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Quarta-feira, 20/5/2009
Referências
Luiz Rebinski Junior

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Ao contrário de comentadores turrões e mal-humorados, dificilmente me chateio com o cenário cultural ― literatura, música, artes plásticas, teatro, jornalismo e cinema. Sempre acho que há muita coisa boa sendo produzida e que o que falta é tempo para ver, ouvir, assistir e ler tudo de importante que rola por aí. Claro, sempre se pode discutir se um determinado período foi ou não mais prolífico do que outro, mas o fato é que a roda não para de girar. Se nas décadas de 1930/40 tínhamos Salvador Dalí, nos anos 1970/80 apareceu Warhol; hoje, quem reina é Damien Hirst. Em comum, todos foram acusados de picaretagem artística, de transformar a arte em um grande negócio. Além disso, os três artistas escreveram sua rubrica na história da arte moderna, independente do gosto ou opinião da crítica. Bem, este é só um exemplo do poder de reciclagem da arte e do homem.

Tenho urticárias quando ex-hippies de pouco cabelo começam com aquele papo de que os anos 60/70 eram tudo de bom. E devem ter sido mesmo, mas a horrível década de 80 produziu coisas lindas também. Então, essa de ficar glorificando períodos, comigo não cola. Isso é só para dizer que as minhas influências não passam pelo filtro do preconceito. Quem gosta de música deve conhecer pelo menos um daqueles caras tapados que acham que só aquilo que eles escutavam quando eram adolescentes é bacana. Bandas novas, tudo lixo. Nada agrada, é tudo muito comercial etc. etc. Em geral, esses tipos já estão entrando na casa dos 30 e sua coleção de CDs ― CDs, sim, porque é óbvio que eles não baixam música! ―, parou no quinto ou sexto disco do Iron Maiden ou do Rush. São pessoas que não se reciclam e ficam para trás, aí dizem que não gostam disso ou daquilo só para enganar, não dizer que desconhecem.

Então, abaixo listo um punhadinho de gente, de diferentes estirpes, que admiro e que já fizeram ou ainda fazem minha cabeça:

Fiódor Dostoiévski: Esse é Deus! Dos anos 1990 em diante, os leitores brasileiros foram salvos pelas novas edições que saíram das obras de Dostoiévski, vertidas diretamente do russo. As traduções mais antigas eram sempre feitas ou de versões do francês ou do inglês, o que deixava o texto do mestre russo em frangalhos, pois nos chegava a tradução da tradução. Então ficou mais fácil entender a genialidade de obras como Memórias do subsolo, O idiota, Os irmãos Karamazov e Crime e castigo, este último o meu preferido. Para falar pouco do livro, ele é um agregador de gêneros literários: é história de amor, romance policial e psicológico, retrato político de uma época, história social de um povo etc. Não há como ficar indiferente à desgraça que acomete o jovem Raskólnikov. Assim como acontece com o protagonista depois do crime a que se refere o título do romance, você nunca mais vai ser o mesmo depois desse livro.

Dalton Trevisan: Não há uma linha de Dalton Trevisan que seja descartável. Tudo que escreveu é relevante. Escreve pouco, é verdade, mas essa talvez seja a chave de seu êxito literário. Dalton Trevisan é o criador de uma forma de escrita da qual é o grande mestre. Para os desavisados, escreve sempre o mesmo livro há 50 anos; para quem vai fundo em sua obra, ele faz as vezes de construtor, que monta e remonta novas histórias sempre com a mesma matéria-prima. Cronista de uma cidade que só existe em seus contos, Dalton construiu uma obra calcada nas pequenas desgraças e tragédias do dia a dia. O inferno conjugal de Dalton Trevisan se faz com embriaguez, farra, traição e pederastia. Esses elementos estarão em toda a sua obra, lembrando ao leitor que as pequenas tragédias são atemporais e permanentes.

Rubem Fonseca: A turma de Rubem Fonseca chegou à literatura para falar não mais do Brasil profundo, do sertão e das misérias de nossos rincões mais obscuros. Em nossa tardia revolução industrial, a favela tomou o lugar do sertão na literatura nacional. Rubem Fonseca calcou sua literatura na trinca sexo-violência-miséria e, com livros como O Cobradror, fez de sua escrita um modelo para novos escritores, que o imitaram à exaustão. Mesmo não sendo lá muito bajulado pela crítica, Rubem Fonseca é daqueles poucos escritores que não têm leitores, mas sim fãs. Eu me incluo nesta categoria.

Ruy Castro: O mineiro mais carioca do atual jornalismo nacional conseguiu o que nove entre dez jornalistas com veleidades literárias deseja: largar a redação e escrever livros. Ainda que esteja bastante ativo na imprensa, Ruy Castro se dedica a projetos pessoais, vasculhando a vida de ídolos como Garrincha e Carmen Miranda. A biografia de Nelson Rodrigues é um verdadeiro clássico, tão boa quanto qualquer texto do nosso maior dramaturgo. O livro é daqueles que pedem mais de uma leitura, além de ser um título de referência não só para jornalistas. Ruy Castro também escreveu livros fantásticos sobre ícones da cultura norte-americana (Saudades do século XX), além de obras-primas do jornalismo literário (Carnaval no fogo). Em suma, um autor essencial.

Sérgio Augusto: Quem se interessa por jornalismo cultural não pode deixar de ler Sérgio Augusto. Lado B é uma amostra importante da erudição e sensibilidade de um jornalista que ainda resiste à era da desvalorização do trabalho jornalístico. Veterano na imprensa, Sérgio Augusto ainda se mostra relevante e atual nas páginas do "Caderno 2", onde exibe semanalmente seu conhecimento enciclopédico de cinema, literatura, artes plásticas e jornalismo.

Mais!: Esse foi paixão à primeira vista. O caderno dominical da Folha de São Paulo é, para mim, leitura obrigatória. Posso estar com uma ressaca desgraçada no domingo, mas não deixo de comprar a Folha, só por causa do "Mais!". Um dos preceitos do bom jornalismo é surpreender o leitor. Isso o "Mais!" faz com frequência. Arena de debate sobre questões importantes da literatura, sociologia, História e cultura em geral, o caderno mostra por que os jornais ainda são relevantes.

Tim Maia: O cara mais rock da música brasileira, Tim Maia escreveu algumas das canções mais bonitas de nossa MPB. Flertando com o brega, com a black music americana e até com o nosso baião, Tim foi um artista único. Seu disco de estréia é algo sensacional; já o seu tão comentado Racional é uma obra-prima sonora com letras descartáveis. A biografia escrita por Nelson Motta jogou luz sobre a figura contraditória, mas única, de Tim Maia.

Marcel Duchamp: O artista francês ensinou a muita gente o que é arte com seu radicalismo estético. Depois de seus readymades, com sua estranha Fontaine encabeçando a lista, a arte ficou menos burocrática e sisuda. A sua avaliação crítica das condições em que a arte foi criada e comercializada estabeleceu uma tendência que hoje continua atual ― haja vista a maneira como Warhol e seus seguidores se relacionaram com a indústria e o mundo da arte. Mesmo com essa característica libertária, suas obras ainda continuam a embaralhar mentes.

John Fante: Tudo que um adolescente precisa para se apaixonar pela literatura. Com Fante a literatura se transforma em um passeio agradável e sem hora para terminar. As desventuras de Arturo Bandini não são apenas cômicas, mas melancólicas e, em alguns momentos, dramáticas. A porra-louquice do aspirante a escritor é tão cativante que deu origem a um personagem ainda mais porra-louca: Henry Chinaski, o irmão mais novo, bêbado e escrachado do autor de "O cachorrinho riu".

Neil Young: O vovô Neil é um cara fodástico! Discografia quilométrica, talento idem. É difícil apontar um disco meia-boca entre os mais de 40 que já gravou. Mas certamente Everybody knows this is nowhere (1969), Harvest (1972) e Zuma (1975) são discos para se ter na prateleira. O velhinho sabe como ninguém mesclar, em um mesmo álbum, baladas doces com rocks rasgados de arrepiar costeletas. Um clássico.

Woody Allen: Não dá para deixar de fora o "Senhor Referência" em uma lista de referências. O judeuzinho nova-iorquino sabe como ninguém fazer uma citação inteligente sem ser cabotino. Suas versões não-oficiais de Crime e castigo (Crimes e pecados e Match point) são bárbaras. Assim como Almodóvar e Hitchcok, não dá para parar de assistir depois do primeiro filme.

Nelson Rodrigues: Para fechar a listinha, vá lá, um gênio tupiniquim. Nelson Rodrigues, além de ser nosso maior dramaturgo, é o nosso grande cronista esportivo, o que não é pouco em um país apinhado de gente que fala de futebol. A sua genialidade é tamanha, que é até mesmo difícil estragar suas peças. Álbum de família, uma das minhas preferidas, é a síntese de seu teatro: incesto, traição, amor, ódio e crônica social. Junto com Dalton e Guimarães Rosa, é um dos mais inventivos escritores de nossa história literária.


Luiz Rebinski Junior
Curitiba, 20/5/2009


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