Literatura, cinema e adaptações | Pilar Fazito | Digestivo Cultural

busca | avançada
72040 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Rodolpho Parigi participa de live da FAAP
>>> Para fugir de ex-companheiro brasileira dá volta ao mundo com pouco dinheiro
>>> Zé Guilherme encerra série EntreMeios com participação da cantora Vania Abreu
>>> Bricksave oferece vistos em troca de investimentos em Portugal
>>> Projeto ‘Benzedeiras, tradição milenar de cura pela fé’ é lançado em multiplataformas
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Cabelo, cabeleira
>>> A redoma de vidro de Sylvia Plath
>>> Mas se não é um coração vivo essa linha
>>> Zuza Homem de Mello (1933-2020)
>>> Eddie Van Halen (1955-2020)
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - II
>>> Vandalizar e destituir uma imagem de estátua
>>> Partilha do Enigma: poesia de Rodrigo Garcia Lopes
>>> Meu malvado favorito
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
Colunistas
Últimos Posts
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
>>> Como elas publicavam?
>>> Van Halen no Rock 'n' Roll Hall of Fame
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
Últimos Posts
>>> Normal!
>>> Os bons companheiros, 30 anos
>>> Briga de foice no escuro
>>> Alma nua
>>> Perplexo!
>>> Orgulho da minha terra
>>> Assim ainda caminha a humanidade
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A forca de cascavel — Angústia (Fuvest)
>>> Meu tio
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> Tarde, de Paulo Henriques Britto
>>> Curitiba
>>> O Leitor Apaixonado, livro de Ruy Castro
>>> Carta de um jovem contestador
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Breve História do Cinismo Ingênuo
>>> Minha cartomante não curte o Facebook
Mais Recentes
>>> Estatuto da Criança e do Adolescente de Vários Autores pela Pmpa (2003)
>>> O Inocente de Harlan Coben pela Arqueiro (2013)
>>> A Dama das Camélias de Alexandre Dumas Filho pela Nova Cultural (2003)
>>> Equilíbrio Total Através da Parapsicologia de Miguel Lucas pela Almed (1981)
>>> Casa de Bonecas de Henrik Ibsen pela Nova Cultural (2003)
>>> O Poder da Oração para Mulheres de Jackie M. Johnson pela Povket ouro (2013)
>>> Jesus como Terapeuta - O Poder Curador das Palavras de Anselm Grün pela Vozes (2013)
>>> Manual do Astrônomo Amador de Jean Nicolini pela Papirus (1991)
>>> As Três Irmãs de Anton Tchekov pela Nova Cultural (2002)
>>> Constituição da República Federativa do Brasil de Alexandre de Moraes (Org.) pela Atlas (2001)
>>> Constituição da República Federativa do Brasil de Vários Autores pela Saraiva (2000)
>>> O Livro Secreto do Banheiro Feminino de Jo Barrett pela Essência/Planeta (2008)
>>> Código de Hamurabi – Código de Manu – Lei das XII Tábuas de Jair Lot Vieira (Superv.) pela Edipro (2002)
>>> Manual de Prática Forense Civil de Edson Cosac Bortolai pela Revista dos Tribunais (2003)
>>> Vade Mecum Método Cívil 2016 de Vários Autores pela Método (2016)
>>> Nossa próxima atração. O interprograma do Canal 3 de Mário Fanucchi pela Edusp (1996)
>>> Evaristo de Moraes Filho – 100 Anos de Vida Contribuição à Sociologia e ao Direito do Trabalho de Eliana Gonçalves da Fonte Pessanha e Outros (Orgs.) pela Ministério do Trabalho (2016)
>>> O tempo e a alma de Jacob Needleman pela Ediouro (1999)
>>> A Revolução de 1930 - História e Historiografia de Boris Fausto pela Companhia das Letras (2015)
>>> Vivendo, Amando e Aprendendo de Leo Buscaglia pela Nova Era (2007)
>>> Rio Paranapanema da nascente à foz de Paulo Zocchi & Marcelo Maragni pela Horizonte Geográfico (2002)
>>> Milagres de Rodrigo Alvarez pela Globolivros (2017)
>>> Espiritualidade: um Caminho de Transformação de Leonardo Boff pela Sextante (2001)
>>> Índios no Brasil - História, Direitos e Cidadania de Manuela Carneiro da Cunha pela Claro Enigma (2013)
>>> O Encontro Inesperado de Zibia Gaspareto pela Vida e Consciência (2014)
>>> Corpo sem Idade, Mente sem Fronteira de Deepak Chopra pela Rocco (1994)
>>> Astrologia e Saúde de Sheila Geddes pela Nova fronteira (1988)
>>> Naufragos da Vida de Luciana Cardoso pela Dpl (2000)
>>> No Mundo de Chico Xavier de Francisco Candido Xavier pela Ide (2006)
>>> Aborto, Suicidio e Pena de Morte de Celso Martins pela Dpl (2002)
>>> Acaiaca de Marilusa Moreira Vasconcellos / Tomás Antônio Gonzaga pela Radhu (1998)
>>> Astrologia - Prática e Profissão de Stephen Arroyo pela Pensamento (1984)
>>> La Independência Del Paraguay Y El Império Del Brasil de R. Antonio Ramos pela Fundação Alexandre Gusmão (2016)
>>> A Anti-história das Mensagens Co-piadas de Luciano dos Anjos pela Laymarie (2009)
>>> Cidades da Noite Escarlate de William Burroughs pela Siciliano (1995)
>>> A Fé Explicada aos Jovens Volune 1 de Rey-Mermet pela Paulinas (1979)
>>> O Caminho de Jesus Exercícios Espirituais de Pe Pius T Sidegum pela Fonte (2012)
>>> A Vida Mística de Jesus de H Spencer Lewis pela Rosacruz (1991)
>>> O Mistério da Trindade de Alexandre Palma pela Paulinas (2018)
>>> A Fé na Periferia do Mundo de Leonardo Boff pela Vozes (1978)
>>> Diálogos com a Geração Z Fronteiras Educação – Nº 01 - Ano 1 – Cultura, Religião e Liberdade de Sônia Montaño pela Associadas (2010)
>>> A Fé Explicada de Leo J Trese pela Quadrante
>>> O Grande Conflito de Ellen G White pela Casa Publicadora Brasileira (2005)
>>> Diálogos com a Geração Z Fronteiras Educação – Nº 03 - Ano 1 – Inteligência Artificial e o Cérebro no Futuro de Sônia Montaño e Juliana Szabluk pela Associadas (2010)
>>> Instrução Geral Sobre o Missal Romano de J Aldazábal pela Paulinas (2012)
>>> Parábolas e Ensinos de Jesus de Cairbar Schutel pela O Clarim (1993)
>>> Dicionário das Religiões de John R. Hinnells pela Cultrix (1984)
>>> Catecismo da Igreja Católica de Daniel Sant'anna / Rosane Guedes pela Vozes / Loyola / Paulinas (1993)
>>> Curso Básico de Espiritismo 2 Ano de Federação Espírita do Estado de São Paulo pela Feesp (2006)
>>> Flamengo - o Vermelho e o Negro de Ruy Castro pela Ediouro (2005)
COLUNAS

Quarta-feira, 23/5/2007
Literatura, cinema e adaptações
Pilar Fazito

+ de 12000 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Minha formação acadêmica está mais próxima da literatura do que do cinema. Sempre gostei de filmes, mas nunca fui cinéfila. Sempre gostei de histórias, de ler e escrever, mas também passo longe da bibliofilia.

Meu fascínio mesmo é por aquele instante em que a gente vê um mundo de idéias tomando forma gráfica através de um lápis, de uma caneta ou de qualquer coisa que risque. Se isso virar instrução para que essas idéias alcem novo vôo, desta vez do papel para as telas, melhor ainda. Mas eu gosto mesmo é do vôo, não do pássaro.

Esse vôo de idéias é tão instintivo e efêmero que nenhuma discussão teórica é capaz de aprisionar. Tentei fazer isso por dois anos, numa dissertação de mestrado, e acho que só consegui tirar uma lasquinha da ponta do iceberg. E tenho a impressão de que se continuasse com o trabalho por mais quinze anos, não teria mais do que outra lasquinha.

De lasquinha em lasquinha, entrei em acordo com meus botões, após uma assembléia muito acalorada. Chegamos à conclusão de que expressão verbal e visual são linguagens diferentes, mas irmãs. No campo da arte, por conseguinte, literatura, cinema, teatro, histórias em quadrinhos etc., fariam parte de uma grande família e se relacionariam como primos, uns de primeiro grau, outros de segundo e por aí vai.

E com essa "teoria" desajeitada, entrei em paz comigo mesma até que um Marçal atravessou meu caminho. Clareemos essa ladainha: e-mail daqui, e-mail dali, entrei num pingue-pongue argumentativo com o Marçal (o Aquino). Não há, no Brasil, melhor pessoa do que ele para discutir o que Literatura tem a ver com Cinema, afinal, o moço-escritor vez por outra invade a praia do cinema com as piores notícias recebidas de lindos lábios e ajuda a fedentina do ralo a espalhar prá todo lado.

Intuitivamente, eu defendia as raquetadas de Marçal e a honra da família verbo-visual: literatura tem a ver com cinema. "Não tem nada a ver", rebatia o Aquino.

O pingue-pongue virtual foi ficando cansativo e marcamos um duelo em João Pessoa, aproveitando a ocasião do encontro no III Cineport: Festival de Cinema em Língua Portuguesa.

O Marçal deu uma prévia de sua palestra aos roteiristas do laboratório de adaptação literária, do qual faço parte. Engatamos uma quinta e aproveitamos para continuar nosso acerto de contas.

Em termos de adaptação literária para o cinema, nunca soube muito bem sob que ponto de vista deveria formular minhas idéias. Escritores tendem a achar que o filme deve ser fiel ao texto, ainda mais se a adaptação é de uma obra sua. Esse apego é justificável, uma vez que há romances que demandam um, dois, cinco anos ou mais para serem geridos e paridos. Deve dar mesmo muita raiva ver um roteirista e um diretor transformar o "bebê" num Frankenstein.

Por outro lado, cineastas entendem melhor que a linguagem das telas é outra e que o compromisso do cinema é com os espectadores, não com os leitores. É necessário fazer um filme bom e, muitas vezes, o livro transposto tal e qual para as telas não implica necessariamente que esse objetivo será alcançado. Por melhor que o livro seja e por melhor que o roteirista seja.

As explicações são várias e vão desde as múltiplas interpretações pessoais evocadas pela narrativa textual até a dificuldade de traduzir em imagem idéias abstratas. Dizer que o personagem está angustiado é uma coisa, mostrar isso requer um esforço ainda maior. Ainda mais se o ator for uma espécie de cigano Igor, de uma extinta novela da Glória Perez.

No filme O perfume, por exemplo, os roteiristas preferiram uma adaptação "fiel" do livro de Süskind, se é que se pode dizer isso. A direção de arte está impecável, a escolha do elenco foi acertadíssima, mas nada disso salva a cena final do tom brega, em que o lencinho branco agitado ao vento faz suspirar e endoidecer a platéia que assistiria ao enforcamento do assassino. No livro, essa passagem não tem nada de brega e impressiona. No filme, ficou patético. Que triste.

Outro exemplo recente foi a adaptação de O cheiro do ralo, de Lourenço Mutarelli. A adaptação não mudou quase nada da narrativa original. E nem precisava mesmo, a escrita de Mutarelli é bem visual e isso facilita a transposição para as telas. Entretanto, há um crescendum quanto à consciência do personagem principal. No início do texto, as frases são curtas e há pouca reflexão. Já no final, é como se o protagonista tivesse alcançado a compreensão de si mesmo, como um cara com dificuldades de se relacionar e que tem tudo pela metade ou de segunda mão, seja o pai, representado pelo olho e pela perna mecânica, ou a mulher, representada pela bunda. Estranhamente, ele não quer mais do que isso.

Gostei bastante do filme. A direção de arte também é muito boa, o elenco (com exceção da moça que faz a noiva) é excelente e tem boas revelações (como o próprio Mutarelli e o cara que fez o violinista), a trilha é ótima e a fotografia, exemplar (destaque para as cenas em que o protagonista passa diante da fachada do prédio). Mas então qual é o problema? O problema, nesse caso, é pessoal. Achei que o filme não conseguiu mostrar bem essa transformação do personagem que é tão latente do início ao fim do livro. Mas posso estar enganada. Há quem me garantiu perceber essa mudança sem ter lido o livro.

E aí é que mora a questão da adaptação. Toda adaptação será pior que o livro. Sempre haverá quem prefere o livro. Já que é assim, será que o roteirista ainda deve tentar manter a fidelidade ao texto original? Ou seria melhor ele apenas se inspirar na obra, basear-se ou adaptar livremente?

Os escritores defendem a fidelidade, os cineastas, não. Por isso fui perguntar ao Marçal, que embora se afirme como escritor, é polivalente e joga nas duas posições. Acabei encontrando alívio nesse nosso pingue-pongue, uma vez que também ando atuando nessas duas posições.

O Marçal defende que escritores apegados à própria obra não permitam que ela vá parar nas telas. Caso permitam, que entendam a necessidade de ela ser revirada ao avesso e desconstruída. Ou seja, o cinema não é lugar para escritor apaixonado pela própria criação.

Por essas e outras, o Gabriel García Márquez aumenta o valor dos direitos autorais sobre os Cem anos de solidão, de quando em vez. Essa coisa mal-resolvida da intervenção de terceiros na educação da criança... E ele está certo. Já o Marçal deverá ter o Invasor nas telas de Holywood, numa versão à la ficção científica. Aliens e essas coisas, talvez. O escritor não se importa com isso, já que entende o papel do roteirista. Ademais, pagando bem, que mal tem? Quantas versões de Romeu e Julieta não pararam nas telas do cinema? Uma adaptação (ruim ou boa) não impede o surgimento de outras.

Mas e no caso de criação do roteirista? Do roteiro original, sem ser uma adaptação? O processo criativo não tem nada de literário?

O Marçal, coça a cabeça, olha para o teto e se esquiva sem saber bem como responder, já que ele é escritor e não escreve roteiros diretamente. As idéias, para ele, sempre viram narrativas primeiro, só depois é que são mutiladas e costuradas para o formato cinematográfico. Ele encerrou sua palestra dizendo que o cinema não tem nada a ver com a literatura, mas depende dela de forma vital.

Depois de todo o quiprocó, saí desse duelo com a impressão de que literatura tem mais a ver com cinema quando não se trata de uma adaptação. Adaptações é que não têm nada a ver com literatura... Ou não.


Pilar Fazito
Belo Horizonte, 23/5/2007


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Alguns Jesus em 10 anos de Alexandre Petillo
02. Paulista por opção (e por paixão) de Bruno Girão Borgneth


Mais Pilar Fazito
Mais Acessadas de Pilar Fazito em 2007
01. Ferreira Gullar em dose única - 29/10/2007
02. Auto-ajuda e auto-engano - 30/7/2007
03. Literatura, cinema e adaptações - 23/5/2007
04. Curso superior de auto-ajuda empresarial - 10/9/2007
05. Youtube, o mega-saldão de verão - 19/4/2007


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
23/5/2007
12h52min
Adaptação de livro para cinema não é literatura, seguramente. Nem pode ser. É outra linguagem mesmo. O filme pode parecer vagamente com o livro, mas é totalmente desconstruído, por mais fiel que queira ser. Por exemplo, "Benjamim"... O filme e o livro? Em que se tocam? No enredo, nas palavras, no modo como os artistas atuam? Não tem jeito. A impressão visual do cinema nos tira a criação que fazemos dos personagens ao lermos um livro. Mesmo que seja universal como "O Senhor dos Anéis" e populares, quando entramos em um cinema, com um filme adapatado de um livro, temos que destruir o que criamos como imagens subjetivas e únicas. É entrar de peito aberto, cabeça limpa e assistir à película como uma coisa nova. Podemos, depois comparar, e ver se de fato os personagens se parecem com os que criamos, Mas, normalmente, isso não acontece. E o filme pode nos trazer gratas surpresas ou amargas decepções. Depende do modo como entendemos o livro. O que importa é a qualidade: É bom ou ruim?
[Leia outros Comentários de Adriana]
23/5/2007
12h55min
Para mim, Pilar, é incompreensível este apego dos escritores. Incompreensível e limitante, uma vez que, a cada nova avaliação, adaptação ou reelaboração de uma obra (por pior que sejam) os artistas lançam diferentes perspectivas sobre ela. Deus, e não será mais rico um trabalho artístico, seja qual for, quantas mais perspectivas suscitar? Há constante e enriquecedora interação entre as artes e, então, por que questionar se vale a pena ou não uma adaptação, ou o que é melhor o adaptado ou o adaptando? E, por último, é óbvio que um roteiro é literatura: mas, por que indagar? Onde acaba o cinema e começa a literatura? E vice-versa? Talvez, confesso, eu não esteja bem inteirado dessa discussão, que deve ter vários desdobramentos que desconheço. Abraço.
[Leia outros Comentários de mauro judice]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




OS RETIRANTES (2 VOLUMES)
JOSÉ DO PATROCÍNIO
TRÊS
(1973)
R$ 15,00



OS PEQUENOS JANGADEIROS
ARISTIDES FRAGA LIMA
ATICA
(2000)
R$ 9,90



CORAÇÕES SUJOS
FERNANDO MORAIS
CIA DAS LETRAS
(2000)
R$ 42,00



COLEÇÃO OBRAS IMORTAIS DA NOSSA LITERATURA COM 12 VOL - VER DESCRIÇÃO - LITERATURA
VÁRIOS
TRES
R$ 120,00



ÚLTIMAS CIGARRAS POEMAS
OLEGARIO MARIANNO
WAISSMAN, REIS & CIA LTDA / R
(1931)
R$ 40,00



QUERIDO JOHN
NICHOLAS SPARKS
NOVO CONCEITO
(2010)
R$ 10,00



CARACTÉRISTIQUE DE STYLES
ROBERT DUCHER
FLAMMARION
(1944)
R$ 18,28



O PRINCIPE FANTASMA - ROMANCE - LITERATURA
REMO FUSILLI
PAULINAS
R$ 15,00



O PLANETA NEUTRAL 8126
POUL ANDERSON
LIVROS DO BRASIL
R$ 10,00



BERTOLT BRECHT - PAOLO CHIARINI
PAOLO CHIARINI
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
(1967)
R$ 32,00





busca | avançada
72040 visitas/dia
2,1 milhões/mês