Como Steve Jobs se tornou Steve Jobs | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
57697 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Quarta-feira, 4/11/2015
Como Steve Jobs se tornou Steve Jobs
Julio Daio Borges

+ de 2200 Acessos

O título original é "Becoming Steve Jobs" e eu prefiro. Tornando-se Steve Jobs. No gerúndio e com pronome. Talvez, em português, não fosse vendável...

"Mais uma biografia do Steve Jobs?", você pode perguntar. "Não teve aquela, do Walter Isaacson?", você também pode perguntar

Pois é, teve; e foi aquela que a maioria das pessoas leu. Porque ficou pronta, exatamente, antes de Steve Jobs morrer. E foi distribuída logo após sua morte

Pode-se dizer que é a biografia que ele queria que todo mundo lesse. Até porque foi a única para qual ele colaborou. Até escolheu o biógrafo - o mesmo de Benjamin Franklin e Albert Einstein

Mas esse é, justamente, o problema da biografia de Walter Isaacson: é muito laudatória; "chapa-branca", como dizemos no jargão

E Isaacson não é do meio de tecnologia. Não que todos os biógrafos devam ser do meio de seus biografados. Mas "Steve Jobs" não fazia parte do universo de interesses de Isaacson. Tanto que ele se surpreendeu pelo convite, feito pelo próprio Jobs - e até achou-o, inicialmente, pretensioso...

*

Tudo isso para justificar porque o livro de Brent Schlender e Rick Tetzeli, Becoming Steve Jobs, é melhor. Brent cobriu Jobs pela revista Fortune, por décadas. E conviveu com ele desde sua saída da Apple, no final da década de 80 - antes da Pixar e antes, obviamente, do seu retorno triunfal à mesma Apple (no final da década de 90)

Além disso, o objeto de Schlender e Tetzeli é outro. Becoming Steve Jobs não é uma simples biografia: o livro tenta mostrar como o jovem empreendedor - que foi expulso da empresa que criou - se tornou o empresário maduro que transformou a Apple no maior "valor de mercado" da bolsa

Assim, o livro *não começa* pela infância, pela adolescência, essas coisas (embora fale delas eventualmente): o livro começa com Steve Jobs sozinho, abandonado pela Apple, desacreditado pela mídia, numa casa enorme, fundando a NeXT - sua segunda empresa (que, sob muitos aspectos, seria um fracasso)

Brent Schlender acha, justamente, que o fracasso, o abandono e a incompreensão forjaram o Steve Jobs que todos conhecemos: do iPod, do iPhone e do iPad. Porque o Steve Jobs do Apple II e do Macintosh só teria chegado até nós pelos livros de História - não teria se tornado o ícone que se tornou nos anos 2000 (nem a sua empresa)

Até em nível pessoal, Steve Jobs teve de amadurecer. Durante a ascensão da Apple, desde a garagem até o primeiro bilhão de dólares em vendas, Jobs teve uma filha de um primeiro relacionamento - Lisa -, que demorou a reconhecer. Só foi curar essa ferida quando conheceu Laurene Powell, que viria se tornar sua esposa, mãe de seus três outros filhos - e Lisa foi morar junto com eles

A Pixar, aparentemente um acidente na vida de Jobs, ensinou-lhe muito sobre como administrar equipes criativas. Não que ele não soubesse, com o primeiro Mac, mas foi Ed Catmull, presidente da Pixar, quem lhe transmitiu sua sabedoria em como dar muita liberdade e, ao mesmo tempo, obter resultados

Embora a NeXT tenha fracassado no objetivo de construir "estações de trabalho" e substituir a Sun Microsystems, a Pixar, como empresa, foi o contrário: de estúdio de animação que não dava lucro, apesar de gênios como John Lasseter, passou a rivalizar com a Disney, depois de seu primeiro longa, Toy Story, até ser adquirida por ela

A Pixar teria chegado, sozinha, a Toy Story? Talvez. Mas as habilidades de negociador de Jobs, que já havia estado no topo do mundo, permitiram um contrato de distribuição com a Disney que nenhuma novata jamais obteve - e levaram a uma aquisição, igualmente, histórica, garantindo à Pixar independência, ressuscitando a Disney Animation e renovando a própria Disney (estagnada depois de décadas)

*

Mas a grande história, embora a da Pixar e da Disney seja bonita no livro, é a da ressurreição da própria Apple, que estava falindo quando - ora, vejam - adquiriu a NeXT. Mesmo com todos os problemas de não conseguir vender seus computadores "de design", a segunda empresa de Jobs tinha o sistema operacional de que a Apple necessitava, baseado no Unix - e que serviria de suporte para todos os dispositivos a partir do iMac

Ao fim e ao cabo, Jobs foi a maior "aquisição" para a Apple - mais do que a NeXT. Pois, no final dos anos 90, Jobs não era mais o "dono" da empresa. Havia vendido todas as suas ações ("menos uma"), uma década antes, quando foi defenestrado pelo conselho...

Só que Jobs permaneceu conectado à Apple, mesmo quando esteve fora dela. E sofria com cada movimento errado, com cada produto sem charme, com cada tiro n'água em termos de estratégia. A Apple caminhava para a irrelevância, enquanto que a Microsoft, de Bill Gates, atingia a dominância plena

A situação era tal que, quando Jobs reassumiu, primeiro como consultor, depois como iCEO (CEO interino), depois como CEO, o mercado o via com bastante desconfiança. A Apple estava quebrando... E foi Gates - ora, vejam, mais uma vez - que, adquirindo participação, deu sobrevida financeira à Apple

O "turnaround" (a reviravolta) que Jobs promoveu - de uma empresa que tinha *meses* de sobrevivência, para o maior valor de mercado em bolsa - é considerado o principal turnaround da história americana. Não à toa, Jim Collins, o guru do 3G brasileiro, chama Steve Jobs de "o Beethoven dos negócios". Assim como na música, houve muitos gênios - "mas só um Beethoven"...

*

Quem não tem paciência para a "literatura de business", ainda pode encontrar a porção artística de Jobs - tão, ou mais, interessante quanto

Brent acredita que a maior parceira criativa de Jobs não foi com Steve Wozniak, nem com os gênios da Pixar, foi com Jonathan Ive, o designer da Apple em seu renascimento

Steve Jobs, quando reassumiu, desfez toda a linha de produtos da Apple, concentrando-se em quatro frentes: desktops para o público em geral; desktops para empresas; notebooks para o público em geral; e notebooks para empresas

Essa simplificação se refletiu no quadro de funcionários e Jobs estava visitando o departamento de design, quando conheceu Jony Ive - um designer britânico genial, que estava perdido no meio dos escombros da Apple

A empatia foi imediata, embora Ive temesse a demissão, ainda, por meses... O fato é que nunca houve um designer com status de "diretor" numa empresa de tecnologia. Além de ter desenhado o iMac, cujo sucesso deu novo fôlego à Apple, Ive foi o artista por trás do iPod, do iPhone e do iPad

*

Não sei se vale a pena repisar os sucessos dos últimos dispositivos, que são bem conhecidos, ainda que seus números sejam estrondosos - e tenham lançado um novo desafio para Jobs: dirigir uma empresa, realmente, grande, bem-sucedida, com desafios de fabricação e de distribuição à altura - até chegar na maior empresa de bens de consumo do mundo

São impressionantes, para encerrar, os capítulos sobre o câncer, a doença que, finalmente, matou Jobs - e que, arrisco dizer, trouxe o que lhe faltava de lucidez, e de sabedoria, convertendo-o no que Brent Schlender, muito apropriadamente, denominou "o maior líder visionário de nossa época"

*

Essa é a terceira biografia do Steve Jobs que eu leio. Não li, justamente, a do Walter Isaacson, porque, quando saiu, eu já havia lido outras duas, e as informações me pareceram as mesmas. Antes de Becoming Steve Jobs, li uma que vai até a estreia da Apple em bolsa - o maior IPO desde a Ford - e li uma segunda, que vai da expulsão de Jobs, da Apple, até seu retorno triunfal. (Li, ainda, um livro sobre a Pixar - mas do ponto de vista da Pixar, não da Apple)

Steve Jobs talvez seja uma das minha obsessões favoritas, como John Lennon. Não me interessa tanto o bilionário, nem o ególatra, mas o homem de ideias, a personalidade complexa, em certa medida o pensador, até o frasista, e o detentor de um bom gosto fora de série

Admiro Bill Gates, logicamente, mas não sei se leria um livro inteiro sobre ele, ou *dele*. Não acho que Mark Zuckerberg seja o "novo" Steve Jobs. O Facebook chegou a mais de um bilhão de usuários, mas, fora esse feito, não o considero "uma revolução", como a do o computador pessoal, por exemplo

E não acho o Jeff Bezos, da Amazon, páreo para Jobs - e olha que li dois livros sobre ele e a loja dele (1 e 2). Bezos é um prodígio desde criança, mas não sei se é um gênio como Jobs. Não me ocorre nenhuma frase dele. Não vejo a assinatura dele em nenhum outro lugar, fora a Amazon

Os caras do Google não me chamam tanto a atenção, como personalidades, embora o Google seja uma ideia genial (já li dois livros sobre ele - 1 e 2). Não sei o suficiente sobre Elon Musk (estou com um livro na fila). O único cara que me faria pensar duas vezes, hoje, é o Marc Andreessen, inventor do Mosaic, fundador da Netscape - o primeiro IPO da internet -, mentor de gente da nova geração, como Zuckerberg, e sócio de Ben Horowitz

Andreessen é muito articulado, sigo ele no Twitter, escreve bem, fala bem - mas ainda não foi capaz de cometer um manifesto como "Think Different". Ou um discurso como aquele de Stanford - que, com o perdão do clichê, é uma lição de vida...

*

Sempre conto que aprendi a programar num clone do Apple II+. A WWW mudou minha vida - e ela foi inventada, por Tim Berners-Lee, numa estação de trabalho da NeXT. Sou da geração "walkman", então o iPod mudou minha vida, também. E o iPhone, eu considero uma revolução maior do que a do computador pessoal - porque é um computador pessoal de bolso...

Ainda não tive um Mac (ninguém é perfeito). E não tenho um iPad (não vejo tanta utilidade; e não quero mais uma tela). Mas, mesmo assim, é difícil alguém que tenha influenciado tanto a minha vida quanto as pessoas próximas a mim - e que, justamente, *não seja* uma pessoa próxima a mim

Leria outro livro sobre ele? Não. Agora, não. (Rs.) Mas tem filme a caminho. Acho que ainda não fizeram jus a ele no cinema. Veremos...

P.S. - Escrevi este texto, inteiro, num iPhone 5S. Steve Jobs não inventou o celular, nem o smartphone, mas fez dele "o melhor amigo do homem" ;-)

Para ir além
Compartilhar


Julio Daio Borges
São Paulo, 4/11/2015


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O que não fazer em época de crise de Fabio Gomes
02. Quando amor e terra quase se confundem de Elisa Andrade Buzzo
03. Você é África, Você é Linda: abaixo o preconceito! de Fabio Gomes


Mais Julio Daio Borges
Mais Acessadas de Julio Daio Borges em 2015
01. Lendo Virgílio, ou: tentando ler os clássicos - 25/5/2015
02. Regras de civilidade (ou de civilização) - 21/9/2015
03. Man in the Arena 100 (e uma história do Gemp) - 30/11/2015
04. Por que a discussão política tem de evoluir - 24/8/2015
05. 10 coisas que a Mamãe me ensinou - 10/5/2015


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




UM RUMOR DE GRILHETAS
RICHARD JESSUP
CAMINHO
(1994)
R$ 25,00
+ frete grátis



O MENINO SEM IMAGINAÇÃO
CARLOS EDUARDO NOVAES
ÁTICA
(2005)
R$ 25,00



DESIGN OF REINFORCED CONCRETE STRUCTURES
MURASHEV/SIGLOV/BAIKOV
MIR MOSCW
(1968)
R$ 30,00



TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA
LIMA BARRETO
CIRCULO DO LIVRO
(2010)
R$ 10,00



O QUE É TEATRO
FERNANDO PEIXOTO
BRASILIENSE
(2005)
R$ 15,00



PARIS DO ORIENTE
BELINDA ALEXANDRA
FUNDAMENTO
(2015)
R$ 49,80



DESEJO PROIBIDO
SOPHIE JACKSON
ARQUEIRO
(2015)
R$ 38,00



A SURPRESINHA E OUTROS ESCRITOS - 1ª EDIÇÃO
JORGE HAUSEN
ALCANCE
(2009)
R$ 8,00



VIRA-LATA
STEPHEN MICHAEL KING
BRINQUE-BOOK
(2008)
R$ 38,16



PASSAGENS
GAIL SHEEHY
FRANCISCO ALVES
(1984)
R$ 18,00





busca | avançada
57697 visitas/dia
1,4 milhão/mês