Comentários de mauro judice | Digestivo Cultural

busca | avançada
63467 visitas/dia
1,8 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Nasi e Scandurra apresentam clássicos do IRA! no Sesc Santo André
>>> Douglas Germano apresenta 'Umas e Outras'
>>> Mostra de Cinemas Africanos acontece em São Paulo e Curitiba a partir de 6 julho
>>> Iecine abre inscrições para a Oficina de Crítica e Fruição Cinematográfica
>>> CLUBE DO CONTO APRESENTA 'UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE' COM A ESCRITORA AVE TERRENA
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> 80 anos do Paul McCartney
>>> Gramática da reprodução sexual: uma crônica
>>> Sexo, cinema-verdade e Pasolini
>>> O canteiro de poesia de Adriano Menezes
>>> As maravilhas do modo avião
>>> A suíte melancólica de Joan Brossa
>>> Lá onde brotam grandes autores da literatura
>>> Ser e fenecer: poesia de Maurício Arruda Mendonça
>>> A compra do Twitter por Elon Musk
>>> Epitáfio do que não partiu
Colunistas
Últimos Posts
>>> Oye Como Va com Carlos e Cindy Blackman Santana
>>> Villa candidato a deputado federal (2022)
>>> A história do Meli, por Stelleo Tolda (2022)
>>> Fabio Massari sobre Um Álbum Italiano
>>> The Number of the Beast by Sophie Burrell
>>> Terra... Luna... E o Bitcoin?
>>> 500 Maiores Álbuns Brasileiros
>>> Albert King e Stevie Ray Vaughan (1983)
>>> Rush (1984)
>>> Luiz Maurício da Silva, autor de Mercado de Opções
Últimos Posts
>>> Armas da Primeira Guerra Mundial.
>>> Você está em um loop e não pode escapar
>>> O Apocalipse segundo Seu Tião
>>> A vida depende do ambiente, o ambiente depende de
>>> Para não dizer que eu não disse
>>> Espírito criança
>>> Poeta é aquele que cala
>>> A dor
>>> Parei de fumar
>>> Asas de Ícaro
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O apanhador no campo de centeio
>>> Café com crítica cultural
>>> Por Tutatis!
>>> Macunaíma, de Mário de Andrade
>>> História da leitura (II): o códice medieval
>>> As Pérolas Que Eram Teus Olhos
>>> O livro digital Toy Story para iPad: revolução?
>>> Banana Republic
>>> Saudosismo
>>> 7 coisas que aprendi
Mais Recentes
>>> Relato de uma Católica - Confira !!! de Roberto Diógenes pelo Espírito Jaqueline pela Lúmen Editorial (2005)
>>> A Cor do Invisível (confira Agora!) de Mario Quintana pela Globo (2005)
>>> Como Mudar o Mundo de John-paul Flintoff pela Objetiva (2012)
>>> Anómino de Lazarillo de Tormes pela Santillana Universidad de Salamanca (2008)
>>> Design Museum 20th Century Design de Catherine Mcdermott pela Carlton Uk (2001)
>>> A Língua Que Falamos de Luiz Antônio da Silva pela Globo (2005)
>>> O Dia do Chacal - Grandes Sucessos de Frederick Forsyth pela Abril (1980)
>>> Nova Abordagem no Tratamento de Feridas de Luiz Claudio Candido pela Senac (2001)
>>> Criando Meninos - por Que os Meninos São Diferentes? - o Que Faria o P de Steve Biddulph pela Fundamento (2002)
>>> Sonhos Em Fuga de Zedu Lima pela Livrus (2015)
>>> Crítica Cultural y Sociedade de T. W. Adorno pela Ariel (1973)
>>> Purge de Nicole Johns pela Pub Group West (2009)
>>> Políticas Públicas Sociais e o Desafios para o Jornalismo - Confira! de Guilherme Canela pela Cortez (2008)
>>> George Gershwin de Merle Armitage pela Da Capo (1995)
>>> O Vale dos Mortos de Rodrigo de Oliveira pela Faro Editorial (2014)
>>> Corrupção o 5° o Poder - Repensando a Ética de Antenor Batista pela Edipro
>>> Barrons Act Math and Science Workbook de Roselyn Teukolsky M. S. pela Barrons Educational Series (2009)
>>> Ubirajara - Série Bom Livro - Confira! de José de Alencar pela ática (1995)
>>> Aqueles Que Têm o Poder de Ferir e Outras Histórias de Louis Auchincloss pela Best Seller (1994)
>>> Stephen Hawking - uma Biografia de Kristine Larsen pela Girafa (2006)
>>> Onze Minutos - Confira !!! de Paulo Coelho pela Rocco (2003)
>>> Economia Internacional e Comércio Exterior - 6ª Edição de Jayme de Mariz Maia pela Atlas (2000)
>>> As Relações Perigosas - Confira! de Choderlos de Laclos pela Abril Cultural (1971)
>>> O Processo Psicodiagnóstico e as Técnicas Projetiva de M. L. S. de Ocampo e Colaboradores pela Livraria Martins Fontes (1981)
>>> Ao Sabor do Vento de Cathy Cash Spellman pela Record (1994)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Domingo, 31/1/2010
Comentários
mauro judice


Perspectiva e imparcialidade 2
... nunca ensinou a verdade, mas a verdade da perspectivação, isto é, o respeito a todas as opiniões e/ou a relativização da opinião própria. A política, por seu turno, fala de verdades absolutas e, portanto, mente, porque a política é a arte do possível. Se a política mente, a arte só pode encontrar verdade em falar de políticos se apontar seus gestos e decisões refratados em pontos de vista. E mais nada. Quanto mais um artista torna absoluta a atitude de um político, mais o artista mente. Alguns sujeitos que têm a arte por ofício mentem, porque a levaram a falar de verdades absolutas, enquanto outros tantos afirmam em suas obras que a verdade não passa de perspectiva. Dois casos de artistas, dois políticos enrustidos.

[Sobre "O filme do Lula e os dois lados da arquibancada"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
31/1/2010 às
20h30 201.93.70.28
 
Perspectiva e parcialidade I
Reclama-se que as pessoas vão logo polarizar para o bem ou para o mal a respeito do filme, de acordo com suas posições partidárias. Se alguém é partidário, só pode opinar tomando partido, senão, ele seria imparcial. Agora, a crítica à polarização é inócua. Não atinge os parciais, porque, se eles se achassem parciais, não o seriam. Se não produz efeito nas pessoas que pensam parcialmente, menos ainda a crítica incide nos imparciais. Indivíduo de visão não precisa ser avisado da existência de barricadas parciais, porque ele só conseguiu se tornar imparcial após ter consciência da parcialidade. Homem honesto nunca pensa de forma partidária. A verdade não é propriedade de um partido, como não é de um homem. Às vezes, está com um partido, às vezes com outro (ou com nenhum deles). Um homem honesto é sempre apartidário, porque não quer apoiar uma mentira, quando o partido estiver errado. A essência da arte não é ver a verdade, mas as perspectivas em que se enxerga a realidade. A arte nunca...

[Sobre "O filme do Lula e os dois lados da arquibancada"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
31/1/2010 às
20h26 201.93.70.28
 
A obrigatoriedade do diploma
Quando eu cursava jornalismo,um grupo de alunos reuniu-se para reforçar a obrigatoriedade do diploma.Pediam que os estudantes assomassem ao pátio e baseavam seu protesto no fato dos grandes jornais estarem contratando estagiários para fazer o serviço das redações.Pagavam menos e despediam jornalistas antigos.Conhecido meu não foi,argumentando que,se estagiários podiam fazer o que pretendíamos depois de 4 anos de estudos,para que o diploma?Até nos formarmos,fez campanha contra a exigência legal do curso de jornalismo para exercer a profissão.Se o curso não me capacita, não me diferencia,não aceito que uma lei o faça,ele dizia.Ora,não é o jornalista o homem que deve sair pelas ruas a fim de conhecer o problema da comunidade e divulgá-lo?E todo o problema social não vem da estratificação?E reserva de profissão,tem que nome?Alguém o elogiou abertamente:bom seria se todos fossem assim, nada elitistas. Quê?Respondeu ele. Sou o maior dos elitistas. Só não quero diplomar a minha incompetência.

[Sobre "O fim da obrigatoriedade do diploma no jornalismo"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
26/6/2009 às
12h56 200.100.72.53
 
Agradeço a referência
Julio, caro, pode não acreditar, mas somente agora vi o link que fez de meu poema. Agradeço a referência. Forte abraço de seu fiel leitor. Thiago DaClô.

[Sobre "Cantiga de amigo"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
27/5/2009 às
16h06 201.93.70.45
 
Olhando da janela
Com freqüência, vemos acirradas polêmicas entre as pessoas. Uns nem admitem ouvir que o mundo esteja melhorando. Outros, ao contrário, dizem que está melhor a olhos vistos, em comparação aos tempos passados. Nunca se chega a um acordo. Os argumentos de lado a lado são contundentes. Os pessimistas apontam para as guerras infindáveis, as catástrofes climáticas provocadas pela interferência danosa do homem na natureza, o contingente de miseráveis largados à própria sorte em todo o planeta, o advento de novas doenças incuráveis, os crimes hediondos em profusão... Os otimistas afirmam que tudo isto ainda é menos incidente, comparado ao que ocorria há um século, que dirá séculos... Uma moça plantou um oiti no lugar da árvore derrubada.

[Sobre "Oiti"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
20/11/2008 às
18h55 201.93.70.11
 
Saber quando calar
Exatamente, Diogo. Se o artista não tem mais nada a dizer, melhor que se cale e pressinta com isto a dignidade do silêncio em hora precisa. É o gesto majestoso do homem que conhece seu limite, de um servidor sem senhores que sai de cena antevendo o desejo do público, evitando o constrangimento de ser retirado pelo gancho. Saber quando falar é quase tão importante quanto saber quando calar.

[Sobre "Necrófilos da vanguarda roqueira"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
18/11/2008 às
21h51 201.69.68.205
 
A arte é arteira mesmo
Certas vezes, o sujeito reúne todos os elementos para realizar uma obra magistral, e não realiza. Outras vezes, conta com uma miséria de recursos materiais e humanos e, contra todas as expectativas, acaba por fazer um trabalho que se transforma em patrimônio da humanidade. Por isto que arte é palavra feminina em quase todas as línguas (menos em inglês, que não tem o gênero, exceto em pronomes), pois a arte é imprevisível como as mulheres. Às vezes, um aviãozinho a jato te faz ir em parafuso ao inferno e, noutros casos, um blindado Panzer, cheio de estrias feitas à bala, te arremete ao paraíso.

[Sobre "As várias faces de Al Pacino"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
5/11/2008 às
10h02 201.93.70.205
 
Desobedecerei a Reforma
Como escritor, manifesto-me desde já sobre o hífen. Desobedecerei. Em meus próximos livros, impedirei os revisores de "arrumá-los". E conclamo meus colegas de ofício a fazerem o mesmo. Prefiro acreditar no discernimento das pessoas, que vem através do hábito de leitura, a ficar limitando suas escolhas. Se o sujeito quer escrever super-homem que o faça. Se quiser, super homem, também. Se desejar autodidata ou auto-didata, tudo bem e, até, auto didata. Contrabaixo, contra-baixo e contra baixo; supracitado, supra-citado ou supra citado. O hífen deve ser uma escolha estilística, definido por senso e gosto, apurados pela leitura. Ninguém cria norma para regrar a sensibilidade, mas todos sabem quando uma pessoa escreve uma frase elegante, concisa ou bela. (Embora conselhos sejam bem vindos). Para sermos livres, precisamos exercitar a liberdade e pagar pelos erros inevitáveis do aprendizado. Escritores, uni-vos. A cada vez que ignoramos uma regrinha desnecessária, resgatamos mil excluídos da cultura.

[Sobre "Cócegas na língua"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
28/10/2008 às
15h10 201.93.70.17
 
A falta da luxúria?
Meu maior pecado é a falta da luxúria, porque foi um verdadeiro sacrilégio ter deixado passar as mães, as irmãs e as tias de algumas namoradas que me fizeram uma recepção calorosa, quando entrei para a famí­lia. Mas estamos aqui para superar os pecados. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Satã: uma biografia"]

por mauro judice
21/10/2008 às
15h40 200.100.72.187
 
Pensamento simplista II
E nem reclamem se um indivíduo de pensamento "reduzido" ensina a um homem do povo, já que este não recebeu orientação melhor, ou uma qualquer. Agora, se desejam impedir a hegemonia do pensamento religioso ou de qualquer princípio totalitário ou alienante, simplifiquem suas idéias, e darão ao povo alternativa, doutores. Um exemplo? Não torçam tanto o nariz às obras de entretenimento. Ao contrário, usem sua inteligência superior para falar com o povo com mais eficácia, através de obras de entretenimento - ponte para as obras de cultura. Cultura, passagem para a emancipação política...

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
12/10/2008 às
14h24 200.100.72.19
 
Pensamento simplista I
As pessoas reclamam dos evangélicos. Tá, eles são chatos. Mas aonde o povão vai achar ética, diretrizes ou valores bem delineados? Os religiosos são maniqueístas? São. Mas o pensamento do povo não é maniqueísta? O povo consegue entender toda essa miríade de óticas, de perspectivas da realidade multifacetada da filosofia moderna? Consegue, mas não antes de passar pela visão dual. As classes cultas largaram o povo na mão dos religiosos e, agora, reclamam de quê? Tornar seus pensamentos mais sucintos, não quiseram. Ah, a verdade é complexa demais, argüiram. Então, como conseguiram ensinar seus filhos na fase da infância? Não tiveram que ser, como dizem, "reducionistas" por algum tempo, até que as crianças tivessem compreensão mais avançada. E por que não agir assim com o povo? Ou, para o povo, a verdade não é passiva de síntese? Então, não reclamem se alguém está se dando o trabalho de sintetizar as idéias, a fim de ensiná-las aos simples...

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
12/10/2008 às
14h17 200.100.72.19
 
Dez razões depressivas
Dez razões para se ler um livro deprimente:
1 - O leitor infeliz se identifica com o escritor infeliz.
2 - O leitor vê que sempre há alguém mais infeliz que ele.
3 - O leitor nota que, embora infeliz, é inteligente, porque o livro é considerado difícil (na verdade, difícil de agüentar).
4 - O leitor se acha muito humano, por sentir a dor do mundo.
5 - O leitor sente inebriado pela auto-piedade.
6 - O leitor sai dizendo que leu um livro para poucos e se considera um eleito.
7 - Se o livro tiver qualidade, acentuam-se as vantagens acima.
8 - Se o livro não tiver qualidade, o livro vira cult, o leitor vira fã e abre um fã clube.
9 - O leitor aprende outra língua, para ler no original.
10 - O escritor fica feliz com seus leitores, embora tenha que forçar o tom depressivo em suas obras pelo resto da vida.

[Sobre "A literatura do desgosto"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
9/10/2008 às
15h44 200.100.72.64
 
A evolução(?) do político
Devemos continuar a acreditar na força do voto, que tem a força de um tiro, como disse Lincoln, porque temos exemplos maravilhosos de políticos que mostraram verdadeiros milagres de transmutação de caráter, apesar de saírem da prática dos piores tipos de crimes. Certo pastor de igreja evangélica, a qual conhecidamente explora o povo, se afastou de suas atividades sacerdotais, tornou-se político, tentando se eleger como prefeito de uma cidade brasileira de porte. Sem sucesso, anda envolvido com o crime organizado, segundo informam os jornais. Mesmo assim, todo mundo desce o pau no cara. Ara, mas o que querem este bando de gente curta e inflexível! Que, numa só vida, o sujeito saia do colo do capeta e voe para as nuvens de Jesus? Eu, de mim, fico impressionado com a evolução do sujeito. Tenho que admitir que a fé dos pobres fiéis que o ouviam removeu mesmo montanhas.

[Sobre "Eleição local, disputa nacional?"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
8/10/2008 às
19h25 201.93.70.246
 
La isla perdida
Eu, toda a vez que vou a um destes barzinhos da Vila Madalena, cheios de intelectuais, fico feliz em ver que o país tem solução. Falta apenas vontade política. Fico feliz em ver que a relação homem x mulher está resolvida. Eles não chegam nelas. Fico feliz de ver que as classes sociais foram igualadas e os garçons são chamados pelo nome. Me alegra ver que as elites são culpadas de todos os problemas do mundo, e me acabo bebendo à saúde delas. Me encanta ver a impecável manifestação da democracia racial, sexual, social, corporal. Só não vale o regime. Me anima ver tudo esclarecido pelos chistes incompreensíveis, que matam os ouvintes de rir. Ah, uma pena furar esta atmosfera seleta, de homens destacados e singulares, indistintos na fumaça de cubanos, e voltar para a vida comum.

[Sobre "Lembrando a Tribo"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
24/9/2008 às
09h18 200.100.72.185
 
Olhar carioca
Para se ter um olhar político, é preciso ter um olhar histórico. Para tanto, nada como a vista de um carioca. Antes de ir à sacada para ver o mar, encaminha-se à lavanderia e se enxerga o enrugar dos morros, onde se acompanha a lenta, mas constante, evolução de seus habitantes. Só então volta-se à sacada, pela cozinha, sentando-se em cadeira confortável, de modesto espaldar, de onde mira a bela paisagem marítima com expectativas menores.

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por mauro judice
http://www.gizeditorial.com.br/maurojudice
14/9/2008 às
18h25 201.93.70.199
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O Ataque do Quimera 35 a Sombra do Batman 19
Dc Comics
Panini Comics



Vencer-se É Vencer Mais
Regis de Morais
Eme
(2011)



Fundamentos de Sociologia
A. Carneiro Leão
Melhoramentos
(1961)



Disciplina Limite na Medida Certa - 91ª Edição
Içami Tiba
Integrare
(2006)



O Estado e a Revolução - Estante do Pensamento Social Nº 05 Capa Dura
Lenine ( Lenin ) / Aristides Lobo Tradutor
Guaíra



O Fim do Livre Mercado
Ian Bremmer; Luiz Euclydes T. Frazao Filho
Saraiva
(2011)



Matemática - Volume único- Parte 3
Gelson Iezzi
Atual



Francis Drake o pirata da rainha
Sarah Courtauld
Seleções Reader's Digest
(2012)



Mal Secreto - Inveja
Zuenir Ventura
Objetiva
(1998)



Utilidades Vernaculas
Antonio Giannella
Ed Autor





busca | avançada
63467 visitas/dia
1,8 milhão/mês