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Sexta-feira,
20/8/2010
Comentários
Manoel Messias Perei
Desvalorização do poeta
Pensar na poesia brasileira, hoje, é ver a desvalorização do poeta, que virou uma farinha, desvalorizado no contexto acadêmico, ou seja, ninguém conhece um autor brasileiro vivo, nos meios culturais, nas editoras, e na internet todo o poeta é igual areia, num universo que precisa de encantamento. Não há programa pra isto. Há público em desorientação, necessitando da boa poesia.
[Sobre "Tempo vida poesia 2/5"]
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Manoel Messias Perei
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20/8/2010 às
10h28
189.79.224.222
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Respeitar as regionalidades
Observamos que há muita coisa acontecendo fora do eixo X ou Y, isto mostra que estamos num país plural, as coisas acontecem, temos que respeitar as regionalidades afinal elas são universais.
[Sobre "Autores & Ideias no Sesc-PR I"]
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Manoel Messias Perei
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18/8/2010 às
09h23
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A arte de escrever jornal
Quando morre fisicamente um órgão da imprensa escrita no papel, perde-se leitores críticos do ponto de vista da análise, da semântica, do apontamento verbal, e quando você só tem o JB na internet, você tem a notícia, arroz com feijão, rápida, fria, sem o tempero da intelectualidade e da beleza da arte de escrever jornal. Que é diferente da arte de escrever com arte. E quando se perde, o que foi com certeza vira só saudade.
[Sobre "A morte do Jornal do Brasil"]
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Manoel Messias Perei
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30/7/2010 às
08h21
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Para estravasar os sentimentos
Ninguém propõe-se a escrever poesias, pelos belos luares, pela noite de amor, pela busca do prazer, mas pra estravasar os sentimentos, que transforma-se dentro de cada poeta em bênçãos ou em desgraças; e, se não for colocada no papel, pra ganhar os livros, as ruas, os saraus, as esquinas, os bares, o blogger, as paisagens virtuais, os muros das cidades, o poeta com certeza foi destruído pela própria ação do fazer poético.
[Sobre "Poesia, no tapa"]
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Manoel Messias Perei
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23/7/2010 às
06h29
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Contra o poder
Não seja um corrupto, seja um hábil conspirador contra o poder. Não votem nos candidatos que saem na imprensa (ou seja, que os meios de comunicação fazem campanha; quando a obrigação deles era informar). São 13 candidatos à presidência, procure ver nos meios de comunicação as agendas deles (não há). A imprensa é criminosa, os juizes são criminosos. Conspirem, brasileiros, vocês têm o poder na mão. Dê uma rasteira nesses quadrilheiros, que se juntam pra fazer leis e pra tirar o seu sossego.
[Sobre "O Aspirante a Corrupto"]
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Manoel Messias Perei
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22/7/2010 às
05h41
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Prestar atenção e escolher
Com as novas tendências de ninguém ter uma exclusiva gravadora, de você ter o rádio apenas com Jabá, e a TV, com um olhar dirigido para o mercado... E os shows com uma produção caríssima... Só nos resta ouvir, prestar atenção e escolher. A idéia de tendência Y ou X é, meramente, um gato que sorteamos no balaio da produção musical do País.
[Sobre "Novos caminhos para a cultura"]
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Manoel Messias Perei
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6/7/2010 às
08h10
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Nem tudo está na Web
O livro é o amigo que ninguém deve guardar, mas espalhar, ter sempre que necessitar consultar. Um livro com uma informação faz a diferença. E não adianta este papo de que tudo está na internet. Por exemplo: não encontro, nem em sebo, o título "As revelações secretas das revoluções". Na internet, não adianta procurar. É um trabalho fantástico, que está desaparecido.
[Sobre "Onde botar os livros?"]
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Manoel Messias Perei
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30/6/2010 às
03h51
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Um sonho frustado
O livro de Marillyne Robinson, pelo visto aborda o elo do sentimentalismo, buscando resgatar o sentimento e o olhar bíblico do processo da vida real. Ou seja: o idealismo fantasioso do milagre. E a santa e sagrada família. Mas o negócio é que tudo isto não faz parte do mundo real, é apenas um sonho frustado fundamentado em valores forjados, pela religião. E a tal religião que força, pra continuar explorando, os desgraçados, seguidores, como vacas de presépios. Como diria Karl Marx, "A religião é o ópio do povo". E quantas são as gentes viciadas?
[Sobre "A casa de Robinson"]
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Manoel Messias Perei
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25/6/2010 às
05h02
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A praça da Sé é o centro de SP
A praça da Sé é o centro e o coração do mundo, a arquitetura do lugar mostra um pouco da história e da poesia de quem passa por ali. Quanto à desgraça, a vagabundagem, é o retrato austuto de quem governa. Ou melhor, desgoverna. Num país que despreza os homens, surgem apenas os lupens.
[Sobre "Como se enfim flutuasse"]
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Manoel Messias Perei
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7/6/2010 às
08h58
189.79.209.131
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A palavra é: conscientização
Penso que qualquer candidato deve ter no seu trabalho de plantaforma um projeto para o País, inserido no respeito universal dos seres humanos por outros seres humanos, aliado ao respeito pela natureza, na construção de um mundo desenvolvido equilibradamente. Mas a mídia não pensa assim, apenas faz a publicidade de quem tem maiores compromissos e negócios com o capital. Infelizmente nem sempre a população que vota está apta a bem escolher. Pois não discutem projetos, mas um conceito pessoal, que infelizmente tem uma boa base de corrupção e o tráfico de influências, e isto é pessimo. Mas no momento só temos que trabalhar com o conceito de conscientização.
[Sobre "Encontro com Marina Silva"]
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Manoel Messias Perei
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4/6/2010 às
13h08
189.79.193.208
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A poesia de Cartola
Quando pensamos em Cartola, acreditamos que a poesia de suas músicas são como flores do campos, enfeitam a natureza, traz um quê de beleza pra encantar. A sua música nasce da simplicidade de um homem do morro lavador de carro, sorveteiro ambulante, pedreiro. Quando as suas músicas já eram executadas na Itália, por uma orquestra, ele passava necessidade no Brasil. E a elite brasileira, preconceituosa, com certeza, fazia de conta que ele não era ninguém. O seu samba de morro não era de desfile de escola de samba, mas da passarela do coração. Agenor de Oliveira. Foi um sonho que solidificou e as suas poesias teve o cherio das rosas. Disse tudo encantou o mundo.
[Sobre "Cartola"]
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Manoel Messias Perei
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31/5/2010 às
07h37
189.79.197.22
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Gatinho de armazém
Hoje com toda a sociedade libertina que vivemos, Casanova seria o gatinho de armazém dormindo num saco de estopa.
[Sobre "A literatura de Giacomo Casanova"]
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Manoel Messias Perei
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24/5/2010 às
08h18
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É tudo muito solto
Na internet geralmente o espaço é pequeno, pois a informação é rápida, é tudo muito solto. Até podemos entender muita coisa, mas isso exige de nós uma boa bagagem cultural de informações.
[Sobre "Pra que ler jornal de papel?"]
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Manoel Messias Perei
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18/5/2010 às
02h50
189.79.195.131
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Círculo do capitalismo
Todas as preocupações com o número da economia fazem parte do círculo do capitalismo. Não tenho vocação pra contar nem vantagem nem valores econômicos, quero mais sentar a beira de um rio e ter uma dose água de coco, goela abaixo.
[Sobre "O voo de galinha do Brasil"]
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Manoel Messias Perei
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21/4/2010 às
11h48
189.79.192.76
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Tecnologia sedutora
Toda a tecnologia, quando pensada pra facilitar a vida do ser humano, e é o caso do celular no Brasil ou do tele-movel em Portugal, vem inicialmente com a função de servir e manter um bem estar, depois vem as mudanças próprias do mercado, que tem de seduzir o consumidor: outras funções, embalagens e visuais diferenciados... Às vezes o mercado até usa a figura feminina, pois este é um produto como tantos outros, que não apenas atende o consumidor nas suas necessidades mas sim o seduz.
[Sobre "Os sem-celular"]
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Manoel Messias Perei
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11/4/2010 às
06h41
189.79.195.128
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Julio Daio Borges
Editor
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