busca | avançada
28773 visitas hoje
333 mil no mês
Segunda-feira
Artes
Internet
Terça-feira
Teatro
Televisão
Quarta-feira
Cinema
Música
Quinta-feira
Além do Mais
Gastronomia
Sexta-feira
Imprensa
Literatura
Newsletter
* por Julio Daio Borges
Segunda-feira
Daniel Bushatsky
Gian Danton
Ricardo de Mattos
Terça-feira
Débora Carvalho
Diogo Salles
Jardel Dias Cavalcanti
Quarta-feira
Guilherme Montana
Luiz Rebinski Junior
Rafael Fernandes
Quinta-feira
Elisa Andrade Buzzo
Marcelo Spalding
Vicente Escudero
Sexta-feira
Ana Elisa Ribeiro
Marta Barcellos
Rafael Rodrigues
Especiais
Últimos Posts
>>> Verão Poesia Internacional BH
>>> O tablet do Google
>>> Steve Jobs apresentando iBooks
>>> Steve Jobs apresentando o iPad
>>> Mais uma Borrachalioteca
>>> Jobs homenageia o Kindle
>>> iPad o Leitor da Apple
Mais Recentes
>>> Considerações sobre a leitura
>>> 77 anos do Mercado Municipal
>>> Ayn Rand ou o primado da razão
>>> A humanidade segundo Saramago
Mais Recentes
>>> Paula Dip
>>> Luis Eduardo Matta
>>> Spacca
>>> Cris Dias
>>> Ricardo Freire
>>> Lúcia Guimarães
Mais Recentes
>>> Monteiro Lobato... de fato! (Lawrence Husby)
>>> O mistério dos dinossauros (Claudio Spiguel)
>>> Cachorros e pichadores (Paulo Mauad)
>>> Os Olhos do Dragão (Isadora Padilha)
>>> Os entraves permanecem (Isadora Padilha)
>>> Lindo (Juliana Galvão)
>>> Coleção Para Gostar de Ler (Paulo Mauad)
>>> Ainda outra dúvida (Paulo Mauad)
>>> Não existe melhor (Denise Macedo)
FAQs
site, divulgação & colabs.
Quem Somos
histórico & mapa do site
Audiência & Anúncios
quem lê & como anunciar
Expediente & RSS
quem é quem & feeds
Últimos Releases
Categorias Atualizadas
Informática - PCs
Celulares e Telefonia
Eletrônicos - Áudio Portátil
Revistas
Celulares - Memória - SDHC
Celulares - PowerPack
Celulares - Foston
Celulares - Bak
Celulares - Anycool
Telefonia - Outros
Carros, Motos e Outros
Instrumentos Musicais
Walkie - Talkies - Carregadores e Baterias
Celulares - Cect
Celulares - Nextel - Motorola
Celulares - Nextel - Blackberry
Imóveis
Celulares - Memória - microSD - Transflash
Celulares - Memória - Outros
Música
Celulares - Outras Marcas
VoIP - Telefonia via Internet - Telefones
Celulares - Siemens
Celulares - Memória - SD Card
Celulares - Acessórios - Leitores de Memória
Celulares - Memória - Memory Stick Duo / Pro Duo
Celulares - Blackberry
Celulares - Memória - miniSD
HP - iPAQ
Eletrônicos - Peças e Componentes
Telefonia - Telefones sem Fio
Informática - Intel
Eletrônicos - DVD Players e Gravadores
Celulares - Acessórios - Telescópios
Informática - Pen Drives
Telefonia - Fax
Celulares - Acessórios - Estações de Solda
Celulares - Acessórios - Suportes Veiculares
Celulares - Acessórios - Adaptadores para Fones
Jóias e Relógios
Eletrônicos - Áudio para Casa
Eletrônicos - GPS
Informática - Notebooks - Peças
Filmes e Seriados
Celulares - Acessórios
Informática - Apple
Informática - Servidores
Celulares - Acessórios - Películas Protetoras
Celulares - Acessórios - Canetas
Informática - Notebooks
DIGESTIVOS >>> Literatura

Quarta-feira, 3/2/2010
Literatura
Julio Daio Borges




Digestivo nº 452 >>> Edmund Wilson e os chatos da literatura
Chatos literários sempre existiram. O problema é que, com a internet, eles ampliaram seu alcance. Esteja on-line, e mostre algum interesse por literatura, para receber spams de “originais” por e-mail, indicações de blogs literários de poesia (com rima) e até livros ruins de autores independentes (pelo correio). Chatos são inventivos e, em matéria de tecnologia, engrossam a massa implorando atualmente por atenção. De súbito, porém, um “aviso” do crítico norte-americano Edmund Wilson (1895-1972), um dos mais célebres do século passado, circulou a partir do blog de Timothy Ferriss. Nele, percebemos que os chatos literários são antigos, e vêm importunando a crítica, com seus pedidos, há décadas (apesar de, sempre publicamente, desfazerem dela). Está escrito em letra de forma: “Edmund Wilson lamenta ser impossível para ele...”. Seguido de uma lista das mais inoportunas solicitações literárias de todos os tempos: “Ler manuscritos”. Wilson não procurava ter novos “gênios” à vista. “Escrever artigos sobre livros”. Também: “Escrever prefácios e apresentações”. “Emitir pareceres [favoráveis]”. E, para completar: “Fazer qualquer tipo de trabalho editorial” (leia-se: envolvendo livros). Mais adiante: “Participar de concursos literários [julgando obras]”. “Tomar parte em congressos de escritores”. E, para encerrar: “Participar de simpósios ou ‘painéis’ de qualquer sorte”. Em seguida: “Fazer palestras ou discursos”. “Dar cursos”. Ou, pior: “Falar no rádio [sobre literatura] ou aparecer na televisão”. Na sequência: “Responder a questionários [sobre literatura]” (para estudantes que não querem fazer sua lição de casa). E, radicalizando: “Dar entrevistas”. Edmund Wilson também dizia ser-lhe “impossível”: “Doar seus livros para bibliotecas”. E (item polêmico): “Dar autógrafos a desconhecidos”. Por último, Wilson jamais poderia: “Fornecer informações sobre si mesmo”. E “fornecer retratos de si mesmo”. Se ainda restasse alguma dúvida, o último item: “Fornecer opiniões sobre literatura ou outros assuntos”. Com um adendo, manuscrito (e assinado): “Não falo em público mesmo se me oferecerem uma grande soma”. Edmund Wilson, se ainda vivesse, não teria celular, nem e-mail... Dois anacronismos que, se aplicados a chatos literários, deixam-nos hoje em dúvida...! [7 Comentário(s)]
>>> Edmund Wilson regrets that it is impossible for him to...
 



Digestivo nº 451 >>> Literatura em 2000-2009
O início da década do novo século, obviamente, seria “assombrado” pela literatura do século anterior. Assim, os primeiros anos da década de 2000 assistiriam a reedições de monstros como Guimarães Rosa (pela Nova Fronteira, com direito a exposição no Museu da Língua, Centenário e 50 anos do Grande Sertão); Nélson Rodrigues (que continuaria crescendo pós-Ruy Castro, com edições de Caco Coelho, e mudança da Companhia das Letras para a Agir); Rubem Fonseca (com bons livros de contos, romances medianos e também migração para a Agir); e Dalton Trevisan (com obras como Pico na Veia e Macho Não Ganha Flor, merecendo, ainda, o epíteto de mestre do conto, e mantendo-se na Record). Mais para o final da década, seriam reeditados, igualmente, Jorge Amado, Vinicius de Moraes e Jorge Luis Borges, pela Companhia das Letras. Graças ainda à editora de Luiz Schwarcz – acompanhada de quase todas as grandes –, a década de 2000 ficaria conhecia como aquela em que o livro de bolso, finalmente, decolou no Brasil (com selos como Companhia de Bolso e Sabor Literário). Também a década dos eventos literários, capitaneados pela Flip; e dos prêmios literários, com destaque para o Portugal Telecom. A Geração 90 continuaria assombrando, com seus autores de qualidade duvidosa, e a chamada Geração 00 ficaria eternamente associada à internet (aos sites literários e aos blogs). O principal autor internacional do período continuaria sendo Philip Roth (mais um Nobel-que-não-foi). E o principal autor nacional do período seria Milton Hatoum, com Dois irmãos, Cinzas do Norte e Órfãos do Eldorado. Ainda se destacariam, na prosa, Cíntia Moscovich, Michel Laub e Daniel Galera; na poesia, Paulo Henriques Britto, Douglas Diegues e Fabrício Carpinejar (este oscilando um pouco); e, na crônica, Ricardo Freire, Antonio Prata e Ana Elisa Ribeiro. A principal editora a surgir, entre as tantas ligadas à internet, seria a Livros do Mal – que, além do mesmo Galera, revelaria Daniel Pellizzari e Clarah Averbuck. O principal crítico literário, no Brasil, se revelaria Sérgio Rodrigues, de NO. e NoMínimo; e, dos anos 2000, Paulo Polzonoff Jr., com passagens pelo Rascunho, por este Digestivo, por blogs e por livros como O Cabotino. A década veria, ainda, a consolidação de editoras (como, por exemplo, as aquisições do Grupo Ediouro); e a chegada das espanholas, como Planeta e Prisa-Santillana. E se pairou a ameaça da digitalização de volumes, promovida pelo Google, o livro atravessaria a década longe da pirataria (ao contrário de CDs e DVDs, no mesmo período). A nova década, contudo, acenaria com o Kindlee o negócio do livro, então, mudaria para sempre... [1 Comentário(s)]
>>> Mais Literatura
 



Digestivo nº 449 >>> Literatura em 2009
O grande fato “literário” de 2009 foi, justamente, um fato de aparência “não-literária”: o desembarque do Kindle, o leitor da Amazon, em terras brasileiras, na sua versão global. Provocando, nas editoras brasileiras (e mesmo nas “não-brasileiras”), as reações mais diversas, o Kindle seguirá transformando o ambiente literário em 2010. Quase na contramão da estreia dos livros eletrônicos – e da sua natural ligação com obras de domínio público (via formato PDF) –, a Companhia das Letras anunciou seu acordo com a Penguin Books, cujas obras clássicas vai publicar, em traduções como sempre bem cuidadas, a partir de 2010. E por falar na editora de Luiz Schwarcz, 2009 ainda foi de Milton Hatoum, com A cidade ilhada, e de pockets como Histórias Extraordinárias, de Edgar Allan Poe, sob os cuidados de José Paulo Paes. Borges continuou brilhando, em reedições pela mesma editora: tanto no encontro consigo mesmo, na ficção; quanto no encontro com o leitor, num ensaio autobiográfico. E Jorge Amado, cujos relançamentos também seguiram em 2009, mereceu homenagem de Spacca, que adaptou Jubiabá para o formato graphic novel. Até Burckhardt, um dos mestres de Nietzsche, mereceu uma releitura em 2009. E por falar no filósofo: seu Wagner em Bayreuth mereceu reedição da Jorge Zahar; enquanto sua Genealogia da Moral saiu, ainda, pela Companhia de Bolso. Relemos, com enorme prazer, Otto Lara Resende destrinchando Vinicius de Moraes e Ivan Junqueira desvendando, como poucos, Otto Maria Carpeaux (Record). Na ala dos contemporâneos, Paula Dip ressurgiu, biografando Caio Fernando Abreu. Enquanto autores brasileiros do nosso tempo comentaram o famoso Decálogo do Perfeito Contista, de Horacio Quiroga. Mario Quintana foi agraciado com uma edição dos Cadernos de Literatura Brasileira. E a professora Walnice Nogueira Galvão reuniu, em livro, sua Euclidiana. 1984, de Orwell, foi revisitado até por Thomas Pynchon; e Milan Kundera percorreu a história do romance desde o Quixote. 2010 será o primeiro ano em que vamos misturar, efetivamente, nossas leituras em papel com nossas leituras eletrônicas. O que resultará então? [Comente esta Nota]
>>> Mais Literatura
 



Digestivo nº 447 >>> As editoras contra o Kindle
O Kindle, o leitor de livros eletrônicos da Amazon, tem gerado respostas ambíguas. Se em uma semana ficamos sabendo que editoras brasileiras, por exemplo, correm para digitalizar seus títulos, em outra descobrimos que editoras americanas, grandes, seguram títulos novos, no Kindle, para que não “canibalizem” suas respectivas versões em papel (nas livrarias). Como na indústria do cinema, onde um DVD (ou, será?, Blu-ray) só está “liberado” para o comércio depois de meses da estreia nas salas de exibição, a Simon & Schuster quer “segurar” seus lançamentos (em capa dura, nos Estados Unidos) durante quatro meses, antes de disponibilizar suas respectivas versões eletrônicas (a uma fração do preço, evidentemente). A Amazon, embora venda, também, as versões em papel, responde que – meses depois – o leitor do Kindle perderá o interesse, ou adquirirá outro título, talvez de outra editora, que esteja disponível eletronicamente... Blogueiros igualmente acusam editoras como a Simon & Schuster – e outras, como o grupo francês Hachette – de criar uma “falsa escassez”, pois “segurar” um livro em versão eletrônica pode, futuramente, equivaler a tentar segurar versões “pirata” de Harry Potter, U2 ou Paulo Coelho, que sempre escapam... E por falar no mago brasileiro, a Veja anuncia que ele foi o “primeiro” autor nacional a suplantar as editoras – e negociar, diretamente, com a Amazon. Não é, obviamente, uma ideia original dele (nem da Veja), é algo que já estava previsto no script: afinal, como escreveu Paul Graham, em setembro, vamos caminhando para um mundo “post-medium” ou, em bom português, “pós-mídia” (física). A Amazon, embora se faça de amiga dos jornais (com o Kindle DX), pode, num futuro, tornar-se, sim, a única editora. Como a mesma Apple pode. E como o Google, também, pode... Para complicar, ainda mais, o raciocínio, surgiu a notícia de que o Kindle ameaça ser “hackeado”... Se os editores, e os autores, brasileiros, em outras épocas, nem sonhavam com a “digitalização”, agora terão de pensar em um melhor argumento que o do “cheiro”, da “textura”, do “gosto”... [8 Comentário(s)]
>>> Two Major Publishers To Hold Back E-Books
 



Digestivo nº 446 >>> Clássicos da Penguin pela Companhia das Letras
Enquanto se divulga a notícia de que editoras brasileiras correm atrás da digitalização – por força da grande aceitação do Kindle nos Estados Unidos –, a Companhia das Letras se acautela, igualmente, em outra direção: segue apostando nos pocket books. Reforçando sua entrada nesse mercado, em 2010 a editora de Luiz Schwarcz lança os primeiros volumes em associação com a clássica Penguin Books. Se a britânica se consagrou no mundo todo, por popularizar edições de clássicos a preços convidativos, agora a brasileira poderá desfrutar desse catálogo, brindando o leitor do português brasileiro com grandes traduções. Neste final de ano, a Companhia das Letras distribuiu um teaser do que será o projeto em algumas semanas. Trata-se de uma edição limitada com dois ensaios de Italo Calvino, retirados de Por que ler os clássicos – igualmente um clássico que a própria editora lançou em seu selo Companhia de Bolso. Em capa dura, o volume é todo preto, com exceção de uma bela foto ilustrativa, uma faixa branca, com o tradicional "logotipo do pinguim" e as palavras "Penguin" e "Companhia", acima de "Clássicos". O projeto gráfico, que moderniza o original, é do warrakloureiro. A expectativa, agora, é pelo preço. Se Luiz Schwarcz conseguir argumentar, como Steve Jobs, que adquirir um produto bem acabado é muito mais recompensador do que descolar um "genérico", através da internet, esta nova iniciativa deve prosperar. O risco, talvez, é a coleção nova, de clássicos, "canibalizar" a coleção, não tão nova, de livros de bolso. Mas os estrategistas da Companhia das Letras devem estar preparados. O Kindle e a Amazon, por um lado, e o Google (com seu Google Books), por outro, acenam com uma digitalização sem limites, de obras clássicas na história da humanidade. A primeira disponibilizando o acervo da maior livraria do mundo e o segundo, os acervos das principais bibliotecas dos Estados Unidos. Vai chegar o dia em que teremos tudo o que já caiu em domínio público no alcance da mão, a Companhia das Letras e a Penguin, contudo, apostam que esse dia está mais longe de chegar do que parece – ou mesmo, se chegar, que o futuro permitirá a coexistência de edições de papel e eletrônicas. [1 Comentário(s)]
>>> Clássicos da Penguin pela Companhia das Letras
 

Julio Daio Borges
Editor
mais literatura | topo

Livraria Cultura
Conrad Editora
Submarino
Companhia das Letras
Editora Globo
Editora Planeta
Editora Objetiva
Editora Record
MercadoLivre
Campus-Elsevier
LANÇAMENTOS
Campus-Elsevier

Os bastidores da Crise
David Wessel
por R$ 69,90


Mulheres, trabalho e arte do savoir fare
Mireille Guiliano
por R$ 66,00


Fitoterapia Contemporânea
Leda, Sá, Saad e Seixlack
por R$ 139,00


Eu quero ser rico!
Maurício Bastter Hissa
por R$ 45,00


O poder das conexões
Nicolas A. Christakis
James H. Fowler

por R$ 69,90


Gestão 2.0
José Cláudio Terra
por R$ 49,90


O segredo das mulheres francesas
Mireille Guiliano
por R$ 32,90


As mulheres francesas não engordam
Mireille Guiliano
por R$ 49,90


Mudança Climática
Stephan Faris
por R$ 67,90


Milionário-Minuto
Robert Allen
Mark Hansen

por R$ 59,90


A nova regra do jogo
Rafael Paschoarelli
por R$ 53,00


Tenha Calma!
Vera Martins
por R$ 47,00


A era do radicalismo
Cass Sunstein
por R$ 49,90


Como dizer tudo em inglês em viagens
Ron Martinez
por R$ 39,90


O guia prático de finanças de Roberto Zentgraf
Roberto Zentgraf
por R$ 49,90

OFERTAS
Artigos para Bebês


Babá Eletrônica Com Tela Lcd E Camera Flexível Visão Noturna
por R$ 244.69
até 13/2/2010



Carrinho De Bebê Tipo Berço 3 Posições Reversível Color Baby
por R$ 169.99
até 29/3/2010



Cadeira Poltrona Bebê Criança Carro Inmetro Canguru Booster
por R$ 273.80
até 06/3/2010



Berço Cercado Desmontável Vira Cabaninha E Mala De Viagem
por R$ 199.99
até 27/3/2010



Berço Cercado Portátil Cabaninha Mosquit Móbile Mus.Opcional
por R$ 199.99
até 07/3/2010



Baba Eletronica Kit Vídeo Lcd Câmera Wireless Visão Noturna!
por R$ 229.90
até 20/2/2010



Poltrona Para Amamentação Mod. Letícia Com Balanço E Puff.
por R$ 295.00
até 06/3/2010



Berço Cercado Playground Com Trocador Mosquiteiro E Maleta!
por R$ 189.99
até 29/3/2010



Cadeira Poltrona Bebe P Carro Booster Canguru Selo Inmetro
por R$ 274.90
até 17/3/2010



50 Lembrancinhas Bebe Maternidade Festas E Eventos
por R$ 95.00
até 09/2/2010


Mais "Artigos para Bebês"...

busca | avançada
28773 visitas hoje
333 mil no mês