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Quarta-feira, 14/10/2015
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O CASO DA LOURA DESAPARECIDA

Em 1979 eu li um artigo da famosa publicação internacional Readers Digest´s que tinha um titulo chamativo e repentinamente provocando curiosidade.O Caso da Loura Desaparecida.O autor já velho como que revivendo suas mémorias de um tempo distante.Começa assim: "Quando vejo na tv um desses filmes policias antigos em preto & branco,lembro de um tempo em que confundia a fantasia com a realidade."Tinha o sonho de detetive conforme a imagem sedutora dos romances e filmes policiais.Isso nos EUA.

Continua ele.Um dia andando na rua encontra um amigo.Este me convidou para ir junto a um local onde havia uma vaga de emprego.Uma agência de investigações e a oferta era um lugar de detetive...Ao chegarem lá foram recebidos por uma sra responsável.Esta disse que a vaga já fora preenchida.Mas,no momento da saída ela conseguiu dizer baixinho: Volte outra hora sózinho,_Livrar-se do amigo que convidou para ir junto até lá.

Foi o que fez outro dia,retornando a agência de detetive.A sra deu a vaga de detetive.E.em seguida uma tarefa,trabalhar no Caso da Loura Desaparecida.Mostrou lhe uma foto.Mulher em torno dos 30 anos.Como também revelou-lhe o nome dela.E, começou a busca do paradeiro da loura se sentindo na pele de um personagem cinematográfico.

Mais que contar uma história do período das experiência da juventude o autor da coluna o que já é envolvente, entretanto,nos transporta para um ambiente dos anos 30 que nos inebria.Mesmo sem nenhum recurso ficticio como o túnel do tempo(Risos).Porque já temos uma imagem cristalizada daquela fase.O frenesi dos anos 20.Aquelas cenas de multidões embarcando nos trens para ir para a algum lugar,tentando escapar das penúrias geradas pela Grande Depressão.Muito plástico esses cenários(posteriormente)embora quem estava vivenciando não sentisse como uma aventura,semelhante a uma releitura décadas depois.Não esquecendo nessa época de Eliot Ness o agente correto com toque de mocinho chamado Intocável.Conseguiu incriminar Ao gângster Al Capone e este foi para prisão.E com o cinema virou lenda.E,não podendo ficar de fora BONNIE & CLYDE o casal de uma rajadas de balas,que abalou a opinião pública deste anos 30.Ao se contar parece que sem atmosfera icone daqueles anos não teria a mesma graça.

Mas para contar histórias ou casos se preferir e agradar bastante quem ouve ou lê se for escrito penso não precisa vir carregado da aura das histórias que citei a pouco,ungidas pela tela do cinema.Ou como de uma publicação célebre como Readers Digest´s que citei no inicio deste texto.Eu por e-mail costumo enviar semanalmente a um amigo que acha ótimo ou evolvente.Contar histórias que aconteceu comigo ou simplesmente testemunhei ou fiquei sabendo.São histórias ou caso simples sem própriamente uma necessidade de um inicio caracteristico,e igual modo um meio que não precisa ser assim, como também não a exigência de um grande final de uma peça teatral ,cinema ou literatura.Por isso hesito pôr aqui este relato um tanto despretensioso e nunca fiz.Contudo, não quer dizer que não tenha apelo.Não faltando emoção,e como pode trazer a tona sentimentos,e que nessas linhas estejam a primeira vista sutis...

Como um episódio, se dá para classificar assim.Vou relatar uma desses histórias ou acontecimento.Começa assim:" Corria o ano de 1969.O homem chegava a lua.Ocorria o festival de Woodstock,os Hipyes ainda em cena,e toda a ebulição dos anos 60.Os beatles ainda não tinham se separado.E nesse ano eu estava no segundo ano primário.Numa escola improvisada numa igreja haviam duas salas dividas por frageis paredes.Na sala do outro lado era classe do quinto ano que depois a reforma tornou a quinta série.E um dia numa manhã,repentinamente,uma aluna(sala ao lado que não enxergava os alunos) começa a chorar desesperadamente com um berreiro.Chorava alto e por algum motivo.Meus colgas da sala riam,acharam divertido.Eu fiquei penalizado e comovido...Terminada a aula no meio-dia.E na saída já na rua perguntei para minhas duas primas que estudavam na outra sala o que tinha acontecido por aquela garota chorar daquele jeito.

_ Foi aquela lá, _ apontando para uma garota de uns treze anos que vinha a uma pouca distância atrás e comia uma fatia de pão _disseram os colegas uma coisa sobre ela,e sentiu muito por isso chorou. Lembro no passar das semanas de ter ficado com muito pena dela.O choro da neca(assim chamavam ela)ter mexido comigo.O poder de uma sonoridade do choro...Como que me preocupasse com ela.Solidário por esta ter sofrido uma injustiça.Eu perguntava sempre sobre ela para as minhas duas primas,pois eram colegas de classe. _ Você gosta da neca _falou desconfiada uma das minha primas em tom de troça. Fiquei sem graça.E nada disse.Na realidade tinha ficado comovido com o choro e a possivel injustiça que sofrera.Sensibilizado pela manifestação acústica de sua dor(da neca),talvez com apelo teatral,mesmo que isso fosse involuntário da parte dela.Poderia se ir mais longe.Saber se realmente ela era inocente.Ou o choro foi somente uma cena que a mulher usa com frequencia para ficarem do seu lado ao se pôr como vitima.Ou fiquei tocado por uma reação trivial de certo modo?Um impacto por razões subjetivas ou sensiveis enquantos outros ficaram rindo?!... Depois que minhas primas me caçoaram parei de perguntar.46 anos depois o choro da neca tem ainda o poder de me comover?Estou contando essa história..." Tem outra história.Menino morava no bairro Osvaldo Aranha da minha cidade natal.Era o ano de 1965.Efervecente anos 60,o movimento da Contracultura,manifestações de rua que marcaram pela liberação dos costumes e liberação da mulher, a guerra do Vietnan e noticias disso que corria o mundo.Manifestações pelo direitos civis nos EUA comando pelo o histórico Martin Luter king.E nesse ano era fundado a tv Globo.Estreava um programa na com o nome Jovem Guarda,movimento musical,cultural brasileiro que inflenciou na moda e comportamento.E aí surgiram idolos como Roberto Carlos.No meu mundo de criança não estava a par desses acontecimentos nacionais e internacionais.E do contexto futuro.A uma distância não tão perto e não tão longe tinha os trilhos dos trens.Aquela época ainda reinavam os trens.Eu observava com encanto os trens que passavam.A diferença dos vagões que passavam ou locomotivas é que alguns eram de carga e outros de passageiros.Estes últimos com visual mais bonito. Numa noite saía de casa com meu pai,e já na rua apontei para o trem que passava naquele momento na distância que permitia apreciar.Todo iluminado, Na minha lembrança luzes coloridas.Era de passageiros.A cerca de um mês estava ouvindo uma rádio Fm da minha cidade natal.Um corriqueiro comercial ao finalizar o locutor passou o bairro do estabelecimento.Bairro Osvaldo Aranha.De repente me invadiu uma onda de nostalgia.Como que uma confrontação do do ontem e do hoje...Por um momento uma sensação do se ganhou ou perdeu...e que poderia ser diferente na vida...ou nesta retrospectiva inusitada apenas a memória de garoto!?...numa fase que se está mais aberto como bastante receptivo...para apreciar um simples cenário do cotidiano e elevando a isso semelhante a uma poesia!?...E, adultos como que anestesiados e desiludidos com o dia-dia, onde lugares e circunstâncias,pessoas parecem insipidos e destituídos de prazer,longe de encantos.Onde para ter destaque e aclamação teria que ser algo excepcional ou cinematográfico ou ainda do gênero ricos e famosos...O que expus é bem particular, mas num contexto acho que isso é inerente as demais pessoas...

O que eu venho dizendo até aqui é que coisas da vida aparentemente insignificantes podem ter um grande legado emoção...isso serve também para aqueles que dizem que nada tem para contar que os estariam dispostoa a ouvir. Se acharam o que eu contei está muito comum e de um ambiente anônimo então me permite um caso quem de uma celebridade da sétima arte.Anthony Quin, ator de Hollywood origem mexicana.O que ele relatou é dos bastidores da indústria do cinema.Assisti no programa Grandes Nomes Da GNT nos anos 90.Entre tantos momentos no seu depoimento contou que veio menino para os Eua.Conseguiu trabalho como figurante,isto em 1938.E um dia no Set de filmagem era um filme que tinha uma cena de combate com os indios.Ele,Anthony Quin protestou a ordem do Diretor:

_ O Sr está louco? _ disse atrevidamente o simples figurante,pois, conhecia bem a vida dos indios. _Se eu fizer isso eles me matam. _ O que voce disse garoto? _ Reagiu o Diretor surpreso e indignado. Alguma distância dessa discussão estava um homem alto de 1,90 cm. Que se aproximou e disse: _ Eu acho que o garoto tem razão_ interferindo a favor do modesto figurante em vez de ficar do lado do Diretor do filme. ERA:GARY COOPER(1901-1960).Que bem antes do Anthony Quin começar se destacar Gary Cooper já brilhava como protagonista arrebatando fãs,levando multidões às salas de cinema nos tempos de ouro de Hollywood.E o ator Anthony Quin com prazer com sua história e sem dúvida também ouviu.Quando ele não era nada de alguma maneira mais tarde dividiu um prestigio semelhante daquele que já era consagrado na telona e é um dos mitos de Hollywod:Gary Cooper.

Eu tenho mais uma minha.Desta vez entrelando um nome famoso.Em 1982, muito jovem morava em Belo horizonte.Era funcionário de um hotel de 4 estrelas.Fui mandado para marcar a passagem de avião de um hóspede.Ao se comprar bilhete de passagem como se sabe se compra a de volta.Só que precisa se confirmar antes do embarque.Exatamente o que ia fazer.Ao me aproximar da agência da companhia aérea olhei pela primeira vez aquele bilhete que carregava na mão.Ao ler o nome de quem era aquela passagem erguia as sobrancelhas e fiquei surpreso que era de algém famoso.Uma celebridade televisiva,ninguém menos que César Augusto Vanucci.Produtor,Diretor de progração da Rede Globo,muito especialmente da linha de shows,como dos especiais do rei Roberto Carlos nos finais de ano.Ele morreu em novembro de 1994 de uma parada cardiaca.Diferente do ator Anthony Quin não mantive contato pessoal com Augusto César ,personalidade televisiva.Ele não ficou sabendo de mim,que eu existia, e nunca o vi.
O que em parte eu quis dizer com o que trouxe até é que muito provavelmente você ao contrário do que pensa tem boas histórias para contar.Com o sem uma personalidade famosa como personagem.e pode ser emocionante...mesmo que isso envolva aspectos subjetivos,contudo sem ditar regras,essas recordações bem focadas podem ser estimulantes ou motivadores para seu futuro... Ah,quanto O Caso da Loura Desaparecida,que iniciei este artigo?Se eu não terminar o que comecei a contar você não vai me perdoar(Risos).O autor e personagem do Caso da Loura Desaparecida,ao ser contratado como detetive se sentindo como fosse nos filmes ou páginas de romance.Encontrar a loura desaparecida...aí já incendeia a imaginação...como seria ela...uma loura sedutora e fatal como Marilyn Moroe?...E curiosidade sobre seu histórico...por que desapareceu?Foi voluntário(mesmo que tenha problemas que a induziram sumir)?Ou algo criminoso por trás?Mistério... O ex-detetive relatou no Readers Digest que em uma das investigações utilizou um método de um detetive que viu num filme.Sentado num para observar algumas pessoas furou um jornal fingindo estar lendo e tentava enxergar pelo buraco.Uma pessoa se aproxima e lhe diz:" Seu jornal está furado moço."Passado um tempo viu uma loura na rua que parecia aquela que ele procurava,inclusive o nome.Foi logo comunicar a chefe da agência de detetives que encontrara a loura desaparecida. _Você entendeu errado o nome_disse a chefe_o nome dela não é este e sim aquele. E no mesmo instante em seguida o demitiu. _Você está demitido , disse ela _ não serve para ser detetive _sentenciou. Depois disso caminhando na rua o demtido detetive sabia que não trocara o nome da verdadeira loura que procurava.A dona da agência nunca pretendia encontrar a dita loura. assim faria até o dia que arrancasse toda o dinheiro da familia que a contratou.Enquanto os parentes tivessem dinheiro, o caso não se resolvia e a loura continuaria desaparecida.

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Postado por Blog de Gilberto Antunes Godoi
14/10/2015 às 22h50

 
Sem palavras

O final da frase
vem chegando
e o sujeito
continua
oculto...

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Postado por Metáforas do Zé
14/10/2015 às 20h53

 
Poetas são diferentes



"Num dos raros sonhos meus
e tavez no mais bonito,
eu peguei nas mãos de Deus
e rezamos no infinito".

...declamou o poeta Antonio Colavite Filho, trovador há 35 anos, em uma festividade no Orquidário de Santos.
Aqueles que focam no espiritual envelhecem com bom humor, sabedoria e gratidão pela vida. A saúde mental consiste em focar nos sentimentos e pensamentos positivos: beleza, harmonia, amizade, solidariedade.
A saúde física acompanha as boas disposições do espírito. Sofre menos quem ama mais. Quem participou dos Jogos Florais de Santos pôde verificar que, entre poetas de todas as idades, os mais animados são os mais velhos, cujas trovas, como vinho, melhoram a cada ano. Colecionando prêmios e amigos, essas almas inspiradas viajam felizes pela vida e pela arte.
Desde bem moça eu vivo em meio de artistas. Pintores, músicos, atores e escritores. A criatividade acrescenta um encanto peculiar à vida. Ninguém se aborrece ao lado dos artistas. Eles têm a capacidade de reinventar a vida, fazem da monotonia a oportunidade de olhar com olhos novos o cotidiano.
Artistas dão à vida o melhor de si.
Cada arte tem a sua própria maneira de moldar o cérebro do artista. Os trovadores são os que mais me encantam. A alegria deles é contagiante. Se reclamam de algo, é com humor, com piada. Estão sempre a brincar com as palavras. São solidários e espalham carinho em festas voluntárias em asilos, escolas e instituições variadas.
Trova é citada como gênero menor, vende pouco, não é mais divulgada em almanaques e suplementos literários. O importante é que haja trovadores, perpetuando um modo de vida dos "velhos tempos que não voltam mais". O ponto é que os novos tempos podem ser até melhores!Depende apenas de cada um de nós.
Novos tempos para as gerações futuras. Novos tempos para nós mesmos.
Envelhecer com dignidade e deixar boa marca no mundo está ao alcance de cada ser humano, a escolha é pessoal.
"Nunca respeite ninguém pelos seus cabelos brancos. Os canalhas também envelhecem." é o alerta que nos deixou Victor Hugo.
O indivíduo que passou a vida no crime não vira santo ao envelhecer. A hipocrisia do mundo poucas vezes é tão nojenta como na visão do velho tarado, do corrupto inveterado, do mentiroso compulsivo, que, como escorpiões, envenenam qualquer membro da família que for tolo o bastante para apiedar-se dele.
Quem quer respeito, deve se respeitável e respeitador. Quem quer amor, deve ser amável e amoroso.
Certamente as punições por crimes não prescrevem porque o criminosos envelhece! A meu ver a idade avançada, inclusive, deveria ser um fator agravante! Viveu e não aprendeu? Ainda por cima dá mau exemplo? Pena em dobro!
Triste perceber que tantos passam a vida reclamando. Outros desperdiçam os anos perseguindo prazeres materiais e efêmeros.

Os artistas são o contra-exemplo. Transformam as asperezas da vida em sonhos, textos inspiradores, cores deslumbrantes, formas ousadas, rimas preciosas.
Poetas dão ao material o justo valor enquanto buscam a eternidade.
Cada um, portanto, envelhece a seu modo.
A boa notícia é que você pode escolher como quer envelhecer. Tolo? Canalha? Generoso? Sábio?
Eu já escolhi. Quero envelhecer como os poetas.





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Postado por Blog de Sonia Regina Rocha Rodrigues
14/10/2015 às 19h11

 
O Acaso e a Fatalidade

Fazia tempo que um flertava com o outro. Procuravam criar situações onde quase se tocassem .

E foram muitas.

Uma alegria, um luto, vez por outra um golpe de sorte, um acidente ou mesmo um engano despropositado, e os dois estavam quase se atracando para contabilizar o feito. Era chegado o momento de entrarem num acordo: Quem é que iria provocar primeiro, o próximo dos múltiplos eventos vindouros?

Marcaram um encontro para conversar, tirar dúvidas, aparar arestas.

Depois dos cumprimentos formais e pouco afetuosos, se acomodaram num dos cantos do jardim do Inferno. Um lugar bonito, formado por alamedas e arruamentos primorosamente cuidados pelas almas penadas que ali estavam, justamente, pelas ações tanto da Fatalidade como do Acaso.

Deram uma olhada a toda volta e escolheram um caramanchão coberto por rosas cujo perfume inundava todo o ambiente.

O primeiro comentário foi feito pela Fatalidade.

- Que lugar lindo, não? Que rosas maravilhosas, tudo tão cuidado.

- É. Respondeu o Acaso. Tem toda razão, o lugar está muito bem administrado. O pessoal que trabalha aqui foi escolhido a dedo. Acho que você já sabia disso, quando concordou com este encontro.

-Sabia. Muitos destes jardineiros foram indicados por mim.

- Por mim também, apressou-se o Acaso. Marcaram posições defensivas.

- Bem, aqui estamos porque concordamos em que não precisamos nem devemos estar competindo pela primazia, na consecução das nossas obras. Afinal, um sempre vai completar o trabalho que o outro iniciou, não é verdade? Perguntou o Acaso, tentando dar um ar de racionalidade ao dialogo.

Dependendo da forma que os atores entram em cena, a preferência é minha ou sua, continuou.

-Veja bem, alguém que não foi trabalhar, pois o despertador não funcionou, que perdeu avião ou, que jogou e acertou na loteria. Ou, o prédio da firma pegou fogo o avião caiu sem sobreviventes, o bilhete foi premiado: São casos de minha prevalência.

Você chegou logo em seguida e completou o incêndio com as vítimas e com o prejuízo material, mas aquele que se salvou, ah, foi por minha conta! No caso do avião, somente eu produziria tal resultado. E o bilhete de loteria? O alvo não tinha o hábito de jogar, encontrou o vendedor com o número da placa do seu carro, bem ali de frente para ele.

A Fatalidade pensou um pouco, ajeitou-se melhor nas almofadas de seda dourada do enorme divã de vime trançado, serviu-se da fresquíssima água ali disposta num magnífico conjunto de cristal, olhou firme para o Acaso, sorriu e começou a falar.

- Afinal, o que somos nós? Conceitos, variáveis, vetores, ou o que?

O Acaso ficou em silencio, enquanto a Fatalidade procurava as palavras certas para enunciar os seus pensamentos.

- O que define quem é um ou outro?

Nossos primos, a Sorte e o Infortúnio sempre aproveitam as oportunidades que criamos e, no final das contas, acabam recebendo todos os créditos como se fossem os verdadeiros causadores dos acontecimentos.

- Bem, são muito descarados mesmo. Já tem a sua clientela definida, estruturada e fiel. Não sei porque esta mania de meterem-se em nosso trabalho. Em certos casos fazem tudo para atrapalhar as nossas oportunidades, atalhou o Acaso.

- Mas você não atendeu à minha indagação: O que é somos na verdade, quando se trata de acontecimentos, digamos especiais: Um conceito, uma variável ou um vetor?Como é que você se qualificaria? Insistiu a Fatalidade.

- Bem, conforme a ocasião podemos ser qualquer de uma dessas condições, duas ou mesmo as três em conjunto, respondeu o Acaso.

- Esta é que a questão. Nem nós sabemos o que somos. Muitas vezes os colegas Amor e Ódio, na intenção de ajudar, acabam atrapalhando tudo, além, é claro, do oportunismo rapinante da Sorte e seu irmão gêmeo.

- Você acha mesmo que o Amor e o Ódio têm essa força toda, capaz até de alterar um trabalho nosso?

- Acho sim, respondeu o Acaso, fiando a longa e encaracolada barba vermelha.

Eles seguem, diretamente, a Palavra. E você sabe, a Palavra é sempre a última a definir um evento. Uma boa Palavra e lá se foi o Acaso por água abaixo. Uma Palavra mais forte, mais poderosa, mais incisiva e uma estratégia de Fatalidade, desaparece numa nuvem. -Se é assim, e eu estou achando que você tem muita razão no que está dizendo, acho melhor não mais competirmos e sim nos associarmos, daqui para frente.

- O que achas?

- Era exatamente o que eu desejava. Não tem cabimento estarmos discutindo a nossa sina. Andamos juntos, vivemos juntos, criamos juntos. Logo, vamos continuar partilhando as nossas atividades.

- Então, vou começar logo trabalhar.

- Não! Eu começo e você segue melhorando e aperfeiçoando os resultados.

- Nada disso! Eu concordei com você, ou melhor, concordamos que iríamos juntos.

E a discussão seguiu interminável, enquanto o sol púrpura e dourado realçava os contornos das construções lá longe, perto do portão de entrada.



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Postado por Contubérnio Ideocrático, o Blog de Raul Almeida
14/10/2015 às 11h38

 
Debate Democrata na CNN

Assim como fiz com os pré-candidatos republicanos, assisti, ontem, ao debate dos pré-candidatos democratas à presidência dos EUA

Eu devia ser o único brasileiro que não estava assistindo ao jogo do Brasil, contra a Venezuela, no mesmo horário. Mas, depois de um dia trágico na política brasileira, eu precisava de um refresco

Depois de ficar bem impressionado com a Carly Fiorina, pelo lado dos republicanos, eu queria ver como estava a Hillary Clinton

Eu nunca tinha visto a Hillary num debate. Convivo com a Hillary, no noticiário, como todo mundo, desde que Bill Clinton foi presidente. Mas é diferente vê-la em ação, e sem o marido

Hillary teve uma ascensão, sozinha, já na campanha "contra" Obama (ou, talvez, até antes). Mas a comoção em torno de Obama foi tão grande, que ela abriu mão. E, graças a uma manobra inteligente dos dois, ela foi secretária de Estado, o equivalente ao ministro das Relações Exteriores, no Brasil

Bem, a Hillary é muito, muito inteligente. E me impressionou. Não que eu concorde 100% com ela. Hoje em dia, depois da experiência do PT, me alinho muito mais com os republicanos

Só que a Hillary está no seu momento, e temos de reconhecer isso. Ela mesma percebe que é a favorita há muito tempo. E domina a cena com muita tranquilidade

Fora que é muito preparada. Tem uma experiência, em política, como ninguém tem. Foi primeira-dama. Foi senadora. Trabalhou com Obama. "I've been in the situation room" (qualquer um que tenha visto seriados americanos onde o presidente aparece, sabe o que isso significa...)

Ela, obviamente, usa o fato de vir a ser a primeira mulher presidente. O que eu acho uma bobagem. (Vide o nosso exemplo aqui...) Mas, nos EUA, isso comove muita gente

Depois, ela usa o fato de ser muito atacada pelos republicanos - afinal está na frente -, brinca, faz piadas... E ataca de volta: como quando disse que os republicanos queriam ver os imigrantes pelas costas - mas que ela gostaria de colocar os filhos dos imigrantes ilegais na escola (desde que os estados aprovassem)...

As pautas dos democratas, que são a "esquerda" norte-americana, são diferentes das dos republicanos. Como se fosse outro debate. Como se fosse outro país

Bernie Sanders, por exemplo, que é uma espécie de senador hippie que deu certo, é total "Occupy Wall St". Para ele, o problema são os bilionários, e os milionários, que ficam com boa parte da riqueza. E acha que a solução, entre outras coisas, pode ser taxar mais...

Sanders não tem um bom discurso para a política externa, assunto que a Hillary naturalmente domina - mas se empolga ao dizer que as finanças estão corrompendo o processo eleitoral e que é preciso resgatar a "democracia vibrante" que vai redimir a classe média (que, segundo ele, está desaparecendo) e a classe trabalhadora...

Não me empolga. Mais impostos? Fora que no Brasil a gente não aguenta mais ouvir falar dos "trabalhadores" - e de um certo partido criado em nome deles... (Eu sei que os EUA não são o Brasil)

Um colega de Sanders, no lado oposto a Hillary, Jim Webb, resumiu bem a situação: "Bernie, eu gosto muito de você, mas a revolução não vai acontecer". Militarista, foi o único mais habilitado a falar de conflitos armados. Sanders, por exemplo, prefere uma "coalizão". Acontece que com o Estado Islâmico, por exemplo, não há diálogo (basta lembrar do "fora" que a Dilma deu na ONU)...

Para fechar o grupo, Martin O'Malley, que me lembra - não sei se estou enganado - John Kennedy. Tem aqueles mesmos olhos apertados. É bom moço, bem apessoado. E a Hillary - não sei se estou enganado novamente - parecia meio embevecida, pela sua figura, e quase que só concordou com ele... Imaginei que ela estivesse pensando em colocá-lo no seu governo - caso vencesse -, mas, apesar de ele falar bem, não tem chance...

O último que cito é Lincoln Chafee, que acabou fazendo mais um papel de bobo da corte. Não conseguiu nem se desvencilhar das perguntas do moderador. Quando este, por exemplo, questionou por que ele foi republicano, depois "independente" e, agora, democrata...

Hillary, enfim, surfa as ondas democratas com desenvoltura... Sanders empolga os mais desavisados, mas não acredito que seja uma ameaça a ela... Tem 74 anos e não tem a mesma energia de Hillary (apesar de ela não ser muito mais nova)

Aguardo o enfrentamento de Hillary com os republicanos. Não é por nada, mas acho a fauna republicana mais interessante. Deu para se divertir mais com o debate deles. (O debate democrata eu não aguentei ver todo...) Que venham Fiorina, Dr. Ben Carson, Trump e todos os outros. Que venham desmanchar o topete de Hillary Clinton. Mesmo porque, até agora, está muito fácil pra ela...

Para ir além
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Postado por Julio Daio Bløg
14/10/2015 às 10h25

 
Micro Conto

Chorava a cântaros
diante de comerciais
de T.V.

E catalizava multidões,
com piadas,
em velórios.

A vida lhe doia
e a morte...

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Postado por Metáforas do Zé
14/10/2015 às 06h22

 
Definindo o indefinível

A poesia, apesar de rara
é gulosa, tanto
para ser, como
para não ser

Tudo por uma questão
de sobrevivência.

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Postado por Metáforas do Zé
13/10/2015 às 17h04

 
Metamorfoses

Traduzir o instante
Através de um espasmo.

Um Relâmpago muscular.
Expansivo espreguiçar felino.

O espaço conquistado
Pelas lâminas de
Lepidópteras asas,
Dilacerando intrincado tecido de
Aflições da Crisálida nossa
De cada dia.

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Postado por Metáforas do Zé
13/10/2015 às 10h32

 
O Papel Principal na Peça



Não sei se você já pensou nisso, mas observe bem... Ás vezes se diz comum e irrelevante para o andamento da vida, porém você é uma importante personagem cujo seus pais deram um nome. Todos os dias sua personagem abre os olhos e escolhe improvisar ou encenar cada passo ensaiado de uma vida que foi progredindo em aventuras, fracassos, aprendizados, amores e muitos mais elementos que contribuem para que uma peça seja acompanhada com animação.

Sua personagem contracena com tantas outras e faz a diferença positiva ou negativamente na vida do outro e de outros numa corrente infinita de diferentes proporções. Vejo você aí fora, transeunte no grande palco e trocamos olhares que irão se encontrar novamente ou foram únicos enquanto duraram.

Ás vezes ganhamos prêmios, outras vezes esporro. Mas pare e pense... Do alto ou em baixo este é o seu palco, sua cena, todos estamos aí querendo o papel principal. Não hesite, quebre a perna e arrase nesses quinze breves minutos de fama aos quais você tem direito na vida.








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Postado por Blog de Camila Oliveira Santos
13/10/2015 às 09h58

 
Professor - profissão de risco, mas vale a pena!

Um tema seriíssimo e um vazio de grandes proporções à sociedade brasileira: o desinteresse dos jovens pelo Magistério.

Esta lamentável constatação foi observada pelo Ministério da Educação e divuldagada recentemente.

Quem diria! A carreira que já ecoou aos quatro cantos como símbolo do amor e da vocação de tantas gerações, hoje sequer desperta a mínima vontade da classe estudantil. É triste dizer isso. A que ponto chegou talvez a mais nobre das profissões?

Por que isso está acontecendo? Negligência ou descaso dos governantes? Claro, ambas as respostas são verdadeiras.

Faz-me recordar a atualíssima frase do notável educador brasileiro, Paulo Freire (1921-1997), "Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores."

Muito me intriga saber que, além da descrença dos jovens pela carreira pedagógica, ainda existe escassez de salas de aula de qualidade. Imagine que futuro tem um país que admite reduzir seus professores?

Para você ter uma melhor ideia, a quantidade de estudantes nos cursos que preparam docentes para os primeiros anos da educação básica caiu pela metade em quatro anos, segundo dados do Censo do Ensino Superior do MEC, o que vem comprovar a renúncia dos jovens à carreira.

Outro fato curioso: ao mesmo tempo em que se formam menos professores, aumenta o número de profissionais dando aula sem a devida formação.

Poucos especialistas, convém enfatizar, conhecem tão bem o dia a dia das escolas brasileiras quanto o senador Cristovam Buarque. O incansável Cristovam tenta levar adiante seu projeto para melhoria da educação como principal bandeira de desenvolvimento do País.

É bom que se diga: uma luta que não é de hoje. Em discurso no plenário do Senado, 07/02, afirmou sua preocupação com a situação de desinteresse a que chegou o ensino básico no Brasil, e não enxerga alternativa em curto prazo senão a valorização da profissão, incluindo bons salários e melhores condições de trabalho.

Por outro lado, reconhece que, nos últimos anos, houve avanços, contudo limitados ao ensino técnico e superior sem chegar à educação de base.

Muitos consideram utópicas suas propostas tais como a que obriga qualquer detentor de cargo público, de vereador a presidente da República, a matricular seus filhos na rede pública.

Outra, de teor amplo e significativo, é federalizar o ensino público brasileiro com os professores tendo o mesmo tratamento dispensado a categorias como Petrobrás, INSS, BNDES, Caixa Econômica e demais Órgãos Oficiais, notadamente sob o ponto de vista salarial.

Aposta ele que a sua linha de pensamento vai muito além do mero repasse de recursos às prefeituras.

Particularmente acredito piamente na viabilidade das propostas do Senador. Não é preciso ser especialista para entender que a chave de um bom ensino é seduzir os melhores alunos à carreira de professor, especialmente aqueles que tenham vocação para o ofício e tragam, na alma, o dom de lecionar.

Imagino não ser demérito copiar aquilo que já deu certo em outros países, como Taiwan e Tailândia, ao reunir em seus quadros de docentes os melhores talentos. Lá, um educador ganha o mesmo que um engenheiro, o que, por si só, atrai os alunos mais brilhantes para a docência.

Entretanto, aqui no Brasil, talvez o maior entrave esteja justamente na ausência de um adequado horizonte profissional.

Convém dizer que, além da crise de autoridade, ser educador no Brasil virou profissão de risco; a violência dentro das salas de aula tem sido constante, algo no mínimo assustador. A todo o momento, deparamos com notícias de professores vitimados por alunos agressivos.

Trabalhar num ambiente assim tornou-se um grande desafio. Deixa claro que isso também seja um indicador para explicar os motivos de fuga à carreira pedagógica.

Infelizmente este é o retrato da maioria das escolas públicas brasileiras. Contudo, vale ainda acreditar no visionário Anísio Teixeira, (1900-1971), "Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra".

texto originalmente publicado por Ezequiel Sena em 16/02/2011

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Postado por BLOG DO EZEQUIEL SENA
12/10/2015 às 14h23

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