Meus melhores discos de 2008 | Rafael Rodrigues | Digestivo Cultural

busca | avançada
71230 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS >>> Especial Melhores de 2008

Terça-feira, 27/1/2009
Meus melhores discos de 2008
Rafael Rodrigues

+ de 5700 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Apesar de ter decidido no mês de maio qual seria o meu disco do ano de 2008, algumas boas surpresas foram aparecendo nos meses seguintes. Tão boas que eu, que nunca me arrisquei a escrever sobre música aqui no Digestivo, resolvi fazer minha lista de melhores CDs de 2008, fechando, assim, a minha trilogia dos melhores, iniciada com os filmes e seguida pelos livros.

Quando fazemos uma lista de "melhores", fica subentendido que as escolhas são pessoais, limitadas pela quantidade de produtos culturais aos quais tivemos acesso. É humanamente impossível ouvir todos os discos lançados durante um ano, ou ler todos os livros, ou assistir a todos os filmes. Portanto, os discos abaixo listados são os melhores discos que ouvi dentre os que comprei ou ganhei em 2008.

O retorno de Saturno, do Detonautas Roque Clube ― Conheci o Detonautas na mesma época em que quase todo mundo, por causa de uma música do primeiro disco deles que fez parte da trilha sonora de Malhação. Só isso já me fez ignorar a banda. Ao menos até sair o segundo CD do grupo, Roque Marciano, que é um discaço e, na minha opinião, fica atrás apenas deste O retorno de Saturno, que sucede Psicodeliamorsexo&distorção (sendo este último um bom disco, mas muito desigual, uma tentativa malsucedida de "crescer").

Mas, enfim, falemos de O retorno de Saturno, um disco excepcional. Depois de flertar com o rock sujo no disco anterior, com guitarras pesadas, baterias violentas e linhas de baixo que podem causar terremotos, o Detonautas resolveu investir em um disco mais calmo ― mas nem por isso menos rock, talvez até mais, porque rock, para mim, é atitude ―, coeso, engajado e com uma presença maior dos violões, deixados um pouco de lado no Psicodeliamorsexo&distorção.

Entre o terceiro e este quarto CD a banda perdeu, para a violência que impera no Rio de Janeiro, um de seus integrantes, o guitarrista Rodrigo Netto, assassinado em um assalto. O grupo, que já era politizado, passou a ser ainda mais, com destaque para a atuação de Tico Santa Cruz, o vocalista, em protestos públicos, ONGs, em seu blog e em suas próprias letras e escolhas musicais. Uma das canções, "Verdades do mundo", é dedicada a Rodrigo. Outra, "Ensaio sobre a cegueira", tem a participação do poeta Edu Planchêz, declamando um belíssimo poema seu chamado "Filhos da morte burra", que tem versos assim: "Jovens/ sem nenhuma utopia/ caminham tensos pelas ruas de suas casas velhas sem nenhuma luz" e "Os filhos da morte burra,/ desconhecem ou nunca ouviram falar em iluminação;/ abrem a boca apenas para vomitar". A quase acústica "O retorno de Saturno", faixa título que abre o disco, é uma belíssima declaração de amor ("E você não sai do meu pensamento/ E eu me questiono aqui se isso é normal"); o refrão de "Tanto faz", sexta faixa, contradiz seu título e faz uma apologia à determinação: "Mas não venha me dizer/ O que eu devo ou não pensar/ E não ouse me impedir/ Nem dizer o que eu devo ou não devo". A música que mais se aproxima do disco anterior é a última, "Eu vou vomitar em você", uma espécie de "canção de protesto" vigorosa ("Eu não acredito numa palavra do que você diz/ E os seus amigos, eles são patéticos demais pra mim/ O seu ar de intelectual é o que há de mais escroto em você/ Seus preconceitos, seus argumentos").

Minha vontade era ter escrito um texto exclusivo sobre O retorno de Saturno, mas meus conhecimentos sobre música ― não passo de um guitar hero frustrado ― não permitem isso (ao menos por enquanto). O que não me impede de dizer que este é um discaço e que, se você não ouviu ainda, ouça. É um álbum inspirador, contestador, barulhento, mas de maneira comedida, controlada; as letras são sóbrias, assim como o instrumental. Nada sobra ou falta. Arrisco dizer que o Detonautas fez um disco quase perfeito, o melhor disco que ouvi em 2008 e o melhor disco de rock brasileiro que ouvi nos últimos tempos.

Chinese Democracy, do Guns N'Roses ― Quando anunciaram que finalmente Axl Rose tinha terminado o Chinese Democracy, não acreditei. Foram tantos adiamentos, tantas notícias de que o álbum estava sendo gravado, que, para mim, o disco já estava virando uma piada. Meu interesse era apenas em saber se o tão prometido álbum iria sair mesmo ou se era uma fábula inventada por Rose para que os holofotes da mídia não o deixassem sozinho no escuro.

Mas eis que, finalmente, depois de mais de dez anos de espera ― Axl Rose e seus comparsas trabalhavam no disco, teoricamente, desde 1997 ― Chinese Democracy chegou às lojas de todo o mundo ― ou quase todo (o disco não pode ser comercializado na China). E os fãs ortodoxos do Guns N'Roses que não gostaram do disco que me perdoem, mas se há algum defeito no álbum é que ele foi calculado, melhorado e pretensioso demais. Afinal, depois de passar dez anos trabalhando num disco, você não pode lançar um, sei lá, Hopes and fears. Tem que lançar algo que pague o dinheiro gasto e a espera dos fãs; algo que valha a pena ser comprado e ouvido dezenas e dezenas de vezes.

Então, o que temos? Mais um disco quase perfeito, a exemplo de O retorno de Saturno. Mas enquanto os brasileiros tentaram simplificar e fazer um disco sóbrio (o que, aliás, conseguiram, não sei por que deixei esse "tentaram"), o que Axl Rose e companhia fizeram foi colocar a megalomania a serviço do rock'n'roll. Cada música é quase uma "ópera-rock". A faixa título, que abre o disco, é eletrizante. Você fica sem saber se toca air drums, se tenta imitar o Axl cantando ou se fica chacoalhando a cabeça feito um louco (air guitar é melhor nem tentar, o solo de guitarra é esquizofrênico, velocíssimo). "Street of dreams" é a melhor música do CD, na minha opinião. Piano do início ao fim, uma orquestrinha por trás, a voz de Axl um tanto melosa, sofrida... É uma canção espetacular. Logo em seguida vem "If the world", não tão rock quanto as outras; as guitarras não são tão vigorosas e rápidas, bem como o vocal, que é mais pausado, digamos assim, mas é uma belíssima canção, muito bem planejada e executada.

Surpreendentemente, Chinese Democracy traz quatorze faixas ― os CDs de bandas americanas estão sendo lançados, quase todos, com somente 10 ou 11 músicas ―, e tem gente dizendo que pelo menos sessenta ficaram de fora. Houve até quem tentasse espalhar um boato, dizendo que a banda estaria pensando em lançar uma outra versão do Chinese, com sobras de estúdio. Seria bom se fosse verdade, mas são apenas rumores. Alguns fãs ortodoxos do Guns não gostaram do resultado, mas paciência. Chinese Democracy é mais um disco excepcional lançado em 2008.

Nós, de Marcelo Camelo ― Ainda vestindo preto por conta do "fim" do Los Hermanos (eles chamam de "recesso por tempo indeterminado"), culpando Marcelo Camelo pela "separação" do grupo, eu disse a uma porção de gente que não queria mais saber dele, que o Amarante é que iria lançar um discaço solo e que Camelo estava sofrendo da síndrome de Chico Buarque. Ou seja: eu estava furioso.

Mas bastou passar alguns meses para eu deixar a birra de lado e voltar a acompanhar a carreira solo do ex-vocalista do Los Hermanos. Quando o disco saiu, ouvi duas faixas no site do cantor e até gostei das músicas, mas não tanto a ponto de baixar as outras. Mesmo assim, coloquei o CD na minha lista de compras e, em dezembro, minha bem-amada me presenteou com ele. Bastou a primeira audição, ainda do lado dela, para decretar que ali estava um dos melhores discos do ano, sem dúvida alguma.

Nós é um álbum que, me parece, conquista o ouvinte aos poucos ― ao menos foi o que aconteceu comigo. A canção que primeiro me fisgou foi "Menina bordada", quase uma música de carnaval baiano ― mas não como essas dos carnavais dos últimos tempos; uma música de verdade. Depois fiquei bobo com a música que abre o disco, "Téo e a gaivota", que tem guitarras tranquilizantes, por assim dizer, calminhas, calminhas, e a voz mansa de Camelo.

Lá pela quarta ou quinta audição, fiquei doente por "Mais tarde", que dá a impressão de se estar em um barco, velejando por algum lugar silencioso e belíssimo do Atlântico. Mais recentemente, a que mais ouvi foi "Copacabana", uma marchinha de carnaval carioca deliciosa e bem-humorada. Um peralta, esse Marcelo Camelo. Pregou-me várias peças. Pensei que seu disco fosse ser algo triste, sofrido, mas não. É um álbum alegre, vivo, com suas doses de melancolia, é claro, mas, no fim das contas, o saldo é positivo. Além disso, enganou toda a mídia, divulgando seu disco com o título de Sou. Descobri a brincadeira e disse que o nome do disco é Nós, como continuo e continuarei chamando o CD, aliás.

Mas agora noto que o nome do disco parece ser, na verdade, Sol. Ora, na capa do disco tem escrito "sóu", sendo que o "ó" está de cabeça pra baixo; e, na última página do encarte, tem escrito "capa poema 'sol' por Rodrigo Linares". Deduzo, portanto, que o disco se intitule Sol, mas continuarei me referindo a ele como Nós, porque é mais poético, mais romântico. Brincadeiras e birras à parte, Marcelo Camelo inicia sua carreira solo com um álbum digno de figurar em qualquer lista de "melhores do ano".


Rafael Rodrigues
Feira de Santana, 27/1/2009


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Os Doze Trabalhos de Mónika. 3. Um Jogo de Poker de Heloisa Pait
02. Brasil em Cannes de Guilherme Carvalhal
03. Notas confessionais de um angustiado (III) de Cassionei Niches Petry
04. Mais uma crise no jornalismo brasileiro de Julio Daio Borges
05. Bibliotecários de Ricardo de Mattos


Mais Rafael Rodrigues
Mais Acessadas de Rafael Rodrigues em 2009
01. Meus melhores livros de 2008 - 6/1/2009
02. Sociedade dos Poetas Mortos - 10/11/2009
03. Indignação, de Philip Roth - 27/10/2009
04. No line on the horizon, do U2 - 24/2/2009
05. A resistência, de Ernesto Sabato - 15/9/2009


Mais Especial Melhores de 2008
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
27/1/2009
14h19min
Parabéns pelo review dos discos. Em destaque, o "Chinese Democracy", um grande trabalho de Axl e cia.
[Leia outros Comentários de Luiz Gustavo]
28/1/2009
18h45min
É... não teve jeito, o mesmo aconteceu comigo em relação ao disco solo do Camelo. É um bom disco para se acordar ouvindo.
[Leia outros Comentários de Gabriel Pardal]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




CARTILHA DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS
GOMES
INTERCIÊNCIA
(2001)
R$ 5,00



HEROES VINGANÇA - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - CAPA DURA - ENCADERNAÇÃO DE LUXO
SEAMUS FAHEY, ZACH CRALEY, RUBINE
PIXEL
(2016)
R$ 44,90
+ frete grátis



MECÂNICA VECTORIAL PARA ENGENHEIROS - DINÂMICA (6ª ED.)
FERDINAND P. BEER ET AL
MCGRAW-HILL
(1998)
R$ 24,90



4 ASES & 1 CURINGA
NATALINO MARTINS
SARAIVA
(1998)
R$ 4,90



O MENOR EM DEBATE
ESPAÇO CADERNOS E CULTURA USU, Nº 11 DE 1985
UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA
(1985)
R$ 31,82



MARKETING PARA O SÉCULO XXI
PHILIP KOTLER
FUTURA
(2007)
R$ 9,80



DIREITO TRIBUTÁRIO: QUESTÕES DA ESAF COM GABARITO COMENTADO.
SERGIO KARKACHE
ELSEVIER
(2009)
R$ 30,00
+ frete grátis



CONTOS
MACHADO DE ASSIS
SOL
R$ 7,00



A INVISÍVEL MÁQUINA DO MUNDO
MARIANNE WIGGINS
EDIOURO
(2005)
R$ 10,00



NUEVO PAÍS, NUEVA POBREZA
MARÍA DEL CARMEN FEIJOÓ
FONDO DE CULTURA ECONOMICA
(2003)
R$ 47,28





busca | avançada
71230 visitas/dia
1,4 milhão/mês