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Sábado, 3/9/2022
Que porcaria
Raul Almeida

+ de 600 Acessos

Ficamos aqui sentados em frente à tv e o espetáculo absurdo que é oferecido, desafia a dignidade, inteligência, civilidade e paciência dos espectadores.
O assunto é o momento político, as eleições, os candidatos, as campanhas, as atividades relativas ao pleito e todos os atores envolvidos. Do mais rastaquera, pequeno, dispensável, até aos grandes protagonistas, os candidatos aos empregos temporários decorados de sinecuras, prebendas, boquinhas e mutretas regulamentares.
Os discursos mofados, impertinentes, falidos, retrógrados e , indiscutivelmente, resilientes, falam das mesmas coisas de décadas passadas. O pobre, a fome absurda em um país exportador de alimentos, a miséria, o desamparo dos menos favorecidos pelo destino ou pela falta de "políticas publicas", que transformem as carências dos azarados em igualdades improváveis.
Os distributivistas do patrimônio dos vencedores insistem em mudar o mundo, com que não lhes pertence, pregando simetrias absurdas. Os cascateiros contumazes continuam prometendo o conforto inimaginável das modernidades para quem nem sabe como arrumar o que comer para o dia seguinte.
Estamos em tempos de eleição.
Desde igualdades impossíveis com direitos absurdos ,além de vantagens sociais maravilhosas, os candidatos a empregos temporários por sufrágio universal, prometem néctares e ambrosias deliciosas, acondicionadas em pacotes magistrais. São todas promessas antigas de educação escolar, de cuidados com a saúde, com a facilidade de locomoção, de segurança pública, de acesso a comida .
O emprego é uma falácia ordinária já que o Estado não é um ente econômico. A economia cresce em proporção inversa à intervenção do Estado. Emprego e renda é outra cascata infame. Emprego gera salário. Capital, Investimento, gera renda…
Assim vamos sendo, novamente, entupidos de catilinárias medíocres, oportunistas e pouco imaginativas, que consideram as gerações como um amontoado de mentes desmemoriadas, passíveis de entorpecimento por discursos experimentados com diversos níveis de êxito e fracasso. Recentemente, a inclusão, a igualdade, o preconceito, e outras filigranas semânticas tem reforçado o discurso dos postulantes à teta mais inchada da Viúva. Fazer o que né?
Nada.
Dinastias seguem controlando o melhor dos negócios,desde os tempos do Império. Novas cepas de conversadores chegaram e foram se aboletando nas cadeiras dos ungidos, e assim a banda segue, tocando os mesmos dobrados, marchas, fanfarras e estribilhos.
Teremos mais um momento de grande esperança.
Barrabás vai sair ileso, como da vez passada.
Pedro negará, novamente
Pilatos vai lavar as mãos.
Caifaz seguirá incolume e seu papel maldito
E, depois da pandemia, teremos carnaval na Sapucaí.
Segue o salão.


Postado por Raul Almeida
Em 3/9/2022 às 19h32


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