Negrinha e os donos do sentido | Gian Danton | Digestivo Cultural

busca | avançada
24646 visitas/dia
922 mil/mês
Mais Recentes
>>> Comédia dirigida por Darson Ribeiro, Homens no Divã faz curta temporada no Teatro Alfredo Mesquita
>>> Companhia de Danças de Diadema leva projeto de dança a crianças de escolas públicas da cidade
>>> Cia. de Teatro Heliópolis encerra temporada da montagem (IN)JUSTIÇA no dia 19 de maio
>>> Um passeio imersivo pelos sebos, livrarias e cafés históricos do Rio de Janeiro
>>> Gaitista Jefferson Gonçalves se apresenta em quinteto de blues no Sesc Belenzinho
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A cidade e o que se espera dela
>>> De pé no chão (1978): sambando com Beth Carvalho
>>> Numa casa na rua das Frigideiras
>>> Como medir a pretensão de um livro
>>> Nenhum Mistério, poemas de Paulo Henriques Britto
>>> Nos braços de Tião e de Helena
>>> Era uma casa nada engraçada
>>> K 466
>>> 2 leituras despretensiosas de 2 livros possíveis
>>> Minimundos, exposição de Ronald Polito
Colunistas
Últimos Posts
>>> Jornada Escrita por Mulheres
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 3
>>> Juntos e Shallow Now
>>> Dicionário de Imprecisões
>>> Weezer & Tears for Fears
>>> Gryphus Editora
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
Últimos Posts
>>> Diagnóstico falho
>>> Manuscrito
>>> Expectativas
>>> Poros do devir
>>> Quites
>>> Pós-graduação
>>> Virtuosismo
>>> Evanescência
>>> Um Certo Olhar de Cinema
>>> PROCURA-SE
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Sou diabético
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> O Barril
>>> Como escrever bem — parte 1
>>> Quatro Mitos sobre Internet - parte 1
>>> Da capo
>>> Elesbão: escravo, enforcado, esquartejado
>>> 5ª MUMIA em BH
>>> Celebrity killer
>>> Em nome do caos
Mais Recentes
>>> Por Onde Andou Meu Coração de Maria Helena Cardoso pela Nova Fronteira/ RJ. (1984)
>>> O Brasileiro Perplexo de Rachel de Queiroz pela Edautor (1963)
>>> Se a Memória não Me Falha de Sylvia Orthof/ Ilustrações: Tato pela Nova Fronteira/ RJ. (1987)
>>> João Miguel de Rachel de Queiroz pela Siciliano/ SP. (1992)
>>> Maria Ruth de Ruth Escobar/ Prefácio: Hélio Pellegrino pela Guanabara/ RJ. (1986)
>>> voce Tem Personalidade? de Pedro Bloch pela Bloch editores (1979)
>>> voce Tem Personalidade? de Pedro Bloch pela Bloch editores (1979)
>>> O Menino Mágico de Rachel de Queiroz/ Ilustrações: Gian Calvi pela Livr. José Olympio Edit. (1987)
>>> O Menino Mágico de Rachel de Queiroz/ Ilustrações: Gian Calvi pela Livr. José Olympio Edit. (1982)
>>> Um Nome pra Matar (Prêmio Walmap) de Maria Alice Barroso/ Prefácio: Antonio Olinto pela Bloch editores (1967)
>>> Uma cidade Fora do mapa de Eliane Ganem pela Livr. José Olympio Edit. (1985)
>>> Uma cidade Fora do mapa de Eliane Ganem pela Livr. José Olympio Edit. (1987)
>>> Luana Adolescente, Lua Crescente de Sylvia Orthof: Texto e Ilustrações pela Nova Fronteira (1994)
>>> Luana Adolescente, Lua Crescente de Sylvia Orthof: Texto e Ilustrações pela Nova Fronteira (1994)
>>> Cine Odeon de Livia Garcia- Roza pela Record/ RJ. (2001)
>>> Contos de Amor Rasgados de Marina Colasanti pela Rocco/ RJ. (1986)
>>> Uma Ideia Toda Azul (Sem manuseio) de Marina Colasanti pela Global/ SP. (2013)
>>> O Verde Brilha no Poço de Marina Colasanti/ Ilustr: Rogério Borges pela Melhoramentos (1990)
>>> E Por Falar em Amor de Marina Colasanti pela Rocco (1986)
>>> E Por Falar em Amor de Marina Colasanti pela Rocco (1985)
>>> E Por Falar em Amor de Marina Colasanti pela Rocco (1985)
>>> Brava Gente Brasileira (Sem uso) de Marcio Moreira Alves pela Nova Fronteira/ RJ. (2001)
>>> O Milionario Instantaneo de Carolina Caires Coelho; Mark Fisher pela Figurati (2014)
>>> Scrum - a Arte de Fazer o Dobro na Metade do Tempo de Jeff Sutherland & J. J. Sutherland pela Leya (2014)
>>> Como Fracassar Em Quase Tudo e Ainda Ser Bem Sucedido de Scott Adams pela Figurati (2016)
>>> Contagem Regressiva de Alice Klesck; Alan Weisnan pela Leya (2014)
>>> Amamentação Um Hibrido Natureza -Cultura de João Aprigio Guerra de Almeida pela Fiocruz (1999)
>>> Mikhail Gorbachev de Anna Sproule pela Globo (1990)
>>> Heroides de Walter Vergna pela Edições Granet Lawer (1975)
>>> Mutações de Liv Ullman pela Circulo do Livro (1986)
>>> Ligação Direta Com Deus de Bobtrask pela Nova Era (1994)
>>> Betsabé de Tofgny Lindgren pela Record (1984)
>>> O livro dos sinais de Trigueirinho pela Pensamento (1997)
>>> De Carta Em Carta de Ana Maria Machado pela Salamandra (2002)
>>> Cura entre Gerações de Pe.Robert DeGrantis pela Louva Deus (1994)
>>> Letras de exortação e reflexão para homens que se atrevem a ser cristãos de Dom Antonio Duarte S.R. pela Scortecci (2019)
>>> A Ditadura Escancarada de Elio Gaspari pela Companhia das Letras (2002)
>>> Como investigar crimes com a ajuda Divina de Daniel Gomes pela Cpad (1999)
>>> O Diário de Um Mago de Paulo Coelho pela Klick (1990)
>>> Compendio de botânica de Paulo Benzzoni pela Itatiaia (1973)
>>> A Ditadura Derrotada de Elio Gaspari pela Companhia das Letras (2003)
>>> O despertar do Buda de Vicente Blasco Ibanez pela Landy (2000)
>>> Católicos Perguntam de Estevão Tavarez Bettencourt ,Osb pela Mensageiros de Santo Antonio (1998)
>>> God Is Dead de Ron Currie Jr pela Penguin Paperbacks (2008)
>>> Frankenstein de Mary Shelley pela Cia das Letras (1994)
>>> Novo Testamento de Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil pela Sbb-Rao (1969)
>>> Fogo Morto de José Lins do Rego pela Circulo do Livro (1987)
>>> Filho de ninguém: dualismo e bastardia no romance "Dois imãos", de Milton Hatoum de Vera Ceccarello pela Luminária Academia (2016)
>>> Quando se pretende falar da vida de Francisco Candido Xavier ,Roberto Muskat,David Muszkat pela Grupo Espírita Emmanuel -Sociedade Civil (1984)
>>> Eu sou o Mensageiro de Markus Zusak pela Intrínseca (2007)
COLUNAS

Segunda-feira, 15/10/2012
Negrinha e os donos do sentido
Gian Danton

+ de 6300 Acessos

Em um texto publicado na revista Isaac Asimov Magazine (n. 19), o autor de "Eu robô" explica que o termo "ironia" vem de uma palavra grega que significa "dissimulação". Segundo ele, o ironista desperta a indignação através da inversão.

A primeira vez que o escritor se viu diante de uma ironia foi ao ler As Aven¬turas do Sr. Pickwick, de Charles Dickens, aos dez anos. No Capítulo 2 ele encontrou uma descrição dos "gestos de bondade" de um personagem chamado Tracy Tupman. Nas palavras de Di¬ckens, "O número de ocasiões... em que esse bondoso homem encaminhou mendigos às residências de outros membros em busca de roupas usadas ou ajuda pecuniária é inacreditável.".

Asimov ficou espantou. Pensou consigo que mandar os pobres procurarem outros membros em vez de ele mesmo ajudá-los não poderia ser considerado um gesto de caridade. Por que, então, o rótulo de bondoso? "Logo, porém, percebi a verdade. O Sr. Tupman não era bondoso. Na verdade, concluí, indignado, não passava de um avaro nojento, e a antipatia que senti por ele perdura até hoje. Eu não sabia que o que acabara de ler era um exemplo de ironia, mas compreendi a idéia daquele dia em diante, até finalmente aprender a palavra".

Como o próprio Asimov adverte, nem todo mundo é capaz de entender uma ironia.

Esse parece ser o caso de Antônio Gomes da Costa Neto. Ele entrou com uma ação na Controladoria Geral da União contra a compra do livro Negrinha, de Monteiro Lobato, para bibliotecas. O autor do requerimento considera que o conto que dá nome ao volume é um exemplo de racismo e sexismo.

Para entender o caso, é interessante conhecer o conteúdo do polêmico conto.

Negrinha foi escrito em 1920. Naquela época, já ia longe o fim da escravidão, mas as condições dos negros na sociedade brasileira ainda era lamentável. Exemplo disso é a Negrinha do título.

Lobato conta que era uma pobre órfã de sete anos, mulatinha escura, magra e de olhos eternamente assustados. Nascera em uma senzala, de mãe escrava, e vivera os primeiros anos nos cantos escuros da cozinha, sobre uma velha esteira e trapos imundos. Durante o conto, Negrinha será vítima dos maus-tratos da patroa, Dona Inácia. Lobato assim a descreve: "Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, animada dos padres, com lugar certo na igreja e camarote de luxo reservado no céu. [...] Uma virtuosa senhora, em suma — 'dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral', dizia o reverendo".

Era uma ótima senhora, mas não admitia choro de criança. Quando a menina começava a chorar, a mãe corria com ela para o quintal, torcendo-lhe em caminho com beliscões de desespero. Mas aquele choro nunca vinha sem razão. Era sempre fome ou frio. Aos quatro anos morreu-lhe a mãe.

A pobre menina aprendera a andar, mas não andava. Era obrigada a ficar sentada, de braços cruzados, imóvel, no canto da sala, por horas e horas. "Que ideia faria de si uma criança que nunca ouviu uma palavra de carinho?", pergunta Lobato. O corpo da criança era tatuado de sinais, cicatrizes, vergões. Batiam nela havendo ou não motivo.

"A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora senhora de escravos — e daquelas de ferozes (...). Nunca se afizera ao regime novo — essa indecência de negro igual a branco".

Como não tinha mais como maltratar escravos, mantinha Negrinha em casa como remédio para seus frenesis: "Tinha de contentar-se com isso, judiaria miúda, os níqueis da crueldade". Era pouco, mas melhor do que nada e, de vez em quando, vinha um castigo maior para desobstruir o fígado e matar de saudades do bom tempo. Foi assim com o caso do ovo.

Uma criada nova roubara do prato de Negrinha um pedaço de carne e esta se revoltara, chamando-a pelo nome que lhe chamavam: Peste. A criada foi contar à boa senhora, que, desentalando do trono as banhas, foi para a cozinha:

- Traga um ovo.

Dona Inácia pô-lo a ferver. A criança, escolhida num canto, aguardava trêmula alguma coisa nunca vista. Quando o ovo chegou ao ponto, a boa senhora mandou: abra a boca. E usando uma colher jogou ali o ovo fervente. Antes que o urro de dor saísse, as mãos da senhora amordaçaram-na até que ovo arrefecesse. Negrinha urrou surdamente e esperneou. Nada mais. Nem os vizinhos chegaram a perceber aquilo.

Logo chegou o vigário e a boa senhora foi recebê-lo e reclamar que não se podia ser boa na vida, como lhe cansava cuidar de Negrinha ao que o vigário respondeu: "a caridade é a mais bela das virtudes cristãs".

Um dia Dona Inácia recebeu a visita de duas sobrinhas. As duas irromperam pela sala como anjos, alegres, brincando e Negrinha, num ímpeto, acompanhou-as. "Mas a dura lição da desigualdade humana lhe chicoteou a alma. Beliscão no umbigo, e nos ouvidos o som cruel de todos os dias: Já para o seu lugar, pestinha! Não se enxerga?".

Um dia as meninas lhe mostraram uma boneca. Negrinha nem sabia o que era aquilo e como se chamava, para diversão das duas, que a incentivaram a pegar uma. Negrinha morria de medo, mas pegou. Pela primeira vez na vida Dona Inácia apiedou-se, e deixou-a brincar.

Esse foi o seu fim. Pois naquele dia Negrinha percebeu que tinha alma, que não era coisa, era um ser humano como qualquer outro. Sentia, vibrava. Quando aquilo se acabou e as meninas foram embora, a menina recusou-se a voltar ao seu estado de coisa, de objeto de torturas da senhora, e morreu. Deixou saudades no nó dos dedos de Dona Inácia: "Como era boa para um croque".

Lobato escreve o conto, um drama, par denunciar as condições terríveis que os negros continuavam vivendo mesmo depois do fim da escravidão. Dona Inácia representa aqueles que não aceitavam o novo regime em que os negros eram iguais aos brancos — e até mesmo o vigário fecha dos olhos para suas maldades.

Pois os autores da petição vislumbram em Negrinha um exemplo de racismo. Para eles, o livro só pode ser lido para provar que Lobato era racista e sexista: "que seja obrigatória a presença de Nota de Apresentação sobre a obrigatoriedade das questões étnico-raciais e sexistas", diz a petição.

Ou seja: qualquer outra leitura deve ser descartada. Os autores da petição citam como exemplo do racismo de Lobato a forma como ele descreve a senhora. O trecho seguinte é citado como exemplo: "Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, animada dos padres, com lugar certo na igreja e camarote de luxo reservado no céu. [...] Uma virtuosa senhora, em suma — 'dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral', dizia o reverendo".

Se, segundo os autores da petição, a ex-dona de escravos merece adjetivos favoráveis, negrinha é descrita com adjetivos negativos. É magra, atrofiada, com olhos eternamente assustados. Para os autores da ação, a forma como Lobato descreve as duas personagens mostra que ele simpatiza com Dona Inácia e com todas as torturas a que ela submete Negrinha. (É de se perguntar se magra pode ser considerado, hoje, um adjetivo negativo, e gorda um adjetivo positivo).

Os autores da petição ignoram completamente que Lobato está sendo irônico. Quando ele diz que Dona Inácia é uma boa senhora, ele está fazendo o mesmo que Dickens, está provocando a indignação através da inversão. O objetivo dele é provocar a indignação do leitor contra a senhora que adorava judiar da criança negra, "que nunca se afizera a esse novo regime — essa indecência de negro igual a branco". A palavra indecência aí, é também uma ironia.

Asimov conseguiu entender o que era uma ironia aos 10 anos. Tudo bem que ele era um gênio, mas creio que a maioria dos leitores adolescentes conseguiria perceber que Lobato não está elogiando Dona Inácia ou vangloriando as suas ações. Ele as está denunciando. Negrinha não é um livro infantil, é um livro adulto e entende-se que um adulto seja capaz de compreender uma ironia, ainda mais no conto Negrinha, em que Lobato usa toda sua capacidade literária para criar no leitor afeição à pobre vítima.

O autor da ação, que poder ser lida aquiaqui parecem ter sido incapazes de perceber que Lobato estava sendo irônico. E querem impor sua leitura a todos os outros.

Mais, eles pedem punição para os pareceristas do MEC que liberaram a compra da obra: "sujeitando-se seus autores a responsabilidade em face da contratação acertada ou equivocada".

Ou seja: para eles, a obra deve ser lida literalmente, e não como ironia, e essa deve ser a única leitura possível. São os donos do sentido. Qualquer outra interpretação da obra está errada.

A campanha contra Lobato é apenas a ponta de lança de um movimento maior. Ao proibir as obras de Lobato em bibliotecas, abre-se caminho para pedir a proibição de qualquer outra obra. Qualquer escritor que tenha usado uma ironia, ou até mesmo uma metáfora, sujeita-se a ser mal-interpretado e, portanto, ser vítima desse movimento.

Nas palavras de Ray Bradbury:

"Existe mais de uma maneira de queimar um livro. E o mundo está cheio de pessoas carregando fósforos acesos. Cada minoria, seja ela batista, unitarista, irlandesa, italiana, octogenária, zen-budista, sionista, adventista-do-sétimo-dia, feminista, republicana, homossexual, do evangelho quadrangular, acha que tem a vontade, o direito e o dever de esparramar o querosene e acender o pavio (...) Beatty, o capitão dos bombeiros em meu romance Farenheit 451, explicou como os livros foram queimados primeiro pelas minorias, cada uma rasgando uma página ou um parágrafo desse livro e depois daquele, até que chegou o dia em que os livros estava vazios e as mentes caladas e as bibliotecas sempre fechadas."


Gian Danton
Macapá, 15/10/2012


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A menos-valia na poesia de André Luiz Pinto de Jardel Dias Cavalcanti
02. As palmeiras da Politécnica de Elisa Andrade Buzzo
03. O papel aceita tudo de Jardel Dias Cavalcanti
04. Dilúvio, de Gerald Thomas de Jardel Dias Cavalcanti
05. Como se me fumasse: Mirisola e a literatura do mal de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Gian Danton
Mais Acessadas de Gian Danton em 2012
01. Por que os livros paradidáticos hoje são assim? - 13/2/2012
02. O desenvolvimento dos meios de comunicação - 27/8/2012
03. Contos de imaginação e mistério - 2/7/2012
04. Um conto de duas cidades - 7/5/2012
05. Contos fantásticos no labirinto de Borges - 26/3/2012


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ESTRATÉGIA, CULTURA E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
ALBERTO DE FREITAS
ELSEVIER
(2016)
R$ 56,00



VARIÁVEIS COMPLEXAS
MURRAY R. SPIEGEL
MCGRAW HILL DO BRASIL
(1972)
R$ 69,00



REVISTA CAPIXABA DE FILOSOFIA E TEOLOGIA - A. 6 Nº10 (681)
DIVERSOS
IFTAV/FSV
(2008)
R$ 18,00



AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM COM O MOODLE
ANA JÚLIA VIAMONTE
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 167,00



CULTURA E DEMOCRACIA VOLUME 2
CELSO DE RUI BEISIEGEL E OUTROS
FUNARTE
(2001)
R$ 16,28



SELEÇÕES DO READERS DIGEST ABRIL DE 1954
TITO LEITE (REDATOR CHEFE)
YPIRANGA
(1954)
R$ 10,00



SANTOS
RICARDO LUIZ DE SOUZA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 489,00



CABEÇA DE HUGO CHAVEZ
FLAVIO BRAGA (APRESENTAÇÃO LUIZ COSTA LIMA)
ROCCO
(2011)
R$ 10,00



O EVANGELHO DE COCO CHANEL
KAREN KARBO E CHESLEY MCLAREN
SEOMAN
(2010)
R$ 20,00
+ frete grátis



GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUÊSA - CURSO SUPERIOR
SILVEIRA BUENO
SARAIVA
(1963)
R$ 5,00





busca | avançada
24646 visitas/dia
922 mil/mês