívida com a morte pela vida da forma como a conhecemos. Eu acredito em Deus. Eu também acredito em evolução. Se a morte não estivesse por aqui para "terminar" o processo de Darwin, nós ainda seríamos amebas. Nós comeríamos envolvendo pizzas com nossas barrigas flácidas e faríamos sexo deitando na linha de trem até que fossemos divididos em dois. Eu considero a evolução mais do que uma teoria científica. Eu acho que é um chamado de Deus. Deus criou um universo livre. Ele poderia ter criado qualquer tipo de universo que ele quisesse. Mas um universo sem liberdade teria sido estático e sem sentido ― um universo de exposições de arte financiadas com dinheiro público.

Ao contrário, Deus criou um universo cheio de criaturinhas gosmentas livres para interagir. E elas interagiram, se tornando matéria e matéria orgânica; e matéria orgânica que se reproduz; e vida. E esta vida era completamente livre e tão imoral quanto as células do meu câncer.

Formas de vida podem conduzir sua liberdade de maneiras idiotas, crescendo descontroladamente, irracionalmente e gananciosamente a ponto de matar a fonte de sua própria existência tola. Mas com a ajuda da morte, a matéria começa a aprender o certo pelo errado ― como salvar sua própria vida e sua espécie, como alimentar, como amar (ou, vá lá, como fazer seu Orkut), e como conhecer Deus e suas leis.

A morte é tão importante que Deus a enviou para seu próprio filho, desta forma nos ajudando a aprender o certo pelo errado bem o suficiente para que pudéssemos escapar da morte para sempre e viver eternamente na graça de Deus. (Embora esta opção não esteja normalmente aberta a jornalistas.)

Não estou dizendo que o Papa vai reerguer minha vida. Mas é o melhor que eu posso fazer com o que me resta de lucidez nestes assuntos sobre morte e livre arbítrio. Desta forma, na próxima vez que eu avistar a morte... Bom, eu não vou me apresentar. Não vou apertar sua mão. Mas vou lembrar de tentar, pelo menos, agradecer a Deus pela morte. E então eu tentarei agradecer a Deus, de todo o meu coração, pelo uísque.

Nota do Autor
P.J. O'Rourke é um dos maiores satiristas políticos e autor de treze livros, incluindo Eat the Rich, Peace Kills e seu último best-seller, On the Wealth of Nations. Ele escreveu para diversas publicações como The Weekly Standard, House & Garden, Automobile, The Atlantic Monthly e Rolling Stone. Ele é membro do H.L. Mencken Research no Instituto Cato em Washington, DC, e participa freqüentemente do programa Wait, Wait... Don't Tell Me!, da National Public Radio.


Eduardo Mineo
São Paulo, 20/10/2008


Mais Eduardo Mineo
Mais Acessadas de Eduardo Mineo em 2008
01. Dê-me liberdade e dê-me morte - 20/10/2008
02. Razoavelmente desinteressante - 18/2/2008
03. Bem longe - 4/2/2008
04. Incoerente - 31/3/2008
05. Não ria! - 21/7/2008


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA
KARL MARX/ FRIEDRICH ENGELS
EXPRESSÃO POPULAR
(2008)
R$ 9,89



O ENSINO DO FUTEBOL: PARA ALÉM DA BOLA ROLANDO
SILVIO RICARDO DA SILVA, LEANDRO :BATISTA CORDEIRO, PRISCILA AUGUSTA FERREIRA CAMPOS
JAGUATIRICA
(2016)
R$ 35,00
+ frete grátis



SONATA OP. 14, N. 1 PARA PIANO (6º ANO) - L. VAN BEETHOVEN (MÚSICA CLÁSSICA/PARTITURA)
SOUZA LIMA (REV.)
IRMÃOS VITALE
R$ 20,00



MÁQUINAS ELÉTRICAS E TRANSFORMADORES
IRVING L. KOSOW
GLOBO
(1989)
R$ 85,00



OFICINA DE ESTUDOS DA PRESERVAÇÃO - COLETÂNEA I
ORG: MARIA ROSA CORREIA
IPHAN-RIO
(2008)
R$ 18,00



GAROTAS DA RUA BEACON. BRINCADEIRINHA! - VOLUME 10
ANNIE BRYANT
FUNDAMENTO
(2009)
R$ 42,00
+ frete grátis



HOMEOPATIA - MANUAL DE TERAPIAS ALTERNATIVAS
DR. ANDREW LOCKIE
CIVILIZAÇÃO
(2001)
R$ 40,00



MANUAL DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO
HUGO GOES
FERREIRA
(2011)
R$ 15,00



SOU UM DESASTRE COM AS MULHERES
JUSTIN HALPERN
SEXTANTE
(2012)
R$ 10,00



THE MALE COUPLE - HOW RELATIONSHIPS DEVELOP
DAVID P. MCWHIRTER
REWARD BOOKS
(1987)
R$ 80,00





busca | avançada
30040 visitas/dia
1,0 milhão/mês