Todos os amores acabam | Daniela Castilho | Digestivo Cultural

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COLUNAS

Quarta-feira, 3/8/2005
Todos os amores acabam
Daniela Castilho

+ de 7700 Acessos
+ 6 Comentário(s)

Acabei de ler dois blogs de dois homens completamente diferentes. Interessante notar que ambos tem mais de 30 anos, ambos são cultos e inteligentes, ambos são divorciados e ambos apresentam a mesma característica: parecem estar padecendo de um grande desencanto com as mulheres.

Curioso.

Eu estou divorciada há um ano e oito meses. Mas no meu coração, já estava divorciada há mais dois anos. No total então são 3 anos e 8 meses. O amor já tinha acabado e a convivência era penosa. Um dia eu criei coragem e falei que queria me divorciar. Mas precisou acontecer uma coisa muito importante primeiro: eu precisei colocar a minha auto-estima e meu ego nos seus devidos lugares e me sentir como me sentia antes do final do relacionamento: linda, interessante e feliz comigo mesma.

Casamento é uma armadilha com a qual é preciso tomar cuidado. A gente se casa porque está apaixonado, porque quer "assentar" na vida, porque quer ter filhos ou por todas essas coisas. Só que conviver 24/7 com uma pessoa é uma tarefa muito complicada, ainda mais quando envolve amor, sexo e divisão de dinheiro (não necessariamente nessa ordem).

Se romance fosse uma coisa realmente boa e bela, os grandes romances da literatura não teriam finais trágicos. Observem como terminam mal os "grandes romances": Romeu & Julieta, Tristão & Isolda, Lancelote & Guinevere, etc. Só em contos de fadas os romances acabam bem, porque terminam logo depois da cerimônia de casamento com um "e eles viveram felizes para sempre...", sem explicar o que aconteceu quando o príncipe pediu pra Cinderela fazer feijão do jeito que sua mãe fazia ou como é que Branca de Neve agiu depois de ter filhos.

Não existe amor para sempre. Muitos casamentos que duram a vida toda também terminaram depois de uns cinco ou seis anos, só que os compromissos financeiros (ou a religião ou ainda a moral) obrigaram aquele casal a continuar casado.

Então eu reavalio a minha própria vida. Eu tenho muita, mas muita sorte.

Na fase da adolescência, quando temos a menor auto-estima do mundo eu usava óculos, aparelho nos dentes e era gorda. Sorte a minha, muita sorte. Como era considerada "feia" pelos garotos, escapei de engravidar prematuramente (como muitas das minhas amigas), escapei de namorar um cara só até me casar depois da faculdade (como muitas outras amigas minhas) e pude ir construindo minha própria carreira profissional e curtir a minha família (sou muito amiga da minha mãe e dos meus irmãos).

Sorte, muita sorte.

Claro, ser gorda-de-óculos-e-aparelhos foi um estado temporário (apesar de eu usar óculos até hoje) e aos dezenove anos eu namorei sério pela primeira vez. Já tinha tido experiências sexuais (afinal, quem disse que não existem garotos que gostem de gordinhas-de-óculos?) e namorei por seis anos um rapaz que eu adorava. Ele era três anos mais velho que eu.

Venceu minha auto-estima, que fazia eu me sentir bonita, independente dos modelos que as pessoas acreditam ser "beleza". Eu nunca fui um modelo, mas nunca me senti miserável por causa disso.

Depois desse primeiro namorado (o relacionamento acabou porque ele ainda ia demorar muito para se formar, estava indeciso com o que fazer com sua vida, eu já trabalhava, tinha novas oportunidades de flertar e sair com outros caras – fora que enjoamos totalmente um da cara do outro. Uns dois anos depois, ele casou com outra moça e, até onde soube, era muito feliz). Considero meu segundo grande amor um outro namorado meu, com quem morei junto por seis meses. Esse grande amor durou pouco mais de um ano, deixou lembranças incríveis de viagens e foi, também, a primeira época que morei fora da casa da minha mãe, em repúblicas de estudantes e em outras cidades.

Quando acabou esse amor, achei na época que ia me desmanchar de tanto chorar. Mas tudo passa, essa é que é a verdade. E, just for the record, esse meu segundo grande amor foi o primeiro namorado mais novo que eu tive, era cinco anos mais novo que eu. Tive que vencer preconceitos pessoais meus com relação a namorar alguém mais jovem, mas valeu muito a pena.

Depois continuei saindo e namorando, até conhecer meu ex-marido – que tem 8 anos a menos que eu. Casei com ele aos 30 anos, quando muita gente diz que a mulher já "encalhou". Meninos e meninas, se tem uma coisa que eu nunca fui e acho que nunca serei é "encalhada". Ser "encalhada" é um estado mental, não uma realidade, ainda mais hoje em dia, com todos os avanços científicos que permitem uma mulher ser mãe pela primeira vez aos 40 anos e que prolongam a juventude física das pessoas por muitos anos.

Depois do meu divórcio, eu já namorei novamente. Ele tem 12 anos a menos que eu, é considerado por muitos um nerd e não um "modelo de beleza", mas para mim é um dos homens mais bonitos com quem já me relacionei. Nosso namoro durou cinco meses e foi magnífico em todos os sentidos. Ele me achava a mulher mais linda do mundo. Eu o achava o homem mais lindo e mais maravilhoso do mundo. Fomos muito felizes juntos.

Ego e auto-estima nos lugares corretos. Então você fica feliz em ser você. E amando a si mesmo, pode amar o outro com facilidade e ser feliz em estar com o outro.

Lendo esses dois blogs desses dois homens, dois blogs que me pareceram muito amargos, fiquei pensando nisso tudo. As pessoas se deixam escravizar por sentimentos e conceitos tão idiotas, impostos pela sociedade de consumo, pelos parâmetros da mídia. Fiquei com pena tanto do cara que diz que acha que não vai mais amar e que ficou cético depois do divórcio como do outro, que falou sobre a miséria do gênero feminino em relação à idade. E tive muita pena não apenas deles, mas de todo mundo, homens e mulheres que acreditam nas mesmas coisas.

Eu me olho no espelho e ainda não vejo grandes rugas. Eu sei que não aparento a minha idade. Eu tenho alguns cabelos brancos, a linha do meu queixo denuncia que não tenho mais 20 anos de idade, sei que estou envelhecendo, mas não me sinto "velha".

E quando me olho no espelho penso que sorte eu tive quando eu era adolescente e de como continuo a ter sorte. Quase aos 40 anos, eu não ligo a mínima – como não ligava aos 16, aos 18, aos 25, aos 30 – para os conceitos pré-estabelecidos e para os chavões sobre idade ou sobre o que é que homens e mulheres devem pensar sobre beleza física.

Eu pretendo amar muitas vezes ainda. E ter sexo da melhor qualidade, como sempre procurei ter. E talvez casar de novo. Como nunca me relacionei com um homem acima de 35 anos, estou querendo agora experimentar um namorado que tenha mais de 35. Talvez uns 40? Ou mesmo 50. Vai ser uma experiência nova. E tenho certeza de que se o amor for intenso e gostoso, pode acontecer de eu ser pedida em casamento novamente – já fui pedida seis vezes e aceitei uma! – e talvez eu aceite.

A idade não tem nada com isso. É um estado de espírito.

E ao mesmo tempo em que eu digo tudo isso, sei que meus velhos bons critérios vão continuar os mesmos: assim como eu nunca me importei se o cara era pobre ou rico, mais novo ou mais velho, magro ou gordo, com ou sem óculos, vou continuar não me importando. Eu quero que o homem que me acompanhe (por pouco ou muito tempo) seja um homem interessante, com idéias que me atraiam, que goste de cinema, literatura, que goste de trabalhar, de estudar, de crescer como pessoa, que goste de seu trabalho, seja uma pessoa independente e que, como eu, não se importe tanto com a passagem do tempo e ainda acredite em amor.

Mesmo sabendo que todos os amores acabam.

Nota do Editor
Daniela Castilho é designer, diretora de arte e assina o blog MadTeaParty.


Daniela Castilho
São Paulo, 3/8/2005

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* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
3/8/2005
01h00min
Excelente coluna, Daniela. Texto gostoso de ler, franco, sublime e duro em seu conteúdo, além de extremamente racional. Sinto verdadeira paixão nas suas palavras. Paixão em viver, paixão em curtir o que de melhor a existência nos dá – e daí se o amor acaba? Acho que o segredo é aproveitar enquanto ele existe, levá-lo às últimas (e sempre saudáveis) consequencias. Particularmente, vivo uma relação já há quase seis anos, e estou muito bem. Quem sabe dou sorte, não é mesmo? Um beijo pra você e sucesso em seus "empreendimentos" sentimentais! :-)
[Leia outros Comentários de Marcelo Miranda]
16/8/2005
21h05min
Concordo totalmente com o colega acima; o texto é excelente! O fato é que, além disso, eu nunca havia lido a minha história contada por outra pessoa!!! Fantástico! Sua vida parece com a minha ou "todos os amores são iguais"? Brincadeira, temos mesmo muito em comum no que diz respeito a opiniões e episódios de nossas vidas. Estou assim espantada porque é muito interessante... Bem, de qualquer modo, sua forma de escrever é muito gostosa e convidativa. Adorei a hora do espanto, digo, o texto!
[Leia outros Comentários de Liliane Nogueira]
23/8/2005
08h52min
É, amiga, nunca tinha lido um texto tão cheio de verdade, do fundo da alma e sem maquiagem. Eu também acredito que devemos sempre ouvir nossa alma porque viver ao lado de outra pessoa apenas por viver é na verdade morrer antecipado. Mesmo que gostemos dela, o amor acaba mas o respeito, a amizade e o carinho... isso eu acredito que, dependendo do relacionamento, nunca acaba, mas não é por isso que devemos abdicar de nossa vida em prol de outra pessoa.
[Leia outros Comentários de Rafael ]
23/6/2006
13h13min
Obrigado, Daniela, por ter coragem para dissertar sobre um tema tão complexo. Realmente, os amores passam e com eles se vão sonhos, realizações, medos, frustrações... mas o que fica é, sem dúvida, um aprendizado pra toda a vida: a oportunidade de viver novos amores, curtir novas fases, sentir outros sentimentos... isto não acaba, o coração não envelhece e isto é fantástico. Fiquei muito feliz ao ler este texto num momento de profunda reflexão sobre minha vida e meus amores...!
[Leia outros Comentários de Linnda]
26/7/2006
20h08min
Você classificou os blogs dos dois homens como amargos. Mas o titúlo que vc deu a este texto, e a conclusão final, mostram o quanto vc tb está amarga. Nossa, amargura parece ser o novo vírus do momento. Li certa vez que se um amor tiver que acabar que seja com ternura e esperança. Mas não acredito em amores que acabam. Pois amor que acaba é pq nunca foi amor de Verdade. E acho que o AMOR é uma oportunidade única e para poucos. O resto, aqueles amores que acabam, eram ilusão, paixão, tesão ou carma, mas AMOR, não!
[Leia outros Comentários de Duci Weiss]
24/8/2006
12h48min
Alguns amores não acabam. Isto não é uma ilusão! Creio verdadeiramente nisso. Alguns casais reciclam o amor que sentem ao longo da vida, sem desgastá-lo. Renovam o amor na cumplicidade.
[Leia outros Comentários de Flávia Stein]
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