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Terça-feira, 24/3/2015
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O código Gondry

Só que eu só notei isso no final.
Estava lá, assistindo ao episódio "Memory of a memory" de Hora da Aventura, de boa, até que, ao final do episódio, notei uma coisa que abriu minha mente para perceber tantas referências contidas no episódio e...
A última cena do episódio é:



Que me fez imediatamente pensar no vídeo de "The Denial Twist ", dos White Stripes, dirigido pelo Michel Gondry:


E depois, compreendi que o episódio fazia referência a Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembrança! Certo? Lembra dele? Mas não vou explicar o motivo aqui para não te dar um spoiler.

E então, percebi outra possível referência ao Michel Gondry, o vídeo de "The Hardest Button to Button", também dos Stripes:



O sofá vai andando e se esticando...



Esticando...



Tipo isso aqui:


Que lindo dia para se assistir a um desenho animado.

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Postado por Blog de Arislane Straioto
24/3/2015 às 22h56

 
Minha Terra

Devo confessar que amo profundamente minha terra natal e gostaria de ter o dom de poder cantá-la em versos. Por lá passa o Rio Jaguaribe, maior rio seco do mundo — somente fica caudaloso na época das chuvas — e que dá nome ao vale por ele banhado: Vale do Jaguaribe . A cidade que amo, Limoeiro do Norte é uma grande ilha deste vale, pois o rio divide-se em dois quando a encontra. Ela é conhecida como princesa do vale por seus bons colégios e por concentrar várias outras instituições que as demais cidades do vale não possuiam. Isto graças ao seu primeiro bispo, Dom Aureliano Matos que trouxe Hospital Maternidade, Colégio Diocesano, Rádio Educadora Vale do Jaguaribe, Seminário Diocesano e outras.

Foi nessa terra maravilhosa que vivi minha infância e minha adolescência. O Colégio onde estudei, o Diocesano, ficava em frente à minha casa. Quando chegava, após as aulas, fazia os deveres e corria para o sítio que se prolongava por mais de um quilômetro até atingir o rio. Ali eu criava as mais incríveis fantasias, muitas vezes baseadas nos livros e revistas que lia. Ficava ali, meu paraíso, até o sol começar a se por. Era a hora mais triste para mim. Eu devia voltar para casa. Essa hora, até hoje, ainda é triste.

Como disse, não tenho o dom de poeta, mas Limoeiro do Norte produziu muitos, entre eles Napoleão Nunes Maia Filho, Luciano Maia, Virgílio Maia, três irmãos que fazem parte da Academia Cearense de Letras, Irajá Pinheiro e, jamais poderia esquecer, o Padre Francisco de Assis Pitombeira, meu eterno professor e diretor. Portanto, vai aqui um poema de Luciano Maia .

Da Confissão da Terra e da Água

Juro que não queria (não lastimo)
Esta morte, que aos poucos me conforma.
E devo confessar, no meu silêncio
(sem suplicar amparo ou conforto)
Que me seculariza o solo adusto
Um grito (ausente) que não cala a dor
Das noites de paixão sob o Cruzeiro
Buscando inexauríveis mananciais
Na arquitetura hídrica do sonho

E reparti as minhas vãs palavras
Por essas pedras mudas, sob o sol
O peito ardendo em fogo inapagável
Dessangrando artérias sobre o solo
As sílabas do vento emudecendo
À secular sangria das vertentes
Tutelares da Terra Nordestina.

Mas sempre guardo do verdor efêmero
Das bem-vindas visitas das neblinas
O som e o brilho (nuvens sedutoras!)
Da água fascinante, que suspira
Pedindo (a se mirar no espelho mágico
Da terra que lhe abraça o corpo úmido)
Para ficar no leito que ressurge
De carinhoso verde revestido
Dos vales cearenses (seus amantes).

Luciano Maia

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Postado por Blog de Expedito Aníbal de Castro
24/3/2015 às 15h01

 
História /· 24 mar 1603

Morte de Elizabeth I da Inglaterra

Seu reinado é identificado com uma idade de ouro para a história britânica
Neste dia 1603 England chorou pela morte de uma rainha que, no seu reinado de mais de quarenta anos tinha conseguido tornar-se uma lenda viva, Elizabeth I. A filha de Henrique VIII e Ana Bolena, Elizabeth I subiu ao trono em Inglês novembro 1558 depois de inúmeros avatares que acabaram tornando-se rainha que em princípio era o terceiro na linha de sucessão ao trono de Henrique VIII. Ele reforçou o poder da coroa de prosseguir com a definição doutrinária da Igreja Anglicana e fazer uma campanha de culto à personalidade que cercava uma aura mítica. Representado e glorificado como Gloriana, a Rainha Virgem Astrea ou imagem de Elizabeth I identificado com o compêndio de todas as virtudes. Durante o seu reinado a cultura Inglês conheceu um de seus períodos mais brilhantes com figuras como William Shakespeare e Thomas Tallis.

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Postado por Blog de Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
24/3/2015 às 14h20

 
O perdão do amor demais

anima

Talvez seja pouco conhecida a história de Lilith, a primeira mulher da criação. Nascida da mesma matéria— e em igual potência — a Adão, a personagem banida da Bíblia possui uma análise mitológica dificílima. Para encurtar a história, ao perceber que não poderia dominar o amante, a filha de Deus se vê em um dilema: a igualdade ou a submissão.

Sua alma, no entanto, escolhe não sucumbir à dominação masculina. E ela voa para longe do Éden, inadvertidamente. Três anjos saem à sua caça. Insubordinada, Lilith é alvo da mais cruel das maldições: seria transformada em demônio e cem de seus filhos seriam mortos a cada dia. Ela, por sua vez, retribuiria a dor: atacaria mulheres e crianças recém nascidas e roubaria o sêmen dos homens durante o sono, na tentativa desesperada de repor os descendentes assassinados.

Em termos arquetípicos, é possível comparar o mito de Lilith à anima junguiana. Adão teme o mistério e a obscuridade de sua parte feminina, a qual nega por considerá-la uma ameaça às suas forças. Sua atitude é uma recusa à interioridade, à plenitude e ao processo de individuação.

Astronomicamente, Lilith representa a Lua Negra, quando o satélite se encontra no ponto mais distante da Terra. Exilada do planeta. Em astrologia ela exprime o sacrifício ao todo, à integração cósmica. Sua influência interfere diretamente na fertilidade, na abertura ao novo, na inevitável verdade ontológica. Do útero — a escuridão suprema — nasce a vida.

A liberdade da mulher torna-se, pois, um fardo: não se pode amar demais. Não invadir o que não foi nomeado. É preferível cristalizar a ignorância do que iluminar conteúdos submersos. Proibido como o fruto da serpente (que também, em algumas leituras, é uma animalização de Lilith). A sabedoria dual luz e sombra deve ser evitada, pois não se mensura os limites do conhecimento, em profundezas.

A etimologia, contudo, desvenda os mais belos dizeres sobre o símbolo de Lilith. De origem suméria, "Lil" significa ar. Respirar, concomitantemente, em latim, remete à devolução ao espírito (re — "de novo" e spirare — espírito).

Lilith, expatriada deusa, é um presságio de nosso destino: ao nos defrontarmos com os escuros, feridas impronunciáveis de nós mesmos, preferimos a rejeição. Tememos a dispneia. Revirar os naufrágios, emergir o caos, abraçar a coletividade. Abdicar do ego em prol da igualdade nos é insuportável. Contudo, será possível atingir a clarividência, nas superfícies de nossas almas?

Este texto é uma homenagem ao meu amigo amado Bruno Padilha.



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Postado por Consultório Poético
24/3/2015 à 00h54

 
Vidas desperdiçadas

Pensando nas literaturas possíveis ou nas possibilidades de exercício estético-literário: pela primeira vez foi extrapolado o número de "desenraizados" registrado na Segunda Guerra. Há, segundo a agência de refugiados das Nações Unidas , 51,2 milhões de pessoas forçadas a deixar suas casas devido a guerras ou perseguições.

Destes, 86% são abrigados por países em desenvolvimento, o que deteriora ainda mais a capacidade daquelas populações receberem recursos provindos dos governos que as acolheram. Os órgãos de ajuda humanitária sentem-se impotentes frente a esta leva planetária de expatriados (ou de expatriados planetários).

Esses deslocamentos forçados não se restringem às fronteiras das nações: guerras civis e cisões internas, quase todas ausentes das pautas dos noticiários, são responsáveis por 1/3 desse contingente. Muitas dessas contingências obrigam populações numerosas a viver em campos por períodos, conforme o caso, de mais de vinte anos. Há campos quase permanentes, onde existem escolas, hospitais, rádios e comércio funcionando regularmente. Entretanto, esses espaços não podem ser chamados de lares. São campos e, como campos, provisórios. Neles, o exílio involuntário dilacera a possibilidade da existência de uma memória que promova certa adesão afetiva a um lugar, pois o lugar, muitas vezes, não existe.

À parte do problema humanitário dos campos, uma questão pode ser pertinente: que exercícios estéticos, que arte e que literatura são produzidos nesses espaços? Como se promove a prática artística ali? Por que os órgãos de pesquisa e seus pesquisadores — e aqui ressalto que não me esgueiro de tal crítica — não dão atenção ao material estético fomentado naqueles espaços? O pior: assinalei uma das perguntas que não imagino ser respondida.

Segue como provocação.

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Postado por Blog de João Luiz Peçanha Couto
24/3/2015 à 00h39

 
Se ele estivesse por aqui...

...como diria Millôr, o "Lava Jato" tem tanta gente presa que vai mudar muitos detidos para presídios comuns. Ou seja, tem gente saindo pelo ladrão.

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Postado por Blog de Rodolfo Felipe Neder
23/3/2015 às 15h55

 
História /· 23 mar 1766

Motim Surto de Esquilache

Leopoldo de Gregorio, Marquês de Esquilache, foi Secretário de Estado e do Gabinete de Guerra e Finanças Na tarde de 23 de marco de 1766, em Madrid quebrou o chamado Mutiny de Squillace. Vários anos de seca, inflação, aumento de impostos e escassez tinha gerado um descontentamento crescente entre os temas de Carlos III. Neste contexto, os lados emitidas em 20 de março pelo Marquês de Esquilache proibição e l uso de chapéus de abas largas e ordenando camadas longas tradicionais cortadas para impedir a ocultação de armas, serviu para canalizar desconforto. Os moradores se recusaram a obedecer e um tumulto pedindo a cabeça de Squillace que se refugiaram no Palácio Real. Carlos III foi obrigado a ceder a algumas das exigências dos amotinados e fugiu para Aranjuez trazendo o Marquis. Madrid ficou fora de controle e, finalmente, a 26 terminou o episódio com a obtenção de um perdão geral a partir do rei.

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Postado por Blog de Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
23/3/2015 às 13h42

 
CAI A CONFIANÇA NA IMPRENSA

Caros amigos, qual é seu nível de confiança nas noticias que lê na grande imprensa? Essa pergunta foi feita para uma pesquisa mundial realizada ante 33mil entrevistados pela Edelman Trust Barometer. Destes 33mil, 6mil pertencia ao grupo "com estudos superiores" e com hábito de leitura diária de jornais. O resultado leio, no "Observatório da Imprensa", é uma queda substancial na credibilidade nos órgãos de informação tradicionais. Porque isto? O que mudou na imprensa e no público leitor? Várias são as observações, primeiro a forte expansão das informações via internet, e outras mídias como as rádios e TV de noticias 24hs. A multiplicação de entrevistas ao vivo. O jornalismo impresso fica ecoado ao dar noticias, muitas vezes requentadas, e fica com sua credibilidade dependente de colunistas não sempre atualizados com os tempos que vivemos.

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Postado por Blog de Rodolfo Felipe Neder
23/3/2015 às 09h48

 
22 de março de 1945

Se é a liga árabe

A liga teve que enfrentar seu primeiro grande desafio três anos depois, em 1948, Com a primeira guerra árabe - israel

O 22 de março de 1945 teve lugar a criação da liga de estadosárabes , mais conhecida como a liga árabe, no cairo. Os estados signatários foram egipto, arábia saudita, iémen, iraque, transjordania, síria e líbano. A constituição da liga se inspirou os ideais de panarabismo estão ligados ao processo de independência dos paísesárabes Do médio oriente, meio e o norte de áfrica iniciado no período entre guerras e acentuado trasla Segunda guerra mundial. A liga tinha por objecto estreitar as relações entre os estados-membros, coordenar as suas políticas e contribuir ala Preservação da sua independência. Nos anos sucessivos aderiram à liga 14 países mais ( líbia, sudão,marruecos , tunísia, kuwait, argélia, iémen do sul, qatar, barém, omã, emiratos árabesunidos , mauritânia, somália e djibouti ) e a olp em 1964.

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Postado por Blog de Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
22/3/2015 às 10h17

 
E SE SÓ ME RESTASSE ESSE DIA


Acordo com a sensação nítida do que sonhei foi real, assustador, mas ao mesmo tempo, uma sensação de calma, pois sabiamos que seria dessa forma, e não teriamos por onde escapar, não contariamos com socorro, pois sobreviver ou não, seria contrôle de quem está no comando desse sistema, uma espécie de dirigente de grupos populacional.

Um dia antes do evento que resultaria o fim ou transição de parte da humanidade terrestre, na realidade não sabiamos quem seria escolhido, apenas tinhamos a certeza que todos vivenciariamos tal evento Mundial com única certeza, poderia me restar apenas esse dia de vida.

Meu dia começa normal, como acontece diáriamente o dispertar, o café da manhã, com uma única diferença não iria para trabalho, viveria um dia como se fosse férias. Tomei um banho matinal, me arrumei, peguei o elevador, cumprimentei amigos condôminos, no térrio dei bom dia ao Zelador e ao Porteiro, como era de costume, atravessei a avenida principal e fui caminhar no calçadão, sao oito quilometros de caminhada até Praia do Pontal cumprimentando os amigos e o interessante é que todos tinham a mesma atitude, sabiamos que seria esse o ultimo dia, mas agiamos, como se fosse normal e já tivessemos passado por situação igual outrora.

O fato que estamos no ano de 2032, onde tudo gira em torno da tecnogia avançada, com e todas formas de transporte tenológico, onde para alguns lugares podemos fazê-los apenas com força do pensamento. Mas temos opção de conservar hábitos ainda arcáicos como caminhar, frequentar lugares, onde forma de atendimento é como éra no passado da civilização terrestre, temos essa opção em nossa vida, ou podemos ceder a toda forma de vida inteligente, como casas programadas para responder e executar os comandos apenas com passos do seu dono, chegando, carros( aérios) que sabem que rumo tomar e com tamanha destreza que foge da rota de colisão, sendo assim quase zero o risco de acidentes e por aí vai, é tanta modernidade que lua se tornou uma bairro estelar, onde podemos passar férias e feriados nela só curtindo a terra como visão, e mordomias lá existentes. e tudo é aquixesível a todos sem restrição, pois civilização possue recursos financeiros necessário para seu bem estar comum e comunitário, coisas da época futurista.

Eu decidi nas poucas horas que nos resta, fazer tudo como antigamente, já que temos essa opção nostálgica, caminhar, tomar um café na cafeteria em companhia de pessoas que como eu curte esse modo de viver, embora não vivemos assim todos os dias, pois a correria e responsabilidade nos mantem conectados com a modernidade do momento, mas hoje é o meu dia, e dia daqueles que querem fazer tudo diferente, tudo de forma racional de seres humanos quase normais.

Permaneci por um tempo ali, depois fui para minha casa tomar um banho e fazer desse dia o mais prazeiroso possível, como sabia que muitos estaria com mesmo pensamento que o meu, não me preocupei e localizar uma companhia pois com certeza ela seria inevitável não ter uma ao acaso, não é? Já eram onze horas da manhã, quase horário de almoço, como sabia que todos estariam de férias aparente, não tinhamos serviço de lanchonete, nem de bares, teriamos sim algo do gênero mas somente algumas horas mais tarde, antes do fatídico final de cada um.

Preparei o meu almoço, coisa rápida, apenas para manter o costumeiro hábito de comer para manter a energia vital de vida, IRÔNICO para não dizer cômico e trágico!!! Estamos no que seria ultimos momentos da civilização.

Almocei tranquilamente,vendo algumas notícias na TV, mas incrivelmente todos agiam como se nada fosse nos surpeender na próximas horas deste fatídico dia, o que mais me chama atenção é como eles direcionam todos num meio de comunicação para agirem exatamento como esperado dando hora, e caminho a ser tomado para que não haja pânico e nem tumultuo, e com certeza não haverá, pois este dia está exatamente igual, com apenas o entendimento do porque ocorrer tudo dessa forma e como será o pós caso não consigamos estar vivos em nossa passagem. Isso quer dizer passagem todos faremos, uns permanecerão aqui, outros irão para outro mundo como forma de aprendizado e evolução espiritual, eis uma incógnita o que é melhor ir, ou aqui estar, não sei ninguem sabe, mas o que acontecerá não cabe a nós decidirmos, apenas temos que estar tranquilos e preparados para qualquer forma de situação, sem contrangimento ou desespero, já fomos preparados e condicionados a isso durante nossa existência.

Já eram uma e meia da tarde, como sei estaria aberto para encontro alguns lugares onde todos deveriam se dirigir , para passar horas agradáveis de nossa ultima existência terrestre. Optei por um lugar mais maneiro poucas pessoas, mas como eu eram apreciadores do antigo e não da modernidade atual, embora algumas situações não permitia estar apenas no passado tinhamos conciliar o tradicional com futurista, pois algumas coisas não funcionavam mais por serem ultrapassados seu funcionamento, eletrônicos, meios de comunicação e transporte, inevitável não usa-los da forma atual.

Encontrei uma pessoa muito agradável com qual passei horas incrivéis, rodeada de muita alegria e divercidade, gostavamos das mesmas coisas e fizemos de nossas ultimas horas algo de muito bom, caminhamos na areia, sentimos a brisa do mar, brincamos de ser feliz e agimos como se nada tivesse acontecido e nem fosse acontecer logo mais, já era bem mais do que dezessete horas, decidimos assistir um filme tipo comédia, os filmes eram antigos, mas de boa qualidade, ali passamos mais duas horas, ao termino do filme nos despedimos e quando iamos para lugares diferentes resolvemos voltar e diante um do outro decidimos passar o momento que nos resta juntos e assim estariamos até o final das vinte e quatro horas do nosso ultimo dia.

Converçamos muito quando chegamos em casa, fizemos higiene pessoal, e ficamos alí esperando o momento de irmos para lugar que nos foi estipulado, e dali direcionados a uma espécie de barco onde eramos colocados de forma adequada para o momento de nossa transição. Sabiamos como seria mas não tinhamos a pemissão de saber quem ficaria e resistiria, ou quem iria para mundo transitório, estamos calmo eu e ele, pedimos para ficar ao lado um do outro, nos foi concedido, fomos a uma espécie de cúpula, onde fomos rodeados por cintos de segurança, em pé. Nesse setor estamos em trinta pessoas, havia uma fenda, com vidro onde veriamos a chegada da enorme quantidade de água, não poderiamos prever, se esse vidro suportaria a pressão da água, e ocasionaria assim a inundação na nossa cúpula. e não resitiriamos. Momentos finais estamos vendo por uma tela de transmissão a Terra saindo de Eixo Orbitacional, e isso causando grande mudança em nossa paisagem terrestre, nesse momento me lembro uma música de registro antigo que dizia:- "Sertão vai virar mar e mar virará sertão" de Luís Gonzaga, mar imenso causando uma Tissuname Mundial, invadindo cidades,campos, montanhas, aldeias, enfim consumindo toda paisagem habitacional que conhecemos até chegar onde estamos, e nós ali calmos preparados, sabendo que qualquer que fosse a situação, teriamos uma saída e não seria o nosso fim, apenas transição. Vejo á agua estourar os vidros fomos arrastados por tamanha força, eu e ele, continuamos de mãos dadas e nadamos em direção a superficie, confusos ainda não sabemos qual nossa situção, se fomos consumados no fim ou se estamos, ainda nesse mundo, o qual já não é mais o mesmo de algumas horas atraz.

Cláudia Franco
Analândia, 25 de outubro de 2013/ SP

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Postado por Blog de Cláudia Aparecida Franco de Oliveira
21/3/2015 às 20h06

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