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Domingo, 21/11/2010
Comentários
Raul Almeida


A igualdade é uma mentira
Quem nasceu para dez réis nunca chega a tostão. Não há maior mentira do que a igualdade entre os "filhos de deus". Igualdade e consenso são a negação da vitória e da liderança. São a negação do talento e da inteligência. São a negação da qualidade e da superioridade. Milhões de jovens sonham com uma carreira de jogador de futebol. Algumas dezenas chegam à borda do sucesso, e apenas um punhado atinge o topo daquele mundo. É quando os iguais compram réplicas de seus uniformes, compram revistas, fotos, cartazes, emblemas, livros etc. Cantores, modelos, manequins, atores e atrizes, professores, escritores, alfaiates (e modistas), médicos, advogados, arquitetos, bandidos são imediatamente deificados, canonizados, entronizados e passam a viver melhor quanto mais for a sua desigualdade. Procura-se ensinar a igualdade, a fraterna igualdade como preceito divino, como qualidade a ser buscada em troca do... reino.

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por Raul Almeida
21/11/2010 às
10h15 189.106.252.155
 
Lição emocionante.
"A gente nunca sabe aproveitar as pessoas. Pior é quando a gente discute com elas por causa de bobagens e elas se vão, deixando amargores no céu da boca." Uma lição emocionante e definitiva, principalmente quando estamos aperfeiçoando a rabugice sexsagenária que tudo discute, tudo sabe ou de tudo já experimentou. Aproveitar, integralmente, as pessoas que nos amam, que nos querem bem, que nos dão atenção, carinho e paciência é desfrutar da felicidade. Independente se são parentes ou não, devemos tolerar ao máximo, indugir, entender e devolver, em igual medida, todo carinho, companherismo, atenção, amizade, alegria e conforto enquanto elas estão por aqui. Assim, teremos muito pouco ou quase nada para nos arrependermos, antes que chegue a nossa vez de deixar saudades.

[Sobre "O suficiente para ser feliz"]

por Raul Almeida
15/11/2010 às
09h03 189.106.244.192
 
Reformas na educação
Nada mais justo e perfeito! Respeitar, prestigiar, remunerar em justa medida, apoiar e garantir boa qualidade de vida aos professores é obrigação de uma sociedade que se imagina civiizada. Se a família onde a mãe diz palavrões e o pai joga lixo pela janela precisa de ajustes, professores que fazem greve a qualquer hora, apresentam-se como restos de varredura de passeata, comportam-se como "boêmios" e/ou "liberais" em altas medidas também precisam. A escola pública tem que ser despolitizada imediatamente. A escola particular tem que ser fiscalizada rigorosamente. Ninguém tem que pagar "por fora" para aprender inglês, ou usar computadores, hoje substitutos da caligrafia. Alguém lembra de aula de caligrafia? Eu tive. De inglês, francês, latim? Eu tive. Estava no currículo do Ginásio e Científico. A valorização dos professores começa na sua qualificação. E não é só saber, saber ensinar e fazê-lo bem. Devem respeitar-se a si próprios e impor sua condição superior e indispensável.

[Sobre "Professoras, maçãs e outras tentações"]

por Raul Almeida
12/11/2010 às
09h10 189.25.222.85
 
Pioraram todos
Há um outro lado, discreto e não menos ordinário, dos coitadinhos: onde estão os sindicalistas, representantes do "operariado" e da "classe trabalhadora"? O que fazem? Seus associados moram em favelas, usam um transporte público deplorável, dependem do calamitoso SUS, têm ensino público abaixo do sofrível. Então? Não fazem nada para mudar a história. Fazem "articulações" insuflam a "luta", se elegem vereadores, deputados e o que mais sabemos. Fazem política. Lutam pelo poder. Quem é que deveria representar os barrigudinhos, os mal vestidos etc? O que é que a representação dos professores faz, realmente, para melhorar a vida deles? O ensino vem perdendo qualidade desde 1960. Pioraram currículo, professores e alunos. Um País de imbecis, sem dúvida. Uma colônia extrativista transformada em abrigo para um rei fujão. Um País por acaso... Há muito o que fazer para construir a dignidade da Nação. Como Pátria, segue amada, salve, salve.

[Sobre "O país dos imbecis"]

por Raul Almeida
30/10/2010 às
12h05 189.25.218.98
 
O PT matou a última esperança
O verdadeiro abstêmio não vai em festa de alcoólatras... A falta de opção não justifica votar no menos mal ou menos pior. "O PT não rouba nem deixa roubar". Essa grande mentira permaneceu incólume, durante todo o tempo em que Lula, o "operário", esteve no poder. Quem garante que sua indicação não irá manter a mesma toada? Aparelhamento, "maracutaias", nepotismo, conchavos, tráfico de influência, Delúbios, Valérios, Zés, Erenices. A lista é enorme, não ficou sem renovação um mês sequer. Desencanto, mentira e sofisma continuam pautando o desempenho dos governos de qualquer partido. O PT foi mais longe. Matou a última esperança. A Marina não tem carisma, não tem competência administrativa, não tem discurso e foi "marketada" como um azarão do tipo Collor. Não deu. Não tinha nada para dar certo. Um Obama caboclo. Só promessas...

[Sobre "O petista relutante"]

por Raul Almeida
29/10/2010 às
11h32 189.24.244.199
 
O político mais bonitinho
Transformar candidatos carrancudos, desconectados, desarticulados diante dos jornaistas, inseguros e indecisos em simpáticas criaturas, é obra dos marqueteiros políticos. A qualidade desses pode até ser questionada, mas, a sua existência, nunca... Exemplos fáceis estão aí, disputando o segundo turno! Quem conseguir mostrar uma carinha mais bonitinha, mais sorridente, mais convincente, menos agressiva, mais piedosa, popular, comum, bem ao gosto da maioria do eleitorado vai levar a taça. Tem sido assim. Vai continuar sendo. Não dá para negar a existência do marketing atrás de tudo. O objetivo é atender ao mercado, nesse caso, o eleitorado. O que é que eles querem? O que é que vai "vender"? Vovózinha, administrador, religiosos, piedosos, condescendentes, heroicos... Quando falta carisma e consistência, só chamando o marketeiro. Depois, maquiadores, ensaiadores, ghost-writers, fotógrafos, assessores, boateiros etc etc.

[Sobre "A derrota do Marketing Político"]

por Raul Almeida
27/10/2010 às
14h33 189.106.226.101
 
O obra do Zéfiro
Não dá para deixar de fora a obra do Carlos Zéfiro começada antes da ditadura, cujo tempo atavessou incólume, terminando apenas com a morte seu criador. Sempre "underground", os "catecismos", como eram conhecidas as revistinhas, circulavam de mão em mão, escondidas dentro de publicações comuns. A produção e distribuição das histórias do Carlos Zéfiro nunca foram interrompidas. Vendidas "secretamente" dentro de discretos envelopes opacos, em bancas de jornais, os quase folhetos, um tanto rudimentares, nunca encalharam. Carlos Zéfiro até que merecia um livro sobre seu pioneirismo, audácia, coragem, e criatividade do seu extenso trabalho.

[Sobre "Maria Erótica e o clamor do sexo"]

por Raul Almeida
26/10/2010 às
10h43 189.24.234.250
 
Políticos de esquerda
Farinha do mesmo saco, receitas diferentes, produtos embolorados. A "esquerda" no brasil é formada por industriais, comerciantes, banqueiros, milionários e a choudra pignoratícia... Serra, FHC, Gabeira, Sarkis, Minc, Dilma, os finados Lamarca, Marighela etc., saíram do mesmo fermento. O que não dá para aceitar é que, de boa fé, acreditou-se no: "Não rouba nem deixa roubar" e, depois, começamos com Delúbio e estamos com a Erenice... A bolinha de papel foi ridícula, a assessoria do Serra é ridícula mas, a Erenice, o dr. Paloci, o Valério, o Luizinho, o ZÉ - ex-sinistro do "Cara" -, não? A Dilma é um produto de MKT. Foi transfomada e mostrada passo a passo pela TV, de carrancuda a sorridente. Repete automaticamente jargôes e promessas. Seria cômico se não fosse trágico. É muito bom ser dirigente ou político de esquerda: Igualdade para os iguais e privilégios para os diferentes...

[Sobre "Jesus não vota"]

por Raul Almeida
25/10/2010 às
09h33 189.24.231.111
 
A mumificação da saudade
A nostalgia é um sub-produto da experiência de vida de cada um. As travessuras infantis transmutam-se em transgressões e imprudências até que, aos 40, começamos a pensar no que não mais faremos ou veremos. É tão bom lembrar das goiabeiras no quintal, onde se subia sem medo. Não mais existem quintais ou goiabeiras. E quem é que aos 68 anos, escalaria goiabeiras em busca de frutas? Saudade é memória recente de coisas que talvez ainda possam ser repetidas. Nostalgia, não. Não veremos, sentiremos ou faremos mais o que virou nostalgia: tomar bonde andando quando se tem 13 anos: nem bonde existe mais; ir ao baile com música de conjunto e dançar "coxa a coxa"; comer uma feijoada de combuca no Papai da Aurora à meia-noite.; fazer um terno sob medida, um sapato no Motta e sair com a namorada. E os amigos? Alguns morreram, outros sumiram. Restou a nostalgia, a mumificação da saudade.

[Sobre "A suprema nostalgia"]

por Raul Almeida
18/10/2010 às
12h32 189.24.239.94
 
Voto chulo ou voto nulo?
Quando analfabetos, alfabetizados que não entendem o que leem, crianças e vagabundos condenados, têm o poder de cancelar votos conscientes ao votar contra os informados, cultos, produtivos, e esclarecidos, fica estabelecida a "aberração democrática" brasileira, mãe do voto chulo, aquele que elege rinocerontes, primatas, analfabetos, alienados de vários matizes, patifes, ladrões, estelionatários, assassinos, corruptos e malfeitores, oportunistas e debochados em geral. Sobra para o cidadão consciente, o voto nulo. A alternativa de negar-se a participar de uma verdadeira orgia moral, quando os valores, (ética, honestidade, competência, seriedade, compromisso, patriotismo e dignidade) desaparecem em meio a escândalos, falcatruas, conchavos e malversação dos bens da República. Voto chulo ou voto nulo? Fico com o segundo.

[Sobre "Voto fulo"]

por Raul Almeida
16/10/2010 às
11h20 189.106.233.201
 
São apenas negócios
O espiritismo explicitado no "Livro dos Espíritos" e em outras obras do Hypolite de Leon Denizar Rivail não tem nada a ver com as novelas da TV, assim como a medicina nada tem com o Alan Kardec. Explico: enquanto médico, Alan foi Hypolite. Não misturou nem arriscou a reputação de cientista em troca de um místico filósofo. Separou um do outro com um pseudônimo! A cartomante, que na tal novela tem papel de destaque, não está presente em nenhum centro mediúnico... A novela é feita para divertir, provocar e, principalmente, vender coisas. É assim que funciona. Pobre é feio e rico é bonito (não que eu creia nisso, mas o espectador comum crê). Não há nada de errado em ser bonita, próspero, materialista ou espiritualizado. O cinema americano nos deu "Ghost", o filme. Tem gente séria acreditando em médiuns, vidas "em outros planos", almas gêmeas etc. Assim como tem gente esperta vendendo diversão com esse tema. Apenas negócios e mercados.

[Sobre "O espiritismo e a novela da Globo"]

por Raul Almeida
4/10/2010 às
10h44 189.25.210.208
 
Violências contra as mulheres
Construir mesquitas não é o mesmo que construir um terreiro de candomblé. Atrás da mesquita vem o estado teocrático e as leis islâmicas. Enquanto o ocidente, ainda que com resalvas, libertou a mulher da condição de "animal de serviço e lazer", no outro lado, o talak repetido três vezes pelo marido é suficiente para repudiar a esposa e tocá-la para fora sem nenhum direito. Mas não é só. Infibulação, mutilação, lapidação, violência e brutalidade como forma de pena e castigo por qualquer motivo, remetem a mulher à condição de criatura do mal, indesejavelmente necessária. Gerações de filhos de imigrantes que não se deixam misturar, ou não são absorvidas, continuam estrangeiras. Um problema? Por certo são. Mas não dá para condenar a tentativa de alguns países europeus em preservar suas identidades, costumes e civilização. Para isso, terão que começar a limpar as ruas, os banheiros e as próprias casas. Terão que pegar no pesado, senão, Alá vai pegar...

[Sobre "O governo de uns, o governo de outros"]

por Raul Almeida
28/9/2010 às
11h30 189.106.237.204
 
Falta de ideologia
Os candidatos dificultam a escolha por conta de sua absoluta falta de ideologia, programa e objetivos de governo, além da confiabilidade. De repente e do nada, atletas de futebol aparecem como "defensores do povo". Um comediante avisa que, se "representar o tal povo", pior do que está não vai ficar. Um pugilista garante que, se eleito, agride e massacra por conta de qualquer coisa que entenda como errado. Sindicalistas transformam-se em lobbistas de suas agremiações, empresários defendem suas corporações, funcionários protegem os próprios interesses... Para quem não é empresário, funcionário ou sindicalizado ingênuo, a coisa fica bem difícil. Para um eleitorado com 50% sem o segundo grau, e 16% de analfabetos, sobram as promessas de "casa própria grátis para todos", hospitais com médicos trabalhando, segurança e justiça eficaz. Emprego e renda... Pode piorar? Vamos ver, mais uma vez.

[Sobre "Um inverno sem censura aos fatos"]

por Raul Almeida
27/9/2010 às
08h51 189.106.250.27
 
Quem compra dá as ordens
Pois é... O problema da qualidade dos espetáculos que são oferecidos ao "grande público" está no público, e não na mocinha que aprendeu quatro acordes! O que se vê e toca nas rádios e TVs é o que vende. É assim aqui e pelo mundo afora. O fato é que parte da maioria dos consumidores do lixo musical não demonstra sua vulgaridade senão quando liga a TV nos programas de sábado e domingo, e mantém o xorume escorrendo em suas casas, por anos a fio! Os "descobridores de talentos" e "formadores de opinião" são os mesmos. E a porcaria vende, enche estádios e praças com espetáculos, shows, concertos etc. Os incomodados que escutem a Radio MEC ou façam vigília para assistir eventuais programas da TV Cultura... Aqui é o axé, gospel, sertanejo. No resto é RAP, "street music", acid, e por aí vai. Quem compra dá as ordens; O oportunismo atende, produz, distribui e continuará morando na cobertura.

[Sobre "Os piores músicos da década"]

por Raul Ameida
24/9/2010 às
08h04 189.106.225.151
 
Eleitores palhaços
O artista Tiririca e a campanha-galhofa "Vote em Tiririca: pior do que tá, não fica", expõe a visão e conceito que seu partido, tal como outros, tem dos eleitores. Nós, enquanto "colégio eleitoral", não passamos de um aglomerado ciclópico, infantil, ingênuo, irresponsável, ignorante e tolo. O palhaço-candidato faz graça para o eleitorado palhaço... Uma falta de respeito? Um achincalhe. Palhaços, lutadores de boxe, cantores de cabaret, morubixabas etc., são cidadãos e, como tal, podem representar outros cidadãos. Basta que tenham seriedade, responsabilidade, respeito e comprometimento. O Tiririca é, apenas, o cume do monturo de candidatos "alegóricos", que estão sendo apresentados por quase todos os "partidos". O registro de candidaturas deveria considerar eliminatórias, a insanidade e/ou infantilidade, além do ficha-limpa. Quem imagina o eleitorado como um bando de idiotas, não pode fazer lei, ser deputado.

[Sobre "Palhaços e candidatos"]

por Raul Almeida
16/9/2010 às
09h59 189.25.106.9
 
Julio Daio Borges
Editor
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