Picasso versus Duchamp e a crise da arte atual | Alberto Beuttenmüller

busca | avançada
63818 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Diálogos na Web FAAP: Na pauta, festivais de cinema e crítica cinematográfica
>>> Pauta: E-books de Suspense Grátis na Pandemia!
>>> Hugo França integra a mostra norte-americana “At The Noyes House”
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Meu malvado favorito
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
Colunistas
Últimos Posts
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Morando sozinha II
>>> É Julio mesmo, sem acento
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> A Piauí tergiversando sobre o fim dos jornais
>>> Mário Sérgio Cortella #EuMaior
>>> O Gabinete do Dr. Caligari
>>> Ser intelectual dói
>>> Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
>>> É Julio mesmo, sem acento
Mais Recentes
>>> Dicionário Inglês/português Português/inglês: Mini Yes de Larousse pela Larousse (2005)
>>> O encontro marcado de Fernando Sabino pela Record (1975)
>>> Larousse de Poche de Précis de Grammaire pela Librairie Larousse (1979)
>>> A Burrice do demônio de Hélio Pellegrino pela Rocco (1988)
>>> Curso de Decoração Casa Claudia de Vários Autores pela Abril (1990)
>>> Verdades e Mistérios da Amazônia de Barros Ferreira pela Clube do livro (1967)
>>> Tempo de Esperas de Pe. Fabio de Melo pela Planeta (2011)
>>> Romance com cocaína de M. Aguêiev pela Círculo do Livro (1983)
>>> O Clube do Filme de David Gilmour pela Intrínseca (2009)
>>> O Alquimista de Paulo Coelho pela Klick (1988)
>>> Vida e contemplação de P. Nelson Carloni pela Loyola (1975)
>>> Sem Rodeios de Oscar Niemeyer pela Revan (2006)
>>> Brida de Paulo Coelho pela Klick (1990)
>>> Zélia, uma Paixão de Fernando Sabino pela Record (1991)
>>> H. Stern Um Passeio pelas Curvas Infinitas de Oscar Niemeyer de Oscar Niemeyer e outros pela H. Stern
>>> Tempo de esperança. 24 horas para você renovar suas energias. de Mark Finley pela Casa Publicadora Brasileira (2009)
>>> O Monstro de Olhos Azuis (memórias) de Tonia Carrero pela Lpm (1986)
>>> Introdução à Crítica do Direito do Trabalho de Tarso Genro pela Lpm (1979)
>>> Virando a Própria Mesa de Ricardo Semler pela Best Seller (1998)
>>> O Segredo das Quatro Letras de Gabriel Chalita pela PlugMe
>>> Elisão Tributária de Diva Prestes Marcondes Malerbi pela Revista dos Tribunais (1984)
>>> Linux - Guia do Administrador do Sistema de Rubem E. Ferreira pela Novatec (2003)
>>> Bellini e os Espíritos de Tony Bellotto pela Companhia das Letras (2005)
>>> O menino e o bruxo de Moacyr Scliar ; Maurício Veneza pela Ática (2007)
>>> Sou João : verdade e diálogo por uma Igreja-comunhão de João Braz Aviz pela Cidade nova (2015)
>>> Elt Pocket Dictionary de Ronald Ridout pela Nelson (1979)
>>> Ensaio Avaliação e Políticas Públicas em Educação 48 Volume 13 Julho Setembro 2005 de Fundação Cesgranrio pela Fundação Cesgranrio (2005)
>>> Relações desumanas no trabalho: da primeira entrevista à aposentadoria de Max Gehringer pela Casa da qualidade (1998)
>>> O Manual do Guerreiro da Luz de Paulo Coelho pela Klick (1997)
>>> Revista de Teatro n. 475 de Aldo Calvet pela Cbag (1990)
>>> Revista de Teatro n. 468 de H.Pereira da Silva pela Sbat (1988)
>>> Revista de Teatro n. 467 de H.Pereira da Silva pela Sbat (1988)
>>> O Processo Tributário - Edição ampliada e atualizada de Cleide Previtalli Cais pela Revista dos Tribunais (1996)
>>> Revista de Teatro n. 466 de H.Pereira da Silva pela Sbat (1988)
>>> Justiça Distributiva e Aplicação de Direito de Plauto Faraco de Azevedo pela Fabris (1983)
>>> O Conto da Ilha Desconhecida de José Saramago pela Companhia das Letras (1999)
>>> Confia filho ... de Pe. Fernando Maria Alvarez de Miranda pela Loyola (1983)
>>> Revista Economia y Sociedad Enero Junio 2016 de Roxana Morales Ramos Editora pela Euna (2016)
>>> Revista de Teatro n. 465 de Sbat pela H.Pereira da Silva (1988)
>>> Direito Internacional Público de Ivo Sefton de Azevedo pela Jurídica/Acadêmica (1982)
>>> A senhora do jogo de Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe pela Record (2009)
>>> Evangelização e libertação de J. B. Libânio pela Vozes (1976)
>>> Revista de Teatro n. 452 (Out.Nov.Dez.1984) de H.Pereira da Silva pela Dalugraf (1984)
>>> Direito Internacional Público de Ivo Sefton de Azevedo pela Jurídica/Acadêmica (1982)
>>> Álbum de Retratos Ferreira Gullar de Por: Geraldo Carneiro pela Folha Seca (2008)
>>> O Direito Penal e o Novo Código Penal Brasileiro de Vladimir Giacomuzzi org. pela Fabris (1985)
>>> Depois da escuridão de Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe pela Record (2011)
>>> Legislação Aduaneira comentada - Mercosul, Aladi, Gatt, Dumping, Drawback e Zona Franca de Guilherme A. dos Santos Mendes pela Meta (1995)
>>> Anuário 1918 =1978 Casa dos Artistas de Francisco Moreno pela Gráfica Jóia (1978)
>>> O Leitor de Bernhard Schlink pela Record (2009)
ENSAIOS

Segunda-feira, 16/6/2003
Picasso versus Duchamp e a crise da arte atual
Alberto Beuttenmüller

+ de 24300 Acessos
+ 6 Comentário(s)

Não há dúvida: Pablo Picasso e Marcel Duchamp foram os dois artistas de maior influência no século 20. Picasso, pelo conjunto de obras; Duchamp, pela negação da própria noção moderna de obra de arte. Podemos dizer que Picasso produziu arte em padrões clássicos: pintura, escultura, gravura, cerâmica. Enquanto Duchamp, depois de ter abandonado sua notável pintura, iniciou a construção da antiarte. Ambos passaram por seguidas metamorfoses. Em Picasso, as metamorfoses surpreenderam durante meio-século; mas, a inatividade de Duchamp não foi menos surpreendente, nem menos fecunda. Picasso foi o retrato do século 20. Suas mutações freqüentes estiveram pari passu com as transformações da época moderna; desde o fim do Impressionismo até a II Guerra Mundial.

Octavio Paz, no prólogo de Marcel Duchamp o el Castillo de la Pureza, no Brasil editado sob título Marcel Duchamp ou o Castelo da Pureza, editora Perspectiva, coleção Elos, em tradução de Sebastião Uchoa Leite, diz haver encarnações e profecias em Picasso, quando o compara com as necessidades urgentes do século 20. E Paz conclui sobre Picasso: “Encarnações: em suas telas e em seus objetos, o espírito moderno se torna visível e palpável; profecias: em suas mudanças, nosso tempo só se afirma para negar-se e só se nega para inventar-se e ir mais além de si. Não um precipitado de tempo puro, não as cristalizações de Klee, Kandinsky e Braque, mas o próprio tempo, sua urgência brutal, a iminência imediata do agora”.

Picasso busca a vertigem da aceleração; Duchamp opôs à vertigem da aceleração de criar, o retardamento. Na Caixa Verde, o francês anota: dizer “retarde” em lugar de pintura ou quadro. E acrescenta: “pintura sobre vidro se converte em ‘retarde’ em vidro, mas ‘retarde’ em vidro não quer dizer pintura sobre vidro”. Esta frase explica o método de Duchamp, se a pintura é a crítica do movimento, o movimento é a crítica da pintura.

Por que a escolha desses dois artistas neste ensaio? Porque são parâmetros, pólos opostos e limites de todos os artistas do século 20, além de precursores da criação artística do século 21 e a crise que recém se instalou nas artes visuais de linguagem contemporânea. Voltemos aos dois gênios.

Picasso é o artista do devir e o que está passando, a um só tempo, do hoje e do arcaico, o artista que mudou tudo para que tudo restasse no mesmo lugar. O artista veloz que se permite ser do século 20 e de todos os séculos, sem deixar de ser do agora. Picasso foi um movimento que se fez pintura, mais que todas as escolas do século 20; foi e é o pintor-tempo.

A pintura de Duchamp, ou sua “retarde”, é de análise, de decomposição, o reverso do artista veloz. Se as figurações de Picasso saltam veloz do espaço imóvel da tela; nas obras de Duchamp, o espaço caminha e se incorpora, e finda como máquina filosófica e hilária, e com ironia refuta todo e qualquer movimento com o retardamento. Como conclui Paz, a metalinguagem de Duchamp baseia-se na metaironia.

As telas de Picasso são imagens; enquanto as obras de Duchamp são uma reflexão irônica sobre a imagem. Picasso pintou dentro da tradição da pintura, como a arte sempre foi; Duchamp fez antiarte. Tentou criar uma arte, partindo do pressuposto de como seria a arte, caso não existisse do modo como a sabemos; como se tudo começasse a partir dele. Se Picasso for uma tese, Duchamp será sempre sua antítese.

Picasso foi artista de fecundidade rara e inesgotável, enquanto as raras telas de Duchamp não passam de meia centena, criadas em menos de dez anos, depois disso foi jogar xadrez e tornou-se mestre, um fato raro para quem começou a jogar tardiamente, como foi o seu caso.

O que Duchamp produziu, depois de 1913, ao deixar a pintura-pintura pela pintura-idéia, foi o início de um conceito novo de arte – a antiarte. A partir daí, Duchamp criou uma obra sem obras. Não há mais telas, mas objetos, como o Grande Vidro ou La Mariée mise a nu par ses celibateires, même – que é instalação, a primeira que se tem notícia, abandonada em 1923, sem terminar. Antes disso, Duchamp criou os ready-mades, objetos industriais dos quais se apossou e os indicou como obras de arte. Havia os ready-mades assistidos, nos quais interferia, como a roda de bicicleta, na qual pôs um banco como suporte; e havia os ready-mades plenos, aqueles que sua mão sequer tocou. Depois disso, alguns gestos esporádicos e um profundo silêncio.

Picasso e Duchamp foram mais destruidores do que construtores. Picasso destruiu a forma, usando da linguagem tradicional da arte, com técnicas diversas e diversificadas. Duchamp criou uma metalinguagem que, no fundo, quer mesmo é destruir a arte, em prol da antiarte, aproveitando-se de que as artes, inclusive as visuais, findam em zona invisível e obscura, daí sua subjetividade.

Se Picasso usou da paranóia para destruir a forma, Duchamp destruiu a definição de arte de maneira esquizofrênica, sem deixar margem a qualquer tipo de reconstrução. Nestes dois criadores do século 20 está o cerne da crise por que passa a arte hoje, seja a pintura, seja a instalação, sejam os novos meios de produzir arte.

Duas definições de arte foram destruídas; a de Hegel: arte é a manifestação do espírito que o próprio espírito vem a superar; e a de Heidegger: arte é a projeção da verdade do ser, como obra. Em nenhuma dessas duas definições cabe a arte dita contemporânea.

Nota do Editor
Texto inédito, especialmente redigido pelo autor, para o Digestivo Cultural. Alberto Beuttenmüller é poeta, jornalista e crítico de arte (membro da AICA).


Alberto Beuttenmüller
São Paulo, 16/6/2003

Mais Alberto Beuttenmüller
Mais Acessados de Alberto Beuttenmüller
01. Modernismo e Modernidade - 9/9/2002
02. Sérgio Buarque de Holanda: o homem cordial - 29/7/2002
03. Picasso versus Duchamp e a crise da arte atual - 16/6/2003
04. Matisse e Picasso, lado a lado - 28/10/2002
05. A Bienal e a Linguagem Contemporânea - 10/6/2002


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
19/7/2003
12h10min
Caro Alberto, li hoje seu texto muito precioso. só queria comentar algo que creio ser uma generalização. a frase final, de que as categorias hegelianas e as heidegerianas não cabem na arte contemporânea. se partimos de "do espiritual na arte" de kandinsky e chegarmos à arte abstrata, afinal o que temos? uma busca da síntese espiritual que a linha, o movimento e a cor podem proporcionar. isso é uma postura que remete ao pré-renascimento e a uma obra como "da arte e do belo", do pensador católico francês do sec. XIX Lamennais. claro que no caso de picasso e duchamp você está correto. apenas creio que nem toda arte contemporânea foi devedora destes dois. a arter abstrata, posterior ao que de mais relevante os dois fizeram, é o caso. e há outros casos. o que acha? abraço, jardel
[Leia outros Comentários de jardel]
23/7/2003
10h10min
Caro Jardel: não vamos confundir arte moderna com pós-moderna (a partir de 1960). Picasso, Kandinsky et caterva não mais influenciam a arte atual, a arte de Linguagem Contemporânea. Esta está toda baseada em Duchamp, o causador de idéias geniais, mas também o causador da crise que se instalou na arte atual. A maioria dos artistas em atividade não está preparada para a arte conceitual de Duchamp, mas procuram imitá-lo. Por isso, as instalações mal resolvidas, os vídeos de arte sem qualquer sentido, que vemos nas bienais. A Arte está deixando de comunicar-se com o fruidor, o qual passou a ser um neo-bobo, como diria o nosso FHC. Abraço. AB.
[Leia outros Comentários de AlbertoBeuttenmüller]
26/7/2003
00h35min
Nosso FHC não, teu! hehehe o pós moderno está muito mais ligado ao cyber... desde 70
[Leia outros Comentários de Ratoloco]
7/8/2003
09h51min
Prezado Alberto Beuttenmüller, Gostaria apenas de sanar uma dúvida. A primeira instalação nao foi Merzbau-Kurt Schwitters como afirma Ferreira Gullar em Argumentacoes contra a morte da arte? Abracos do Rodrigo Vivas e parabens pelo artigo
[Leia outros Comentários de Rodrigo Vivas ]
7/8/2003
11h19min
Não respondo a pessoas que se escondem por trás de nicknames. Meu caro Rodrigo: O Gullar está certo do ponto de vista oficial da História da Arte. Não havia instalação,quando Duchamp fazia o Grande Vidro.Se vc olhar com atenção para o Grande Vidro verá que foi o precursor das instalações de hoje. AB
[Leia outros Comentários de AlbertoBeuttenmüller]
29/7/2008
17h01min
Que beleza de texto: interessante e fundamentado. E seus comentários também. Parabéns a todos que entraram nessa discussão. Mas para mim cabe uma pergunta, por pura curiosidade: "Estamos prestes a uma girada de roda?" Digo: se os movimentos artísticos vêm e vão ao longo dos séculos, e atualmente sinto que todos concordam que a arte contemporânea está em crise, será que não estamos prestes a uma retomada do passado, com um novo olhar, assim como o Renascimento foi, de certa forma uma retomada da antiguidade clássica? Qual seria o próximo passo? Voltar a valorizar mais o figurativo? O que acham? Abraços a todos.
[Leia outros Comentários de Cristina Jacó]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




UMA VIDA INVENTADA
MAITÊ PROENÇA
AGIR
(2008)
R$ 5,00



MOTIVADO PARA VENCER VOL. 2 HISTORIAS PARA TRANSFORMAR SUA VIDA
D. DCARTIO
LIO
(2008)
R$ 5,00



UM PRESENTE DE NATAL
MARY HIGGINS CLARK E CAROL HIGGINS CLARK
RECORD
(2006)
R$ 7,50



A MAIOR POÇA DE LAMA DO MUNDO
MARK BAKER
SALAMANDRA
(2014)
R$ 7,50



REVISTA BRASILEIRA DE ECONOMIA - VOL. 26/ Nº 1/ JAN./MAR 1972
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS
(1972)
R$ 5,00



DEUS E MEU SUCESSO - COMO TRANSFORMAR OBSTACULOS EM VANTAGENS
LARRY S. JULIAN
LAROUSSE
(2008)
R$ 5,99



O COMUNICADOR
RENATO CASTELO BRANCO
PRESTIGIO
(2004)
R$ 6,90



HEADWAY ELEMENTARY STUDENTS BOOK
LIZ & JOHN SOARS E PAUL HANCOCK
OXFORD
(2019)
R$ 239,90



UM NOVO MUNDO
ALFONS BALBACH
EDIFICAÇAO DO LAR
R$ 6,90



NOVAS BASES DA BIOLOGIA - SERES VIVOS E COMUNIDADES
NÉLI BIZZO
ÁTICA
(2011)
R$ 12,00





busca | avançada
63818 visitas/dia
2,2 milhões/mês