Mulheres de cérebro leve | Ana Elisa Ribeiro | Digestivo Cultural

busca | avançada
70581 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Memorial da Inclusão expõe Virada Inclusiva: Direitos Humanos Para Quê?
>>> Brunchinho tem bloco de carnaval infantil e comidinhas saudáveis
>>> O Buraco d'Oráculo encerra residência em Cidade Tiradentes
>>> Musical AVESSO encerra temporada no dia 24 de fevereiro no Teatro Nair Bello
>>> CONGRESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DAS ARTES NA AMÉRICA LATINA: COLONIALISMO E QUESTÕES DE GÊNERO
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Cidadão Samba: Sílvio Pereira da Silva
>>> No palco da vida, o feitiço do escritor
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> Algo de sublime numa cabeça pendida entre letras
>>> estar onde eu não estou
>>> Nos escuros dos caminhos noturnos
>>> As Lavadeiras, duas pinturas de Elias Layon
>>> T.É.D.I.O. (com um T bem grande pra você)
>>> As palmeiras da Politécnica
>>> Como eu escrevo
Colunistas
Últimos Posts
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
Últimos Posts
>>> É premente reinventar-se
>>> Contraponto
>>> Aparições
>>> Palavra final
>>> Direções da véspera I
>>> Nada de novo no front
>>> A Belém pulp, de Edyr Augusto
>>> Fatos contábeis
>>> Jaula de sombras
>>> Camadas tectônicas
Blogueiros
Mais Recentes
>>> WorkFlowy, de Mike Turitzin e Jesse Patel
>>> Livros, revistas, jornais e displays eletrônicos
>>> Introdução ao filosofar, de Gerd Bornheim
>>> Retratos da ruína
>>> O blog do Fernando Meirelles
>>> Quem é (e o que faz) Julio Daio Borges
>>> Mrs. Robinson
>>> A fotografia é a mentira verdadeira
>>> MOMENTOS
>>> Entrevista com José Castello
Mais Recentes
>>> Meu nene--123--guia do pre-natal. de Editora simbolo pela Simbolo
>>> Catastrofes & profecias--5--bermuda,o triangulo da morte. de Editora escala pela Escala
>>> Tem alguém aí? de Marian Keyes pela Bertrand Brasil (2009)
>>> Tia Júlia e o escrevinhador de Mario Vargas Llosa pela Folha de São Paulo (2012)
>>> Scarpetta de Patricia Cornwell pela Paralela (2012)
>>> Repouso absoluto de Sarah Bilton pela Record (2009)
>>> Qualquer proposta de Peter Mayle pela Rocco (1999)
>>> Fallen - Paixão - Volume 3 de Lauren Kate pela Record (2010)
>>> Pela luz dos olhos seus de Janine Boissard pela Arqueiro (2013)
>>> O livro dos Baltimore de Joel Dicker pela Intrinseca (2017)
>>> Os Incas - A princesa do sol volume1 de Antoine B. Daniel pela Objetiva (2001)
>>> O vinhedo de Barbara Delinsky pela Bertrand Brasil (2006)
>>> O aviador de Charles Higham pela Record (2005)
>>> O desconhecido de Joshua Ferris pela Casa da Palavra (2011)
>>> O matador de Patrícia Melo pela Companhia das Letras (1999)
>>> O asceta do desejo de Sudhir Kakar pela Companhia das Letras (2000)
>>> O livro do amanhã de Cecelia Ahern pela Novo Conceito (2013)
>>> Os delírios de consumo de Becky Bloom de Sophie Kinsella pela Record (2009)
>>> O pai Goriot de Honoré de Balzac pela Folha de São Paulo (2016)
>>> Aventuras na História nº 128- março- 2014 de Vários pela Abril (2014)
>>> Assassin's Creed Origins: Juramento no deserto de Oliver Bowden pela Galera (2017)
>>> Assassin's Creed: Submundo de Oliver Bowden pela Galera (2015)
>>> Assassin's Creed: Unity de Oliver Bowden pela Galera (2014)
>>> Assassin's Creed: Bandeira Negra de Oliver Bowden pela Galera (2013)
>>> Assassin's Creed: Revelações de Oliver Bowden pela Galera (2013)
>>> Assassin's Creed: Renegado de Oliver Bowden pela Galera (2012)
>>> Assassin's Creed: A cruzada secreta de Oliver Bowden pela Galera (2012)
>>> Assassin's Creed: Irmandade de Oliver Bowden pela Galera (2012)
>>> Assassin's Creed: Renascença de Oliver Bowden pela Galera (2011)
>>> O Herói Perdido de Rick Riordan pela Intrínseca (2011)
>>> O Sangue do Olimpo de Rick Riordan pela Intrínseca (2014)
>>> Da Regencia Á Quéda de Rozas de Pandiá Calogeras pela CeN (1933)
>>> Preludio e fuga do real - autografado de Luis da camara cascudo pela Fundacao jose augusto (1974)
>>> Tudo tem seu Preço de Zibia Gasparetto pela Vida & Consciência (2011)
>>> Gamiani ou Duas Noites de Loucura de Alfred de Musset pela JcM (1969)
>>> Crime e Castigo edição de luxo com capa dura de Dostoiévski, Fiodór pela Nova Cultural (2002)
>>> Índio Vivo de Julieta Godoy Ladeira pela Moderna (1994)
>>> Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowlimg pela Rocco (2000)
>>> Os Salmos Islâmicos- Súplicas Selecionadas do Livro de Alsahifah Assajj de Iman Ali Ibn Alhussein pela Sociedade islamica (2015)
>>> Ageless Body Timeless Mind - The quantun alternative to growing old de Deepak Chopra pela Harmony Books (1998)
>>> Assuntos da Vida e da Morte de Francisco Cândido Xavier e Paulo de Tarso Ramacciotti pela Grupo Espírita Emmanuel (2009)
>>> Uma Nova Vida com Sai Baba - Histórias de Devotos que Transformaram Seus Corações de Judy Warner - Organizador pela Nova Era (2005)
>>> A mulher entre a situação historica e a exclusao social de Sheikh taleb hussein al-khazraji pela Fundação al-balagh (2019)
>>> Um resumo dos deveres islamicos de Dr. sheikh akram barakat pela Islamica (2016)
>>> Diabolik - Scontro Frontale de A e L. Giussani pela Astorina (1993)
>>> O Amanhã a Deus pertence de Zibia Gasparetto pela Vida & Consciência (2007)
>>> A Saga da Sabedoria de Leo Reisler pela Nórdica (1994)
>>> Chakraterapia - O encontro da ciência com a tradição milenar de cura através da energia de Maria Helena B. Damiani pela Hércules (2002)
>>> O Enigma dos Desaparecidos de Leandro Ribeiro pela Reggraf (2009)
>>> Revivir Lo Vivido de Dr. Jorge Adoum (Mago Jefa) pela Kier - Buenos Aires (1993)
COLUNAS

Sexta-feira, 13/2/2004
Mulheres de cérebro leve
Ana Elisa Ribeiro

+ de 7100 Acessos
+ 6 Comentário(s)

Muitos livros de pesquisa acadêmica são chatos de ler. Mas se tem um assunto que me fascina, às vezes mais do que a literatura, é a história social da mulher. Eu, que nasci sob esse sexo misterioso, enrolada sobre mim mesma, num abismo interno de entranhas e sentimentos, morro de curiosidade sobre os pesos que carrego nos ombros.

Há pouco estava numa livraria e deparei com uma belíssima coleção de livros sobre a história da mulher. Cada imenso volume tratava de uma época. E quis ter todos eles, a coleção inteira na melhor prateleira de minha estante. Mas não deu. Meu salário não comprava aquela preciosidade editada em Portugal.

Ser mulher tem peculiaridades interessantíssimas. Quando me perguntam sobre minha preferência sobre o sexo do filho que carrego no ventre, sempre me bate certa tristeza, muito misturada ao receio de ver minha filha sofrer certos preconceitos resistentes ao tempo e ao avanço tecnológico.

Desde pequena escuto dois bordões: "não se exponha" e "feche as pernas". Muito curioso que sintam falta em mim de coisas que eu mesma não sinto. Se não gosto de saias, nem de sandálias, nem de maquiagem, então conclui-se que eu seja lésbica. E veja que conheço lésbicas vaidosíssimas.

Os amigos do sexo masculino questionam o que rotulam de "cisma" minha. Dizem, em coro: "não é bem assim, a sociedade mudou". Mas quando ficam sabendo que a gravidez ensejou caretas do chefe, finais de contratos e até mesmo uma ameaça sobre os vencimentos que receberei durante minha licença maternidade, enrugam a testa e quase pedem desculpas.

Absurdo que ainda se pense na mulher como um ser quase inapto. Certa diferença nos estilos é até de agrado, afinal, seria sem graça que fôssemos, homens e mulheres, todos iguais. Não me apeteceria ser um desses machos que cultivam músculos, coçam o saco e arrotam como se fossem animais. Mas não gosto de sentir como se minha competência profissional ficasse comprometida pela gravidez.

Há meses tive o prazer de ler um livro chamado A palavra impressa - Histórias da leitura no século XIX, publicado pela Casa da Palavra, de autoria de Cyana Leahy e Martin Lyons. E do fervor com que fiz minha leitura, colhi a seguinte pérola historiada por Lyons: "a leitura solitária de romances era vista como um perigo para as jovens, e mais ainda para as mulheres casadas, embora a estas fosse permitida uma maior flexibilidade. O discurso médico dominante no período reforçava as crenças patriarcais sobre a necessidade de 'proteger' as mulheres e adolescentes contra os textos perigosos".

Imagine que ser uma jovem leitora ainda não dá camisa a ninguém. Pela vida afora, escutei muitas vezes que devia ler menos, para não ficar louca ou mal-amada. Segundo os mais velhos, uma moça inteligente não segura casamento. E havia, ainda, o risco de que a leitura de romances e de textos técnicos comprometesse minha fertilidade.

O discurso científico, e não apenas o médico, ganhou bons postos corroborando teses muito mais culturais do que empíricas. É interessante lembrar que todo pesquisador é humano, pelo menos neste planeta. E enquanto ser humano, a observação jamais será imparcial. E a pesquisa científica é feita por um observador. Sendo assim, alguém inserido em certa comunidade, cultura, certo reduto, certa "comunidade interpretativa", como diz Stanley Fish.

Lyons continua a aprofundar as "explicações" da ciência acerca da mulher leitora: "A habilidade de leitura das mulheres, pensava-se, era determinada por fatores fisiológicos. As mulheres tinham o cérebro mais leve que o homem, o que as tornava inaptas para tendências intelectuais. A forma do cérebro feminino, segundo essa visão, enfatizava as faculdades intuitivas da mulher, mas limitava seu poder de raciocínio, em comparação com o cérebro do homem. Temia-se que uma sobrecarga das emoções femininas traria como conseqüência um enfraquecimento físico. Altos níveis de estímulo produzido pela leitura de romances seria prejudicial, causando histeria e a perda da fertilidade".

E então fico aturdida já que meu cérebro mais leve deveria impedir certos desenvolvimentos. Além disso, meu raciocínio mais lento não me permite agir com a precisão dum homem. E todos os homens do mundo devem ser de admirável inteligência. Meu físico mais fraco deveria impedir que eu suportasse as dores do parto, por exemplo, enquanto meu irmão surta por um corte no dedo. Sobre a infertilidade... devo confessar que todos os livros que li foram fingimento. Eu apenas andava com eles pelas ruas, pra transgredir. Mas guardava meu sistema reprodutor pra este bebê que me habita.


Ana Elisa Ribeiro
Belo Horizonte, 13/2/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Revolusséries de Luís Fernando Amâncio
02. O Natal de Charles Dickens de Celso A. Uequed Pitol
03. Alice in Chains, por David De Sola de Luís Fernando Amâncio
04. Breve resenha sobre um livro hediondo de Cassionei Niches Petry
05. Caiu na rede, virou social de Fabio Gomes


Mais Ana Elisa Ribeiro
Mais Acessadas de Ana Elisa Ribeiro em 2004
01. Ler muito e as posições do Kama Sutra - 2/6/2004
02. Autor não é narrador, poeta não é eu lírico - 24/3/2004
03. Em defesa dos cursos de Letras - 6/10/2004
04. Literatura como arte - 25/8/2004
05. Mulheres de cérebro leve - 13/2/2004


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
13/2/2004
14h01min
Ana, parabéns pelo texto. É maravilhoso. Compartilho seu interesse pela história das mulheres. Gosto daquelas histórias onde a mulher, de alguma maneira, pôde vencer o preconceito. Assim, sinto-me um pouco vingada por aquelas que foram violentadas e condenadas a uma vida insípida, no mínimo. Um pouco mais aliviada por viver neste século, sem as aberrações dos anteriores, tive o horror de ouvir de um colega de mestrado que era certo as mulheres trabalharem fora, cuidarem da casa e dos filhos sozinhas, sem a ajuda do companheiro. Afinal, fomos feitas para isso, inclusive fisicamente. Nosso cérebro é leve, mas nossos músculos ainda precisam ser fortes.
[Leia outros Comentários de Adriana Baggio]
16/2/2004
20h33min
Ana, mais um grande texto. Parabéns pelas verdades, pela força e pela nova vida. O Garcia Márquez já dizia que o mundo só não se esfacela devido à atuação sensível e coerente das mulheres.
[Leia outros Comentários de Fabiano Novais]
17/2/2004
22h38min
Ana, olha que coincidência: ouvia eu hoje um programa no rádio, em que um dos convidados lembrava um famoso sermão do Pe. Antônio Vieira sobre a invasão holandesa no Brasil, que tinha gerado uma guerra local com os nossos "donos" portugueses. Pe. Antônio Vieira, então, dirigindo-se a Deus, EXIGIA que Ele fizesse os portugueses ganharem a guerra expulsando os holandeses. E que, se não pudesse fazer isso por ele, Padre, ou por Ele, Deus, que o fizesse por Sua mãe, a Nossa Senhora, uma vez que, se os holandeses vencessem, quem iria cuidar das imagens Dela? O detalhe desta história é que Pe. Antônio Vieira, com essa posição, teve uma postura hoje chamada de feminista, pondo uma mulher acima de Deus e se arriscando perante a Inquisição! Viva o Pe. Antônio Vieira! Viva Nossa Senhora! Viva as mulheres! Abraços e boa gravidez. Bernardo Carvalho (Goiânia-GO)
[Leia outros Comentários de Bernardo Carvalho]
18/2/2004
19h08min
É a primeira vez que leio os seus textos e o tema abordado me deixou fascinada. No momento sou uma estudiosa do percurso histórico da mulher e me instiga, sobretudo, saber qual foi a estrada tomada para chegarmos na contemporaneidade como sendo o segundo sexo (assim como Simone de Beauvoir nos definiu). Abençoado o ventre da mulher. Tenho duas filhas e sei um pouco dos mistérios que nos ronda. Abraço Eliane
[Leia outros Comentários de Eliane Cristina dos ]
25/2/2004
20h44min
Não sou nenhuma feminista, mas há algum tempo, li um texto na internet intitulado “As reflexões sobre Eva”, agora não me recordo o autor nem sua idoneidade, mesmo assim o respeito, e resolvi destacar um trecho que achei interessante “Eva foi criada porque Deus achou que não era bom a solidão do homem, e que o termo usado em hebraico, ‘ezer‘, é um termo de relação e não de subordinação, onde a expressão ‘ezer beneged‘ conota igualdade completa sem domínio ...”. Segundo o mesmo texto, além da nossa formação física que é mais complexa que a do homem, de modo a adaptar nosso corpo à sedução, concepção, gravidez e amamentação, nossa inteligência amadurece mais rapidamente que a do homem, porque muitas das diferenças físicas e psíquicas entre homens e mulheres, seriam atribuídas ao fato dos dois terem sido formados de material diferente: de terra o homem e de osso a mulher, onde algumas gotas de água derretem a terra enquanto que o osso permanece duro com água e demora dias para amolecer. Curioso não? Achei que valia a pena repassar.
[Leia outros Comentários de Cecília Barão]
27/2/2004
02h43min
É a primeira vez que leio um texto seu. Antes de qualquer comentário, quero desejar a você e ao bebê muita felicidade e que ele possa conhecer um mundo sem guerras e com a tão apregada e esperada paz. Meu comentário é pequeno. Mesmo antes de ler seu texto já tinha uma tese formada a respeito do mundo machista que vem imperando desde "Adão e Eva"... mas que, aos poucos, vem perdendo força. Só encontro uma explicação para esse "domínio" masculino: o grande medo que os homens sempre tiveram das mulheres. Só se tenta dominar, mostrar força, quando nos sentimos fracos e/ou ameaçados. No dia em que os homens se livrarem desse medo - talvez descabido -abrirão mais espaço às mulheres e verão que o mundo, como um todo, poderá tornar-se melhor - no mínimo, mais equilibrado.
[Leia outros Comentários de Regina Mas]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




OS TRABALHADORES DO MAR
VICTOR HUGO
ABRIL
(1979)
R$ 18,00



CURA ESPIRITUAL : UMA INVESTIGAÇÃO - SUPER INTERESSANTE
ALEXANDRE DE SANTI E SÍLVIA LISBOA
ABRIL
(2015)
R$ 10,00



KISS- UMA PORTA PARA O CÉU
LAURO TREVISAN
DA MENTE
(2017)
R$ 20,00



UNIDOS DO OUTRO MUNDO DIALOGANDO COM OS MORTOS
ESTAÇÃO BRASIL
RARA
(2018)
R$ 20,00



A VIÚVA CLICQUOT - A HISTÓRIA DE UM IMPÉRIO DO CHAMPANHE
TILAR J. MAZZEO
ROCCO
(2009)
R$ 45,00



MICHAELIS - DICIONÁRIO ESCOLAR DE LÍNGUA PORTUGUÊSA
MELHORAMENTOS
MELHORAMENTOS
(2008)
R$ 21,00



QUATRO
VERONICA ROTH
ROCCO JOVENS LEITORES
(2014)
R$ 15,00



ORLANDO
VIRGINIA WOOLF
NOVA FRONTEIRA
(1978)
R$ 13,00



COMO EVITAR PREOCUPAÇÕES E COMEÇAR A VIVER
DALE CARNEGIE
COMPANHIA NACIONAL
(2002)
R$ 13,00



O CÂNTICO DOS CÂNTICOS. O AMOR É UMA FAÍSCA DE DEUS
IVO STORNIOLO
PAULINAS
(1991)
R$ 12,00





busca | avançada
70581 visitas/dia
1,0 milhão/mês