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Sábado, 26/5/2018
Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
Antonio Feitosa dos Santos

 
O brasileiro e a controvérsia

Não se engane não! O sorriso fácil, a jinga e o jeito acolhedor do brasileiro são para encobrir a frustação de ter nascido num país de corruptos e corruptores, de políticos e empresários, que só cuidam de si mesmo e o resto que se dane.

É por isso que o brasileiro vai as ruas e se esbalda no carnaval, vai ao jogo de futebol e torce, grita até conseguir ficar sem voz. No outro dia ainda vai vender água nos engarrafamentos do trânsito nas vias urbanas das cidades brasileiras.

Mas não é só isso. Por odiar a corrupção política, o empresário aproveita das oportunidades de crise, para aumentar os preços das mercadorias “em desabastecimento”, no caso da greve dos caminhoneiros, ele se diverte com isso, gasolina a mais de R$14,00 o litro, batata a R$9,00 o quilograma, acha esse brasileiro, ser muito engraçado e gosta de ouvir, faz-me rir.

Espere, ainda tem mais. Outros brasileiros, mesmo com os lares desabastecidos, em virtude da greve, eles preparam sanduíches e cafezinhos, quentinhas e água fresca para distribuir aos grevistas, ajudando aos empresários do transporte a aumentarem o lucro em detrimento dos sofridos trabalhadores do volante. O brasileiro tem essas tiradas. Miséria pouca é bobagem. Divertem-se com essas atitudes controvérsias e acreditam estarem divertindo os outros.

“Farinha pouca, meu pirão primeiro”. Na possibilidade de faltar gêneros de primeira necessidade, o cidadão vai ao supermercado, coloca no carrinho 40 a 50 kg de arroz, enquanto consome tão somente 5 kg por mês. Quando se pergunta porque tanto arroz, responde para fazer estoque. Mas e o outro como fica? O outro é tão somente o outro diz ele sorridente. Não é isso uma forma de agressão ao próximo? Brasileiro é brincalhão, me engana que eu gosto.

Se tem mais? Ora se tem, o brasileiro acorda cedinho, toma o seu café e vai enfrentar as filas do transporte precário, para ir ao seu trabalho. Quando o transporte chega, ele entra, ou pelo menos tenta entrar, como sardinhas enlatada, segue altivo e disposto ao seu trabalho. Porque ele faz isso? Ora bolas, para se divertir. Ele poderia andar os seus 20 0u 30 quilômetros a pé, mas qual seria a diversão nisso?

Não é fácil a vida do brasileiro. Falo do brasileiro, não do politiqueiro. Quando ele adoece vai para um tal de SUS, e leva de 6 a 10 horas para ser atendido. Fica lá degustando de suas dores, febres e frios, até ser atendido, quando o é. Plano de saúde? Quase todos os brasileiros tem e pagam em dia, mas eles não servem para socorrer o brasileiro quando esse adoece, necessário se faz entrar na justiça, mas quando esta resolve liberar, o coitado já passou dessa, digamos, para a pior.

No fundo, o brasileiro é o que é. Feliz do seu jeito é claro. Eu como brasileiro não troco o minha terra pela terra de ninguém. Há controvérsia. Fazer o que? Brasileiro é gente da gente. Politiqueiro? diga não.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
26/5/2018 às 18h38

 
Entre a esperança e a fé

Neste mundo desconexo,
Tão complexo,
Vive o homem,
O Ernesto e outros mais.
Mãe que não queria ser mãe,
Pai que não conhece o filho,
Filho que vive sem pais.
E quantas coisas mais,
Neste insano mundo,
Hora fértil, fecundo,
E fenômenos colossais.
Hora fétido, imundo,
De fossos tão profundos,
Que não permite iguais.
Há um Deus chamado pai,
Esperança que não morre,
E uma fé que resiste,
Um povo em oração,
Resignado persiste,
Busca quem puxe o cordão,
Cabisbaixos lá se vão,
Por suas veredas tristes.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
18/5/2018 às 10h24

 
Terra e sonhos

Do alto dos palmeirais
Vem dos canários o trinado,
Das brancas flores dos cafezais,
Vem o perfume na brisa da antemanhã.
São lembranças que não morrem,
Sobre o meu corpo escorrem,
Versos deste versejar.
As flores do ipê roxo,
Mantinha o sorriso em meu rosto,
Hoje, tão somente as lágrimas, sobre a face a rolar.
Eu gostaria de estar,
Sentado naquela pedra,
Donde eu via o sol, escondendo-se devagarinho,
Isso ainda me faz carinho,
Que não posso descrever.
Permita-me Deus, que eu viva,
Para vivenciar isso tudo outra vez,
Mesmo que seja só mais um pouquinho,
Quem sabe se o meu corpo cansado,
Ao reviver o passado,
Transborde novamente em altivez.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
16/5/2018 às 08h42

 
Premissas para reflexão

Quando se planta o fanatismo acima de uma ideologia, ponderar será tão somente um ato falho

Quase sempre, o indivíduo só percebe que o calçado é desconfortável, quando o pé começa a doer.

A trajetória de um homem deve ser pautada pela ética até o fim, sem ela, enganador será esse percurso.

Feitosa dos Santos

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
10/4/2018 às 16h44

 
A loucura dos loucos

O mundo é louco.
O povo é louco.
Solenizam uma data
De dor e sacrifício,
A natalidade.
O mundo é louco.
O povo é louco.
Choram a data marcante,
Um ano de paz,
Tranquilidade e repouso,
A morte.
Enfim somos todos loucos.
E o mais louco de todos,
É o mundo,
Que suporta em si,
As loucuras dos loucos.

Bananeiras, setembro de 1979

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
8/4/2018 às 18h21

 
Percepção

Em minhas conturbações de pronto rogo:
Senhor, dai-me um pouco da sapiência,
Força espiritual, docilidade e coragem,
Uma pitada de fé e outra de paciência,
Para não desistir de mim e do outro,
Prosseguir no caminho firme e absorto,
Peço constantemente a tua providência.

Sem ela é certo que não terei clemência,
Nem sempre o homem é levado a perdoar,
Todo ser humano é capaz de deixar marcas,
E ao mesmo tempo é competente a curar,
Os males do corpo, as marcas da alma,
Palavras que curam, o canto que acalma,
Do outro aprender e ao outro ensinar.

O indivíduo humano não pode desmoronar,
Que aprenda um com o outro o seu acalanto,
Descanse o cansaço, recolhendo-se ao regaço,
Quando unidos pelo sorriso ou pelo pranto,
Somos homem ou mulher, corpos e almas,
Sentimento que eclode, explode e acalma,
Deixando a melodiosa harmonia d’um canto.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
5/4/2018 às 15h16

 
Amor sem medida - crônica

Quando jovem quedava-me a pensar em ser pai. Como seria a esposa, Os filhos e quantos seriam. Nunca tive a curiosidade de ir além disso. Pensar em ser um avô, ter netos, talvez por me sentir bem distante dessa etapa da vida.

Em criança não pude conhecer meus avós maternos. Eles já haviam falecidos, quando do meu nascimento. Conheci porém, os avós paternos, convivi com eles minha infância inteira. Como era delicioso o convívio com eles, tinha uma verdadeira paixão pelos dois e sentia que a recíproca era verdadeira.

Minha avó fazia tudo o que eu queria e o que eu gostava. Meu avô por outro lado respondia as minhas indagações e me ensinava o que a vida lhe permitiu aprender. Falava-me do inverno – período chuvoso, dos sinais de chuvas futuras pela aparência da lua; do modo como o vento soprava e outras sabedorias do homem do campo. Eu tinha meu avô como pai velho e a minha avó como mãe velha. Fui o primeiro neto da família e me via como o predileto deles.

Mas outros netos vieram. Senti haver amor e carinho para todos, sem distinção e sem predileção a ninguém. Era incrível a concepção de amor e aconchego numa família tão numerosa. A minha avó Engravidou vinte e seis vezes, dos filhos nascidos vivos, criaram-se quatorze; cinco homens e oito mulheres. Por incrível que pareça, apesar de tanta gente os netos eram sempre bem vindos.

Logo porém, foram casando tios e tias e lógico, a casa ficando menos densa na rotina do dia a dia. Eu contava as horas até chegar a sexta feira. Após a escola, pedia aos meus pais e lá ia eu solto e fagueiro para o doce lar dos avós, pai velho e mãe velha.

Vivi a minha infância e adolescência em perfeita harmonia com a natureza e com as pessoas, meus familiares. Desfrutei do carinho e do aconchego dos meus avós e tios, sem nenhuma objeção por parte dos meus pais e sem rejeição por parte dos avós paterno.

Quando aprendi a ler, todos os finais de semana lia folhetos de cordéis para meu avô e demais pessoas no entorno de uma grande mesa, desde que todos ficassem em silencio. Ditava meu avô.

Hoje, ao me tornar avô da Muriel, compreendi o apego dos meus avós para conosco. Não há amor mais intenso que o de avós e netos. É um amor que transcende. Dele só desfrutará quem tiver a benção desse milagre da vida.

Se você nunca pensou em ser avô ou avó, não pense, a realidade será muito mais elevada que o sonhar de sê.

Simplesmente eu amei e amo ser avô. Ser avós é a divina recompensa para quem decide ser pai e mãe no sentido amplo da palavra.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
2/4/2018 às 10h46

 
Um País em desordem - Crônica

Hoje a população brasileira é acometida do mal da desesperança, da incredulidade, da injustiça reinante, da corrupção generalizada e da inoperância das autoridades constituídas, ou seja, uma população impotente e refém de si mesma.

O cidadão fica preso em sua moradia, sediado por bandidos constituídos e avulsos. Sua população perdeu o direito de possuir patrimônios, perdeu a liberdade de ir e vir em sua própria cidade. Hoje, o Brasil, em todos os seus recantos, não passa de um imensa prisão para os seus filhos de bem e cumpridores dos seus deveres.

O estado brasileiro voltou-se para si mesmo, via autoridades corrompidas e seus corruptores, executando-se um sistema conhecido como poder pelo poder, em todos os níveis, estabelecido pelo malogrado populismo dos últimos anos.

A quem coube as mazelas de tudo isso? Como sempre à população brasileira em geral, refém do medo, da desordem e da avassaladora criminalidade.

Mas é essa a mesma população, eleitora dos políticos que ai estão pousando de salvadores da pátria, ao mesmo tempo que bradam em seus reles discursos, não ter de prestar satisfação ao povo dos seus atos.

É essa mesma população que assiste passivamente um ministro de estado dizer em entrevista, que pedirá licença do cargo, para voltar a Câmara como deputado, apenas para impetrar um impeachment a um ministro do Supremo Tribunal Federal, por ele está tão somente, fazendo cumprir as prerrogativas do seu dever e da sua função constitucional de justiça.

Isso é ameaça velada, é ataque ao estado de direito a quem cuida da Lei maior do Estado brasileiro. Esqueceu o deputado ministro, que a justiça deve ser para todos, inclusive os membros de governos. Assim reza a Constituição Federal.

A quem pedirá socorro essa mesma população? Ora bolas! A nós mesmos, somos o dono do nosso voto, do poder emanado pela população coesa em prol de um Brasil livre e transparente, onde os recursos públicos podem e devem ser aplicados em benefícios de todos.

Expurguemos pois, esses malfeitores apossados no poder constituído. Vamos dar um basta nessa desordem, voltemos a ter esperança e liberdade, façamos nós cumprir o escrito em nosso pendão auriverde, “Ordem e Progresso”, sempre.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
15/3/2018 às 11h59

 
Amizades momentâneas

Ter amizade é uma virtude, manter essa amizade passa a ser um milagre. Hoje nas grandes cidades o individualismo parece tornar-se um mal crônico. As pessoas isolam-se como podem e como dá: Nas ruas, nos Shoppings e em suas próprias casas, escondem-se por trás de um computador ou de um celular, mesmos rodeados por outras pessoas. Dessas a sua volta, poucas são as que não se sentem sozinhas.

As rodas de amigos, com seus bate papos, já não mais existem. As reuniões familiares é parte de um passado recente.

Hoje fazer amizade é um ato simples, provocado por encontros momentâneos, superficiais, efusivos, que não deixam marcas, nem provocam aceitações profundas, como dantes.

Para se manter uma amizade, porém, requer generosidade e fidelidade a causa. A generosidade não trata tão somente de atribuir a cada indivíduo o que é seu, como dizia Spinoza a propósito da justiça, mas o de lhe oferecer o que não é seu, o que é de quem oferece e que lhe falta. A fidelidade para a pessoa humana, o esquecimento e a improvisação são fatos naturais. “A fidelidade não é um valor entre outros, uma virtude entre outras: ela é aquilo por que, para que há valores e virtudes. O espírito fiel é o próprio espírito.”

Durante a infância e principalmente na adolescência e juventude faz-se muitas amizades, grupos de amigos e amigas, juras de que essas amizades ficarão para a vida toda, o tempo todo. Ledo engano desse tempo de juventude. Poucas, por vezes nenhuma sobrarão, foram todas amizades de momentos, que se perderam nas páginas da nossa história.

Das amizades arranjadas em ambientes acadêmicos e profissionais dificilmente ficarão ou serão mantidas, mesmo que tentativas sejam feitas poucas prosperam.

A amizade é um marco tão sublime e é capaz de suplantar a virtude do amor. Nela há que estar presentes: a tolerância, polidez, prudência, humildade, simplicidade, humor e quem mais se não o próprio amor. A amizade é essa miscelânea que nem todo indivíduo consegue aglutiná-la em si e aos outros. Por assim ser, torna-se difícil ter amigos.

Certo é, amizade entre pessoas é muito complicado. Quando essa complexidade, mistura-se a interesses e facilidades, requeridas por um indivíduo ou grupo de indivíduos, as premissas bases do ato da amizade, não se sustentarão. Assim o elo será quebrado e será desfeito o vínculo de interação comum, estimulando nesses, propensões ao individualismo. Sem interação a amizade não se estabelece, não germina e não dá frutos, nem antes, nem agora e nem depois.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
11/3/2018 às 18h41

 
À mulhuer, admiração e respeito

Como e por que devo eu parabenizar a mulher na sua integralidade? Se a essa mesma mulher a quem parabenizo, lhe falta a saúde, a segurança, a lei, a igualdade salarial, a oportunidade profissional e acima de tudo lhe falta o devido respeito.

A igualdade que essa mulher busca, não é a igualdade física do homem, mas a social, a profissional, a intelectual e diga-se de passagem, essa já bem mais expandida que a do homem, haja vista os destaques em salas de aulas mistas, mundo afora.

A mulher é humana, é um ser pensante, é dotada de qualidades e defeitos, como o homem, por que então da diferença? A essa mesma mulher foi dada a peculiaridade extraordinária que o homem não tem, a de gestar homens e mulheres e por nove meses aconchegá-los, alimentá-los e protegê-los em seu ventre, o quanto possível das maldades do mundo.

Cabe-me tão somente, desejar-lhe todo o respeito, todo o carinho e admiração, como parceiro que me sinto, complemento de um todo familiar e caminhante da mesma estrada, lado a lado dessa mulher, que me trouxe ao mundo, me fez feliz, me apoiou com sua amizade e mesmo ficando em uma das paradas desse caminhar, tenho certeza velar pelos filhos a caminho de suas paradas. Minha profunda admiração à mulher.

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Postado por Antonio Feitosa dos Santos
8/3/2018 às 10h13

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