A despedida | Assunção Medeiros

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Terça-feira, 21/5/2002
Comentários
Leitores


A despedida
É, Gustavo, realmente você conseguiu me cansar. Eu sempre tenho paciência com as pessoas mais teimosas, mas você não é teimoso: como dizia ministro de saudosa memória, você é imexível. Eu agora vejo com nitidez o abismo entre nós dois, e ele é intransponível. Siga seu caminho e eu sigo o meu. O meu eu não sei onde vai dar, apenas confio no Cristo, mas o seu você sabe muito bem onde acaba - no nada. E por favor, não chame seus erros de grafia de typos, porque typos são por definição involuntários. Os seus são por demais constantes e repetidos para não serem voluntários. Mas não importa, eu sei que você não gosta de humanos nem de humanidades, não é mesmo? Ler um bom livro ajudaria, mas não best-sellers ditos científicos. Enfim, é só mais um aprofundamento do abismo. Eu disse lá em cima, em algum lugar, que você deveria ler os escritos da Igreja COM O MESMO RESPEITO que lê um Carl Sagan, que você tanto gosta. Mas uma pessoa que diz que a maioria da humanidade é motivo de troça no seu culto ao nonsense (sic)não vai ler um livro religioso com um mínimo de reverência para tentar entender o que ele fala. Uma vez ouvi em um filme uma frase que me pareceu fantástica. Uma mocinha, a bela Angelina Jolie, falava sobre amor com seu paquerinha, e contou a história de um amigo músico que a repreendia sempre que ela tentava falar sobre seus sentimentos. A frase genial era a seguinte: "Talking about love is like dancing about architecture" (Falar a respeito de amor é como dançar a respeito de arquitetura). Pois é, acho que você não vai entender o que estou falando, nem que fale um milhão de anos e mostre todos os argumentos que tenho, pois você age como uma pessoa com grave deficiência de visão diante de um quadro de Monet. Ao se afastar, vê apenas uma névoa, ao se aproximar, apenas riscos sem sentido. Leia então seus livros de biologia, de física e das ciências todas que gosta, assista ao Discovery Channel e seja muito feliz no pouco tempo que lhe resta. Eu estou ocupada me preparando para a Eternidade. Tchau! P.S.: A resposta de pergunta que você me fez é: sim, acho que mesmo um filho totalmente rejeitado pelos pais deve ter uma chance de brigar por seu lugar ao sol neste mundo. Até mesmo um filho seu. Nós sempre achamos que sabemos muito sobre as consequências dos nossos atos, mas a vida sempre dá um jeito de nos surpreender. Um filho indesejado poderia bem ser a terapia que você está precisando. Bye...

[Sobre "Regras da Morte"]

por Assunção Medeiros
21/5/2002 à
01h34 200.184.36.174
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Para Novoa
Caro Novoa, bem vindo ao fórum do Alexandre, e eu já me despeço, porque já disse quase tudo que tinha de dizer aqui. Quanto ao seus comentários, quero dizer algumas coisinhas: não estava falando de células em nenhum momento, até porque uma mulher não descobre que está grávida no momento da fecundação, nem dois ou três dias depois, a não ser que esteja fazendo tratamento para engravidar. A gravidez indesejada geralmente se descobre bem mais tarde, quando não estamos mais falando de grupos de células, mas em crianças em formação. Hoje temos no Brasil uma Norma Técnica que permite abortos em fetos de até CINCO MESES. Isso é um bebê totalmente formado, que sonha, que escuta, que chupa o dedo, que brinca com os pais, que responde a estímulos fora do corpo da mãe. Existe alguma dúvida na sua cabeça que isso é um bebê? Achei sua resposta muito equilibrada, mas você mudou de assunto. Não vou comentar nada a respeito destes outros experimentos genéticos, apesar de os rejeitar instintivamente. Não tenho conhecimento para fazer um comentário inteligente a respeito deles. Quanto aos ares novos na discussão ética, e o comentário sobre Galileu, devo comentar que ele só pôde falar o que falou porque estava amparado pela própria Igreja, que foi justamente a instituição que conseguiu salvaguardar um pouco da cultura clássica. Ele não teria de onde partir se não fossem os monges cristãos. E a superstição era da parte de todos os cientistas da época, e dizer que isso é culpa da Igreja é um argumento demasiado simplista, que não acho que você faria. Foi um prazer. Bye.

[Sobre "Regras da Morte"]

por Assunção Medeiros
21/5/2002 à
01h17 200.184.36.174
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Sobre a Igreja
Assuncao, Nasci em familia catolica, ja frequentei os cultos dominicais, estudei 3 anos em escola catolica e desde tenra idade ja apresentava intensa resistencia quanto a engolir a doutrinacao religiosa que virtualmente todos ao meu redor ate hoje tentam me aplicar. Caso nao saiba, a esmagadora maioria da populacao e adepta de alguma religiao, sendo que aqui no Brazil (e nao venha me encher pelo "Z", e proposital), a predominante e a Catolica. Julgo inclusive que so poderia deixar de conhece-la se me isolasse completamente de qualquer contato social, visto que todos ao meu redor falam nela e nessa tal figura mitologica conhecida como "Deus" como se fosse uma verdade absoluta. Ja me cansei dos olhares assustados e reprovadores que me lancam todas as vezes que cometo o crime de dizer que nao acredito em uma so palavra daquele livro escrito por barbaros ignorantes a cerca de 2 milenios que eles veneram e que nao creio na super entidade que eles julgam estar por ai espionando e interferindo em tudo sem deixar qualquer vestigio. Ja pude assistir aos cultos e o veredicto que minha mente lancou sobre os mesmos foi o seguinte: "Nonsense em sua mais pura e absoluta forma". Ja tive aulas de "catecismo" na infancia e minha professora parecia me odiar pois era sempre eu quem lancava as perguntas que a desarmavam, enquanto os outros ze-manes engoliam todos aqueles absurdos sem dizer uma palavra. Ja li alguma coisa escrita por religiosos sim, mas confesso que nao muito e nao inteiramente, visto que o que eu cheguei a ler nao me compeliu em absoluto a buscar mais material relacionado. Afinal de contas, havia todos aqueles livros de Fisica, Biologia, Quimica e Cosmologia me aguardando e a ideia de perder tempo com nonsense nao me parecia atraente. Tudo isso lhe digo para rebatar sua nocao absurda de que nao ouvi os dois lados da questao. Na verdade, so poderia deixar de conhecer a religiao se nao fosse humano nem pertencesse a nenhuma sociedade, porque os esforcos de sua organizacao em nos doutrinar desde que nascemos sao deveras impressionantes. Uma das questoes que mais me enojavam era o tratamento que sua tao querida Biblia dava as criaturas que nao possuem DNA humano em suas celulas. "Deus criou todo o Universo unica e exclusivamente para atender aos interesses dos semideuses arianos Homo Sapiens, feitos a imagem e semelhanca do Criador "fodao" e que, por algum motivo estranho, tambem precisam comer, respirar, reproduzir-se e ate mesmo ir ao banheiro soltar montes de fluidos mal-cheirosos e asquerosos, exatamente como todas as formas de vida conhecidas. Quanto as outras criaturas, foram feitas apenas para servir a especie humana. Facam bom proveito!" Eu tenho que tirar meu chapeu para quem quer que tenha escrito essa tal Biblia, pois acho que nem Hitler faria melhor. Como o Alexandre mesmo demonstrou, o seu pessoal se sente ultrajado quando comparamos os humanos aos OUTROS animais, ignorando completamente as evidencias gritantes e percebiveis a qualquer observador isento. Se uma pessoa nao e sequer capaz de perceber que diversas criaturas nao humanas sao entidades conscientes, entao creio nao ser eu o monstro aqui afinal. Quanto a vasectomia e outras operacoes de esterilizacao, nao as considero convenientes devido a seu carater permanente e mutilatorio. Eu nao posso dizer com certeza que nao desejarei ter filhos daqui a 10 anos, por exemplo. A ideia de que o aborto substitui os metodos anticoncepcionais e erronea, uma vez que ele nada faz contra as doencas venereas. O aborto deve ser encarado como uma medida ultima, usado quando todas as outras falharem (sim, porque engana-se quem cre que esta 100% protegido usando os metodos contraceptivos atuais), da mesma forma que voce se trataria de gonorreia, ainda que a tivesse contraido em uma relacao protegida. Mas voce nao respondeu minha pergunta. Mesmo no caso em que descrevi (aonde me usei meramente como exemplo, ja que tenho sido um ima da antipatia alheia aqui ;) ), voce cre que seria melhor para a crianca nascer nas maos de pais que nao a querem nem sentem por ela qualquer empatia a permitir que os mesmos abortem? Oh, bonitinho da sua parte ficar apontando todos os meus typos(erros de digitacao), que modestia a parte, nao sao muitos. Sabe que quando eu cursava a terceira serie do primeiro grau eu fazia a mesma coisa com meus coleguinhas? Muito maduro de sua parte, de fato. E depois sou eu quem encaro o debate como um duelo entre inimigos... *ahem* ;) Bom, quando aos jargoes que voce insiste em usar, nao vou comentar. "Ficar na superficie e nao aprofundar" pra mim e algo que eu diria acerca de um individuo com problemas de potencia, me perdoe. ;) Mas brincadeiras a parte, se voce acha que minhas ideias nao abordam toda a complexidade da equacao, ha uma solucao muito simples: Mostrar quais aspectos eu ignorei, que, de acordo com voce, sao cruciais a questao. Mas e mais facil atirar insultos genericos ao meu raciocionio que demonstrar sua inadequacao, certo? Respondendo a sua pergunta acerca de em que voce e ignorante: Um requisito primordial para que uma pessoa aceite o processo de doutrinacao religiosa sem ser imediatamente acometida por crises de nausea e/ou riso incontrolavel e estar acometida por ignorancia generalizada em uma ou mais dessas areas: Fisica, Biologia, Quimica ou Matematica. Porque os mais leves conhecimentos que sejam acerca dessas ciencias seriam suficientes para que o individuo detectasse mais furos nas "teorias" religiosas expostas que em qualquer pedaco de queijo suico. Voce defende que uma gravidez nao pode ser comparada a uma infestacao por parasitas, visto que a primeira nao causa danos ao organismo, mas voce se esquece dos danos psicologicos. Ou voce vai me dizer que uma crianca indesejada na vida de um casal que tinha outros planos muito diferentes para suas vidas, planos que certamente nao incluiam sustentar um filho ate os 21 anos; nao causa qualquer tipo de transtorno psicologico? Honestamente, preferia ter que conviver com minhas lombrigas ate o ultimo dos meus dias a tal fardo! Quanto a comparar homosexualismo com pedofilia, sem comentarios. Isso e o mesmo que comparar estupro com relacao sexual. E nao me venha com essa ideia estapafurdia de que "um tras o outro". Liberar um item nao implica necessariamente em liberar tudo, assim como liberar a pecuaria nao implica em permitir pena de morte, que nao implica em permitir assassinatos isolados, que nao implica em permitir genocidios. Pelo seu raciocinio deveria ser assim, ja que matar frangos e bois aos montes e diariamente "amolece a moral e abre terreno para o resto", nao e? Novoa: Suponho que voce abrace como profissao alguma area biologica, ja que foi capaz de se expressar com maior proficiencia acerca da natureza dos embrioes e fetos jovens. Concordo com voce que a partir do ponto em que o feto possui seu sistema neurologico desenvolvido e operacional, ja pode ser tratado como entidade consciente. Tiro meu chapeu para voce. :)

[Sobre "Regras da Morte"]

por Gustavo Alckmin
20/5/2002 às
19h43 200.189.2.163
(+) Gustavo Alckmin no Digestivo...
 
Nas teias do filme
Rafael Maravilhoso seu texto. Principalmente porque você é fã, e por isso acrescenta muito mais informações do que a gente teria acesso por aí. Dá para ver o filme sob uma outra luz. Também gostei muito do Homem Aranha nas telas, mas vi pouco dele em quadrinhos. No entanto, esperava uma linguagem mais quadrinhos do que a mistura realidade-fantasia que se alterna no filme. Eu esperava, por exemplo, mais cenas como aquela onde Peter Parker esboça o uniforme. Fantástica! Quanto à "maquiagem" em Nova York, tem mais a ver com a estética cinematográfica do que com a vontade (ou necessidade) de afagar NY. Assim como em Amélie Poulain. Nos dois casos, a mistura entre realidade e fantasia é intencional, e a linguagem visual é uma das ferramentas responsáveis por esse efeito. Por último, gostaria de dizer que sinto-me lisonjeada por você ter colocado no seu texto a relação que eu fiz em uma de nossas muitas conversas: a comparação entre o personagem-suicida em delírio de LSD da edição que foi sem o selo do CCD e o roqueiro de "Quase Famosos" que ameaça pular do telhado.

[Sobre "Valeu a espera"]

por Adriana
20/5/2002 às
22h40 200.151.154.235
(+) Adriana no Digestivo...
 
nem verme nem homem
Quero deixar de lado os aspectos mais amplos que foram discutidos:culturais,civilizatorios e historicos e discutir certos aspectos biologicos da questão.Uma celula é um ser humano?Uma gástrula(grupo de celulas embrionarias com folhetos dérmicos diferenciados) pode ser chamado de ser humano?È óbvio que há várias respostas possiveis e mesmo opostas e isso reflete a candência e importância do tema.Eu tenho uma resposta:não,não é um ser humano.Um ser humano poderia ser descrito como um arranjo extremamente complexo em que trilhoes de celulas organizam-se e produzem uma consciencia capaz de indagar de si propria quando devidamente madura.Aqueles que tem crenças religiosas dirão que a isto tudo junta-se um espirito dado por Deus.Eu julgo que é absurdo dizer que a celula,qq celula, é um ser humano seja uma somatica (do corpo) seja uma zigotica(a celula-ovo).A moderna ciência sistêmica mostra que à medida que crescem os niveis de complexidade surgem novas capacidades e propriedades e por esse motivo que não devemos esperar compreender o todo pela simples analise- quebra -das partes.É por esse motivo que uma celula nao é um tecido nem um tecido um órgão nem um órgao um homem.Pra ser mais enfatico e menos truístico: mesmo todas as celulas do meu corpo somadas não sou eu.É por isso que eu,diferentemente do Papa,não vejo empecilhos eticos em experiencias com celulas-tronco totipotentes.Dirão:uma celula não é um ser humano plenamente mas o é potencialmente,virtualmente.Ora vamos!A moderna tecnologia da clonagem demonstra que qualquer celula do corpo é um ser humano em potencial.Todas elas possuem o mesmo cariótipo de um zigoto e todas podem recuperar a totipotência transformando-se num outro ser humano.Sim,qq célula:do seu braço,da raiz do seu cabelo,etc.Se o criterio é ser humano em potencial o Papa terminará por proibir qualquer experência com células.Eu não sou a favor do aborto de fetos maduros.Quando um feto é maduro?Não sei.Penso que quando já possui seus órgãos e aparelhos formados.Talvez no segundo ou terceiro mês.Não considero o descarte de embriões em clinicas um homicidio por que não os reputo seres humanos.Mas não vou ao extremo de considera-los amebas ou vermes.Haverá sempre um pesar em tal ato,a consciencia de um gesto significativo,nunca banal.Mas não é assassinato de bebes.A igreja Romana condenou a inseminação in vitro e aí está ela ajudando casais a serem felizes e completos.Não me consta que tenha desencadeado uma crise moral em nossa civilização,nem destruido o cristianismo ou tornado a vida um bem de comercio ou semeado a imoralidade entre os homens.E ai vai um esclarecimento.Não sou cientificista e não acho que considerações éticas devem ser monopolio de cientistas.As igrejas tem algo a dizer e são bem-vindas mas uma dose de conhecimento cintifico,que nada mas é que conhecimento desabusado acerca desse mundo de Deus,não faz mal,pelo contrario,areja o ambiente e espanta superstições.Galileu o diga.

[Sobre "Regras da Morte"]

por J. D. Novoa
20/5/2002 às
18h18 200.128.28.67
(+) J. D. Novoa no Digestivo...
 
Erótico
Rafa,
Há, se não me engano, duas adaptações de "Le Diable" para o cinema, a outra, francesa, de 1947. (A imagem do casal se abraçando na capa do livro, aliás, é desse filme.) Infelizmente, não estão disponíveis nas melhores locadoras. E, ainda que fora de catálogo, a versão com Detmers encontrei classificada entre os "Eróticos". Entendo o "furor", então. Abraço,
Eduardo

[Sobre "Em busca da pureza perdida"]

por Eduardo
20/5/2002 às
18h57 200.213.203.195
(+) Eduardo no Digestivo...
 
Registro em Ata
Gustavo... o seu primeiro comentário já começa com uma agressão, ou se preferir em seu dialeto, agreção, a uma organização que você demonstra de forma gritante não conhecer a fundo. Você antes de atacar, pelo menos se deu ao trabalho de ler os grandes escritos da Igreja com o mesmo respeito que leu Hume ou – céus! – Carl Sagan? Se não leu um Santo Agostinho, uma Santa Teresa D’Ávila, um Santo Antão ou um São João da Cruz, o que você sabe sobre a tal organização maldita? Uma versão da história escrita pelos seus inimigos, isso é o que você sabe. Vamos por partes então: religiosidade e moral. Para cada uma destas atividades que você parece ter como hediondas, fazendo delas um julgamento moral, tenho um comentário a fazer. Primeiro, o abate de animais. Utilizando o mesmo raciocínio que você vai utilizar mais adiante, o boi que me alimenta hoje, se estivesse livre e em estado selvagem, alimentaria outro predador. A vida funciona assim. Não me agrada não, mas meu lado animal me faz desejar e necessitar de proteína animal. Então eu a como. Mas existem muitas religiões de desaconselham e até proíbem a ingestão de determinada carne. Então me parece que as religiões também prefeririam que o homem evoluísse e abandonasse tal prática. Mas ainda não chegamos lá. Segundo, a carrocinha é resultado da irresponsabilidade do próprio ser humano, um mesmo tipo de irresponsabilidade que prega que é mais fácil engravidar e abortar que fazer sexo seguro ou manter castidade em momentos adequados. É um raciocínio cômodo e permissivo, contra o qual eu luto, mas que parece tomar conta da maioria da humanidade. O cãozinho filhote é sempre lindinho, mas hora que cresce, pede mais comida, mais atenção, dá mais trabalho ou fica velho, acaba por ser abandonado pelas pessoas que se responsabilizaram por criá-lo. Exatamente como um feto indesejado. Terceiro, a prática de experimentos enojantes em animais não é feita por pessoas que possuem um código moral forte, que sempre acompanha uma religião, mas vem dos CIENTISTAS que você parece venerar. É o MATERIALISMO que causa isto, a noção de que as coisas e seres só têm o valor da sua aplicação prática. Como você vê, a religião não causa nenhuma destas coisas, mas a falta dela sim. Um problema maior ainda é achar que estamos tratando de coisas num mesmo nível quando abatemos um animal inferior para alimento e quando destruímos a vida de um filho nosso. Quanto a ter ou não um Eu, você não pode afirmar que não tem, e eu não posso afirmar que tem. Na dúvida, não acho que se deve arriscar. E acho menos ainda que o Estado deva facilitar a prática da matança. Seus argumentos são realmente amostra de um espírito caído na mais profunda das trevas. Toda a crença moral, meu pobre rapaz, é totalmente independente de qualquer ciência, pois é em muito superior a todas elas. As ciências não foram feitas para descrever a realidade como um todo, mas apenas um pequenino recorte dela. Elas são em sua maioria o estudo das técnicas, e incapazes de descrever um fato concreto em toda a sua amplitude e em sua totalidade. Vejamos um fato simples: o cachorro soltou um verme no tapete. Diga-me qual a ciência descreve esse fato em sua totalidade. Isso é uma impossibilidade concreta. Mas quando observamos à luz das nossas crenças, avaliamos o fato como um todo e dizemos: é bom; é ruim. É esse tipo de raciocínio – não o seu cientificismo barato e datado – que eleva o homem à categoria de animal racional, superior a todas as outras espécies animais que conhecemos. Se você se sente culpado ao ser chamado de ser superior, tem a minha permissão de assumir sua condição verdadeira de parasita intestinal. E de procurar um intestino que o aceite, deixando os seres humanos prosseguirem em paz com suas atividades. Esta versão da história de Galileu não é a única existente. Mas é ótimo marketing para cientistas ateus que querem jogar pedras na Igreja. E a época de Galileu não é mais considerada como medieval, muito menos a de Hume. Uma das histórias que ouvi contava que o Papa, que era ‘padrinho’ de Galileu, só o repreendeu porque ele estava acintosamente desafiando sua autoridade, e isto estava criando mal-estar entre os outros intelectuais da época. Uma outra versão diz que, dentro da perspectiva matemática vigente na época, as contas de Galileu não batiam... Bem, de qualquer modo não conheço o caso direito, justamente por não ser história medieval, que é o que estudo, mas posso fazer uma pesquisa mais profunda para ajudar a você. Em relação à Idade Média e a Inquisição, a mesma coisa. A Inquisição não é medieval, foi criada no século XIII – final da Idade Média – para combater a heresia cátara no sul da França. Contudo, seu auge se deu na Modernidade. Mesmo assim, a propaganda e a quantidade de material pesquisado sobre a Inquisição é bastante desproporcional ao número de pessoas queimadas. Certa vez assisti à palestra de um antropólogo baiano e gay militante, Prof. Dr. Luiz Mott, especialista no "crime nefando". Ele próprio afirmou que os casos extremos – levados à fogueira – não passavam de algumas centenas. Isso em 500 anos! Se quiser fazer uma comparação macabra Gustavo, a repressão nos campos de concentração soviéticos (os Gulags) durante 60 anos ultrapassa muitos milhões de mortos! Fora os campos de concentração nazistas, as guerras mundiais, e as outras maravilhas do nosso século. O século XX foi uma verdadeira Idade das Trevas nesse aspecto. Quanto ao Hume, também não conheço a história dele, mas uma pergunta de ordem prática cabe aqui. Digam-me os meninos todos, que certamente entendem mais de futebol que eu: por acaso algum cartola contrataria um jogador que dissesse abertamente aos jornais que era torcedor fanático do maior time adversário, e que faria qualquer coisa para que este ganhasse o campeonato? Porque é que as pessoas sempre cobram da Igreja uma passividade muito maior que a que cada um está disposto a ter em sua vida pessoal? Porque é que a Igreja quando se defende de seus atacantes está errada? Eu sei que você não vê, Gustavo, sua cegueira é aparente para quem olha desde fora, mas as tradições religiosas da nossa era, o Judaísmo e o Cristianismo, foram determinantes na eliminação de práticas extremamente desumanas, inclusive da escravidão, que era prática milenar de todas as culturas anteriores, e só foi considerado um pecado e um erro PELA CIVILIZAÇÃO CRISTÃ. Tanto que em dois mil anos, o período escravagista não passou de trezentos anos. Todo esse seu pretenso respeito à vida dos que já nasceram provém do código moral da Igreja que você despreza. Há muitos anos que não se utiliza mais o termo "Idade das Trevas". Para uma leitura (boa) que desfaça esse mal-entendido, basta consultar Regine Pérnoud. Luz sobre a Idade Média, ou Idade Média - o que não nos ensinaram. Vá ler, Gustavo, saia das trevas. Pare de cuspir frases feitas na cara dos outros. Leia os DOIS lados da questão, muito, depois tome a sua posição. Não antes. Estes questionamentos não são brincadeira, isto não é um clubinho, é do destino da civilização que estamos falando. Leia os jornais e me diga que não estamos caminhando a passos largos para a barbárie e a completa destruição de nossa cultura. Mas você já é um dos bárbaros, não é? Metaforicamente colocando a espada em meu pescoço e da minha Igreja, e desejando nossa destruição. Agora, homossexualismo. No meu dialeto, e no meu entender, a PROPENSÃO ao homossexualismo não é doença. Não pode nem deve ser comparada a doenças como o câncer ou hemofilia. É um desvio de conduta sexual, como também o são o sado-masoquismo, a tão falada pedofilia, voyeurismo, e tantas outras coisas mais estranhas que vemos todos os dias. Quem tem a intenção – ou será intensão, em seu dialeto? – de debater de forma racional e lógica, não pode começar comparando coisas que não são de uma mesma natureza. Aliás, se discute até hoje o que se quer dizer com PROPENSÃO ao homossexualismo. Você então comparou coisas incomparáveis para defender uma posição que ainda não foi definida. Assim vai bem. Eu odeio perseguições (perseguissões?) feitas a qualquer grupo social. Os homossexuais não são perseguidos por mim, nem por pessoas que conheço. Interviria, se fosse caso isolado; chamaria a polícia, caso fossem em número muito grande. E na verdade, pelo menos aqui no Rio, a dita perseguição aos gays se restringe a pessoas que têm um mau-humor existencial de tal tamanho que perseguem qualquer coisa que passar na frente deles, qual cachorro vira-lata em beira de estrada. Mas isso não impede que os gays tenham um pedaço da praia de Ipanema só para si, com direito a bandeira do arco-íris e tudo, nem que vivam na mesma relativa intranquilidade de todos nós. O que qualquer pessoa faz entre quatro paredes se torna problema nosso a partir do momento que afeta a sociedade como um todo. Ou você acha que os políticos corruptos fazem suas tramóias passeando no parque? As piores sacanagens, lato e strito senso, são as que acontecem entre quatro paredes e afetam a pessoas do lado de fora. Os resultados morais de uma prática permissiva do homossexualismo com status equivalente ao heterossexualismo amolece a moral e prepara o terreno para que aconteçam coisas menos, digamos, suaves, como abuso sexual a crianças, "golden rain" (você sabe o que é?), sado-masoquismo e práticas hedonistas das mais grosseiras. Isso tudo traz um aviltamento da consciência que acaba por produzir perversos polimorfos como você, que acham que uma vida humana é equivalente em valor a uma ameba. Isso é problema de todos. Além do que, o próprio conceito de civilização já pressupõe uma perda de liberdade individual para o bem do grupo. Porque só os homossexuais estariam isentos disto? Já comentei ad nauseum o que acho da elevação de status do gay ao nível do hetero, e acho que se extrapolarmos isso para os outros tipos de desvio de comportamento sexual, fica claro o absurdo da coisa: porque não então efetuarmos casamentos entre irmãos, se eles se amam e querem ficar juntos? Ou entre mãe e filho, ou pai e filha? Qual o problema fisiológico disto, ou mesmo biológico? Criadores em toda a parte, quando querem apurar características genéticas de determinada linhagem de animais, cruzam pai e filha, normalmente. Vamos então criar um movimento político anti-incesto? Abaixo o controle estatal das famílias! Que os pais comam suas filhas! Agora, aborto. Essa sua visão de uma gravidez não desejada ser a mesma coisa que uma infestação de parasitas é algo que eu acho tão aviltante que nem merecia comentário. Mas como já fui acusada de fugir do assunto, coloquemos uma máscara anti-gases e examinemos seu comentário. Um verme, quando se hospeda num organismo humano, causa efeito daninho à fisiologia desse, o que torna premente a erradicação dos invasores. Um feto humano causa mudanças hormonais em uma mulher QUE SÃO ALTAMENTE BENÉFICAS à sua fisiologia, sendo que alguns médicos afirmam que as mulheres que não tiveram filhos e não amamentaram têm uma propensão maior ao câncer ginecológico. Só aí, já vemos uma diferença gritante, não é? Por isso, não teria grandes problemas em tomar um remédio e expelir um verme que me ataca. Como é a mulher que decide a continuação ou a interrupção do desenvolvimento do dito embrião, acho que a reação emocional dela não é só relevante, é determinante. Já estudei biologia, já fui a laboratórios e vi slides de diverso fetos de vários bichos, de galinhas a porcos. Muito macabro. Agora me diga você: qual a importância destes fetos todos serem estruturalmente muito parecidos? Isso significa que eles têm todos o mesmo valor? Então faça isso: quando você quiser ter um filho, vá a feira e compre um pintinho, ou melhor ainda, vá à granja e compre um ovo fertilizado e acompanhe o nascimento de seu rebento em casa. O álbum do bebê vai ficar uma graça! Querido, nenhuma mulher, nem as que abortam como método contraceptivo – e eu conheço algumas que o fazem – acha que o feto que está abortando é o mesmo que um feto de frango ou um girino. Você por favor, não projete seu delírio nas mentes de outras pessoas. Como o Alexandre soares disse, se as mulheres pensassem assim, não seriam mulheres, seriam monstros genocidas, moralmente e na prática também. Matar uma pessoa aos dois meses, aos dois anos ou aos vinte e dois é apenas uma questão de um trabalho maior ou menor para fazê-lo. O ser humano de vinte e dois certamente vai brigar muito mais contra a tentativa que a criancinha ou o feto. Pode ser até que ele frustre totalmente o seu intento de matá-lo, defendendo-se de você. Por isso, matar crianças ou bebês, antes ou depois do parto, é um crime PIOR que matar seres adultos, não menor. Bom, posso dizer que meu dinheiro é meu, me pertence, trabalhei por ele e conquistei o direito a ele. Mas quem foi que disse que os nutrientes PERTENCEM à mãe?? Ela os produziu? Ou os roubou dos animais, vegetais e minerais que ingeriu, sem pedir a mínima permissão? Ou será que os vermes têm direitos, mas os legumes não? Plantas são os únicos seres vivos que produzem seus nutrientes, e poderíamos contra argumentar que elas o fazem através da apropriação destes nutrientes presentes no solo. E agora, de quem são os nutrientes? E com que direito a mãe poderia negar os nutrientes ao filho, já que ela por sua vez os roubou de outrem? Resumo da ópera: toda a vida pertence a DEUS, e Ele dispõe dela de acordo com seus desígnios. Se eu achasse mesmo que distribuir dinheiro acabaria com a fome, daria todo mês grande parte de meu salário para isso. Só que a fome não se resolve com dinheiro. Se resolve com consciência. Que você não tem. Oh, Deus Santíssimo, ele agora encarna Grouxo Marx em sua memorável frase: "Jamais frequentaria um clube que me aceitasse como sócio". Quer dizer que é melhor a morte que ser um filho seu? Sabe que eu estou quase inclinada a concordar? Mas então faça o seguinte, vá ao médico e faça logo uma vasectomia. Corte o mal pela raiz. Assim, você jamais terá filhos, desejados ou não. Quanto ao que eu penso de seus métodos educacionais, se eles têm o mesmo teor destes seus comentários, acho que você devia ser proibido por lei de passar a menos de cem metros de qualquer escola, que dirá educar crianças como pai! Como a maioria das crianças que nasce no mundo é indesejada em algum nível, você acabou de decretar a destruição da espécie humana. Aperte então o botão vermelho. KABUM!!!!!! Ai, ai... acho que já mostrei porque você É uma criatura imatura. Porque trata a coisa como uma disputa entre amigos e inimigos, não como um debate de idéias. Também já falei porque acho seus argumentos bidimensionais, pois não imagino que você seja fininho feito uma folha de papel. Acho seus argumentos bidimensionais, porque ficam apenas na superfície do problema, sem se aprofundar nele. Isto é não ter profundidade, ou seja, usar de argumentos bidimensionais. Ignorante, meu caro, não é uma ofensa, mas a descrição do estado de uma pessoa. Você IGNORA completamente a verdade a respeito da Igreja, e a ataca com slogans e palavras de ordem. Isso é ser um ignorante de carteirinha. Indicação de bibliografia não é uma ‘tática diversionária’ (sic), mas sim uma tentativa delicada de abrir seus horizontes. Se você prefere uma escovada pública, que seja feita sua vontade. Uma última pergunta: no quê exatamente estou ignorante?

[Sobre "Regras da Morte"]

por Assunção Medeiros
20/5/2002 às
17h03 200.184.36.94
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Diabo no corpo
Eduardo, "Com o Diabo no Corpo" deu origem a um filme italiano que causou bastante furor, em 1987, por causa da interpretação de Maruschka Detmers. Mas diabo no corpo bom mesmo era aquele de Miss Jones.

[Sobre "Em busca da pureza perdida"]

por Rafael Lima
20/5/2002 às
17h05 200.179.78.2
(+) Rafael Lima no Digestivo...
 
Falta de Cultura e Democracia
Caro Júlio, Abstraindo-se da discussão sobre qual seja o papel do Estado na criação - e manutenção de uma televisão de qualidade, não podemos nos esquecer que o nível da programação é meramente o reflexo do VERDADEIRO nível cultural dos telespectadores, por mais lugar que seja essa afirmação. Quero acreditar que a inexistência de bons programas de debates é o resultado do puro desinteresse das "massas" por esse tipo de programa, porque, se for por absoluta falta de profissionais capazes de engendrar boas discussões, estamos mais mal do que pensamos. Abs, Bernardo

[Sobre "Do Manhattan Connection ao Saia Justa"]

por Bernardo
20/5/2002 às
12h35 200.193.230.205
(+) Bernardo no Digestivo...
 
Então tá então
Gustavo, se você pretende mesmo comparar um humano a um animal, aí realmente não há o que fazer. O que me deixou mesmo intrigado foi a sua explicação sobre a acentuação. Você não tem um editor de textos em português? Ou não sabe programar o idioma do teclado no Windows? De fato, esta vida, como diz João Ubaldo Ribeiro, é mesmo muito dura e prenhe de percalços.

[Sobre "Regras da Morte"]

por Alexandre Ramos
20/5/2002 às
10h12 200.179.45.130
(+) Alexandre Ramos no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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